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8 Referências do cinema que aparecem em Stranger Things 3

O mundo invertido possui várias referências de clássicos do cinema – do terror à fantasia. Você conseguiu prestar atenção em todos?

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Fonte: Metro Jornal

Eles podem até ter crescido, mas o cenário nostálgica dos anos 1980 ainda permanece lá. Stranger Things é um dos maiores fenômenos de streaming dos últimos anos e conquistou uma verdadeira legião de fãs, além ter explorado o sucesso com inúmeros produtos da cultura pop. A série da Netflix chegou a sua terceira temporada neste mês de julho e, após algumas horas de maratona, já é possível identificar inúmeros easter eggs e referências à filmes clássicos que amamos.

Pela DarkSide Books, o mundo invertido de Stranger Things surge em forma de livro — Stranger Fans em uma edição de fã para fã que se tornará o guia de todo aficionado pela série. O autor Joseph Vogel, fã de carteirinha da série, dá um verdadeiro mergulho nas referências presentes na série e nos saudosos anos 1980. Entre marcas, produtos clássicos, jogos de tabuleiro, a série também explorou o universo do cinema, com referências à filmes clássicos de diretores consagrados. Confira uma lista de filmes que aparecem na terceira temporadas de Stranger Things (Sem spoiler!):

Gremlins (1984)

Nesta terceira temporada, Dustin retorna do acampamento de férias com inúmeras invenções malucas, além da novidade que surpreende a todos: uma namorada. Mas, entre suas invenções, surge uma espécie de martelo automático que se parece (e muito!) com a invenção de Randall Peltzer (Hoyt Axton), no filme Gremlins, lançado em 1984. 

Os Invasores do Corpos (1978)

A referência ao filme de 1978, dirigido por Don Siegel, aparece nos episódios em que Nancy Wheeler visita a casa de senhora Driscoll. É ali que os ratos que comem fertilizante se transformam — depois de um tempo a senhora Driscoll também sofre as consequências por ter permanecido na casa mesmo após essa estranha invasão.

Alien (1979)

Nesta temporada, o Devorador de Mentes aplica uma espécie de máscara no rosto de suas vítimas — a extensão facial do monstro se parece muito com a usada pelo Xenomorfo, do primeiro filme da franquia Alien (1979).

A Bolha Assassina (1958)

Durante a terceira temporada, alguns animais começam a explodir — se transformando em uma estranha e bizarra gosma que se arrasta pelo chão. Ao olharmos a cena pela primeira vez, já identificamos a clara referência ao clássico de 1958, que ganhou remake em 1988.  No filme, a Bolha não gosta do frio, já o Devorador de Mentes, de Stranger Things, adora baixas temperaturas. 

Tubarão (1975)

Quando Hopper (David Harbour) sai embriagado do restaurante carregando uma garrafa, ele fala sobre ser “o delegado” e poder fazer tudo o que quiser. Em Tubarão, um dos primeiros sucessos de Steven Spielberg, o personagem Martin Brody (Roy Scheider), diz, alcoolizado: “Eu posso fazer o que quiser, sou o chefe de polícia”, enquanto bebe mais vinho.

Exterminador do Futuro (1984) 

O assassino russo que aparece na terceira temporada lembra, até mesmo na maneira de caminhar, Arnold Schwarzenegger, em O Exterminador do Futuro, clássico de 1984. Desde suas metralhadoras, jaquetas, expressão facial e até a incansável perseguição à Hopper e Joyce (Winona Ryder).

História Sem Fim (1984)

No último episódio, em uma cena onde Dustin e Suzie estão juntos, a música final da série A História Sem Fim, de 1984, começa a tocar — uma clara referência e homenagem dos irmãos Duffer a uma das maiores histórias infanto-juvenis do anos 1980.

Star Wars: Uma Nova Esperança (1977) e Retorno de Jedi (1983)

A primeira cena da terceira temporada é uma referência Star Wars, mas exatamente a maneira clássica como ele passa a matar seus inimigos: por estrangulamento. Ainda no primeiro episódio, Dustin (Gaten Matarazzo) identifica-se no rádio como Gold Leader — mesmo nome usado pelo líder da Aliança Rebelde, Dutch, na Batalha de Yavin. Em algum momento da série, Steve explica para Robin que seu filme favorito de Star Wars é “aquele com os ursos de pelúcia”, conhecidos como Ewoks, presentes em O Retorno de Jedi.

