5 Estrelas, Resenhas

Resenha: A Procura de Um Fim por Rodolfo Rodrigo

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Sinopse:

O livro conta a história do Darley, filho único do senhor Michael, e de seu amigo de infância o Yuri, que buscam através de trilhas intrigantes a procura pelo fim de alguns acontecimentos que passaram a assombrar seus dias. A busca por respostas acabou revelando os sentimentos mais elementares na vida desses jovens, enquanto experimentam novas sensações com uma planta pouco conhecida que trouxe momentos de distopia em meio aos confusos acontecimentos. No decorrer dessa jornada surge Robertino, um jovem com capacidades anormais de unir fatos e encontrar através deles visões de possíveis acontecimentos, um tipo de premonição que ajudou bastante Darley a fugir da perseguição frenética e eletrizante do oficial Díron, um homem amargurado e solitário, que o persegue após ser pressionado pelo governador para culpá-lo de um crime que ele não cometeu. Essa aventura os levam ao casarão do finado Barão Calixto, no qual eles têm a chance de acabar com todo aquele pesadelo e maldição, que sobre eles pairavam. Uma história que se perpassa na contemporaneidade e que está rodeado de mistérios, surpresas, emoções, aventuras, perseguição envolvida em dramas juvenis, em um romance de suspense com toques de terror e horror.

Título: A Procura de Um Fim 
Título original: 
Autor: Rodolfo Rodrigo
Ano: 2017
Páginas:
136

Editora: Amazon

5 SABRES

COMPRE

Resenha:

A Procura de Um Fim é um livro muito cativante. Quando eu li, senti um pouco referências como Os Goonies, não sei se foi intenção do autor. O livro tem um ponto forte que tem sido inserido pelos nossos autores nacionais, ainda é pouco, mais eu vejo que está sendo usado com mais frequência, que é o cenário regional. A Procura de Um Fim se passa no nordeste, em Campina Grande que fica na Paraíba, então tem muitas referências de lojas, Universidades e paisagens que nos permite viajar sem sair do lugar.

A leitura é bem fluida, a escrita é muito precisa e acessível. O autor se preocupa com as sensações que seus personagens tendem a nos passar, para nos inserir na história de forma mais dinâmica. A história é intrigante e diferente.

A Procura de Um Fim conta a história de Darley e seu amigo Yuri, que adoram fazer trilhas e em uma dessas aventuras acabam descobrindo alguns segredos dos quais ninguém gostaria de descobrir, isso começa a os perseguir e importuná-los. A história possui personagens marcantes como o próprio Darley, que é amigo, inteligente e se preocupa com o próximo. Ainda há personagens que vão ganhando força na narrativa como o Díron, policial que tenta descobrir os mistérios que rondam o universo de A Procura de Um Fim.

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A Procura de Um Fim é um livro que nos cerca de emoções e sentimentos, que nos mantém acordados para devorar cada capítulo da obra. O autor consegue descrever e detalhar cada acontecimento, como se tivesse vivido aquele momento, fazendo assim, que nós também tenhamos a mesma sensação. Nasce o novo Stephen King! 

O livro possui ainda uma história única de criação, pois o autor o escreveu quando era adolescente, foi roubado e levaram a primeira versão, após uma década, o autor voltou a escrevê-lo, tentando recuperar a essência que lhe foi roubado. Então, com certeza vale cada centavo que gastei com o e-book.

Portanto, se você busca uma leitura acessível, uma aventura com terror e suspense, um livro para te tirar daquela ressaca brava. Não pense duas vezes, A Procura de Um Fim com certeza vai te surpreender e você vai querer muito mais que 136 páginas!

5 Estrelas, Parceiro, Resenhas

Resenha: 365 Noites em Paris por Miriã Veloso

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Olá, meus queridos. Voltamos aos romances literários. Hoje apresento um profundo romance clássico contemporâneo. Como chamas que ardem sem se ver, lhes entrego a mais uma bela obra nacional.

Eu sou Rodolfo Rodrigo e apresento: 365 Noites Em Paris, da Miriã Veloso.

A Autora

Miriã Veloso, sonhadora, nascida nos anos 90 e nas Minas Gerais, crescida em meio às flores do cerrado. Esposa apaixonada. De mente viajante e espírito livre, apaixonada pelas histórias das avenidas centenárias da Cidade Luz, imersa em uma cultura feita sua por adoção. 365 Noites em Paris é o seu segundo romance, que já conquistou muitos leitores desde a existência do Orkut, no Wattpad e agora no Amazon.

Sobre o Livro

Charlotte é uma jovem cozinheira que vive em Paris. Por dez anos trabalhou e aprendeu tudo na cozinha do modesto restaurante de seu avô paterno, que por problemas financeiros foi fechado. 

Precisando de dinheiro consegue um trabalho de garçonete no Le Procope, um dos restaurantes mais antigos e nobres da Cidade Luz, lugar onde conhece Benjamin Hastings, um homem culto e despreocupado com a vida. Ben se sente a cada vez mais apaixonado pela jovem, enquanto ela está sempre procurando desculpas para não aceitar o convite de um passeio à margem do Rio Sena. 

Em um dia, ela aceita o convite do charmoso homem e então se vê dentro de uma nova atmosfera amorosa e descobre que o seu admirador é também um amante da gastronomia. Alguém com quem poderia contar para realizar o sonho de reaver o restaurante de seu avô e se tornar uma grande chef.

