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Sinopse: Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita.

Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.

Título: Cidades de Papel
Título original: Paper Towns
Autor: John Green
Ano: 2008
Páginas
: 368

Editora: Intrínseca

Skoob | Goodreads

Resenha:

Eu já deveria ter feito a resenha desse livro, mas preferi esperar o filme ser lançado para fazer uma comparação. Hoje, fui ao cinema com alguns amigos e assisti Cidades de Papel…

O livro do John Green me chama atenção devido me prender durante a leitura e não ser tão calmo quanto os de Nicholas Sparks, mesmo sendo do gênero romance. Eu me apaixonei de cara pelo Quentin, pois vi algumas características dele em mim. A Margo não me conquistou, ela é chata e algumas vezes me deixou confuso. Cidades de Papel, foi o segundo livro do John Green que li, não diferentemente do primeiro a forma como o John Green faz com que seus personagens sejam marcantes é incrível.

A adaptação por sua vez, faz jus ao livro, pois mesmo com os cortes (sabemos que há cortes em todas as adaptações) o conjunto principal, o romance e a história permanece a mesma. O filme não apelou pro romance em si, mas por nos mostrar assim como no livro, que não devemos desistir sem tentar, pois é melhor se arrepender por algo que fez e não deu certo, do que nunca ter tentado. 

Por esses e outros motivos, recomendo tanto o livro quanto o filme, posso não ter certeza de que você vá gostar, mas de uma coisa eu sei, você não vai perder tempo. 

Leia também: Resenha: Quem é Você, Alasca? – John Green

BOM!

BOM!

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