Fonte: DarkBlog

 

 

 

 

5 Estrelas, Resenhas, Sem categoria, Terror

Resenha: O Assombrador das Trevas – H. P. Lovecraft

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Sobre o autor 

Considerado por muitos críticos um dos escritores de terror mais influentes de século XX, Howard Phillips Lovecraft (1890-1937) nasceu na região da Nova Inglaterra, da qual também proveio Edgar Allan Poe, na cidade de Providence, Rhode Island. Foi um jovem solitário, doente e de família abastada – era neto de um proeminente industrial, Whipple Van Buren Phillips –, que cresceu sem a presença do pai. Casou-se com a comerciante judia Sonia Haft Green. Mas, em virtude de problemas financeiros, divorciou-se e passou a morar com duas tias. Nessa época, teve sua fase de maior produtividade, destacando-se por seus contos de horror gótico e tornando-se um dos precursores da ficção científica nos Estados Unidos.

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Sobre o Livro

Criaturas estranhas, seres de outras dimensões, monstros que em tempos passados tiveram seu auge e reinaram em nosso planeta. Agora percorrendo um retorno triunfal, agem à espreita para reconquistar tudo novamente. Vocês meus amigos, já devem ter imaginado algo assim alguma vez na vida, principalmente quando imaginamos as ideias de invasão alienígenas que as ficções científicas hollywoodianas criam em nossas mentes, mentes essas incrivelmente repletas de criatividade. Quem nunca ouviu falar no filme Independence Day ou ouviu se cogitar que as pirâmides do Egito foram construídas por alienígenas nos séculos passados? Pois bem, nessa premissa de poder crer em possíveis especulações distintas Howard Phillips, teve seu auge criativo. Poucos sabem ao certo disso. Artistas, pintores e escritores (almas sensíveis), vislumbram a sua existência em sonhos ou acessos de delírio. Grupos primitivos, por razões ainda não compreendidas, estranhamente os cultuam, mas apenas poucos homens, verdadeiros eruditos, buscam pistas sobre essas criaturas e as estudam. São os únicos que poderiam nos proteger.

Em meio a essa mistura de horror e ficção científica, esse vem a ser o enredo de boa parte da produção meus caros seguidores, do Howard Phillips Lovecraft, escritor norte-americano responsável pela criação do Mito de Cthulhu, que até hoje é uma criatura cultuada por várias seitas diversas.  Os contos de Lovecraft e suas criaturas tiveram enorme repercussão. Neste livro em específico no qual eu recomendo, vocês poderão desfrutar de alguns de seus contos mais importantes, sendo uma grande e excelente escolha da editora MARTIN CLARET, da série A Obra Prima de Cada Autor. Traduzido por Lenita Rimoli Esteves. 

Os contos que nesse livro vocês poderão acompanhar são: O chamado de Cthulhu, O horror de Dunwich, Sussurros na escuridão e O assombrador das trevas.

 

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Resenha

“Não está morto o que pode eternamente jazer

E após estranhos éons mesmo a morte pode morrer”

(H.P.Lovecraft.)

