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[LEIA]: A Procura de Um Fim por Rodolfo Rodrigo

Aos nossos seguidores

Olá meus lindos NerdBookaholics, hoje trago algo diferente em nossa proposta para todos vocês. Com o tempo eu fui vendo que ter tido a oportunidade de ser um articulista e resenhista do universo Nerd Book’s (a convite do meu amigo Wemerson Roberto), só estimulou mais meus encantos pelos assuntos literários, tive a oportunidade de aos poucos poder conhecer cada particularidade, gostos, desejos, anseios de nossos tão incríveis e inteligentes seguidores… e isso me estimulou muito, tanto por eu viver um mundo que por incrível que pareça, nem sempre foi tão rodeado assim de amigos leitores. Com isso sempre me achei um tanto isolado para compartilhar assuntos do mundo das letras. E me sinto desde então muito abraçado e acolhido por todos vocês e pelo Nerd Book’s (sério mesmo… muuuito obrigado, pessoal. Vocês me enchem de grande estima). Diante disso fiz algo que há muito não esperava fazer. Lancei um dos meus livros na plataforma da Amazon a pedido de vários amigos e principalmente do Wemerson, que muito me apoiou e contribuiu para essa grande iniciativa. Apesar de eu achar que seja uma das coisas bobas que escrevo, para muitos pareceu não ser. Então fiz isso e o lancei. Por isso gostaria de pedir a compreensão de todos vocês para se puderem baixar o livro na Amazon e dar uma lida nele, eu iria me sentir muito encantado em saber que pessoas do mundo das letras leram algo meu. Até pelo fato que a opinião de vocês sobre ele é de grande importância para mim. Aos amigos e amigas, seguidores do Nerd Book’s que tem maravilhosos blogs, caso gostem da obra, se puderem fazer uma indicação do meu livro em suas plataformas eu ficaria muito feliz mesmo. Eu sou um jovem solitário por assim dizer, tenho dificuldade de expor algo sobre mim mesmo, por isso é muito difícil estar postando algo sobre mim assim, é tão mais fácil produzir e falar de outros autores, mas para falar de mim mesmo eu fico muito sem jeito. Espero que compreendam esse sentimento bobo que sinto neste momento. Mas conto com o carinho e o interesse de vocês de querer conhecer esse que foi meu primeiro livro, dos três que já produzi dos meus dezesseis anos até agora, tenho outras publicações em três livros infantis do programa da LEGO como desenhista/ilustrador, outra em um livro acadêmico de um projeto de pesquisa científica sobre os jovens e o consumo midiático em tempos de convergência. Mas nada se compara a uma obra autoral 100% pessoal como essa que disponibilizei muito que sem jeito. Mas estou ansioso na espera que ele possa fazer sentido para alguém. Conto com o apoio de vocês meus anjos literários.

Eu sou Rodolfo Rodrigo e hoje lhes apresento eu, e minha obra: A Procura de Um Fim!

Vamos nessa?!

Sobre o autor (Eu)

Jovem simples, caseiro, amante de esporte de aventura, curioso, escritor, ex-músico e compositor de uma banda de rock na adolescência, canceriano hiper mega romântico (o que às vezes me faz ser dramático…, mas enfim u.u). Sempre acompanhado com minha gatinha Maria (pet), café expresso, livros e internet, sigo assim em meu tempo livre. Bacharel em Comunicação Social, com linha de formação em Educomunicação pela UFCG. Atualmente atuo como jovem jornalista representante da SBC do Brasil e trabalho como freelancer, dividindo meu tempo com leituras, estudos e trabalhos no Nerd Book’s. Sou estranho e simpático, gentil na maioria das vezes. E após meia década lendo histórias de inúmeros autores, pois comecei aos 10 anos a ler de verdade, decidi escrever minha primeira obra, aos 16 anos, aqui tão simples e direta como um dia eu fui. A viagem de um mundo novo, hoje me trouxe até aqui perto de vocês e nela comecei minha jornada no mundo dos contos e romances que enchem de esperança, cultura e vida, a realidade dos jovens, adultos e idosos de todas as partes do mundo. Que com sede de cultura e conhecimento, exploram as mais diversas literaturas e o mundo que por si são cercados. Tendo em vista que para criar esse romance, passei por várias provações que por fim acabaram me transformando em um escritor simples que ainda guarda a ingênua bela e a fera que há em cada um de nós. Após escrever sessenta por cento de meu primeiro conto, tive a infeliz má sorte de vê-lo, ainda incompleto, ser levado por bandidos em um frustrado assalto a mão armada. Tive uma enorme decepção e no ano seguinte com muita determinação o recriei novamente e com o apoio dos meus amigos e familiares, já sigo para minha terceira obra não publicadas. Onde através delas deixo claro minha luta para que a cada dia mais eu possa me aproximar do mundo fantástico da literatura e seu maior tesouro, que são vocês, nossos leitores.    

