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Resenha: Além-Mundos, Scott Westerfeld

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Fonte: Google

Sinopse:

Scott Westerfeld, autor da série Feios, retorna em mais uma aventura de tirar o fôlego.
Darcy Patel escreveu seu primeiro livro em um mês. Não muito tempo depois, se mudou para Nova York, para realizar o sonho de viver de escrever. Lizzie se prepara para mais uma viagem de avião, até terroristas invadirem o aeroporto e começarem a atirar em todos. Desesperada, Lizzie se joga no chão. Eu estou morta, eu estou morta… No fim, está tão convencida de pertencer ao lugar dos mortos que acaba atravessando a fronteira do além-mundo. Darcy criou Lizzie. A menina de Além-mundos é sua protagonista. Enquanto Lizzie se vê cada vez mais envolvida nos assuntos dos mortos e do submundo, Darcy luta para se manter no paraíso do YA, na Big Apple, e quanto mais Darcy aprende e amadurece, mais a história de Lizzie também cresce. Ou seria o contrário? Sempre atravessando as barreiras entre mundos, as duas irão se redescobrir, se reescrever e explorar os infinitos mundos dentro de si mesmas.

Título: Além-Mundos 
Título original: Afterworlds 
Autor: Scott Westerfeld
Ano: 2016
Páginas:
546

Editora: Galera Record

Livro cedido através da parceria com a editora

4 SABRES

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Resenha:

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Além-Mundos por Scott Westerfeld é um dos livros mais grossos, mais pesados e o mais longo que eu tenho na minha estante. É também um dos livros que eu mais fiquei animado para ler, afinal é do Westerfeld autor da série Feios. E apesar do tamanho assustador, eu devorei o livro em 3 dias.

O motivo de ser tão grande é o fato de Westerfeld, na verdade não ter apenas um, mas dois livros em um. O slogan na capa é “Darcy escreve sobre o outro lado. Lizzie vive nele.” Os capítulos alternam entre Darcy e Lizzie. Darcy Patel escreveu seu livro, Além-Mundos, e se encontra extremamente afortunada por ter recebido uma oferta de se consultar com seu agente dos sonhos e seu livro será publicado pela Paradox editor. Darcy tem um enorme avanço e decide tomar antecedência e se mudar para Nova York para escrever e para participar da cultura dos autores YA. Logo, Darcy descobre que ela pode estar em cima da cabeça dela, dada a sua posição impulsiva por tal decisão.

Os capítulos alternam entre os capítulos do livro de Darcy, Além-Mundos. Capítulos de Lizzie Scofield abre com um ataque terrorista em um aeroporto, onde Lizzie acaba desenvolvendo poderes capaz de navegar em o que é chamado ‘o outro mundo’. Lizzie vive essencialmente as palavras que Darcy escreve, ela se encontra caindo para este deus da morte chamado Yamaraja e aprende tudo sobre seus novos poderes. Lizzie está apenas começando a ver o mundo de uma perspectiva totalmente diferente.

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Fonte: Instagram – @nerdbooks_

Eu tenho que dizer, Westerfeld realmente soube incluir a diversidade em Além-Mundos. Darcy Patel gosta de meninas. Aconteceu de eu gostar de Darcy – Acredito que Westerfeld fez um excelente trabalho com sua história e suas vulnerabilidades. Vemos que Darcy está totalmente por fora, em Nova York. Ela se preocupa em ter as roupas certas e ser levada a sério, apesar de sua idade. Ela não é a melhor com a forma como ela gasta dinheiro. Ela também parece como insegura, mas não é de uma forma que parece patética, apenas normal, eu acho. O que eu realmente gostei sobre sua parte foi todas as informações sobre o mundo editorial. Há algumas coisas que parecem piadas se você está realmente no mundo editorial da YA. Além disso, um personagem em parte de Darcy, que poderia ser potencialmente John Green, em que este personagem tem um seguimento massivo, um grupo devoto que segue os seus vídeos online no YouTube e pode citar os vídeos. Mas sim, sua parte foi totalmente interessante para a indústria adulta que é obcecado por coisas jovens como eu.