Um autor que podemos considerar como cult, que é prezado pela cultura popular e exerce influência sobre muitos outros artistas, traz consigo em suas obras, muito de sua cultura e percebemos isso na maioria de seus personagens, nascido na região da Nova Inglaterra, essa localização parece sempre ser alvo base para praticamente todos os seus contos, mesmo que muitos sejam inventados, vocês poderão observar como ele sempre usa os recursos geográficos para poder criar as bases de seus enredos, por meio do clima, da cultura, dos pensamentos populares e da estrutura que formam aquela região da Nova Inglaterra. Eu entendo ele, pois quando escrevi meus contos eu estive sempre utilizando os recursos mais próximos para poder ser mais preciso em relação a compreensão do leitor. É como se eu falasse do fogo, mas nunca tive a experiência de me queimar… como eu poderia expressar como é uma cena de queimadura se nunca senti uma? Creio que ficaria um tanto pouco original querer expressar algo para tantos que possivelmente já se queimaram com um cigarro, no fogão de casa, fazendo aquele brigadeiro delicioso caseiro num fim de tarde nublado e de repente encosta o pulso sem querer na borda da panela, causando aquela dorzinha incómoda enquanto colocamos nosso antebraço debaixo de água corrente para não criar uma bolha. Pelo que entendi, as fases difíceis na vida de Lovecraft foram os momentos em que ele mais produziu e alcançou os tantos encantos fictícios de seus monstros e suas mais profundas frustrações, envolvidas naquele clima de sua região que só intensificaram mais ainda a grande imaginação de nosso autor.  Notei que o autor em um dos contos ele usa nomes de cientistas e pessoas reais, em outros não, apenas ficcionais. Contudo entre os quatro contos, um irei tratar e fiz um breve sorteio de bem me quer, mal me quer e o escolhido pela sorte foi o Assombrador das Trevas, sendo esse o último desta coleção. Isso ajudará a não dar spoilers sobre os demais. E há uma curiosidade nesse conto conduzido com personagens fictícios, pelo que pesquisei é que ele é bem do tipo, apenas sinta a sensação, deixe sua imaginação fluir. Isso claro, pois eu poderia descrevê-lo de maneira cômica (risos) sendo assim:

“Um conto detalhista de uma história sem conclusão, sob fatos não esclarecidos, de uma premissa sem garantia de veracidade, baseada em uma lenda, mistificada em um diário que relata uma frenética paranoia de atos sem explicação que existe sem haver registros claros de uma existência maligna, sendo concluído que o autor do certo diário veio a óbito sem sabermos como sua morte ocorrera, por meio de algo que ninguém sabe, acreditando num ser demoníaco que ele não sabe se existe, mas crê fielmente em sua presença, dado pelo laudo dos legistas que sua morte veio a ocorrer por meio de uma eletrocussão, cujo o choque não se dera por eletricidade comum, mas uma morte eletrocutado por um choque de proporções medonhas oriundas de uma descarga de medo assombrador no decorrer de um momento sem energia na pequena cidade de Federal Hill, enquanto ele olhava pela sua janela a janela da torre negra sem janelas de uma igreja que tinha um mistério antigo, mas que era uma nave.”

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(Risos) entenderam essa confusão?

Bem, meus caros leitores do Nerd Book’s, esse conto soou muito como especulativo para mim. O que quis dizer é mais ou menos assim:

Robert Harrison Blake, morador da Rua East Knapp, número 620, Milwaukee, Wisconsin. É um escritor e pintor, que viaja para a cidade de Providence no inverno de 1934, e procura lá desvendar um certo mistério que paira em uma cidade ao lado conhecida como Federal Hill. Lá a uma lenda que reina entre os moradores de uma certa maldição que permanece por muito tempo e de pessoas que nessa lenda foram dadas como desaparecidas, entre elas um jornalista que foi até a igreja investigar os casos de desaparecimento e nunca mais retornou ou foi visto. Curioso, estudioso nos assuntos místicos e sombrios, toda aquela crença dos moradores lhe chamou a atenção, em sua casa estilo georgiano, até então alugada recentemente e onde residiu até 1935, o dava visão a uma torre negra sem janelas desta tal igreja. O que o fez parar e de sua janela observar o cinismo que havia naquela paisagem. Logo, certo dia ele indo a pequena cidade de Federal Hill, Blake buscou informações sobre aquela igreja, que tanto lhe chamava a atenção, logo percebeu que havia um enorme tabu entre as pessoas que não quiseram mencionar sobre a igreja e isso mexeu com sua ávida curiosidade de escritor. Fazendo-o adentrar na igreja para saber o porquê que as pessoas não se aproximavam ou comentavam nada a respeito do local. Ao entrar no recinto mal dito pelos populares, povo da pequena Federal Hill, dentro da igreja, Blake foi analisando e descobrindo inúmeras coisas que pudessem lhe auxiliar na sua investigação (Não direi o que ele encontrou na nave desta igreja ou na torre negra, terão que ler, já há bastante spoiler rsrsrs) que trouxe por fim uma enorme sensação de pavor e desespero, sendo criativo como qualquer escritor acabou que sua imaginação absorveu os acontecimentos que ocorreram dentro da igreja e retornando para sua residência, ele apenas estudou assiduamente escritas de um determinado livro que trouxera consigo e com os dias uma certa paranoia foi tomando de conta de seus pensamentos, sonambulismo e acontecimentos noturnos o fez em um momento de desespero amarrar-se pelo tornozelo na própria cama a fim de impedir que seu sonambulismo o tirasse da cama. Com o tempo ele passou a dedicar-se ao seu diário, contando o que sentia e o que estava descobrindo, até que passou a crer na existência de uma possível criatura de outro mundo que naquela igreja reinava apenas por detrás das sombras e que só poderia ressurgir na escuridão. Quando quedas no abastecimento de energia ocorriam a noite, muitos moradores de Federal Hill, iam até o entorno da igreja orar até que a luz retornasse e Blake, entrava em pânico nesses momentos sem luz. E uma certa vez em uma dessas quedas de energia, Blake veio a óbito. Como isso ocorreu, é preciso ler para entender. O conto se inicia de traz para frente, primeiramente se dá o desfecho de sua morte, consequentemente é abordado, ressaltando meu caros #NerdBookaholics que a história tem duas versões, mas se é expressado e analisado apenas pelo ponto de vista de Blake, através do que ele deixou escrito em seu diário, que este por fim foi escrito até os últimos instantes de sua vida terrena.

