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Eu não sabia exatamente o que estava sentindo naquele momento. Enquanto minha mente tentava, meu corpo não conseguia fugir. Nossa amizade era velha demais para ser estragada com uma foda. Foda-se! Eu quero que ele me foda. Meu corpo estava fervendo como aquela água que ele havia colocado no fogão para preparar o jantar. Cortava os legumes, sem camisa. Era incrível como corpos nada atléticos me atraiam. Aquele desejo que estava dentro de mim, senti também nele, sempre que nossos corpos se encostavam e eu via um sorriso tímido, desses em que não se abre a boca, estampando sua cara. Agora era ele que me admirava encostado no balcão fumando um cigarro. Como isso era sexy! Eu lavava a louça cumprindo minha promessa já que o chefe era ele. Entre conversas e risadas, fez-se silencio. Mathe… não deu tempo terminar de chamá-lo. Suas mãos me puxaram para seu corpo e me virou, deixando-nos cara a cara. Oi! Meu coração estava acelerado. Não deu tempo tentar entender se isso era uma brincadeira, seus lábios macios já “brincavam” com os meus. Uau, que beijo! Suspendeu-me no ar e rapidamente entrelacei minhas pernas em sua cintura. Fui jogada na mesa de madeira que tinha na cozinha e foi ai que senti a pressa, a fúria, o desejo reprimido. Tirou minha blusa. Enquanto chupava um de meus peitos, acariciava e ao mesmo tempo agarrava o outro, com vontade. Tirou meu shorts, depois o seu. Não consegui parar de olhar para seu pau, tão duro, tão rígido… começou colocando a cabeça. O movimento vai e vem, devagarzinho, começou a me deixar louca. Quando nossos olhares se encontraram, eu senti a delicia da intimidade. Seus olhos penetravam na minha alma com a mesma intensidade que seu pau penetrava em mim.

Continua…

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