Lizzie Scofield, por outro lado, é uma menina branca da Califórnia. Pensei que Lizzie veio obstinada e teimosa e interessante. Suas partes tem mais ação e aventura . Como, há muito mais acontecendo com Lizzie do que com Darcy, incluindo um culto à morte. Eu certamente senti algum impacto profundo a partir das partes de Lizzie, especialmente com certas mortes. Lizzie me manteve colado.

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Fonte: Chovendo Livros

Eu não estava realmente sentindo o romance no livro em ambos os pontos de vista. Eu senti como se não houvesse realmente uma faísca ou qualquer tipo de calor entre os personagens, Lizzie e Yamaraja. Quanto a Darcy, a vemos ter sua primeira relação com uma menina. Eu gostei do casal e achei que as duas estavam bem juntas, havia apenas alguns problemas com seu relacionamento que faz sentido porque todas as relações têm os seus problemas, mas eu não sei. Foi um pouco demais para mim – ler sobre o ciúme de Darcy e sua constante necessidade de espionar sua namorada e sua auto-obsessão.

De fato, enquanto a história de Lizzie é vivamente emocionante, é em última análise, mais valioso como uma janela para a mente de Darcy e suas próprias fantasias. Westerfeld coloca uma menina na página ao lado de seus próprios sonhos, e transforma tanto histórias em gozo realização de desejo para seus leitores. Há uma abundância de espaço à esquerda para seqüelas em ambas as metades do Além-Mundos: Com escritoras exigentes como Darcy, os leitores podem esperar que este livro se ramifica em uma franquia de pleno direito.

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4 Estrelas, Especial: Halloween, Resenhas, Sem categoria

Resenha: Anna Vestida de Sangue, por Kendare Blake

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Fonte: Google

Sinopse:

Cas Lowood herdou uma vocação incomum: ele caça e mata os mortos. Seu pai fazia o mesmo antes dele, até ser barbaramente assassinado por um dos fantasmas que perseguia. Agora, armado com o misterioso punhal de seu pai, Cas viaja pelo país com sua mãe bruxa e seu gato farejador de espíritos. Juntos eles vão atrás de lendas e folclores locais, tentando rastrear os sanguinários fantasmas e afastar distrações, como amigos e o futuro.
Quando eles chegam a uma nova cidade em busca do fantasma que os habitantes locais chamam de Anna Vestida de Sangue, Cas espera o de sempre: perseguir, caçar, matar. Mas o que ele encontra é uma garota envolta em maldições e fúria, um espírito fascinante, como ele nunca viu. Ela ainda usa o vestido com que estava no dia em que foi brutalmente assassinada, em 1958: branco, manchado de vermelho e pingando sangue. Desde então, Anna matou todas as pessoas que ousaram entrar na casa vitoriana que ela habita. Mas, por alguma razão, ela poupou a vida de Cas.
Agora ele precisa desvendar diversos mistérios, entre eles: Por que Anna é tão diferente de todos os outros fantasmas que Cas já perseguiu? E o que o faz arriscar a própria vida para tentar falar com ela novamente?

Título: Anna Vestida de Sangue 
Título original: Anna Dressed in Blood 
Autor: Kendare Blake
Ano: 2016
Páginas:
252

Editora: Verus

Livro cedido através da parceria com a editora

4 SABRES

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Resenha:

Eu simplesmente amei Anna Vestida de Sangue, embora eu tinha de ter um outro livro na mão para ler à noite, porque – acredite em mim – você não quer ler este livro à noite! Foi emocionante, imprevisível e assustador; habilmente e misteriosamente pensado e escrito. Eu realmente gostei das relações que Cas formou ao longo do caminho, o seu desenvolvimento como pessoa.

Cas caça e mata fantasmas. Depois que seu pai foi morto anos atrás, Cas assume as rédeas. Cas viaja ao redor do mundo com sua mãe Wiccan, seu gato de detecção de fantasma, e sua faca trusty para livrar o mundo de fantasmas perigosos, espectros, e o paranormal que causam danos aos seres humanos. Toda a sua formação e estudos o levaram a este momento, o seu trabalho mais difícil de todos – Anna Kolov. Anna é uma menina assassinada, eternamente congelada aos dezesseis anos que agora assombra a pensão em que vivia. Ela mata cada pessoa que se atreve a pisar na casa. Isto é, até Cas.

