Artigos, Curiosidades, Filmes

Com astro de Vingadores, novo Jurassic Park terá a MAIOR mudança da franquia

Jurassic World: Dominion terá uma diferença importante em relação a todos os filmes anteriores: não será ambientado em uma ilha. O diretor de Jurassic World 3, Colin Trevorrow, confirmou que Chris Pratt (Vingadores: Ultimato) e Bryce Dallas Howard (Homem-Aranha 3) voltarão como Owen Grady e Claire Dearing, respectivamente, ao lado dos membros originais do elenco de Jurassic Park, Sam Neill, Laura Dern e Jeff Goldblum.

No entanto, não se sabe muito sobre o enredo de Jurassic World 3, exceto que continuará de onde Jurassic World: Reino Ameaçado parou, com os dinossauros se aventurando dos confins de Ilha Nublar para todo o mundo.

Todos os cinco filmes da franquia Jurassic Park foram ambientados em duas ilhas distintas: Ilha Nublar e Ilha Sorna. O Jurassic Park original, bem como os filmes de reinicialização Jurassic World e Reino Ameaçado, ocorreram na Ilha Nublar, a principal ilha localizada na costa do Pacífico da América Central, onde John Hammond (Richard Attenborough) criou seu parque temático repleto dinossauros geneticamente modificados.

Jurassic World Evolution

Ilha Sorna, uma ilha vizinha que contém a estação de pesquisa InGen onde os clones dos dinossauros foram criados pela primeira vez, é o cenário das sequências Jurassic Park: O Mundo Perdido e Jurassic Park III. Em Reino Ameaçado, no entanto, os dinossauros sobreviventes que foram transportados para a propriedade de Benjamin Lockwood (James Cromwell) são libertados de suas gaiolas por Maisie Lockwood (Isabella Sermon) e partem para o continente – iniciando uma nova Era Jurássica.

Diferentemente dos filmes anteriores de Jurassic Park, Dominion será o primeiro filme da franquia a romper com a fórmula original de Jurassic Park, fazendo com que os dinossauros explorem além de seu ambiente controlado. Com exceção de Jurassic Park: O Mundo Perdido, que contou com um tiranossauro rex causando estragos na cidade de San Diego antes de retornar à Ilha Sorna, grande parte dos danos causados pelos dinossauros em filmes anteriores geralmente é restrita a uma única ilha e não tem efeito duradouro no mundo exterior.

Em vez de seguir a fórmula tradicional com humanos invadindo o mundo isolado dos dinossauros, a visão de Trevorrow para Dominion reverte o conceito, fazendo com que esses predadores invadam nosso próprio mundo, principalmente no deserto, onde os dinossauros “podem correr na frente do seu carro em um nevoeiro, ou invadir o seu acampamento à procura de comida”.

Jurassic Park

Em vez de seguir a fórmula tradicional com humanos invadindo o mundo isolado dos dinossauros, a visão de Trevorrow para Dominion reverte o conceito, fazendo com que esses predadores invadam nosso próprio mundo, principalmente no deserto, onde os dinossauros “podem correr na frente do seu carro em um nevoeiro, ou invadir o seu acampamento à procura de comida”.

Dinossauros soltos pelo mundo

Embora os dinossauros geneticamente modificados sempre representem uma ameaça ao ecossistema da Terra e à população humana em geral no universo de Jurassic Park, Dominion será o primeiro filme a realmente interpretar esse conceito. Veremos como os dinossauros alteram a face do nosso mundo, uma vez que é impossível retornar à sua ilha.

Continue lendo “Com astro de Vingadores, novo Jurassic Park terá a MAIOR mudança da franquia”
Adaptações, Artigos, Curiosidades, Terror

VOCÊ CONHECE A HISTÓRIA DE “EU SOU A LENDA”?

eu-sou-a-lenda-wall-1080x675-1

Ao ouvir de falar ‘Eu Sou A Lenda’ a maioria das pessoas lembra do filme de 2007 que conta com Will Smith no papel principal do brilhante cientista Robert Neville. No blockbuster de 2007, o personagem de Will Smith enfrenta uma verdadeira infestação zumbi que domina o mundo e a cidade de Nova York. O que muitas pessoas não sabem é que o filme de Francis Lawrence é baseada no livro de 1954 de Richard Matheson e não é a única adaptação feita da história para as telas.