Então é isso aí meus amados leitores, eu sou Rodolfo Rodrigo e essa foi mais uma análise literária em cima de uma figura reconhecidíssma no mundo da ficção científica e sobrenatural. Esperamos que tenham gostado e que tenham se interessado em conhecer as obras de Lovecraft. Vejo vocês na próxima resenha com alguma nova pérola da literatura para encher a mente de vocês com muita cultura e conhecimento. Vale muito a pena conferir!

Um forte abraço, Beijos!

Editora DarkSide, Resenhas, Terror

Resenha: Menina Má, por William March

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Fonte: Darkside Books

Sinopse:

Publicado originalmente em 1954, MENINA MÁ se transformou quase imediatamente em um estrondoso sucesso. Polêmico, violento, assustador eram alguns adjetivos comuns para descrever o último e mais conhecido romance de William March. Os críticos britânicos consideraram o livro apavorantemente bom. Ernest Hemingway se declarou um fã. Em menos de um ano, MENINA MÁ ganharia uma montagem nos palcos da Broadway e, em 1956, uma adaptação ao cinema indicada a quatro prêmios Oscar, incluindo o de melhor atriz para a menina Patty McComarck, que interpretou Rhoda Penmark.

Rhoda, a pequena malvada do título, é uma linda garotinha de 8 anos de idade. Mas quem vê a carinha de anjo, não suspeita do que ela é capaz. Seria ela a responsável pela morte de um coleguinha da escola? A indiferença da menina faz com que sua mãe, Christine, comece a investigar sobre crimes e psicopatas. Aos poucos, Christine consegue desvendar segredos terríveis sobre sua filha, e sobre o seu próprio passado também.

MENINA MÁ é um romance que influenciou não só a literatura como o cinema e a cultura pop. A crueldade escondida na inocência da pequena Rhoda Penmark serviria de inspiração para personagens clássicos do terror, como Damien, Chucky, Annabelle, Samara, de O Chamado, e o serial killer Dexter.

Título: Menina Má
Título original: The Bad Seed 
Autor: William March
Ano: 2016
Páginas:
272
Editora: Darkside Books

 

5 SABRES

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Resenha:

O mais fascinante em Menina Má é que, apesar de todas as passagens de percepção sobre o comportamento de Rhoda, não é mencionado no livro a palavra ‘sociopata’. Mas, March tem uma extrema facilidade de descrever todas as condições em que menina se encontra. Ele detalha cada irregularidade, o comportamento de suas vítimas e o dom aparentemente inato de manipular todos ao seu redor, crianças ou adultos. Eu não sei quando essa palavra, ‘sociopata’, entrou no nosso léxico. Eu só estou supondo que ele não estava em uso na década de 1950. Basicamente, esta é Rhoda Penmark: um caso a ser estudado.