Rodolfo R. A. Meneses

Sobre a Obra

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O livro conta a história do jovem Darley, filho único do senhor Michael, e de seu amigo de infância o Yuri, que buscam através de trilhas intrigantes a procura pelo fim de alguns acontecimentos que passaram a assombrar seus dias. A busca por respostas acabou revelando os sentimentos mais elementares na vida desses jovens, enquanto experimentam novas sensações com uma planta pouco conhecida que trouxe momentos de distopia em meio aos confusos acontecimentos. No decorrer dessa jornada surge Robertino, um jovem com capacidades anormais de unir fatos e encontrar através deles visões de possíveis acontecimentos, um tipo de premonição que ajudou bastante Darley a fugir da perseguição frenética e eletrizante do oficial Díron, um homem amargurado e solitário, que o persegue após ser pressionado pelo governador para cno qualná-lo de um crime que ele não cometeu. Essa aventura os levam ao casarão do finado Barão Calixto, no qual eles têm a chance de acabar com todo aquele pesadelo e maldição, que sobre eles pairavam. Uma história que se perpassa na contemporaneidade e que está rodeado de mistérios, surpresas, emoções, aventuras, perseguição envolvida em dramas juvenis, em um romance de suspense com toques de terror e horror.

E é isso aí, pessoal. Não haverá resenha hoje, pois ficaria estranho eu resenhar uma história minha. Como ainda é recente minha divulgação, ainda não tenho quem o resenhe e fico assim feliz por poder compartilhar um pouco desse momento tão importante para mim com todos vocês.

Eu sou Rodolfo Rodrigo, um amante do universo Nerd Book’s e trouxe para vocês uma prévia do livro: A Procura de Um Fim. Espero que gostem e me ajudem a divulgar esse que foi meu primeiro trabalho literário. Beijos e até a próxima, com mais leitura e muitas novidades. Beijos e um forte abraço!

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Resenha: Carbono Alterado por Richard Morgan

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Richard Morgan

Richard K. Morgan nasceu em 1965 na Inglaterra. É escritor de ficção cientifica e fantasia e seu romance de estreia foi Carbono Alterado, em 2002. O livro foi o vencedor do Philip K. Dick Award em 2003.

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Joel Kinnaman, o ator sueco que dará vida a Takeshi Kovacs.

A adaptação do livro para série foi confirmada em 2016 e será transmitida pela Netflix ainda este ano, a série terá 10 episódios, mas a data de estreia não foi divulgada. O personagem principal será interpretado por Joel Kinnaman (Robocop, Esquadrão Suicida).

 

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Capa do livro

Título: Trilogia – Carbono Alterado 
Título original: Trilogy – Altered Carbon
Autor: Richard Morgan
Ano: 2017
Páginas: 
490
Editora: Bertrand Brasil

Livro cedido através da parceria com a editora

3 SABRES

Skoob | Goodreads | Adquira 

 

Resenha:

Com ação e mistério, o livro do Richard Morgan, Carbono Alterado, prende a atenção do leitor já nas primeiras páginas. O conteúdo do livro é uma combinação de variedades e fontes, fazendo com que sua visão do mundo seja algo vicioso. O enredo tem a forma de um livro do Raymond Chandler; a criatividade tecnológica tem a intuição da ficção científica de Greg Egan; e o mundo tem a sensação geral de Neuromancer. Mais visceral do que Gibson, no entanto, Morgan combina essas influências em uma festa de tecnologia embebida de sangue que irá dividir os leitores em algumas linhas diferentes.

Carbono Alterado é a história de Takeshi Kovacs, um ex-prisioneiro militar retirado do armazenamento para resolver o mistério em torno do suicídio de um multimilionário. Corpos humanos como hardware e personalidades como software, os EUA de 500 anos no futuro apresentam pessoas para download.

Poucos capítulos passam sem uma gota de sangue ou suor. A visão filosófica de Morgan constitui o fundamento do conteúdo do seu livro: a humanidade será sempre sujeita aos seus vícios, independentemente do século ou grau em que a tecnologia se integrou. O ponto interessante pode ser feito em relação à visão de mundo niilista do livro. Enquanto o Neuromancer de Gibson – o livro Carbono Alterado é muitas vezes comparado – permanece indiferente, deixando a porta aberta para discussão sobre a natureza fundamental da humanidade, Morgan o fecha, empurrando o enredo de Carbono Alterado continuamente sob o pressuposto dos desejos básicos da humanidade pelo sexo e a violência será para sempre sua motivação. Dependendo do leitor, esse aspecto irá divertir, desgostar ou encantar, não importa quão legítimas sejam as ações de Kovacs.