O conto de Richard Matheson, que já foi lançado no Brasil como A Última Esperança sobre a Terra e também como Eu Sou A Lenda, já foi adaptado para as telas em The Last Man on Earth (1964), A Última Esperança da Terra (The Omega Man, 1971 – com Charlton Heston no papel principal) e A Batalha dos Mortos (I Am Omega, 2007 – mesmo ano da estréia do filme que contou com Smith).

O mais surpreendente é que o livro original não trata de zumbis e sim de uma praga que transforma as pessoas em vampiros! Uma excelente HQ de Steve Niles e Elman Brown adaptou de forma perfeita a obra de Richard Matheson para a mídia. A história chegou ao Brasil em 2010 em uma edição da Devir com a história completa!

eu-sou-a-lenda-0002

As Diferenças do Filme para a HQ “Eu Sou A Lenda”

Ao contrário do que acontece no filme de 2007, a história original de Eu Sou A Lenda apresenta um Robert Neville não tão genial e focado quanto o personagem interpretado por Will Smith. Na HQ de Steve Niles e Elman Brown (e no livro de Richard Matheson), o personagem principal ainda é inteligente e determinado mas seu sofrimento é constante e ele abusa do álcool e do cigarro de forma constante para fugir de suas frustrações. A praga vampiresca da revista também apresenta características distintas e mostra um certo nível de inteligência que os zumbis do longa não deixam claro até os momentos finais do filme.

A dinâmica da HQ, que possui desenhos sombrios que geram uma sensação de perigo e claustrofobia o tempo inteiro, faz questão de mostrar o quanto o dia-a-dia de Neville é sofrido e solitário (nada de cães para aliviar a solidão aqui). O tormento provocado nas noites, principalmente pelo seu antigo vizinho Ben Cortman, são os pontos altos da história. Aqui os vampiros sabem onde é a casa de Neville e passam as noites berrando para que ele saia dela – onde fica trancado com diversos itens do lado de fora que impedem a entrada do raivoso bando.

eu-sou-a-lenda-0001

O pessimismo é muito mais latente na HQ do que na adaptação para o cinema e, assim como Neville, é fácil nos pegarmos tentando entender porque o personagem não acaba logo com a sua própria vida. A obra original de Richard Matheson, que é seguida de forma bem fiel na HQ, vai fazendo com que Robert Neville evolua pouco a pouco e a mudança é nítida conforme o personagem vai perdendo suas conexões com o passado e enterrando suas memórias.

A HQ Eu Sou A Lenda não dá margem para termos esperança. A história mostra, ao contrário do filme homônimo de 2007, que a luta de Robert Neville é pela sobrevivência e que a raça humana como um todo já se perdeu a algum tempo – ele cita algumas vezes uma guerra que deve ter desencadeado a ascensão dos vampiros.

eu-sou-a-lenda-0003

Tanto o filme quanto a HQ de Eu Sou A Lenda tem seus méritos. Porém a HQ se mantém mais fiel ao original de Richard Matheson e funciona mais enquanto produção de terror.

Conseguindo nos fazer arrepiar e sentir o desespero de Neville em cada página, a HQ Eu Sou A Lenda é uma excelente leitura para os amantes do gênero e para quem só conhece a história pelo filme protagonizado por Will Smith

Curiosidades

UMA VIAGEM PELA LITERATURA FANTÁSTICA BRASILEIRA: ANJOS, DRAGÕES E VAMPIROS

Quando pensamos em literatura fantástica, O Senhor dos Anéis, As Crônicas de Nárnia, Harry Potter, e muitos outros nos vêm à mente, e não estamos enganados de pensar assim, entretanto, muitos ignoram as obras produzidas aqui no Brasil. Deixando de lado a literatura clássica e falando dos ícones da literatura brasileira do século 21, temos os mestres de mundos fantásticos que estão ao alcance de uma página.

