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Oi, como estão?

Sinopse:

9788581632810_2.jpg.1000x1353_q85_cropOs irmãos Allgood nunca desistem de lutar contra os poderes autoritários e desumanos d’O Único Que É O Único, mas, agora, eles estão sem Margô — a jovem e atrevida revolucionária; sem Célia — o grande amor de Whit; e sem seus pais — que provavelmente estão mortos… Então, em uma tentativa de esquecer suas tristes lembranças e, ao mesmo tempo, continuar seu trabalho revolucionário, os irmãos vão parar em um concerto de rock organizado pela Resistência onde os caminhos de Wisty e de um jovem roqueiro vão se cruzar. Afinal, Wisty poderá encontrar algo que lhe ofereça alguma alegria em meio a tanta aflição, quem sabe o seu verdadeiro amor… Mas, quando se trata destes irmãos, nada costuma ser muito simples e tudo pode sofrer uma reviravolta grave, do tipo que pode comprometer suas vidas. Enquanto passam por perdas e ganhos, O Único Que É O Único continua fazendo uso de todos os seus poderes, inclusive do poder do gelo e da neve, para conquistar o dom de Wisty… Ou para, finalmente, matá-la.

Controlando mais seus poderes e sabendo utiliza-los nos momentos apropriados, os irmãos permanecem fugindo da Nova Ordem e principalmente do Único, pois o mesmo está querendo o grande Dom de Whisty e não vai medir esforços para captura-la ou mata-la se for necessário.

Título: O Dom – Bruxos e Bruxas 
Título original: The Gift – Witch and Wizard 
Autor: James Patterson e Ned Rust
Ano: 2010
Páginas
: 288

Editora: Novo Conceito

Resenha:

Controlando mais seus poderes e sabendo utiliza-los nos momentos apropriados, os irmãos permanecem fugindo da Nova Ordem e principalmente do Único, pois o mesmo está querendo o grande Dom de Whisty e não vai medir esforços para captura-la ou mata-la se for necessário.

O Dom me decepcionou um pouco, pois esperava um livro mais majestoso em relação ao anterior. Confesso que Bruxos e Bruxas se tornou um dos meus favoritos e que no mínimo sua continuidade fosse bem melhor, com mais explicações. Só tenho a dizer que a história não fluiu, tem um grande enredo que poderia ser muito mais explorado e os autores não conseguem fazer isso, deixando essa continuação simples demais e com um gostinho de que poderia ter mais ingredientes para saborearmos uma ótima leitura. As aventuras praticamente são as mesmas e o pouco romance que existe não chega a convencer. Apesar de tudo isso, você consegue dar algumas gargalhadas com trechos da Wisty e seu senso de humor apurado.

  

O livro continua com capítulos curtos e cada um deles ou é de Whit ou da Wisty, porém a novidade em “O Dom” é que tem capítulos em terceira pessoa quando quer descrever cenas do Único ou de Byron. Nesse ponto, o livro me agrada bastante. A diagramação também está perfeita, não consegui achar nenhum erro. A capa é linda, como a capa de Bruxos e Bruxas, pena que por enquanto a história deixa a desejar.

3 ESTRELAS

RAZOÁVEL!

assinatura wemerson

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