Resenha

Hoje trazemos algo interessante sobre a vida desta jovem que se apresenta para nós: “Eu sou Charlotte Dupont, nasci em Lyon e vivo em Paris há mais de vinte anos, desde o falecimento de minha mãe, Claire.” Essa jovem de tamanha graça trouxe de volta o clássico antigo de garotas graciosas dos contos amorosos. Eu me identifiquei com a personagem (que só entre nós… acho que tem muito a ver com a escritora, apesar de não conhecê-la pessoalmente rsrsrs). Uma francesa que continua solteira. E como ela diz: “por escolha própria. Já passei da idade que acredita nas ilusões que as pessoas criam sobre o amor, ainda mais, em Paris. ”.  Desta forma iniciei minha leitura já sabendo que teria que ver um novo romance surgir, não era um romance de paixões em alguma aventura ou de crises dramáticas, haveria de ser a história de Charlotte, até que entrou quem eu esperava, aquela segunda pessoa que acabaria com as desilusões da Charlotte Dupont. Seu nome: Benjamin. Um franco canadense que visitava Paris pela primeira vez, para alguns concursos e eventos de gastronomia. Ele tinha um restaurante, ela trabalhava na área também. E de acordo com o destino que lhes foram traçados eles se conheceram, diante do enredo é preciso abordar que eles estavam em Paris, “na cidade perfeita. A Cidade Luz. A capital da Moda. A dona da belíssima Torre Eiffel. E o terceiro motivo que faz com que os parisienses se orgulhem, a capital da Gastronomia. ”

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No decorrer desse processo em que uma linha havia sido traçada entre eles fui conhecendo o Benjamin. E preciso dizer… eu me identifiquei demais com ele. Nossa era como se eu pudesse me imaginar no lugar dele. E isso eu gostei bastante, um personagem que lembrava a mim mesmo. Ele tinha 1,80m, magro, alto e bem nerd, de acordo com Charlotte: “Ele tinha um modo tão tranquilo de se portar, uma voz grave e sedutora, e como já diziam os poetas: ‘sua voz era como música aos meus ouvidos’. Ele tinha o jeito de um homem preguiçoso e calmo, porém, tinha a lábia de um poeta. É como se a mistura das qualidades e dos defeitos, estivessem em harmonia. ”  Bem, a parte dos defeitos é bem eu mesmo (risos). Mas havia uma grande semelhança com o personagem e fui dando continuidade ao romance que uniu eles. No decorrer da história, vocês irão conhecer pessoas divertidíssimas como a Alice, irmã da Charlotte, Megan sua amiga, Will o amigo de infância do Benjamin.  Haverá vários momentos divertidos e encantadores. Fazia muito tempo que não lia um romance tão gostoso, por sua simplicidade, por uma realidade que no fundo todos nós sonhamos. A cada momento eu fui tentando me identificar, até que já estava começando a sentir falta do que me toca (sou muito dramático, admito), foi quando a pior das fraternidades vem trazendo o incrível e medonho sentimento, que compreendemos entre a vida e morte em seu destino. E por mais que eu esteja louco para contar a aventura que me deixou sensibilizado, haveria eu de me conter, de evitar o melhor dos spoilers, pois finais como esse devem ser lidos pessoalmente e de preferência em um local bem confortável. Pois, é nele que você vai ficar por severos minutos após ler o final desta obra riquíssima em amor. É uma realidade tão próxima, tão possível, mas que talvez nós precisaríamos realmente ser leitores para entender e saber lidar com a realidade desses romances. Mas como eu fiquei muito encantado, irei me sobrepor aos meus princípios e destacar algumas palavras finais que darão a vocês, meus caros nerdbookaholics, o que imaginar para que pensem e não hesitem em conhecer essa bela e adorável obra:

“29 de Maio de 2015

Jornal Local

(…)

…E agora uma notícia que chocou o comércio gastronômico da capital francesa (…), Benjamin havia ganhado um novo coração, este que era da também chef, Charlotte Dupont, neta de Louis Allan Dupont. (…)”

Se vocês entenderam vão estar surpresos quando ler o livro. E notarão como pequenas e sucintas palavras dizem tanto em cada momento desses trinta e seis capítulos. Vocês vão gostar das frases, versos de inúmeros pensadores e artistas que são apresentados no início de cada capítulo, já o amei de cara desde o primeiro capítulo. Então vamos lá meus queridos, deixem seus comentários, conheçam a autora, leiam nossas indicações e sigam nosso universo. Um bom café e boa leitura.

Eu sou Rodolfo Rodrigo, amante do universo Nerd Book’s e lhes apresentei:

365 Noites Em Paris.

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5 Estrelas, Resenhas

Ranger Ordem dos Arqueiros – Ruínas de Gorlan (Livro I) por John Flanagan

Aos nossos seguidores

Olá, meus Nerdbookaholics. Hoje com mais de 7,5 milhões de exemplares vendidos, aplaudido pela crítica em todo o mundo, estando este na lista entre os mais vendidos do New York Times e já publicado em mais de 14 países até aonde a leitura se faz presente, venho por meio desse incrível resultado, uma nova obra resenhar. Meus caros Nerdbookaholics, seguidores e assíduos leitores das obras mais marcantes de nossa geração, lhes apresento o primeiro livro desta série. Dedicado aos Nerdbookaholics: Ione Iaguczeski,  Jaque (@QubreiaRegra), Shirmatos, Tamara (Moda e Lei), Tais Burigo (Leitor Unicórnio), como prometido e aos demais que não pude ter  oportunidade de saber suas preferências. Dando continuidade, preparem seus cafés expressos e seus cookies, e respirem fundo para conhecer essa leitura imperdível que garanto que poderá emocionar até os mais jovens leitores, com muitas aventuras do começo ao fim.