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Fonte: Google

O livro é pura diversão, quase peculiar. As descrições das casas antigas, as cenas terríveis, e dicas de vodu e feitiçaria realmente fez este livro vir à vida. Estava escuro e bonito. Eu quase podia sentir o cheiro de fumo; sentir as tábuas podres, úmidas; Este livro foi tão bem escrito.

Desde as primeiras linhas do livro, eu sabia que ia gostar de estar dentro da cabeça de Cas. Sua voz era distinta e uma rajada de ar fresco. Comecei a ler e imediatamente foi, “Bam! Ok, eu sei quem ele é. “Ele tem essa, escuridão, senso de humor seco e um desejo inflexível para vingar a morte de seu pai. Ele é solitário e prefere trabalhar sozinho. Eu amei que, quando ele se mudou para Ontário seus planos de usar as pessoas como se faz normalmente sai pela culatra e ele relutantemente começa a fazer amigos.

Anna também foi um personagem interessante e única. As lendas urbanas sobre ela são verdades, ela assassinou pessoas por cinquenta anos. Mas ela é verdadeiramente mal? Eu gostei da própria luta interna entre ser a menina que ela era antes de morrer e sucumbir a essa escuridão desconhecida que agora vive dentro dela.

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Fonte: Google (Kendare Blake)

O que não funcionou para mim foi o romance que a autora tentou colocar na história. Eu acho que poderia ter trabalhado mais para que nos fosse dado mais desenvolvimento e mais tempo com Anna e Cas. Eu realmente não senti a profundidade do amor que eu acho que eu deveria sentir.

Honestamente recomendo todo adolescente, independentemente de se você é uma menina ou um menino. Leia esta história!

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Especial: Halloween, Sem categoria

Especial: Halloween | 2016

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Fonte: Google

Entramos no mês mais sombrio do ano… e o que vem na sua cabecinha ao pensar em Halloween? Bom, na minha, várias coisas relacionadas à literatura como maratonas, resenhas, book haul, indicações… eu tbm pensei em fazer uma semana do halloween e aproveitar que estou de férias da universidade.

E, nada melhor que começar com a editora que vem ganhando nossos corações, vocês já sabem que eu amo essa editora, fazer o que né? Isso mesmo, a Darkside Books! Gzuis, posso nem ouvir falar que já quero!

Esse ano a editora publicou, muitos e muitos e muitos livros para nós que amamos o terror, o suspense e óbvio, a aventura. Posso dizer também que além de livros a editora nos trouxe bastante emoção, ao publicar livros que já eram desejados por nós como Donnie Darko.

Enfim, vou explicar como vai funcionar essa semana, ok? É o seguinte, todo dia, durante uma semana (7 dias), eu vou publicar uma resenha literária de um livro de terror ao qual já li, mas de editoras diferentes e vou tentar também resenhar de autores diferentes. Escolhi a Darkside para dar o ponta pé inicial nessa nossa aventura horripilante! HAHAHAHAHAHA (risadinha malévola u.u) Ah sim, já ia me esquecendo, o livro escolhido da editora é o Menina Má, por William March.

Resenhas, Sem categoria

Crítica – Filme: Mais Estranho Que a Ficção

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Certo dia, um amigo e eu estávamos conversando e ele me indicou dois filmes para assistir, entre eles o filme, Mais Estranho Que a Ficção. E, deixou claro que todo leitor deveria assisti-lo. No momento em que me indicou eu não poderia assistir por que já era tarde e eu tinha que ir dormir. Mas, hoje me lembrei e resolvi procurar para ver e comprovar se realmente todos nós, leitores, devemos assistir.  

Leiam, assistam e me digam!! ❤

Mais Estranho Que a Ficção narra, literalmente, a vida do Harold Crick (Will Ferrell) que é um funcionário da Receita Federal que trabalha verificando contabilidades de pessoas que caem na malha fina. Ele (e seu relógio) tem uma rotina bem calculada e padronizada. É tudo bem comum na vida de Harold Crick até que um dia ele escuta uma voz que parece estar narrando sua vida e de repente comenta algo relacionado à sua morte que está se aproximando.