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Fonte: Google

Na verdade, o horror presente na história não é nos crimes de Rhoda, mas no processo em que sua mãe, Christine, leva a entender sobre a vida do jovem Rhoda – mortes acidentais de animais de estimação, colegas de escola, um vizinho. Não importa como Christine tenta racionalizar a sua vida, os crimes de Rhoda, o próprio dever de sua filha, a verdade é mais prejudicial do que ela tinha imaginado. Christine começa pesquisando casos de crianças assassinas e aprende algo sobre ela mesma, sobre seu passado e o fato de ter acobertado sua filha para protegê-la.

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Fonte: Google

Leroy Jessup é o bruto, irritante, ressentido que trabalha no apartamento que as Penmarks vivem. Ele acaba observando as maquinações de Rhoda, e cria uma suspeita da morte de Claude Daigle, um colega que morreu afogado durante um piquenique de verão. Leroy constantemente faz “Zzzzz! Zzzz!” sons para ela – imitando a “pequena cadeira elétrica rosa”, onde as meninas más são enviadas. Brilhantemente, March acrescenta que Leroy “teria sido surpreendido ao saber que, em certo sentido, ele estava apaixonado pela menina, e que a sua perseguição por ela, sua preocupação persistente, fazia parte de um perverso e assustador amor.” Isso é muito f#da!

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Fonte: Google

Ler Menina Má é divertido, perfeito para um frio em uma tarde quente de verão. Personagens como Monica Breedlove, a dona da casa e melhor amiga de Christine, são totalmente convincente; Depois, há Reginald, um escritor, a quem Christine confidencia sobre seu interesse em muitos jovens assassinos.

Nenhuma dúvida sobre isso: Menina Má é um thriller psicológico de primeira linha, um pouco ainda maravilhoso, despretensioso, com material pouco relacionado a assassinatos em si, escrito com habilidade, uma pequena obra-prima de horror que apresento lhes a conhecer de uma só vez!

Curtam! Comentem! Compartilhem! 

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Essa menina não é brinquedo | #DarkSide2016‏

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Nascemos inocentes e somos corrompidos ou a semente da maldade já está dentro de nós?

 

É tiro atrás de tiro, mais um lançamento da DarkSide Books para nos deixar boquiabertos!

Há 62 anos, um livro de suspense psicológico faria com que milhões de leitores discutissem apaixonadamente essa questão. Que livro era esse? Menina Má, mais um clássico que a DarkSide Books desenterra para os fãs do que há de melhor, e mais sombrio, na literatura mundial.

Publicado originalmente em 1954, Menina Má se transformou quase imediatamente em um estrondoso sucesso. Polêmico, violento, assustador eram alguns adjetivos comuns para descrever o último e mais conhecido romance de William March. Os críticos britânicos consideraram o livro “apavorantemente bom”. Ernest Hemingway se declarou um fã. Em menos de um ano, Menina Má ganharia uma montagem nos palcos da Broadway e, em 1956, uma adaptação ao cinema indicada a quatro prêmios Oscar, incluindo o de melhor atriz para a menina Patty McComarck, que interpretou Rhoda Penmark.

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Rhoda, a pequena malvada do título, é uma linda garotinha de 8 anos de idade. Mas quem vê a carinha de anjo, não suspeita do que ela é capaz. Seria ela a responsável pela morte de um coleguinha da escola? A indiferença da menina faz com que sua mãe, Christine, comece a investigar sobre crimes e psicopatas. Aos poucos, Christine consegue desvendar segredos terríveis sobre sua filha, e sobre o seu próprio passado também.

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Menina Má é um romance que influenciou não só a literatura como o cinema e a cultura pop. A crueldade escondida na inocência da pequena Rhoda Penmark serviria de inspiração para personagens clássicos do terror, como Damien, Chucky, Annabelle, Samara, de O Chamado, e o serial killer Dexter.

O romance de William March, que chega as livrarias em 2016, é ainda uma excelente dica de leitura para os fãs da coleção Crime Scene, da DarkSide Books, que investiga casos reais de psicopatas. A ficção nunca antes foi tão assustadoramente real como em Menina Má.