Eu sou Rodolfo Rodrigo, amante do universo Nerd Book’s e lhes apresento: Rangers – Ordem dos Arqueiros – Ruínas de Gorlan, o livro I de John Flanagan.

Vamos nessa?!

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Sobre o autor

O nosso autor de hoje se chama John Flanagan, publicitário que seguiu através de trabalhos como freelance, a escrever e editar textos. Criador de jingles para comerciais, também produziu vários trabalhos gráficos em folhetos e vídeos corporativos, chegando assim a produzir também comédias e dramas televisivos. Seu primeiro livro da série Rangers foi criado para estimular seu filho Michael, que na época tinha por volta de seus 12 anos, a gostar de leitura. O pequeno Michael era o menor de sua turma, todos os seus amigos eram maiores e vistos como mais fortes do que ele. E para mostrar ao filho que os grandes heróis não precisavam ser fortes e grandes, John em seu carisma em conquistar o filho fez a obra para que o pequeno Michael nela pudesse se encontrar e talvez se inspirar. Hoje com seus 20 e poucos anos e 1,80 de altura (quase meu tamanho) se mostrou um jovem muito forte, de ombros largos e que ainda curte bastante a obra dedicada de seu pai. Rangers – Ordem dos Arqueiros.

Sobre a Obra

A história conta uma jornada de conquista na vida do pequeno Will, que sonhava em ser forte e um bravo destemido guerreiro, tal como havia sido seu pai, mas que por desventura nunca veio a conhecer. Tudo veio a lhe incomodar quando não conseguira entrar na Escola de Guerra.

Neste momento sua vida veio a ter um caminho inesperado: ele conheceu Halt e logo, tornou-se aprendiz deste tal homem que era um arqueiro um tanto misterioso, com habilidades que muitos acreditavam ser obras de feitiçarias. Com muita força de vontade, Will aprendeu a fazer uso das armas secretas dos arqueiros que viria a ser o arco, a flecha, uma capa um tanto manchada e um cavalo pônei, irritantemente teimoso. Mas foi desta maneira que Will e Halt, seguiram em uma aventura incrível e perigosa, com uma missão de impedir o assassinato do rei. Nessa jornada Will faz muitas descobertas e vive aventuras fantásticas e aprenderá o valor das armas dos arqueiros de uma forma totalmente diferente.

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Título: Ranger Ordem dos Arqueiros – Ruínas de Gorlan (Livro I) 
Título original: –
Autor:  John Flanagan
Ano: 2009
Páginas: 
239

Editora: Fundamento

Skoob Goodreads

5 SABRES

Resenha

Nesta resenha iremos acompanhar os passos do jovem Will e seu mentor Halt, em uma aventura que se passa em 238 páginas, divididos em 32 capítulos. Como não poderia ser diferente tentei me pôr no lugar do jovem protagonista para poder tentar atrair a visão do John (autor da obra) e logo no início pude me identificar com o pobre Will na hora em que o mesmo tentava sua vaga na academia de guerreiros, que é apresentada como a escola de guerra para o pequeno e raquítico Will, o que seria para mim, minhas frustradas tentativas de ser chamado para entrar no campo do time de futebol de meu bairro (o que nunca ocorreu por desventura de minha falta de habilidade com a bola, por eu ser magrinho e por não estar disponível para os desejos pessoais do nosso treinador na época ¬¬), com isso fui lendo o livro, tentando compreender o que ele sentia naquele momento em que ele, ansioso, esperava pela oportunidade que lá no fundo já sabia que não conseguiria a vaga na escola de guerra junto com seus colegas por ser pequeno e magrinho, o que o fez ser rejeitado por outros mentores também. Lembrei de mim e o time de futebol e fui me identificando. Encontrei uma descrição das coisas muito agradáveis de serem lidas. Pelo modo como o autor escreveu observamos que o mesmo tinha a verdadeira intensão de escrever para seu filho pequeno, pois percebemos uma linguagem bem acessível, um estilo de leitura de fácil compreensão tanto para adultos, como para jovens. O bom nisso tudo é que ele consegue descrever bem o que se passa sem focar muito nos mínimos detalhes comuns no aspecto de escrita de muitos escritores. Todo o livro, aqui apresentado pela editora Fundamento, traz consigo um confortável campo visual com páginas sempre marcadas em detalhes esverdeados com imagens e símbolos simples, que não confundem nem atrapalham nossa leitura, sendo breves distrações que nos fazem lembrar a época e estilo de história em que estamos envolvidos.

Gostei bastante da relação do pequeno e magrinho Will com seu mentor, o Halt, passei a imaginar que essa poderia ser a relação que o pai tentou passar para seu filho na vida real, no qual, apesar das diferenças e dificuldades, ele era o seu verdadeiro herói por acreditar nele, e que talvez, seu filho só precisasse crer nisso e tudo poderia alcançar.

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Instagram: @rdlfrdrg

Gostei também das discursões que existem no livro, são bem divertidas, há um cunho claro e bem expressivo, no enredo da história, o autor não foge da seriedade do enredo, tudo acontece como de fato precisariam acontecer, os dramas, as longas cavalgadas sobre a neve, as batalhas e ações comuns de uma grande aventura em um período épico. Mas há sempre aqueles momentos que nos distrai e isso eu gostei. Tornou a leitura agradável.