Essa voz é a de Karen Eiffel (Emma Thompson) que na verdade está escrevendo um livro sobre Harold Crick, sem saber que ele é uma pessoa de verdade. Karen é uma escritora muito bem sucedida e famosa, mas seu último livro foi lançado há mais de 10 anos. Ela está com bloqueio criativo e não sabe como matar Harold Crick, então sua editora contrata uma assistente (Queen Latifah) para ajudá-la.

Bom, até aqui tudo bem. Se você tiver problemas com S P O I L E R S, não siga…

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Harold Crick está desesperado por causa da voz que disse que ele iria morrer. Ele procura uma psiquiatra que diz que ele está com sintomas de esquizofrenia. Mas Harold não concorda, porque a voz está narrando o que ele faz, e não mandando ele fazer alguma coisa. Ele então procura um doutor em Literatura (Dustin Hoffman) que decide ajudá-lo a descobrir quem é a voz em questão. Para poder ajudar, ele precisa de informações, então ele pede pro Harold fazer uma análise de sua vida e relacionamento com pessoas para descobrir se a história é uma tragédia ou uma comédia.

Harold analisa seu relacionamento com a mulher que está auditando no momento, Ana Pascal (Maggie Gyllenhaal). Ana é dona de uma confeitaria e meio que revolucionária, completamente contra a ideia de O Homem e a receita federal. Harold, naturalmente, é apaixonado nela.

É uma verdade universalmente conhecida que pessoas viciadas em livros (ou quadrinhos ou filmes ou seriados) estão fadadas a ouvir o famoso “é só uma história” ao menos uma vez na vida.

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O filme já destrói com isso. A história de Harold Crick é real, ponto final. Temos até um símbolo muito legal do contraste de pessoas que veem ficção apenas como ficção e pessoas que veem ficção como algo que é vivo e orgânico e que respira. Quando Harold foi procurar especialistas sobre a voz que narrava sua vida, a primeira pessoa que ele procurou, a psiquiatra (uma pessoa da ciência) focou imediatamente no fator doença, como se fosse a única opção, porque é impossível que haja uma voz narrando sua vida. Agora quando ele procurou o professor de Literatura, o cara aceitou quase que imediatamente o que o Harold estava contando, porque ele tem uma mente mais aberta para esse tipo de coisa.

O que nos remete a pensar que, sem generalizar, as pessoas da ciência são “tapadas” e as pessoas da literatura são “iluminadas”. É mais uma colocação simbólica dos tipos de mentes que existem na sociedade.

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No filme, há um momento em que Harold finalmente encontra Karen e eles se conhecem e a Karen já sabe como vai matar o Harold e fica aquela situação chata, então ela dá o manuscrito para ele ler. Enquanto isso, ela tem uma super crise de “quantas pessoas eu matei?”. A lição de moral nem é “devemos matar menos pessoas em livros”, porque morte acontece… é a vida. O ponto principal é que a morte dessas pessoas afeta uma realidade da mesma forma que uma morte nossa, aqui no “mundo real” afeta as pessoas a sua volta.

O filme aborda outros temas, além de como enfrentar a morte, como aproveitar a vida, não viver totalmente solitário, romance. Mas, para finalizar, eu vou deixar para vocês as últimas falas do filme, que aponta para a importância das pequenas coisas:

Dicas, Sem categoria

Você ama ler?

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Como estão meus Nerd’s? Estou bem e sumido por aqui, né?!

Bom, o motivo todo mundo já conhece, é que o de cima sobe e o de baixo desce, hahahaha ¬¬. Estou cursando Comunicação Social e ainda trabalho, daí fica difícil de publicar aqui no blog, mas sempre que possível, mesmo que seja uma vez no mês, vou tentar atualizar as coisas!!