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William March nasceu em uma família pobre no Alabama, em 1893. Alistou-se na Marinha e combateu na Primeira Guerra Mundial, tendo recebido condecorações dos governos norte-americano e francês. Largou a farda logo após o conflito, e os horrores do confronto lhe inspiraram a escrever seu primeiro romance, Company K. Publicou seis romances e quatro compilações de contos. Morreu em 1954, um mês após o lançamento do seu livro mais celebrado, Menina Má.

3 Estrelas, Adaptações, Editora DarkSide, Resenhas, Sem categoria, Terror

Resenha: O Demonologista – Andrew Pyper

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Sinopse:

O personagem que dá título ao best-seller internacional é David Ullman, renomado professor da Universidade de Columbia, especializado na figura literária do Diabo – principalmente na obra-prima de John Milton, Paraíso Perdido. Para David, o Anjo Caído é apenas um ser mitológico. Ao aceitar um convite para testemunhar um suposto fenômeno sobrenatural em Veneza, David começa a ter motivos pessoais para mudar de opinião. O que seria apenas um boa desculpa para tirar férias na Itália com sua filha de 12 anos se transforma em uma jornada assustadora aos recantos mais sombrios da alma.

Enquanto corre contra o tempo, David precisa decifrar pistas escondidas no clássico Paraíso Perdido, e usar tudo o que aprendeu para enfrentar O Inominável e salvar sua filha do Inferno.

Este é um daqueles livros que você não consegue largar até acabar a última página, ainda que vá precisar de muita coragem para seguir em frente. O Demonologista ganhou o Prêmio de Melhor Romance do International Thriller Writers Award (2014), concorrendo com autores como Stephen King. Entrou em diversas listas de melhores livros de 2013, foi finalista do Shirley Jackson Award (2013) e do Sunburst Award (2014), chegou ao topo da lista dos mais vendidos do jornal canadense Globe and Mail e foi publicado em mais de uma dezena de países.

Título: O Demonologista 
Título original: The Demonologist 
Autor: Andrew Pyper
Ano: 2015
Páginas
: 320

Editora: DarkSide Books

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3 ESTRELAS
PODERIA SER MELHOR!

Resenha:

O livro de certa forma chama bastante atenção, daqueles que você compra pela capa ou pela diagramação, que venhamos e convenhamos a DarkSide nunca deixa a desejar. Mas, o que realmente importa é seu conteúdo e confesso que me frustrei um pouco, pois eu tive muito expectativa sobre o livro e nem li resenhas para ter minha própria opinião e lê-lo sob minha perspectiva. 

David Ullman é um professor universitário, tem um casamento conturbado e uma filha de onze anos. É ateu, mas apaixonado por estudos que envolvam religiões, e certo dia foi convidado para ir a Veneza, Itália, para presenciar algo sobrenatural.

Devido seu casamento conturbado, sua esposa acaba o deixando com a filha e vai morar com seus pais. Sendo assim, David não tem outra escolha a não ser levar consigo para Veneza sua filha, Tess. 

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A história começa a se desenvolver, quando em Veneza o serviço que David foi convidado a presenciar dar errado, envolvendo sua filha. A partir daí, contando com a ajuda de sua amiga, Elaine O’Brian, David sai numa jornada, onde tem que decifrar enigmas e enfrentar situações nada a ver.

O autor escreve muito bem, mas a história não é boa. É meio cansativa, repetitiva e não te prende como deveria te prender, já que o tema do livro nos faz ter curiosidade e até medo de lê-lo. 

Mas, por outro lado, o livro até que deixa a estante mais bonita… Ah, sim! Já ia esquecendo, O Demonologista, será adaptado para o cinema, veremos se o filme superará o livro ou será o mesmo fiasco. 

 

Lançamentos, Séries, Terror

Lançamento: Penny Dreadful – 2º Temporada

E aí, tudo bem?

Em Penny Dreadful, alguns dos personagens mais famosos e assustadores da literatura mundial, como o Dr. Frankestein e sua criação, o eternamente jovem Dorian Gray e icônicas figuras do romance Dracula, estão todos vivendo nos cantos obscuros de Londres Vitoriana. Um thriller psicológico que mescla histórias de terror clássicas e histórias originais em um drama inteiramente novo.