No decorrer dessa jornada para impedir a morte premeditada do rei. A forma como Halt ergue sua honra aos princípios dos arqueiros é de grande inspiração. Sempre com seu jeito sombrio, típico para manter seu legado junto as suas setas, ele demonstra uma relação de grande conduta ao permitir que um jovem tão desacreditado se tornasse seu seguidor e aprendiz, de uma arte até então quase extinta.  E sabem o motivo pela qual Halt escolheu o pequeno Will? Sabem como conseguiram chegar até as terras do rei? Como se saíram na caçada ao porco selvagem? E quem são aqueles que os apoiaram no decorrer desta aventura? É neste momento que evito os devidos spoilers, pois meu maior intuito (e sempre será) é produzir um conhecimento sobre as obras de grande reconhecimento e fazer vocês, nossos caros e queridos leitores lerem a obra. Pois só assim poderemos ter o mesmo sentido literário compartilhado. No qual nos encontraremos juntos, todos nós na mesma história e tenho certeza que juntos poderemos ter as mesmas sensações (com exceção, claro, se a editora solicitar que revelemos tudo, neste caso eles perdem a chance de garantir a venda de algum exemplar, mas… estamos aqui para somar). Se caso tiverem alguma dúvida é só me seguir no insta (@nerdbooks_) e perguntar pessoalmente que te direi. Eu prefiro que descubram sozinhos, pois a história é muito boa de verdade, principalmente para quem gosta de um enredo épico sem fugir muito da realidade.

Eu sou Rodolfo Rodrigo um apaixonado pelo universo do Nerd Book’s e essa foi nossa análise do livro I de John Flanagan Rangers – Ordem dos Arqueiros – Ruínas de Gorlan.  Espero que tenham gostado e até a próxima com mais aventuras emocionantes.

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5 Estrelas, Resenhas, Sem categoria, Terror

Resenha: O Assombrador das Trevas – H. P. Lovecraft

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Sobre o autor 

Considerado por muitos críticos um dos escritores de terror mais influentes de século XX, Howard Phillips Lovecraft (1890-1937) nasceu na região da Nova Inglaterra, da qual também proveio Edgar Allan Poe, na cidade de Providence, Rhode Island. Foi um jovem solitário, doente e de família abastada – era neto de um proeminente industrial, Whipple Van Buren Phillips –, que cresceu sem a presença do pai. Casou-se com a comerciante judia Sonia Haft Green. Mas, em virtude de problemas financeiros, divorciou-se e passou a morar com duas tias. Nessa época, teve sua fase de maior produtividade, destacando-se por seus contos de horror gótico e tornando-se um dos precursores da ficção científica nos Estados Unidos.

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Sobre o Livro

Criaturas estranhas, seres de outras dimensões, monstros que em tempos passados tiveram seu auge e reinaram em nosso planeta. Agora percorrendo um retorno triunfal, agem à espreita para reconquistar tudo novamente. Vocês meus amigos, já devem ter imaginado algo assim alguma vez na vida, principalmente quando imaginamos as ideias de invasão alienígenas que as ficções científicas hollywoodianas criam em nossas mentes, mentes essas incrivelmente repletas de criatividade. Quem nunca ouviu falar no filme Independence Day ou ouviu se cogitar que as pirâmides do Egito foram construídas por alienígenas nos séculos passados? Pois bem, nessa premissa de poder crer em possíveis especulações distintas Howard Phillips, teve seu auge criativo. Poucos sabem ao certo disso. Artistas, pintores e escritores (almas sensíveis), vislumbram a sua existência em sonhos ou acessos de delírio. Grupos primitivos, por razões ainda não compreendidas, estranhamente os cultuam, mas apenas poucos homens, verdadeiros eruditos, buscam pistas sobre essas criaturas e as estudam. São os únicos que poderiam nos proteger.

Em meio a essa mistura de horror e ficção científica, esse vem a ser o enredo de boa parte da produção meus caros seguidores, do Howard Phillips Lovecraft, escritor norte-americano responsável pela criação do Mito de Cthulhu, que até hoje é uma criatura cultuada por várias seitas diversas.  Os contos de Lovecraft e suas criaturas tiveram enorme repercussão. Neste livro em específico no qual eu recomendo, vocês poderão desfrutar de alguns de seus contos mais importantes, sendo uma grande e excelente escolha da editora MARTIN CLARET, da série A Obra Prima de Cada Autor. Traduzido por Lenita Rimoli Esteves. 

Os contos que nesse livro vocês poderão acompanhar são: O chamado de Cthulhu, O horror de Dunwich, Sussurros na escuridão e O assombrador das trevas.

 

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Resenha

“Não está morto o que pode eternamente jazer

E após estranhos éons mesmo a morte pode morrer”

(H.P.Lovecraft.)