Carbono Alterado é um livro traçado no núcleo. Assim, para os viciados em ação que procuram uma montanha-russa e um passeio por um mistério do século XXV, sejam todos bem vindos. Mas para aqueles que gostam de ter seus engenhosos dispositivos futuristas desenvolvidos por sua relevância para a condição humana ou imposição moral, talvez você deva procurar em outro lugar. Aqueles que podem lidar com ambos, pelo menos, dizem que o romance foi interessante, mas talvez nunca mais o leia.

E você, já leu? Qual a sua opinião? Comente!

5 Estrelas, Resenhas, Sem categoria, Terror

Resenha: O Assombrador das Trevas – H. P. Lovecraft

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Sobre o autor 

Considerado por muitos críticos um dos escritores de terror mais influentes de século XX, Howard Phillips Lovecraft (1890-1937) nasceu na região da Nova Inglaterra, da qual também proveio Edgar Allan Poe, na cidade de Providence, Rhode Island. Foi um jovem solitário, doente e de família abastada – era neto de um proeminente industrial, Whipple Van Buren Phillips –, que cresceu sem a presença do pai. Casou-se com a comerciante judia Sonia Haft Green. Mas, em virtude de problemas financeiros, divorciou-se e passou a morar com duas tias. Nessa época, teve sua fase de maior produtividade, destacando-se por seus contos de horror gótico e tornando-se um dos precursores da ficção científica nos Estados Unidos.

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Sobre o Livro

Criaturas estranhas, seres de outras dimensões, monstros que em tempos passados tiveram seu auge e reinaram em nosso planeta. Agora percorrendo um retorno triunfal, agem à espreita para reconquistar tudo novamente. Vocês meus amigos, já devem ter imaginado algo assim alguma vez na vida, principalmente quando imaginamos as ideias de invasão alienígenas que as ficções científicas hollywoodianas criam em nossas mentes, mentes essas incrivelmente repletas de criatividade. Quem nunca ouviu falar no filme Independence Day ou ouviu se cogitar que as pirâmides do Egito foram construídas por alienígenas nos séculos passados? Pois bem, nessa premissa de poder crer em possíveis especulações distintas Howard Phillips, teve seu auge criativo. Poucos sabem ao certo disso. Artistas, pintores e escritores (almas sensíveis), vislumbram a sua existência em sonhos ou acessos de delírio. Grupos primitivos, por razões ainda não compreendidas, estranhamente os cultuam, mas apenas poucos homens, verdadeiros eruditos, buscam pistas sobre essas criaturas e as estudam. São os únicos que poderiam nos proteger.

Em meio a essa mistura de horror e ficção científica, esse vem a ser o enredo de boa parte da produção meus caros seguidores, do Howard Phillips Lovecraft, escritor norte-americano responsável pela criação do Mito de Cthulhu, que até hoje é uma criatura cultuada por várias seitas diversas.  Os contos de Lovecraft e suas criaturas tiveram enorme repercussão. Neste livro em específico no qual eu recomendo, vocês poderão desfrutar de alguns de seus contos mais importantes, sendo uma grande e excelente escolha da editora MARTIN CLARET, da série A Obra Prima de Cada Autor. Traduzido por Lenita Rimoli Esteves. 

Os contos que nesse livro vocês poderão acompanhar são: O chamado de Cthulhu, O horror de Dunwich, Sussurros na escuridão e O assombrador das trevas.

 

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Resenha

“Não está morto o que pode eternamente jazer

E após estranhos éons mesmo a morte pode morrer”

(H.P.Lovecraft.)

Um autor que podemos considerar como cult, que é prezado pela cultura popular e exerce influência sobre muitos outros artistas, traz consigo em suas obras, muito de sua cultura e percebemos isso na maioria de seus personagens, nascido na região da Nova Inglaterra, essa localização parece sempre ser alvo base para praticamente todos os seus contos, mesmo que muitos sejam inventados, vocês poderão observar como ele sempre usa os recursos geográficos para poder criar as bases de seus enredos, por meio do clima, da cultura, dos pensamentos populares e da estrutura que formam aquela região da Nova Inglaterra. Eu entendo ele, pois quando escrevi meus contos eu estive sempre utilizando os recursos mais próximos para poder ser mais preciso em relação a compreensão do leitor. É como se eu falasse do fogo, mas nunca tive a experiência de me queimar… como eu poderia expressar como é uma cena de queimadura se nunca senti uma? Creio que ficaria um tanto pouco original querer expressar algo para tantos que possivelmente já se queimaram com um cigarro, no fogão de casa, fazendo aquele brigadeiro delicioso caseiro num fim de tarde nublado e de repente encosta o pulso sem querer na borda da panela, causando aquela dorzinha incómoda enquanto colocamos nosso antebraço debaixo de água corrente para não criar uma bolha. Pelo que entendi, as fases difíceis na vida de Lovecraft foram os momentos em que ele mais produziu e alcançou os tantos encantos fictícios de seus monstros e suas mais profundas frustrações, envolvidas naquele clima de sua região que só intensificaram mais ainda a grande imaginação de nosso autor.  Notei que o autor em um dos contos ele usa nomes de cientistas e pessoas reais, em outros não, apenas ficcionais. Contudo entre os quatro contos, um irei tratar e fiz um breve sorteio de bem me quer, mal me quer e o escolhido pela sorte foi o Assombrador das Trevas, sendo esse o último desta coleção. Isso ajudará a não dar spoilers sobre os demais. E há uma curiosidade nesse conto conduzido com personagens fictícios, pelo que pesquisei é que ele é bem do tipo, apenas sinta a sensação, deixe sua imaginação fluir. Isso claro, pois eu poderia descrevê-lo de maneira cômica (risos) sendo assim:

