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Oi, como estão? John Grogan sabe que as jornadas que pessoas e cachorros enfrentam juntos são um reflexo de nossa própria humanidade e das alegrias e tristezas, dos altos e baixos de nossas vidas. Marley é um grande e inesquecível cão, e nas mãos de um escritor observador, realista e objetivo como Grogan, esta é uma jornada ao mesmo tempo humana e canina que os amantes de cães adorarão viver. O livro é uma lição de amor incondicional.

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Vamos começar o ano com uma história que faz o leitor se emocionar, rir e ter a confirmação de que o cão é o melhor amigo do homem? Marley & Eu, escrito por John Grogan, conta a trama de John, jornalista, casado com Jenny, comentarista de cinema. Os dois eram recém-casados, felizes e viviam em uma charmosa casa na Flórida, mas sua esposa não sabia se seria uma boa mãe porque tinha matado uma plantinha depois de irrigá-la ao extremo.

Para testar seu instinto materno ela resolveu adotar um cachorro e o casal encontra uma fazenda que vende animais. Eles se apaixonam por filhotes de labradores e escolhem um deles pra levar para casa levando em conta a mãe dócil e calma que eles tinham conhecido. Mas, quando estão deixando a propriedade eles conhecem o “pai” daquele filhote e o que viram foi um enorme cachorro que mais parecia um monstro. Os dois rezaram para que aquele lindo filhote não tivesse puxado seu “pai”.

Porém eles estavam enganados… Marley cresceu, ficou enorme, desobediente, ansioso e neurótico. Mas, tinha um grande coração e sempre estava por perto beijando e babando em todas as pessoas. O livro é um relato de John sobre a vida que teve ao lado do cachorro, mas também com boas histórias sobre sua vida familiar.

Marley era um cão indisciplinado, que mexia no lixo, babava pela casa, subia nas pessoas, destruía sapatos, tapetes e colchões. Mas, sendo bem clichê, ele tinha um grande coração. Ele era extremamente eufórico e tinha tanto medo de tempestades que era capaz de abrir buracos nas paredes da garagem.

O livro tem uma grande carga de emoção. Tem momentos que você parece não conseguir respirar de tanto rir; em outros tem raiva de certos lapsos de intolerância dos donos e vizinhos. Em alguns ainda, você se emociona com as atitudes abnegadas de Marley (mas, afinal, todo cão de estimação é assim!) e quando chega o ápice da narrativa, não há ninguém que consiga segurar as lágrimas.

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