Um autor que podemos considerar como cult, que é prezado pela cultura popular e exerce influência sobre muitos outros artistas, traz consigo em suas obras, muito de sua cultura e percebemos isso na maioria de seus personagens, nascido na região da Nova Inglaterra, essa localização parece sempre ser alvo base para praticamente todos os seus contos, mesmo que muitos sejam inventados, vocês poderão observar como ele sempre usa os recursos geográficos para poder criar as bases de seus enredos, por meio do clima, da cultura, dos pensamentos populares e da estrutura que formam aquela região da Nova Inglaterra. Eu entendo ele, pois quando escrevi meus contos eu estive sempre utilizando os recursos mais próximos para poder ser mais preciso em relação a compreensão do leitor. É como se eu falasse do fogo, mas nunca tive a experiência de me queimar… como eu poderia expressar como é uma cena de queimadura se nunca senti uma? Creio que ficaria um tanto pouco original querer expressar algo para tantos que possivelmente já se queimaram com um cigarro, no fogão de casa, fazendo aquele brigadeiro delicioso caseiro num fim de tarde nublado e de repente encosta o pulso sem querer na borda da panela, causando aquela dorzinha incómoda enquanto colocamos nosso antebraço debaixo de água corrente para não criar uma bolha. Pelo que entendi, as fases difíceis na vida de Lovecraft foram os momentos em que ele mais produziu e alcançou os tantos encantos fictícios de seus monstros e suas mais profundas frustrações, envolvidas naquele clima de sua região que só intensificaram mais ainda a grande imaginação de nosso autor.  Notei que o autor em um dos contos ele usa nomes de cientistas e pessoas reais, em outros não, apenas ficcionais. Contudo entre os quatro contos, um irei tratar e fiz um breve sorteio de bem me quer, mal me quer e o escolhido pela sorte foi o Assombrador das Trevas, sendo esse o último desta coleção. Isso ajudará a não dar spoilers sobre os demais. E há uma curiosidade nesse conto conduzido com personagens fictícios, pelo que pesquisei é que ele é bem do tipo, apenas sinta a sensação, deixe sua imaginação fluir. Isso claro, pois eu poderia descrevê-lo de maneira cômica (risos) sendo assim:

“Um conto detalhista de uma história sem conclusão, sob fatos não esclarecidos, de uma premissa sem garantia de veracidade, baseada em uma lenda, mistificada em um diário que relata uma frenética paranoia de atos sem explicação que existe sem haver registros claros de uma existência maligna, sendo concluído que o autor do certo diário veio a óbito sem sabermos como sua morte ocorrera, por meio de algo que ninguém sabe, acreditando num ser demoníaco que ele não sabe se existe, mas crê fielmente em sua presença, dado pelo laudo dos legistas que sua morte veio a ocorrer por meio de uma eletrocussão, cujo o choque não se dera por eletricidade comum, mas uma morte eletrocutado por um choque de proporções medonhas oriundas de uma descarga de medo assombrador no decorrer de um momento sem energia na pequena cidade de Federal Hill, enquanto ele olhava pela sua janela a janela da torre negra sem janelas de uma igreja que tinha um mistério antigo, mas que era uma nave.”

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(Risos) entenderam essa confusão?

Bem, meus caros leitores do Nerd Book’s, esse conto soou muito como especulativo para mim. O que quis dizer é mais ou menos assim:

Robert Harrison Blake, morador da Rua East Knapp, número 620, Milwaukee, Wisconsin. É um escritor e pintor, que viaja para a cidade de Providence no inverno de 1934, e procura lá desvendar um certo mistério que paira em uma cidade ao lado conhecida como Federal Hill. Lá a uma lenda que reina entre os moradores de uma certa maldição que permanece por muito tempo e de pessoas que nessa lenda foram dadas como desaparecidas, entre elas um jornalista que foi até a igreja investigar os casos de desaparecimento e nunca mais retornou ou foi visto. Curioso, estudioso nos assuntos místicos e sombrios, toda aquela crença dos moradores lhe chamou a atenção, em sua casa estilo georgiano, até então alugada recentemente e onde residiu até 1935, o dava visão a uma torre negra sem janelas desta tal igreja. O que o fez parar e de sua janela observar o cinismo que havia naquela paisagem. Logo, certo dia ele indo a pequena cidade de Federal Hill, Blake buscou informações sobre aquela igreja, que tanto lhe chamava a atenção, logo percebeu que havia um enorme tabu entre as pessoas que não quiseram mencionar sobre a igreja e isso mexeu com sua ávida curiosidade de escritor. Fazendo-o adentrar na igreja para saber o porquê que as pessoas não se aproximavam ou comentavam nada a respeito do local. Ao entrar no recinto mal dito pelos populares, povo da pequena Federal Hill, dentro da igreja, Blake foi analisando e descobrindo inúmeras coisas que pudessem lhe auxiliar na sua investigação (Não direi o que ele encontrou na nave desta igreja ou na torre negra, terão que ler, já há bastante spoiler rsrsrs) que trouxe por fim uma enorme sensação de pavor e desespero, sendo criativo como qualquer escritor acabou que sua imaginação absorveu os acontecimentos que ocorreram dentro da igreja e retornando para sua residência, ele apenas estudou assiduamente escritas de um determinado livro que trouxera consigo e com os dias uma certa paranoia foi tomando de conta de seus pensamentos, sonambulismo e acontecimentos noturnos o fez em um momento de desespero amarrar-se pelo tornozelo na própria cama a fim de impedir que seu sonambulismo o tirasse da cama. Com o tempo ele passou a dedicar-se ao seu diário, contando o que sentia e o que estava descobrindo, até que passou a crer na existência de uma possível criatura de outro mundo que naquela igreja reinava apenas por detrás das sombras e que só poderia ressurgir na escuridão. Quando quedas no abastecimento de energia ocorriam a noite, muitos moradores de Federal Hill, iam até o entorno da igreja orar até que a luz retornasse e Blake, entrava em pânico nesses momentos sem luz. E uma certa vez em uma dessas quedas de energia, Blake veio a óbito. Como isso ocorreu, é preciso ler para entender. O conto se inicia de traz para frente, primeiramente se dá o desfecho de sua morte, consequentemente é abordado, ressaltando meu caros #NerdBookaholics que a história tem duas versões, mas se é expressado e analisado apenas pelo ponto de vista de Blake, através do que ele deixou escrito em seu diário, que este por fim foi escrito até os últimos instantes de sua vida terrena.