“Um conto detalhista de uma história sem conclusão, sob fatos não esclarecidos, de uma premissa sem garantia de veracidade, baseada em uma lenda, mistificada em um diário que relata uma frenética paranoia de atos sem explicação que existe sem haver registros claros de uma existência maligna, sendo concluído que o autor do certo diário veio a óbito sem sabermos como sua morte ocorrera, por meio de algo que ninguém sabe, acreditando num ser demoníaco que ele não sabe se existe, mas crê fielmente em sua presença, dado pelo laudo dos legistas que sua morte veio a ocorrer por meio de uma eletrocussão, cujo o choque não se dera por eletricidade comum, mas uma morte eletrocutado por um choque de proporções medonhas oriundas de uma descarga de medo assombrador no decorrer de um momento sem energia na pequena cidade de Federal Hill, enquanto ele olhava pela sua janela a janela da torre negra sem janelas de uma igreja que tinha um mistério antigo, mas que era uma nave.”

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(Risos) entenderam essa confusão?

Bem, meus caros leitores do Nerd Book’s, esse conto soou muito como especulativo para mim. O que quis dizer é mais ou menos assim:

Robert Harrison Blake, morador da Rua East Knapp, número 620, Milwaukee, Wisconsin. É um escritor e pintor, que viaja para a cidade de Providence no inverno de 1934, e procura lá desvendar um certo mistério que paira em uma cidade ao lado conhecida como Federal Hill. Lá a uma lenda que reina entre os moradores de uma certa maldição que permanece por muito tempo e de pessoas que nessa lenda foram dadas como desaparecidas, entre elas um jornalista que foi até a igreja investigar os casos de desaparecimento e nunca mais retornou ou foi visto. Curioso, estudioso nos assuntos místicos e sombrios, toda aquela crença dos moradores lhe chamou a atenção, em sua casa estilo georgiano, até então alugada recentemente e onde residiu até 1935, o dava visão a uma torre negra sem janelas desta tal igreja. O que o fez parar e de sua janela observar o cinismo que havia naquela paisagem. Logo, certo dia ele indo a pequena cidade de Federal Hill, Blake buscou informações sobre aquela igreja, que tanto lhe chamava a atenção, logo percebeu que havia um enorme tabu entre as pessoas que não quiseram mencionar sobre a igreja e isso mexeu com sua ávida curiosidade de escritor. Fazendo-o adentrar na igreja para saber o porquê que as pessoas não se aproximavam ou comentavam nada a respeito do local. Ao entrar no recinto mal dito pelos populares, povo da pequena Federal Hill, dentro da igreja, Blake foi analisando e descobrindo inúmeras coisas que pudessem lhe auxiliar na sua investigação (Não direi o que ele encontrou na nave desta igreja ou na torre negra, terão que ler, já há bastante spoiler rsrsrs) que trouxe por fim uma enorme sensação de pavor e desespero, sendo criativo como qualquer escritor acabou que sua imaginação absorveu os acontecimentos que ocorreram dentro da igreja e retornando para sua residência, ele apenas estudou assiduamente escritas de um determinado livro que trouxera consigo e com os dias uma certa paranoia foi tomando de conta de seus pensamentos, sonambulismo e acontecimentos noturnos o fez em um momento de desespero amarrar-se pelo tornozelo na própria cama a fim de impedir que seu sonambulismo o tirasse da cama. Com o tempo ele passou a dedicar-se ao seu diário, contando o que sentia e o que estava descobrindo, até que passou a crer na existência de uma possível criatura de outro mundo que naquela igreja reinava apenas por detrás das sombras e que só poderia ressurgir na escuridão. Quando quedas no abastecimento de energia ocorriam a noite, muitos moradores de Federal Hill, iam até o entorno da igreja orar até que a luz retornasse e Blake, entrava em pânico nesses momentos sem luz. E uma certa vez em uma dessas quedas de energia, Blake veio a óbito. Como isso ocorreu, é preciso ler para entender. O conto se inicia de traz para frente, primeiramente se dá o desfecho de sua morte, consequentemente é abordado, ressaltando meu caros #NerdBookaholics que a história tem duas versões, mas se é expressado e analisado apenas pelo ponto de vista de Blake, através do que ele deixou escrito em seu diário, que este por fim foi escrito até os últimos instantes de sua vida terrena.

