Artigos, Dicas

Autores para você se apaixonar

dia20do20leitor
Fonte: Google

São inúmeros os livros e autores que temos espalhados pelo mundo e com certeza os amantes da literatura conhecem diversos deles, como: Stephen King, John Green e J. K. Rowling. São incríveis escritores que te fazem viajar e se apaixonar por cada historia e personagem. Pensando nesses grandes escritores, separei pra você três autores brasileiros atuais que vale a pena conhecer. Confira:

Paula Pimenta

img_4377
Fonte: Google

A escritora escreve romances para o público jovem, mas conquistou o coração de todos. Ela ganhou espaço com a saga “Fazendo meu filme”, as histórias contam a vida de Fani Castelino Beluz, uma adolescente mineira que passa por diversos problemas amorosos na sua adolescência e vive um grande dilema entre conhecer o mundo ou viver um grande amor. Leitura leve que te faz voar longe.

Entre os romances da autora temos: Fazendo meu filme, Minha vida fora de série e O livro das princesas.

large
Fonte: Google

 

Pedro Grabriel

Foto: Leo Aversa - Crédito obrigatório.
Fonte: Google

Pedro apresenta histórias vividas por seu alter ego, desde a cuidadosa aproximação da pessoa desejada, o encantamento e a paixão, até o sofrimento provocado pela ausência e a dor da perda. Em, Eu me chamo Antônio, Antônio o personagem do romance que está sendo escrito e vivido. Frequentador assíduo de bares, ele despeja comentários sobre a vida — suas alegrias e tristezas — em desenhos e frases escritas em guardanapos, com grandes doses de irreverência e pitadas de poesia. Antônio é perito nas artes do amor, está sempre atento aos detalhes dos encontros e desencontros do coração. Quando está apaixonado, se sente nas nuvens e nada parece ter maior importância, e, quando as coisas não saem como esperado, é capaz de enxergar nas decepções um aprendizado para seguir adiante. Do balcão do bar, onde Antônio se apoia para escrever e desenhar, ele vê tudo acontecer, observa os passantes, aceita conversas despretensiosas por aí e atrai olhares de curiosos. Caso falte alguém especial a seu lado (situação bastante comum), Antônio sempre se acomoda na companhia dos muitos chopes pela madrugada.

Confira outra obra do autor: Segundo – Eu me chamo Antônio.

segundo-eu-me-chamo-antonio-desejoliterario-1
Fonte: Google

Renata Ventura

renata-ventura
Fonte: Google

Ao estilo Harry Potter e Senhor dos anéis, a autora escreve grandes histórias envolventes. “A Arma Escarlate” conta a história de Hugo Escarlate, um garoto de 13 anos que, em 1997, no meio de um tiroteio no Rio de Janeiro, descobre que é um bruxo. Jurado de morte, ele foge da cidade para aprender magia e enfrentar quem está te perseguindo, mas nada sai como o planejado…

Outra historia famosa da autora é A Comissão Chapeleira.

ccccc
Fonte: Google
Artigos, Sem categoria

Limonada para a Pele | Artigo

2bb62db4-43cb-454e-b0af-20504867e1f3_560_420

O novo CD da Beyoncé tem dividido opiniões e muitos debates são evitados pela cultura pop todos os dias. “Lemonade” é “baseado na jornada de autoconhecimento e cura de todas as mulheres”. Afirma anúncio do Tidal, plataforma de Jay Z onde o álbum está disponível. E, mais uma vez a cantora trouxe temas que precisam ser discutidos no mundo, preconceito racial e feminismo. Mas, será esse o real ou o principal intuito da Beyoncé?

Sabemos que por trás de toda mídia há um interesse maior que vai além da cultura, além da quebra de paradigmas. A indústria que envolve essas mídias pesquisa o que está em destaque no mundo, o que está sendo falado e o que está em evidência, para assim criarem um produto para ser vendido, ou seja, vender cultura, vender o popular e o que está sendo discutido.

Ainda hoje, somos cercados por preconceitos e discriminações, o título Lemonade, tem como referência a escravidão americana, onde na crença dos negros, o suco limão, limonada, clareava a pele. Além disso, Beyoncé ainda afirma que seu CD é um ato político.

Os profissionais que estão por “trás das câmeras” pensam e agem conforme nossas perspectivas, não se preocupam com a mensagem que as músicas carregam e Beyoncé, assim como o CD, também está sendo usada como produto, pois sua imagem de “poder” e “dominação” atinge a massa que carece desses trejeitos e a veem como uma referência, uma personalidade a ser tomada para si.

A mídia, como foi citada acima, não visa o misterioso, mas o obvio, o que está na nossa frente fazendo com que tenhamos curiosidade de confirmar nossas hipóteses. Mas, o que está por trás desse “obvio” tem o intuito de satisfazer a si mesmo e ver que independente do está sendo abordada a maioria ou a massa, são influenciados a consumir e compartilhar o “produto cultural” vendido.

Então, mais uma vez, Beyoncé fica à frente de muitos cantores por persuadir a massa para que a vejam como inovadora, a apoiadora das causas que se importa com a “minoria”. Quando na verdade, pode sim existir essa preocupação, mas não é o principal motivo para criação e o uso da história dos negros, do preconceito racial que é abordado no CD, mas sim por esse assunto estar atualmente sendo discutido e questionado.

Você deve lembrar que antes, as negras não usavam seus cachos a mostra, os cabelos eram superficialmente alisados. Mas, há uns dois anos isso veio mudando e as mesmas negras que alisavam os cabelos, não se preocupam e “assumiram” seus cachos, seus crespos.

O marketing da Beyoncé é poderosíssimo, as pesquisas de campo, as letras das músicas, os vídeos para divulgação, tudo é pensado e formulado para influenciar e assim obter retorno positivo do trabalho, por trazer o atual/passado, o que se discute na minoria, para ser discutido na maioria, é isso que querem que comprem, e conseguem.