O título da série se refere aos tipos de livros de  ficção britânicos publicados no Século 19. Eram histórias seriadas, publicadas ao longo de semanas, e os personagens que aparecem no programa de TV são de domínio público.

A segunda temporada de Penny Dreadful chega aos televisores de toda a América Latina pela HBO apenas cinco dias depois de estrear nos Estados Unidos, como confirma a emissora em comunicado oficial. A estreia no Brasil e demais países da região acontece na sexta-feira, 8 de maio, às 23h, enquanto no canal americano Showtime a nova temporada começa a ser exibida no dia 3, hoje.

No início da segunda temporada, Vanessa Ives trava uma batalha pessoal contra um demônio maligno decidido a possuí-la, enquanto Sir Malcolm Murray tenta salvar sua filha de um destino pior do que a morte. Ethan Chandler se envolve com um grupo de caçadores de vampiros de Londres e apaixona-se por uma prostituta local, ao mesmo tempo em que é ameaçado pelo próprio passado misterioso. Dr. Victor Frankenstein tem de enfrentar as consequências das suas bem-sucedidas experiências, mas que desafiam a morte. Já Dorian Gray acaba se apaixonando pela inacessível Vanessa Ives e Brona Croft enfrenta sua iminente morte por tuberculose.

Com dez episódios, a segunda temporada de Penny Dreadful conta com as atuações de Timothy Dalton (Sir Malcolm Murray), Eva Green (Vanessa Ives), Harry Treadaway (Dr. Frankenstein), Josh Hartnett (Ethan Chandler), Helen McCrory (Madame Kali), Danny Sapani (Sembene), Reeve Carney (Dorian Gray), Rory Kinnear (a Criatura) e Billie Piper (Brona), entre outros. Os atores convidados desta temporada são Patti LuPone, Douglas Hodge, Sarah Greene e Jonny Beauchamp.

Nova temporada de Penny Dreadful a partir de 8 de maio, às 23h, na HBO.

 

 

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Terror

Lista de 13 livros para ler na sexta-feira, 13!

Oi, como estão?

O número 13 é considerado de má sorte. Na numerologia o número 12 é considerado de algo completo, como por exemplo: 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou 12 constelações do Zodíaco. Já o 13 é considerado um número irregular, sinal de infortúnio. A sexta-feira foi o dia em que Jesus foi crucificado e também é considerado um dia de azar. Somando o dia da semana de azar (sexta) com o número de azar (13) tem-se pela tradição, o mais azarado dos dias.

Segue lista com livros que vão te aterrorizar… HAHAHAHAHAHAHA (risada de bruxo)…

Após o sucesso do seu primeiro livro, Ilana Casoy dedicou-se a uma pesquisa rigorosa para investigar os serial killers brasileiros, no que viria a ser o primeiro livro do gênero dedicado aos assassinos em série do Brasil. Foram cinco anos de pesquisas, visitas a arquivos públicos, manicômios e penitenciárias, além de entrevistas cara a cara com personificações do mal em terras tupiniquins, para compor um inquietante roteiro com rigor investigativo de como, por quê e com que métodos os serial killers brasileiros atuam.

Em Made in Brazil, Casoy relata sete casos de serial killers brasileiros, três dos quais ela entrevistou pessoalmente: Marcelo Costa de Andrade, o vampiro de Niterói, um dos casos e depoimentos mais chocantes do currículo da autora; Francisco Costa Rocha, o Chico Picadinho; e Pedro Rodrigues Filho, o Pedrinho Matador. Um relato cruel feito pelos próprios assassinos, conduzido com maestria por quem entende do assunto, que procura guiar o leitor pela sinuosa mente de pessoas frias e com movimentos mais que premeditados para o mal. Além deles, a autora se debruça sobre a vida e os crimes de José Augusto do Amaral (Preto Amaral), Febronio Índio do Brasil, Benedito Moreira de Carvalho (Monstro de Guaianases) e José Paz Bezerra (Monstro do Morumbi).

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