Então é isso aí meus amados leitores, eu sou Rodolfo Rodrigo e essa foi mais uma análise literária em cima de uma figura reconhecidíssma no mundo da ficção científica e sobrenatural. Esperamos que tenham gostado e que tenham se interessado em conhecer as obras de Lovecraft. Vejo vocês na próxima resenha com alguma nova pérola da literatura para encher a mente de vocês com muita cultura e conhecimento. Vale muito a pena conferir!

Um forte abraço, Beijos!

5 Estrelas, Dicas

CCXP Tour: Viva o Épico, no Nordeste!

A CCXP Tour aconteceu entre os dias 13 a 16 de abril de 2017 no Centro de Convenções de Recife – PE. O evento foi e é organizado pela Omelete Group, Pizii Toys, Chiaroscuro e produzido pelo Spoladore Eventos. Estima-se que mais de 80 mil fãs da cultura nerd/geek participaram do evento.

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Fonte: Instagram

Durante esses 4 dias a programação foi bastante diversificada, no qual pudemos nos aproximar ou pelo menos ver mais de perto os nossos ídolos internacionais e nacionais, das séries, filmes e HQ’s. A CCXP Tour reuniu convidados de peso para incrementarem e abrilhantarem o evento mais épico de 2017:

No primeiro dia, tivemos uma apresentação sobre o evento no auditório Twitch. Ainda no auditório Twitch, aconteceu um tributo ao Maurício de Souza (um dos convidados ilustres). Autógrafos e fotos com o Carlos Villagrán (Quico), Castro Brothers, MRG, Claudia Wells, entre outros grandes artistas.

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Fonte: Instagram

No segundo dia, fomos contemplados com a presença do Richard Speight Jr. que interpretou o arcanjo Gabriel na série americana, Supernatural. Podemos acompanhar no auditório Ultra, entrevista com Grandes Astros Brasil – Quadrinistas, no auditório Twitch, assistir ao trailer oficial e exclusivo do filme Star Wars – Os Últimos Jedi, que, aliás, tivemos que bloquear nossos celulares e colocar numa bolsinha (cedida pela Warner), ao final nos deu um pôster oficial e exclusivo do filme.

No terceiro dia, foi a vez da Netflix nos encher de amor com o seu painel que contou com o elenco de Iron Fist (Punho de Ferro), 13 Reasons Why (Os 13 Porquês), Sense8 e 3%. Todos puderam tirar fotos e pegar autógrafos. No auditório Ultra, houve apresentação das novidades dos filmes da Marvel e pôster oficial autografado da CCXP. Houve também painel da Cartoon Network, Warner Bros e fotos e autógrafos com Youtubers e artistas convidados.

No quarto e último dia de evento, não foi diferente, no auditório Twitch houve entrevista com o Kevin Sussman, o Stuart da série americana, The Big Bang Theory (super simpático, inclusive). A Warner Bros nos apresentou algumas estreias de séries, entre elas Bingo – O Rei das Manhãs, apresentado pelo Vladimir Brichta. Painel no auditório Ultra do filme Amor.com, além de fotos e autógrafos com artistas convidados. No auditório Twitch mais novidades da Marvel Studios, com pôster exclusivo autografado. E para finalizar um concurso de Cosplay, que nos rendeu muitos aplausos e sorrisos.

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Fonte: Instagram

Além dessa programação, havia stands espalhados pelo Centro de Convenções para tirarmos fotos, brincar em jogos e ainda fazer aquelas comprinhas… (por que, ninguém é de ferro).

No stand da Netflix, você poderia brincar no jogo da memória de Stranger Things, brincar no jogo de lógica de 3%, cantar no karaokê de Orange is the New Black e dar aquele “soco fantástico” no jogo do Iron Fist (Punho de Ferro). Todos que participavam ganhavam brindes exclusivos como pôsters, bottons, adesivos e até camisetas.

No stand da Warner Bros, você poderia tirar uma foto como a Mulher Maravilha e ganhar uma bolsa ou um pôster exclusivo.

No stand da editora Leya, tirar foto no Trono de Ferro (GOT). Havia também o Trono de Coelhos da Turma da Mônica, que fez o maior sucesso entre todos que participaram da CCXP Tour.

Havia outros stands que garantiram o sucesso total do evento, e já foi confirmada a segunda edição para agosto de 2018. Enquanto isso, a CCXP terá mais uma edição em São Paulo, entre os dias 7 a 10 de dezembro, ingressos à venda a partir do dia 9 de maio de 2017. Viva o épico!

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Fonte: Instagram
5 Estrelas, Resenhas

Resenha: 666 O Limiar do Inferno, Jay Anson

Sinopse:

O casal Keith e Jennifer volta pra casa após curtas férias e, atrás de seu quintal percebe uma casa que não estava lá antes: um casarão vitoriano que foi transportado até lá enquanto viajavam. Acontece que a casa não é necessariamente abençoada: ao investigá-la, Keith descobre que o antigo morador assassinou a amante e o cunhado lá dentro. Mas a casa causa certas sensações estranhas nele, justificadas conforme o desenrolar da história. Uma série de acontecimentos estranhos se inicia.