 

Comecemos então com Eduardo Spohr, responsável por dar vida aos anjos.

Seu primeiro livro, lançado em 2007 pela galera do Jovem Nerd (ele é membro do Nerdcast) foi “A Batalha do Apocalipse”. Neste livro, somos apresentados a um mundo prestes a ruir em meio as guerras dos homens, enquanto nos bastidores, anjos e demônios se preparam para a batalha destinada do fim dos tempos. A medida que acompanhamos o protagonista Ablon, Spohr nos dá uma visão diferente de diversos acontecimentos, históricos e bíblicos, apresentando diversos personagens que englobam a ambiguidade que diversas obras já atribuíram aos seres angelicais. Não falarei em grandes detalhes sobre a obra para não estragar as surpresas daqueles que se sentirem tentados a ler.

A seguir, Sporh lançou uma trilogia chamada de Filhos do Éden (Herdeiros de Atlântida, Anjos da Morte e Paraíso Perdido) que servem para expandir seu universo, além de mais recentemente ter lançado um guia para RPG de mesa utilizando seus personagens.

Segundo o próprio Sporh, suas influencias vão de Tolkien, Alan Moore, Neil Gaiman a Matrix e Saint Seiya.

A seguir, o mestre dos dragões Raphael Draccon. Neste caso, cabe falar primeiramente sobre as influências deste autor, uma vez que elas são notáveis em sua obra. Os universos de éter de Draccon trazem referências de Thundercats, He-Man e Cavaleiros do Zodíaco, além dos clássicos tokosatsus.

Em seus livros da trilogia Dragões de Éter, sonhos de semideuses (os leitores) moldam mundos e através da narrativa somos convidados a sonhar com estes mundos, enquanto acompanhamos a trama que envolver personagens diretamente dos contos de fadas, como a Chapeuzinho Vermelho e João e Maria.

Em Fios de Prata, somos levados aos domínios de Sandman, mestre do Sonhar, onde através de diversas aventuras acompanhamos um jovem descobrir o poder de seus sonhos e também o poder de inspirar outros a sonharem.

Por fim, sua mais recente trilogia, O Legado Ranger, tira inspiração dos tokosatus japoneses para contar uma história de heroísmo moderna. O enredo parece de uma temporada não lançada de Power Rangers, exceto pelo fato de que os protagonistas ali estão muito mais próximos dos rangers do filme recente do que os da série de TV: tratam-se de pessoas reais, unidas contra sua vontade para enfrentar um mal para o qual não estão preparadas.

Por fim, o rei da noite, André Vianco. Inspirado pelos livros de terror de Stephen King e pelas crônicas de Anne Rice, Vianco iniciou sua empreitada no mundo literário de maneira independente no ano de 1998.

Seu primeiro livro, O Senhor da Chuva, conta a história de uma guerra entre anjos e demônios se desenrolando na terra, apresentando alguns fatos e personagens que eventualmente aparecem em suas demais obras.

Em 1999, com o lançamento de Os Sete, Vianco entra no ramo do vampirismo, uma vez que este livro trata da descoberta de um caixão centenário que é trazido para o Brasil e aberto, liberando os horrores contidos dentro dele. Presos por muitos anos lá dentro, sete vampiros aguardavam a liberação. É a partir destes acontecimentos que se desenrolam as tramas seguintes, continuadas em Sétimo e nos livros do Turno da Noite (3 volumes) e dos Vampiros do Rio Douro (2 volumes). Além de livros isolados (que as vezes se conectam) escreveu também a série O Vampiro Rei e a série Meus Queridos Monstrinhos (livros infantis que adaptam os elementos de terror para crianças, estranho não?)

Existem diversos outros autores excelentes espalhados pelo Brasil afora dos quais eu não falei aqui, mas isso não os torna menos importantes, deixem aí nos comentários quais os seus autores nacionais favoritos e porquê.