Então é isso aí meus amados leitores, eu sou Rodolfo Rodrigo e essa foi mais uma análise literária em cima de uma figura reconhecidíssma no mundo da ficção científica e sobrenatural. Esperamos que tenham gostado e que tenham se interessado em conhecer as obras de Lovecraft. Vejo vocês na próxima resenha com alguma nova pérola da literatura para encher a mente de vocês com muita cultura e conhecimento. Vale muito a pena conferir!

Um forte abraço, Beijos!

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Qual livro você já leu e mais gostou?

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E aí, Nerdbookaholics! Como estão? 

Domingo (23/04/17) foi o Dia Mundial do Livro. Essa companhia de todas as horas, que nos enche de criatividade, conhecimento e sonhos. Cada livro tem seu lugar. Eles nos trazem as melhores histórias e lembranças, seja ele um bom e velho romance ou um conto de terror! E nós, aqui do Nerd Book’s queremos saber qual livro você leu e mais gostou! E aí, conta para gente?

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Livro, meu bem.

O que compreendemos por livro? Um conjunto de páginas escritas em formato retangular e de proporções únicas? Um espaço comunicativo de dados e relatos? Um exemplar de contos, estórias, fábulas confusas? Espaço escrito para se registrar estudos, biografias? É produto formulado para implementação da educação por meio de linguagens, escritas afins? Para a Unesco, em 1960, o livro foi considerado: uma publicação impressa, sem periodicidade, que constasse no mínimo 56 páginas, claro sem ser contabilizada suas capas. – Uau, então eu já criei muitos livros (risos). – Sendo considerado uma das maiores ferramentas revolucionárias já criadas pelo homem. É assim um conceito de que o livro é por si só um veículo, o que seria um suporte de uma informação. Tornando-o assim um produto industrial. Só que não creio que foi um simples produto por assim dizer. Vamos entender. Com o tempo, a palavra escrita conquistou o tempo, o livro consequentemente ganhou espaço. De modo geral, toda a humanidade se adaptou à escrita e ao hábito de ler, e toda as pessoas no mundo poderão ser atingidas por escritos, textos com ideias, conceitos, estudos que vão de Sócrates e Horácio a Sartre e McLuhan, Gandhi a Karl Marx, de diários pessoais a Álvares de Azevedo. Eu sou Rodolfo Rodrigo e te convido a conhecer um pouco da história do livro, vamos lá pessoal?!

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                A partir do momento em que pessoas criam frases e temas, elas transmitem ideias e conceitos. Nos livros os escritores decidem assim o que consideram significativo no momento histórico e atual em que vivem, sendo um transmissor de informações, dados que ajudam a formar análises sobre a sociedade em que vivemos ou de outras sociedades que não estão mais presentes nos dias atuais, sendo um meio conceitual de se transpor conhecimento iconográfico, fotográfico, textual, documental. O livro até o século XV, servia a uma pequena minoria de letrados, sábios e estudiosos que constituíam um círculo de intelectuais, geralmente confinados aos mosteiros no início da idade Média, onde apenas eles tinham acesso às bibliotecas, com manuscritos repletos de ilustrações. O que nos lembra bastante aqueles livros de bruxos com símbolos e códigos, muitos até hoje não decifrados. Logo após o reflorescimento europeu, por volta do fim do século XVI, burgueses e comerciantes passaram a integrar o mercado livreiro dessa época. A erudição laicizou-se e o número de escritores passou a crescer, com muitas novas línguas que não eram mais o latim ou a grega, que eram direcionadas as obras que haviam de ser relevantes, clássicas, dignas da atenção de alguém. Hoje o livro é admirado em todos os tipos linguísticos. Mas foi por volta dos séculos XVI e XVII, que surgiram inúmeras obras literárias nacionais.