Título: 666 O Limiar do Inferno  
Título original: 666
Autor: Jay Anson
Ano: 1981
Páginas:
252

Editora: Círculo do Livro

5 SABRES

Skoob | Goodreads | Adquira

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Sobre o autor

É comum que os romances de Jay Anson conduzam o leitor a um mundo desconhecido, que foge de nosso controle, sempre baseado em forças sobrenaturais, sempre manifestadas por entidades demoníacas. Seu vasto conhecimento em teologia sempre atualizadas nas novas pesquisas realizadas em domínios da parapsicologia o tornou referência nesses tipos de enredo com ligações e fatos com o submundo.

Com a carreira iniciada em 1937, atuando profissionalmente como copy-desk na redação do “Evening Journal” de Nova York, Jay Anson mais tarde ainda atuou na área de publicidade (produção sempre foi seu forte). Pouco mais adiante fez parte da companhia Profissional Films, Inc. e mora em Nova York. Mas para chegar em sua posição, Jay Anson redigiu mais de quinhentos roteiros de documentários para a televisão americana. Entre uma de suas obras mais mencionadas está o “Horror em Amityville”, publicado pelo Círculo, foi baseado em fatos reais (o que o tornou bastante interessante para os leitores), a obra foi amplamente divulgada pela imprensa. Jay Anson nasceu em 4 de novembro 1921 e morreu em 12 de março de 1980, aos 58 anos. O livro “666 No Limiar do Inferno” foi publicada também pela Círculo do Livro S.A. em 1981, um ano após sua morte. Traduzido por Gilberto Domingos do Nascimento e com layout da capa de Tide Hellmeister.

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Sobre a Obra

É muito difícil resenhar uma obra sem deixar que o spoiler tire a magia do inesperado, portanto irei me concentrar em esclarecer que obra vocês meus #Nerdbookaholics, estão a conhecer sem tirar a magia do suspense contida nesta obra. Spoiler de um livro de suspense, horror e terror seria cruel, não acham? Enquanto aperfeiçoo minhas técnicas como resenhista sem dar spoilers, tentarei mantê-los apenas atualizados pelo o que lhes esperam.

O livro conta a história de uma mansão assombrada, cercada de mistérios e crimes. Entendam como ela se passa: No dia 10 de setembro de 1978, uma casa de madeira, branca e amarela, marcada por um duplo assassinato a cinco anos atrás, foi colocada em uma carreta e transportada para Pugget Sound. A casa de dois andares foi guinchada e colocada em numa enorme barcaça e rebocada para o mar. A tal casa em estilo vitoriano, permanecia vazia desde 1973, quando James Beaufort cometeu nela um duplo assassinato. A brutalidade deste crime abalou a pacata área residencial da cidade de Seattle. O advogado de Beaufort negou que seu cliente fosse forte o suficiente para cometer tais assassinatos. Mas olha que surpresa, pessoal: De maneira inesperada, no julgamento Beaufort confessou ambos os crimes aos jurados. Em 1974 após o crime que aparentava ser mais um caso de crime passional, movido pelo ciúme que fez Beaufort assassinar sua esposa e o seu cunhado, Beaufort passou a cumprir uma pena de vinte anos da Penitenciária Federal da Ilha McNeil. Logo já achei estranho pelo fato do crime ter sido movido por ciúmes, o que me deixou pouco crente no poder sobrenatural que eu poderia experimentar no livro, mas segui em frente, mesmo assim. Pouco se sabe ao certo sobre esse crime cometido pelo sr. James. Apenas o que ele dizia e isso podia ser uma forma elementar de provocar os leitores mais atentos, de qualquer forma eu continuei a tentar entender a ideia do cinismo desta história e não muito demorou.

A casa meus caros amigos e leitores, era um belo exemplo de uma arquitetura de meados do século XIX, que permanecia sob os cuidados da imobiliária Spatz, a mesma imobiliária que alugou a casa para o sr. Beaufort. A casa passava pela cisma e fama dos tais assassinatos, que acabou dificultando seu aluguel para novos inquilinos, enquanto muitos outros diziam que a casa era assombrada. De acordo com a imobiliária várias ofertas foram dadas na casa nos últimos anos, mas a imobiliária necessitou recusar todas, por ordem do proprietário que as rejeitou.

Vejam que estranho meus caros seguidores do Nerd Books, a imobiliária Spatz, diz nunca conhecer pessoalmente o proprietário, nem mesmo conhecem alguém que já o tenha visto em alguma ocasião. Ela não tem nem ao menos o endereço do tal proprietário que era conhecido apenas pelo registro no cadastro imobiliário como um tal sr. Coste. Todas as negociações eram feitas pelos correios e por telefone, pelo tal proprietário e que recentemente havia entrado em contato com a imobiliária para informar que o lote número 666, da Bremerton Road não estava mais disponível para aluguéis, mas apenas para venda. Desde então lembro que vários fatos estranhos ocorreram dentro da mansão e que os moradores afirmavam terem visto uma luz vermelha intensa que vinha de dentro da casa. Já o sr. Coste não informou onde seria o local para onde a casa iria ser levada após a venda e também a imobiliária Spatz não conseguiu dados ou informações sobre a companhia carregada de transportar a estrutura para maiores esclarecimentos. Pois bem, já com esses fatos misteriosos, eu já me senti atraído pelo suspense que poderia me levar ao horror e terror desta obra belíssima do Jay Anson. Eu achei que a leitura dos trabalhos de Anson são bem interessantes por ele ser meticuloso, ao mesmo tempo que ele não se prende muito, deixando logo a história seguir seu curso (o que torna tudo menos cansativo e não tira o foco dos últimos acontecimentos), prendendo você a cada momento como se algo o aguardasse para um momento intenso de acontecimentos sobrenaturais ou meramente mundanos. E gostei de verdade disso. Agora se deseja saber o que acontece com a mansão, para aonde a casa foi levada, quem a comprou e o que aconteceu com os novos moradores e todo o seu cruel enredo, apenas lendo para saber, pois aqui encerro minhas palavras para deixar o melhor desta obra a critério de suas mentes brilhantes e criativas.