E, sendo assim, hoje eu trouxe para vocês uma pesquisa da revista Super que reuni 13 dicas de APPs super legais para quem é devorador de livros. Os 13  aplicativos estão divididos entre gratuitos e serviços por assinatura, as plataformas digitais podem ser super úteis para amantes de livros. 13 dicas de aplicativos para nós, leitores! ❤

Para salvar aqueles textos que você ainda não leu

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Se além de livros e quadrinhos você curte ler na internet notícias, blogs, colunas etc, a sugestão é usar o Pocket. Nele, você pode salvar suas leituras, seguir amigos e usar a extensão dele para desktop, de onde você pode salvar links que estarão disponíveis quando acessar o app pelo celular. Boa opção para organizar os links de seu interesse.

Para conhecer o significado de palavras novas

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Sempre tem uma palavrinha ou outra que a gente nunca ouviu falar, né? Para isso tem o dicionário da língua portuguesa Priberam. E se você estiver lendo em outras línguas, o Google Tradutor quebra seu galho. Ambos são práticos no uso.

Para ler quadrinhos

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É claro que não podíamos nos esquecer deles. Há vários aplicativos de serviços que oferecem muitas opções de leitura, então, selecionamos para você quatro dos mais elogiados e usados. Entre eles, apenas o Cosmic, infelizmente, é o único com títulos em língua portuguesa – o serviço é brasileiro. Se você encara leituras em inglês, os outros podem cair como uma luva – o acervo deles é enorme.

Quadrinhos: CosmicComiXology
Mangás: CrunchyrollManga Rock

Para organizar suas leituras

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A satisfação de ter as leituras todas organizadinhas é sem igual para quem ama ler. As redes sociais Goodreads (em inglês) e Skoob (em português) são ótimas para isso. Nelas, você pode marcar os livros que já leu, dar uma nota a eles e marcar aqueles (incontáveis) que você quer ler.

Para ouvir livros

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Quem tem deficiência visual ou pessoas que prefiram ouvir audiolivros a lê-los podem usar o Ubook. O aplicativo funciona como uma “Netflix de audiolivros”: você assina o serviço e tem acesso a uma extensa gama de leituras. Revistas, literatura clássica e contemporânea, livros religiosos, não ficção, podcasts estão no acervo, por exemplo. O uso é prático e, caso você queira ouvir prévias dos livros antes de assinar, basta selecionar a opção.

Só para ler mesmo

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Se você curte ler em plataformas digitais, o Scribd e o Kindle Unlimited podem ser boas opções. Ambos os serviços também são como “Netflix de livros digitais”: assine e tenha acesso a uma imensidão de possibilidades de leituras. A diferença entre ambos, basicamente, é que, com o primeiro, você tem acesso a livros em inglês, e com o segundo, em língua portuguesa. Se você quiser testá-los antes de aderir a qualquer assinatura, os dois oferecem períodos gratuitos de uso.

Para incentivar as crianças a lerem

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O Leiturinha Digital pode ser uma boa ajuda para pais que querem incentivar os filhos a lerem. O catálogo do serviço tem livros para crianças de zero a 12 anos e eles oferecem curadorias feitas por psicólogos, pedagogos e pais. Conteúdos audiovisuais elaborados para colaborar com o desenvolvimento dos pequenos e assinaturas que permitem receber kits de livros em casa também fazem parte do Leiturinha Digital.

 

Artigos, Sem categoria

Limonada para a Pele | Artigo

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O novo CD da Beyoncé tem dividido opiniões e muitos debates são evitados pela cultura pop todos os dias. “Lemonade” é “baseado na jornada de autoconhecimento e cura de todas as mulheres”. Afirma anúncio do Tidal, plataforma de Jay Z onde o álbum está disponível. E, mais uma vez a cantora trouxe temas que precisam ser discutidos no mundo, preconceito racial e feminismo. Mas, será esse o real ou o principal intuito da Beyoncé?

Sabemos que por trás de toda mídia há um interesse maior que vai além da cultura, além da quebra de paradigmas. A indústria que envolve essas mídias pesquisa o que está em destaque no mundo, o que está sendo falado e o que está em evidência, para assim criarem um produto para ser vendido, ou seja, vender cultura, vender o popular e o que está sendo discutido.