                Pois bem pessoal, mas o que nos possibilitou termos nossos lindos adoráveis livros coloridos em nossas estantes ou ao lado de nossos travesseiros, veio logo a seguir. Seguimos então meus nerdbookaholics para grande revolução das impressões em papel, em cadernos costurados e depois encapados, um novo empreendimento comercial e cultural, graças ao desenvolvimento do sistema de impressão de Gutenberg, logo em 50 anos cerca de 20 milhões de exemplares foram disponibilizados para uma população de 100 milhões de habitantes, a maioria analfabeta, deixando claro que a humanidade necessitava ler mais e mais. Tornando-se uma sede intelectual. Mas a porcentagem de leitores não cresceu na mesma proporção que a expansão demográfica mundial. Mas para a alegria do NerdBook’s e de nossos seguidores, houve um grande impulso com as modificações sociocultural e econômicas no século XIX, quando o livro passou a ser também um meio de relato e divulgação das fases e mudanças sociais em nossa história. Sob a ideia de que para se ascender na vida era necessário que se lesse. Isso expandiu a produção de obras e formou todo esse acervo literário que consumimos até os dias atuais. E suas produções artísticas estão cada vez mais belas. Cada livro encantador. Mas aí veio as novas mídias para distrair a atenção dos leitores através de entretenimentos no campo visual, gráfico, cinematográfico, digital e tantos outros. Isso tem feito os jovens cada vez mais se desinteressarem pelo hábito de ler. O que considero uma grande tristeza contemporânea. Pois temo que as pessoas fiquem cada vez mais voláteis, sem base fundamentada de conceito ou princípio. Quem lê uma história, fortalece seu intelecto, vive situações sem ter que presenciá-las, cria maneiras de ser criativo, a imaginação de um leitor é sempre muito agradável, compreensiva. Quem lê livros tende a ser mais educável e tolerável. Pelo menos essa é minha percepção e opinião própria. Pois eu penso assim, pessoal: Intelecto vem do amadurecimento e o amadurecimento vem com o conhecimento, e não com a idade. A fonte de conhecimento mais significativa que o ser humano criou está nos livros. Tudo é descrito em rascunhos, cadernos, artigos, resenhas, roteiros, scripts, livros, papéis diversos e de incontáveis texturas, em interfaces, manuais, o hábito de escrever está associado a um livro, que nada mais é do que a organização de suas escritas e ideias culturais ou conceituais, em folhas condicionadas e alinhadas ao propósito de cada obra. Nos livros encontramos romances, emoções, fantasias e sonhos, nos identificamos, vemos o mundo com mais clareza, aprendemos a lidar com nossos sentimentos, desfrutamos da imaginação de um autor na perspectiva de nossa própria imaginação. Ler é sempre interessante se você escolher o tipo de leitura que lhe agrade. Eu sou aberto a todas, não sou obrigado a gostar de todas, muitas nem consigo concluir mesmo, não nego, seja por desânimo, falta de paciência com determinado assunto, mas sempre estou me encontrando, admirando, obras aqui e ali, sempre um pouco de cada gênero. Sempre tem aqueles autores em que você joga o livro longe e diz: Porque você faz isso? Isso é um louco, me confundindo assim. Lembro de muitas situações. Vou citar uma delas, me acompanhem meus caros nerdbookaholics:

                “Vivos ali só Nando com a lamparina de querosene e Cristo na luz da sua glória. Diante do Cristo a temível balança onde os menores pecados de omissão e de intenção rompiam a linha de fé, deslocando com extravagância o fiel. Murmúrios de maledicência retiniam feito moedas no metal e velhos gestos de descaso e orgulhos eram refeitos e imobilizados no ar para que deles se extraísse o peso exato, que afundava o prato. Momentos de amor-próprio e de respeito humano congelavam em bolas de chumbo, uma em cada prato, retratando vida que haviam passado por virtuosas quando eram apenas um hirto equilíbrio de abominações. ”

                Logo quando iniciei, vi logo a confusão que Antonio Callado causaria em mim neste seu romance.  É uma grande literatura, de valor muito considerável. Eu sabia o quanto eu teria que estudar para poder me identificar. O dicionário precisava estar ali ao meu lado para me socorrer nos momentos necessários. E tem escritores que parecem loucos vindo e bagunçando nossas mentes. Quando li O Iluminado, nossa, quase enlouqueci de tanta angustia com o pobre do  garotinho de cinco anos, Stephen King é muito intenso.

                Mas é mais ou menos por aí, pessoal. A história do livro traz muitas descobertas. Espero que tenham gostado de entender um pouco o que conhecemos por livro, seu início, suas jornadas e mudanças, de maneira direta, seu espaço no mundo. Vocês poderão se aprofundar mais sobre o assunto no estudo Enciclopédia Abril de 1972, lançado pelo editor e empresário Victor Civita, no verbete “livro”, que traz grandes e importantes informações sobre a história do livro. Boa parte desse breve estudo eu encontrei através de um recente livro que estou lendo para nossa próxima resenha que já está sendo elaborada com todo carinho para vocês. A imagem da postagens foi encontrada na web. Reiterando: Dica essa que adquiri através das Palavras do Editor em uma das coleções da Martin Claret. Não poderei falar mais para não deixar vocês descobrirem a obra da próxima resenha.