Curiosidades

O fenômeno: Webtoons, os quadrinhos digitais sul-coreanos

Quadrinhos feitos exclusivamente para a internet – alguns até com trilha sonora própria.

o-fenomeno-webtoons-1
Solo Leveling, Chu-Gong

A Hallyu ou Onda Coreana, é a popularização mundial da cultura coreana que está acontecendo em diversas áreas principalmente na música, cinema e televisão.

E, dentre essas tendências estão as webtoons – formato de quadrinhos coreanos disponibilizados na internet que tem um estilo mangá, mas que é facilmente possível diferenciá-los. Para chegar à popularidade que têm hoje, as produções tiveram que percorrer uma longa trajetória, passando por censura, crise no mercado editorial, e até por uma modificação na estrutura geral: a invenção e popularização dos smartphones e da internet móvel.

A combinação das palavras “web” e “cartoon”, a webtoon tem como principais caracteríticas ser uma história em quadrinhos periódica, lançada digitalmente, e desenvolvida pensando na leitura em rolagem vertical, seja de um navegador ou dos próprios aplicativos no celular.

Os capítulos são coloridos e apresentam ordem de leitura da esquerda para a direita, de cima para baixo, e não são separados por páginas, adotando um formato de “rolagem infinita”. Alguns títulos apresentam trechos com trilha sonora ou pequenas animações no meio dos capítulos, ampliando a imersão do leitor no mundo proposto pelo autor.

MULTIMÍDIA E FANDOM

Por ter a possibilidade de utilizar diversas plataformas para apoiar a história, as vezes as webtoons criam universos enormes e ricos que vão além das páginas dos quadrinhos. Um desses casos é o de Lost in Translation, uma webtoon que segue a história do Mayhem, um grupo de idols em ascensão que tem que lidar com os problemas que podem vir junto com a fama.

Logo no primeiro capítulo, o leitor é acompanhado por uma música enquanto o grupo faz um show. A presença de trilha sonora amplia a imersão e a sensação de que estamos realmente acompanhando a trajetória do Mayhem. Por se tratar de uma história sobre música, faz todo o sentido que o autor utilize esse tipo de mídia em parceria com a arte.

lost-in-translation-webtoon
Lost in Translation, webtoon que tem até trilha sonora

A música está disponível no YouTube, mas o grupo fictício também marca presença em redes sociais como Twitter e Instagram, dando aos fãs muito conteúdo para acompanhar e a possibilidade de interagir diretamente, como fariam com um artista de quem gostam.

O Naver Webtoon é uma das plataformas mais populares para a publicação desse tipo de conteúdo, e conta com uma versão internacional do site e do aplicativo, o que atraiu alguns cartunistas e ilustradores populares das redes sociais de outros países. O artista americano Shenanigansen, também conhecido como Shen, é um dos exemplos: ele publica a série Bluechair e a Live with Yourself na plataforma.

A Netflix anunciou, por enquanto, para os Estados Unidos, a série All Of Us Are Dead, uma adaptação da webtoon Right Now in Our School (Agora na nossa escola, em tradução livre) que conta a história de um grupo de estudantes tentando sobreviver a um apocalipse zumbi. A trama será adaptada para o formato de série. A empresa também vai produzir a série animada Hellbound, com base em uma webtoon chamada Hell.

all-of-us-are-dead-netflix-1
Webtoon de Joo Donggeun, All Of Us Are Dead, que vai ganhar adaptação pela Netflix

Explorar as centenas de webtoons publicadas semanalmente em aplicativos e sites como o Naver pode ser um pouco complicado caso você não saiba coreano ou inglês: o português do Brasil não é uma opção na hora de ler as webtoons oficialmente.

Portanto, para que a Onda Coreana chegue de vez por aqui, no que se refere as webtoons, ainda é preciso que as empresas invistam em traduções, em aplicativos que entendam o formato e que as editoras descubram o potencial das produções coreanas. A NewPop deu um primeiro passo ao anunciar a publicação de Solo Leveling, de Chu-Gong, tanto na versão manhwa quanto as light novels, um formato que mistura o tradicional dos livros com ilustrações no estilo de mangá.