Ainda hoje, somos cercados por preconceitos e discriminações, o título Lemonade, tem como referência a escravidão americana, onde na crença dos negros, o suco limão, limonada, clareava a pele. Além disso, Beyoncé ainda afirma que seu CD é um ato político.

Os profissionais que estão por “trás das câmeras” pensam e agem conforme nossas perspectivas, não se preocupam com a mensagem que as músicas carregam e Beyoncé, assim como o CD, também está sendo usada como produto, pois sua imagem de “poder” e “dominação” atinge a massa que carece desses trejeitos e a veem como uma referência, uma personalidade a ser tomada para si.

A mídia, como foi citada acima, não visa o misterioso, mas o obvio, o que está na nossa frente fazendo com que tenhamos curiosidade de confirmar nossas hipóteses. Mas, o que está por trás desse “obvio” tem o intuito de satisfazer a si mesmo e ver que independente do está sendo abordada a maioria ou a massa, são influenciados a consumir e compartilhar o “produto cultural” vendido.

Então, mais uma vez, Beyoncé fica à frente de muitos cantores por persuadir a massa para que a vejam como inovadora, a apoiadora das causas que se importa com a “minoria”. Quando na verdade, pode sim existir essa preocupação, mas não é o principal motivo para criação e o uso da história dos negros, do preconceito racial que é abordado no CD, mas sim por esse assunto estar atualmente sendo discutido e questionado.

Você deve lembrar que antes, as negras não usavam seus cachos a mostra, os cabelos eram superficialmente alisados. Mas, há uns dois anos isso veio mudando e as mesmas negras que alisavam os cabelos, não se preocupam e “assumiram” seus cachos, seus crespos.

O marketing da Beyoncé é poderosíssimo, as pesquisas de campo, as letras das músicas, os vídeos para divulgação, tudo é pensado e formulado para influenciar e assim obter retorno positivo do trabalho, por trazer o atual/passado, o que se discute na minoria, para ser discutido na maioria, é isso que querem que comprem, e conseguem.

5 Estrelas, Desafio Literário 2016, Editora Intrínseca, Resenhas, Sem categoria

Resenha: A Menina que Roubava Livros + Desafio Literário | Abril

Olá meus Nerd’s! Como estão?

Como eu havia conversado com vocês, no desafio de março eu iria ler, A Menina que Roubava Livros, mas só tive tempo de publicar a resenha hoje.. Então, aproveitando o momento já vou deixar pra vocês o desafio do mês de abril.  😀

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 Sinopse:

Ao perceber que a pequena Liesel Meminger, uma ladra de livros, lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. A mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade. A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História.

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Título: A Menina que Roubava Livros
Título original: The Goonies
Autor: Markus Zusak
Ano: 2011
Páginas:
480

Editora: Intrínseca

5 SABRES

Skoob | Goodreads | Comprar

Resenha:

O livro é uma narrativa da Morte, seu foco é a vida de Liesel e o que a ela for relacionado. Organiza-se em dez partes, cada qual com cerca de quarenta páginas.

“A menina que roubava livros” conta a história de uma menina de nome Liesel Meminger que, durante uma viagem de trem com destino a cidade alemã de Molching, ao despertar encontra o seu irmão que viajava a seu lado, morto. No trajeto é feita uma parada para inumar o menino, e, é no cemitério onde nossa protagonista faz o primeiro de seus roubos: um dos coveiros, descuidado, deixa cair à neve um livro intitulado “Manual do Coveiro”. Chegando a cidade de destino, Liesel descobre que seria entregue a uma família adotiva; reluta muito em partir dos braços da mãe, mas acaba cedendo. Nossa protagonista passa a viver com Hans e Rosa Hubermann, sua nova família. A partir de então, Liesel ao decorrer da história, começa a estudar, faz amizades e, passa a roubar livros da biblioteca da mulher do prefeito, Ilsa Hermann (com certo consentimento da proprietária). Ao lado de seu amigo Rudy, ela constrói uma amizade solidária e uma cumplicidade nos furtos, além de um amor castiço e terno…

A ideia de Markus Zusak ao grafar um romance cujo cenário é a Alemanha nazista, retratando os horrores desse período, é de fato interessante. Uma jovem menina que vê (assim qual uma minoria de outras pessoas alemãs) um absurdo nos ideais de Hitler, mas, por coação, mantém a aparência de nazista, muito embora, durante parte da história os Hubermann e Liesel abriguem secretamente um judeu em seu porão.