Um forte abraço e até a próxima!

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E o Oscar vai para… Você sabe o significado das categorias do Oscar?

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No próximo domingo, dia 26, acontece a premiação mais famosa do mundo do cinema – o Oscar. E enquanto todos correm para assistir a todos indicados para fazer apostas mais precisas, que tal conferir o que cada uma das categorias mais importantes significa?

Roteiro original e adaptado

É no roteiro que todo filme começa. É lá que se encontram as descrições das cenas, as falas dos atores e outros detalhes que, colocados em prática na produção, darão vida ao filme. Por roteiro original, a Academia considera os filmes que não são baseados em outras obras, como livros, peças de teatro ou histórias em quadrinhos. E por roteiro adaptado, aqueles cuja ideia já existia previamente em uma obra literária.

Diretor

Coordenar os mais variados aspectos de um filme com o objetivo de produzir uma obra coesa é a função principal de um diretor. E vamos combinar que isso não é nada fácil. Por isso, trata-se de uma das estatuetas mais disputadas, com uma lista grande de injustiças em sua história – Quentin Tarantino, Stanley Kubrick e Alfred Hitchcock, por exemplo, nunca levaram para casa o troféu.

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Melhores efeitos visuais

Às vezes, uma cena não se resolve apenas na filmagem. É preciso, na fase conhecida como pós-produção, inserir efeitos especiais para realizar a ideia de quem o idealizou – o roteirista. E é claro que na maior premiação do cinema norte-americano, especialista nisso, não ia faltar uma categoria específica para esses profissionais.

Melhor edição

Depois de filmadas todas as cenas, é chegada a hora de ir para a ilha de edição onde as mesmas serão reunidas e organizadas em uma ordem que garanta ritmo, coerência e unidade à obra. Um trabalho que, mesmo feito com softwares avançados, é feito manualmente e deve ser conduzido com bastante sensibilidade.

Ator/atriz e ator/atriz coadjuvante

O critério que define quem será indicado como ator/atriz principal ou coadjuvante é o número de votos que cada nome recebe dos membros da Academia. E geralmente não tem mistério. Melhor ator/atriz vai para aqueles que desempenharam papéis de protagonistas em suas histórias. Coadjuvantes são os papéis secundários que, vamos combinar, costumam roubar a cena muitas das vezes.

Fotografia

Como uma cena será filmada para potencializar aquilo descrito no roteiro da melhor maneira? Esta é a pergunta que o Diretor de Fotografia responde a todo momento num set de filmagem. É ele quem ajuda na decisão das melhores opções para locação, iluminação, enquadramento, lentes e movimentos de câmera.

Trilha sonora & Canção original

Por trilha sonora entende-se o conjunto de músicas instrumentais criadas exclusivamente para o filme. São aquelas músicas que dão o tom das cenas, realçando as emoções do que está sendo mostrado na tela. Por outro lado, canção original é aquela música composta especificamente para o filme e que, às vezes, se torna tão famosa quanto o mesmo, como é o caso de My Heart Will Go On, de Céline Dion, no filme Titanic.

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Aqui não tem muito mistério. Vence a produção que os membros da Academia elegerem como a melhor do ano anterior, concorde o resto do mundo ou não. Afinal, de que vale um grande prêmio sem uma grande polêmica, não é verdade? Para um filme ser candidato, ele deve ter estreado em um cinema comercial em Los Angeles até a meia noite do dia 31 de dezembro, ficar em cartaz por sete dias consecutivos pelo menos, possuir mais de 40 minutos e ter sido exibido em 35 mm, 70 mm ou em formato digital.

Melhor filme estrangeiro

A lógica aqui é similar à da categoria Melhor Filme, porém a produção em questão precisa ser não falada em inglês e também não precisa ter estreado em um cinema comercial nos Estados Unidos. Cada país pode indicar um filme.

Cassandra Clare, Resenhas, Séries, Sem categoria

SHADOWHUNTERS: Assistir ou não?