Resumindo, ao lerem “666 No Limiar do Inferno” meus caros, vocês perceberão que a obra traz um universo maléfico e aterrorizante que se esconde numa casa, uma sólida mansão vitoriana, que se situa na Bremerton Road, nº 666. Em uma atmosfera densa, rodeada de surpresas sombrias, o que para os fãs do gênero nada mais é do que irresistível em seu enredo meticuloso e sobrenatural. Os amantes do estilo deram boas críticas a obra que caiu como encanto para os leitores e todos aqueles que acreditam haver mais coisas entre o céu e a terra do que supõe a nossa vã filosofia. Eu espero que gostem da leitura e comentem conosco o que acharam da experiência com o livro, estaremos ansiosos pelo SEU comentário. Boa leitura.

Até a próxima.

~Rodolfo Rodrigo

5 Estrelas, Resenhas

Resenha: Warcraft, Christie Golden

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Sinopse:

Há muito Azeroth está em paz. Após expulsar os trolls, com a ajuda de Medivh, Guardião do reino, humanos vivem em paz com os vizinhos elfos e anões. Mas um novo mal desponta no horizonte, e a guerra ameaça engolfar mais uma vez os domínios do justo rei Llane.

Uma raça temerária de invasores, os guerreiros orcs, insuflados pelo feiticeiro Guldan e liderados pelo monstruoso Mão Negra, fogem de seu mundo agonizante em busca de caça e oportunidades. Com a ajuda da vileza, a mais cruel das magias, Guldan criou um portal capaz de transportar sua Horda até Azeroth.

A maré verde, de orcs dominados por esse mal, toma de assalto as terras humanas. Morte e destruição ameaçam destruir a tudo e a todos. Então, de lados opostos, dois heróis surgem, em uma rota de colisão que decidirá o destino de sua família, seu povo e seu lar.

Durotan, o líder honrado do clã Lobo do Gelo, quer apenas uma chance para seu filho recém-nascido. Lothar, o Leão de Azeroth, busca redenção. E assim começa uma espetacular saga sobre poder e sacrifício, na qual a guerra tem muitas facetas e todos lutam por algo.

Título: Warcraft  
Título original: Warcraft
Autor: Christie Golden
Ano: 2016
Páginas:
266

Editora: Galera Record

Livro cedido através da parceria com a editora

5 SABRES

Skoob | Goodreads | Adquira 

Resenha:

No início da minha análise, devo ser honesto: eu nunca joguei World of Warcraft e até agora não vi a versão do filme do Warcraft. Minha primeira e única introdução neste mundo mágico e complexo tem sido este livro, Warcraft por Christie Golden. Como um admirador da fantasia e de J.R.R. Tolkien e claro, a J. K. Rowling, tenho vergonha de dizer que perdi uma saga maravilhosa.

À medida que o livro se desenrola, o que aconteceu com o mundo de Azeroth já aconteceu. É um evento fixo, que não pode ser desfeito. E é assim, com uma sensação de medo iminente, e ainda excitação tranquila, que o leitor vê o passado se tornar o presente.

Orcs, fugindo de um mundo moribundo que não pode mais apoiar a sua Horda, encontrar um portal e por meio da magia negra um novo mundo para conquistar e colonizar. Elfos, anões, gnomos e homens, descobrem que sua paz e tranquilidade duramente conquistadas está sendo ameaçada por um inimigo que ninguém jamais viu ou ouviu falar antes.

O que se desenrola é um choque de culturas, de guerreiros, de mágicas e de famílias que lutam pela sobrevivência. Os orcs só conhecem guerra… guerra uns contra os outros, contra bestas e contra a magia negra conhecida apenas como o Fel. Os seres humanos e as raças que estão com eles conhecem uma paz que foi forjada ao longo de séculos após um conflito, e é protegida por um Guardião único, um detentor e praticante de incontável poder mágico.

A princípio, parece que os orcs, enormes, brutais e incomparáveis, sugarão as forças insignificantes da humanidade em uma única e vasta maré. Mas antes que a força total da Horda possa ser desencadeada em cima de Azeroth, um portal deve ser construído e um grande sacrifício humano ao Fel deve ser executado em um ritual escuro. É nesta estreita janela de tempo que a Garona meio-orc escapa de seu cativeiro e ganha a confiança dos seres humanos, em particular o jovem comandante Lothar. Juntamente com o chefe orc Durotan, eles elaboram um plano pelo qual o mal Fel pode ser derrotado, juntamente com os orcs que a adoram, dando a Horda e humanidade uma chance de paz antes do derramamento de sangue seja causado sobre os inocentes que residem em Azeroth.

A guerra final se desenrola e os segredos são revelados, mas eu deixo para os leitores descobrirem por si só, como eu fiz, talvez pela primeira vez. Descobri que Warcraft foi excepcionalmente bem escrito e explicou o mundo de Warcraft suficientemente para um noob completo para entender e apreciar o conflito que pendurou na balança. Fui sugado pela história desde a primeira página até o final, e aproveitei cada momento, o bom, o horrível e o espantoso. No final, eu fiquei querendo mais.

Como resultado da leitura deste excelente livro, vou tentar, farei o possível para assistir a versão cinematográfica do Warcraft.

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