O livro mostra o caos que foi a Alemanha nesse período: moradores alemães passando fome com o racionamento de alimentos, o temor de ser considerado um traidor ou mesmo de ser alvo de desconfianças por parte dos membros do partido nazista, a repressão para que todos se alistassem a essa facção e, a perseguição aos que se negavam. O fanatismo de maioria dos alemães, o nacionalismo exagerado, a arrogância… A perseguição aos judeus e a quem não fosse etnicamente alemão. O sofrimento das famílias – não só judias, mas inclusive alemãs como também russas e outras tantas – que perdiam seus parentes nas batalhas; das mães que perderam seus filhos ainda pequenos por conta dos bombardeios; pessoas que foram mutiladas pelo conflito… Atrocidades tamanhas que expõem o lado mãos sombrio, perverso e dantesco da natureza humana, capaz de apavorar até mesmo a singular narradora (“os seres humanos me assombram”).

A estruturação desse livro é um pouco diferente do que as dos títulos que já li. A principio foi curioso, até mesmo um pouco “estranho”, mas ao decorrer do livro torna-se conveniente e agradável.

Esta obra possui sem dúvida valor pedagógico; como sempre indicando o mérito da Literatura qual instrumento de cultivar conhecimentos variados. Trata-se de um texto mais indicado, talvez, a alunos a partir do segundo ano do Ensino Médio, dada a qualidade da escrita.

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Desafio Literário 2016 – Abril

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Para o desafio desse mês de abril, temos como obrigatório um livro de autor brasileiro e como opcional um livro de até 100 páginas.

Então, para o obrigatório eu escolhi o livro, Espíritos de Gelo por Raphael Draccon que ficou conhecido pela trilogia Dragões de Éter. 

Mais uma vez não vou ler o livro opcional, por causa do tempo! :\

Sem categoria, Tag's

Tag: Inês Brasil Literária | 2016

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Alô, alô graças a Deus! Vocês sabem quem sou eu? HAHAHAHA

Pra descontrair, hoje eu trouxe para vocês, na verdade, respondi essa tag que vi no canal Canetando e além de gostar da Inês Brasil eu amei a tag, que não foi criada pelo Canetando, mas por outro canal o Olhar Juvenil.

Assim como eu, espero que gostem e que respondam também!! 😀

Sintam-se TODOS tagueados!!

Manas para responder:

Diário de Palavras

A Bookaholic Girl

Hey, John!

Segura a marimba aí, monamu!! 

▱ 1 – UAAAAAARW! O grito da pink da pantera! – escolha um livro avassalador.

Extraodinário, R. J. Palacio

▱ 2 – Graças a Deus, né non? – escolha um livro que tinha tudo para ser ruim mas foi uma grande surpresa.

O Encantador de Flechas por Renan Carvalho

▱ 3 – Parece uma pornô! – escolha um personagem com tom de malícia.

Miles Murray, Tempo de Desejo por Sadie Matthews

▱ 4 – Vou pular naquela piscina e tchuaaaaaaa! – escolha um autor que você leria todos os livros publicados sem medo.

Stephen King ❤

▱ 5 – Cabeça prum lado, corpinho pro outro… – escolha um livro que te deixou confuso.

Caixa de Pássaros por Josh Malerman

▱ 6 – Ui que delícia! – escolha uma continuação muito boa de um livro muito ruim.

Dezoito Luas por Margareth Stohl e Kami Garcia

▱ 7 – Me chama que eu vou! – escolha um autor que você gostaria de fazer parceria para escrever um livro.

J. K. Rowling ❤

▱ 8 – ~Coração com os braços~ – escolha um livro bom do seu gênero favorito e que merece mais destaque.

Duologia: Starters e Enders, distopia escrita por Lissa Price

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