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Em primeiro lugar, você pode estar se perguntando o que é Shadowhunters? Ou o que são Instrumentos Mortais? A série de TV Shadowhunters é uma adaptação de uma série de livros do gênero YA (jovens adultos), popularmente conhecida como The Mortal Instruments (Instrumentos Mortais). A série literária possui 6 livros. Há uma trilogia chamada The Infernal Devices (As Peças Infernais), dois livros de histórias canônicas, contadas e chamadas The Bane Chronicles (As Crônicas de Bane, sobre o bruxo bissexual imortal Magnus Bane) e Tales From Shadowhunter Academy. Há também mais duas séries de sequências planejadas (3 livros cada): The Dark Artifices (Os Artifícios das Trevas, o primeiro livro, Dama da Meia-noite, foi publicado pela Galera Record em 2016) e The Last Hours (sem data prevista de lançamento no Brasil). Hum. Há também um Shadowhunter Codex, que é um guia de acompanhamento de terminologia, história e assim por diante. Em suma, este é um mundo enorme. Esta série é para as pessoas que amam a fantasia urbana, lotes e lotes de construção do mundo, árvores genealógicas complicadas que cobrem séculos (saber quem está relacionado com quem e o que aconteceu entre seus antepassados há 200 anos é muitas vezes crucialmente importante nesta série).

Em poucas palavras, Shadowhunters são pessoas descendentes de anjos que protegem o mundo de Downworlders (fadas, vampiros, lobisomens, demônios e qualquer outra coisa não humana ou um caçador de sombras). Há um mundo inteiro que os seres humanos não têm ideia sequer existe. É um mundo perigoso que se equilibra precariamente à beira da guerra entre facções em grande parte políticas de seres sobrenaturais, nenhum dos quais gosta ou particularmente confiam uns nos outros e onde muito poucas coisas são como parecem (incluindo quem são os caras “bons” e “maus”).

A série de TV é baseada na série principal e começa na trama do primeiro livro, A Cidade dos Ossos. No primeiro livro, uma adolescente comum descobre que ela é qualquer coisa menos comum quando sua mãe é sequestrada por causa de algo chamado A Taça Imortal que as pessoas muito ruins querem. Clary Fray, a antiga garota comum, tem muito com que lidar. Sua mãe mentiu sobre quem é toda a sua vida. Após o sequestro descobre ser uma shadowhunter, assim ela tem que aprender rapidamente sobre todo este mundo que ela nunca soube que existia e não possui nenhum conhecimento para lidar com essa novidade, há desconfiança por toda parte (especialmente quando todos sabem quem é seu pai e por que ela e sua mãe estavam disfarçadas como Mundanos).

Primeiro de tudo, você deve assistir? Se você é um fã dos livros e filmes, eu diria que sim. Não é perfeito e eu tenho alguns problemas que vem sendo aceitável até o momento. Eu sou um grande fã de longa data dos livros e estou emocionado ao ver esses personagens na TV. Eu gostei partes do filme, honestamente, mas o grande problema que eu poderia ver é que esta não é uma série que um filme ou um conjunto de filmes poderia fazer justiça. O tipo de coisa que você não pode fazer em 2 horas. Esta série é melhor na TV, onde há o tempo para explorar o mundo e realmente cavar os personagens. Se você não está familiarizado com os livros, há uma curva de aprendizagem definitiva. Os primeiros episódios se sentem um pouco apressados e recheados com vários personagens tentando trazer Clary, até a velocidade em um valor de vocabulário totalmente novo de coisas muito importantes que ela / você precisa saber (se você assistir e está desesperadamente perguntando a si mesmo, o que é The Clave, The Accords, Runas, The Silent Brothers, The Mortal Cup, e assim por diante, tudo bem. Você acabará por entender tudo).

Em minha opinião, a melhor coisa até agora é o elenco. No filme, o elenco não me agradou muito. O elenco de TV é muito, muito, muito bonito e eu sou honesto o suficiente para admitir que esteja apreciando cada minuto que assisto.

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Fime – Instrumentos Mortais – Cidade dos Ossos (2013)
zzzzzzzzzzzz
Série – Shadowhunters (2016)

Os personagens são envelhecidos. No primeiro livro, Clary tem 15 anos. No piloto, ela completa 18 anos. Fazê-la uma jovem adulta em vez de uma adolescente tem vantagens para onde eu acho que eles querem tomar. Principalmente, ele libera algumas restrições para os personagens dos livros em termos de serem menores (nos livros, apenas Alec é um adulto. Como tal, ele pode fazer coisas que os outros personagens não podem em relação à lei da Clave).

Uma coisa que eu estou preocupado é com a rapidez com que a série parece estar passando pela trama. Eu gostaria de vê-los abrandar e realmente explicar e mostrar o mundo rico que os personagens habitam. Há SEIS livros apenas (na série principal). Parece que eles estão indo para uma abordagem de despejo de informação para obter rapidamente os telespectadores pelo mundo, mas eu acho que eles devem abrandar, para que não percam as pessoas com muita informação, muito cedo.

Eu acho que esta é uma série que vale a pena experimentar, se você é novo para o mundo Shadowhunter ou se você já é fã, acho que vai gostar ainda mais. Acredito que a série só vai melhorar com o andamento das temporadas.

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