Por aqui, também é possível acompanhar as histórias de Tower of God e The God of High School. A Crunchyroll produziu e está lançando episódios de anime que adaptam essas webtoons, disponíveis com legendas em português na plataforma.

 

Fonte: Jovem Nerd

 

Curiosidades

Curiosidades: Por que os leitores, são as melhores pessoas para se apaixonar?

faking-it

Olá meus nerds!

Nós já conhecemos inúmeros benefícios que a leitura pode trazer para nossa vida.

Mas e se eu te falar que a experiência é tão significante que podemos até mesmo comprovar, com argumentos científicos, que as pessoas que leem são as melhores pessoas para se viver uma paixão?

Foi exatamente isso que a escritora norte-americana Lauren Martin fez ao publicar, no site do Elite Daily, o seu artigo “Why Readers, Scientifically, Are The Best People To Fall In Love With” (em português: “Por que os leitores, cientificamente, são as melhores pessoas para se apaixonar).”

Separamos os melhores trechos do texto de Lauren. Para que você possa entender melhor. Confira.

“Você já leu um livro até o fim? Realmente até o fim? Capa a capa. Fechou-o com aquela sensação de voltar lentamente à realidade? Você suspira fundo e fica ali, sentado. Com o livro em suas mãos…”

“É como se apaixonar por um estranho que você nunca verá novamente. O desejo e a tristeza que sente por um caso de amor que acabou dói, mas ao mesmo tempo você se sente saciado, cheio pela experiência, a conexão, a variedade que surge após digerir outra alma. Você se sente alimentado, mesmo que por pouco tempo.”

É assim, comparando as emoções vividas em uma paixão com o processo de terminar um livro, que a autora começa a explicação para a sua afirmação. Mas a “teoria” também tem base científica.

De acordo com estudos de 2006 e 2009, publicados por Raymond Mar, psicólogo da Universidade de York, do Canadá, e por Keith Oatley, professor de psicologia cognitiva na Universidade de Toronto, quem é um profundo leitor de ficção possui maior capacidade de empatia e de desenvolver a chamada “teoria da mente”, que é a habilidade de aceitar outras opiniões, crenças e interesses, além de seus próprios.

Ou seja, os leitores são mais capazes de considerar outras ideias sem rejeitá-las e, mesmo assim, manter as suas próprias. Para ter essa característica pessoal, a autora acredita que é preciso ter uma boa “diversidade de experiências sociais” e a falta dela é provavelmente a razão para seu “último companheiro ser tão narcisista.”

A explicação para o leitor ser mais desenvolvido na “teoria da mente” é a de que ele vivencia experiências através de outros olhos, vendo o mundo de outra perspectiva e absorvendo sabedoria de cada uma delas.

“Eles aprenderam como é ser uma mulher, e um homem. Eles sabem como é ver alguém sofrer. Eles são maduros, sábios.”

Para reforçar a teoria, a autora ainda se baseia em um estudo de 2010, também de Raymond Mar, que diz que quanto mais histórias foram lidas para uma criança, mais aguçada é a “teoria da mente” dela. A criança torna-se mais sábia, adaptável e compreensiva.

“Porque ler é algo que molda você e aumenta o seu caráter. Cada triunfo, lição e momento crucial da vida do protagonista se tornam seu.”

Se você gostou dos argumentos e já não vê a hora de procurar sua paixão, é preciso se apressar, pois a autora acredita que os chamados “profundos leitores” estão acabando no mundo, já que as pessoas muitas vezes apenas “passam o olho” ao invés de realmente ler.

“Se você ainda procura por alguém que te complete, que preencha o vazio em seu coração solitário, procure por essa raça que está se extinguindo. Você os encontrará em cafeterias, parques e no metrô.”

“Você os verá com mochilas, bolsas e maletas. Eles serão curiosos e sensíveis, e você saberá nos primeiros minutos de conversa com eles.”

Então, corre! Eu ainda estou procurando o meu :\ Tenho fé que ainda encontro. 😛 HAHAHAHAHAH