SHADOWHUNTERS: Assistir ou não?

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Em primeiro lugar, você pode estar se perguntando o que é Shadowhunters? Ou o que são Instrumentos Mortais? A série de TV Shadowhunters é uma adaptação de uma série de livros do gênero YA (jovens adultos), popularmente conhecida como The Mortal Instruments (Instrumentos Mortais). A série literária possui 6 livros. Há uma trilogia chamada The Infernal Devices (As Peças Infernais), dois livros de histórias canônicas, contadas e chamadas The Bane Chronicles (As Crônicas de Bane, sobre o bruxo bissexual imortal Magnus Bane) e Tales From Shadowhunter Academy. Há também mais duas séries de sequências planejadas (3 livros cada): The Dark Artifices (Os Artifícios das Trevas, o primeiro livro, Dama da Meia-noite, foi publicado pela Galera Record em 2016) e The Last Hours (sem data prevista de lançamento no Brasil). Hum. Há também um Shadowhunter Codex, que é um guia de acompanhamento de terminologia, história e assim por diante. Em suma, este é um mundo enorme. Esta série é para as pessoas que amam a fantasia urbana, lotes e lotes de construção do mundo, árvores genealógicas complicadas que cobrem séculos (saber quem está relacionado com quem e o que aconteceu entre seus antepassados há 200 anos é muitas vezes crucialmente importante nesta série).

Em poucas palavras, Shadowhunters são pessoas descendentes de anjos que protegem o mundo de Downworlders (fadas, vampiros, lobisomens, demônios e qualquer outra coisa não humana ou um caçador de sombras). Há um mundo inteiro que os seres humanos não têm ideia sequer existe. É um mundo perigoso que se equilibra precariamente à beira da guerra entre facções em grande parte políticas de seres sobrenaturais, nenhum dos quais gosta ou particularmente confiam uns nos outros e onde muito poucas coisas são como parecem (incluindo quem são os caras “bons” e “maus”).

A série de TV é baseada na série principal e começa na trama do primeiro livro, A Cidade dos Ossos. No primeiro livro, uma adolescente comum descobre que ela é qualquer coisa menos comum quando sua mãe é sequestrada por causa de algo chamado A Taça Imortal que as pessoas muito ruins querem. Clary Fray, a antiga garota comum, tem muito com que lidar. Sua mãe mentiu sobre quem é toda a sua vida. Após o sequestro descobre ser uma shadowhunter, assim ela tem que aprender rapidamente sobre todo este mundo que ela nunca soube que existia e não possui nenhum conhecimento para lidar com essa novidade, há desconfiança por toda parte (especialmente quando todos sabem quem é seu pai e por que ela e sua mãe estavam disfarçadas como Mundanos).

Primeiro de tudo, você deve assistir? Se você é um fã dos livros e filmes, eu diria que sim. Não é perfeito e eu tenho alguns problemas que vem sendo aceitável até o momento. Eu sou um grande fã de longa data dos livros e estou emocionado ao ver esses personagens na TV. Eu gostei partes do filme, honestamente, mas o grande problema que eu poderia ver é que esta não é uma série que um filme ou um conjunto de filmes poderia fazer justiça. O tipo de coisa que você não pode fazer em 2 horas. Esta série é melhor na TV, onde há o tempo para explorar o mundo e realmente cavar os personagens. Se você não está familiarizado com os livros, há uma curva de aprendizagem definitiva. Os primeiros episódios se sentem um pouco apressados e recheados com vários personagens tentando trazer Clary, até a velocidade em um valor de vocabulário totalmente novo de coisas muito importantes que ela / você precisa saber (se você assistir e está desesperadamente perguntando a si mesmo, o que é The Clave, The Accords, Runas, The Silent Brothers, The Mortal Cup, e assim por diante, tudo bem. Você acabará por entender tudo).

Em minha opinião, a melhor coisa até agora é o elenco. No filme, o elenco não me agradou muito. O elenco de TV é muito, muito, muito bonito e eu sou honesto o suficiente para admitir que esteja apreciando cada minuto que assisto.

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Fime – Instrumentos Mortais – Cidade dos Ossos (2013)

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Série – Shadowhunters (2016)

Os personagens são envelhecidos. No primeiro livro, Clary tem 15 anos. No piloto, ela completa 18 anos. Fazê-la uma jovem adulta em vez de uma adolescente tem vantagens para onde eu acho que eles querem tomar. Principalmente, ele libera algumas restrições para os personagens dos livros em termos de serem menores (nos livros, apenas Alec é um adulto. Como tal, ele pode fazer coisas que os outros personagens não podem em relação à lei da Clave).

Uma coisa que eu estou preocupado é com a rapidez com que a série parece estar passando pela trama. Eu gostaria de vê-los abrandar e realmente explicar e mostrar o mundo rico que os personagens habitam. Há SEIS livros apenas (na série principal). Parece que eles estão indo para uma abordagem de despejo de informação para obter rapidamente os telespectadores pelo mundo, mas eu acho que eles devem abrandar, para que não percam as pessoas com muita informação, muito cedo.

Eu acho que esta é uma série que vale a pena experimentar, se você é novo para o mundo Shadowhunter ou se você já é fã, acho que vai gostar ainda mais. Acredito que a série só vai melhorar com o andamento das temporadas.

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Resenha: 666 O Limiar do Inferno, Jay Anson

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Sinopse:

O casal Keith e Jennifer volta pra casa após curtas férias e, atrás de seu quintal percebe uma casa que não estava lá antes: um casarão vitoriano que foi transportado até lá enquanto viajavam. Acontece que a casa não é necessariamente abençoada: ao investigá-la, Keith descobre que o antigo morador assassinou a amante e o cunhado lá dentro. Mas a casa causa certas sensações estranhas nele, justificadas conforme o desenrolar da história. Uma série de acontecimentos estranhos se inicia.

Título: 666 O Limiar do Inferno  
Título original: 666
Autor: Jay Anson
Ano: 1981
Páginas:
252

Editora: Círculo do Livro

5 SABRES

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Sobre o autor

É comum que os romances de Jay Anson conduzam o leitor a um mundo desconhecido, que foge de nosso controle, sempre baseado em forças sobrenaturais, sempre manifestadas por entidades demoníacas. Seu vasto conhecimento em teologia sempre atualizadas nas novas pesquisas realizadas em domínios da parapsicologia o tornou referência nesses tipos de enredo com ligações e fatos com o submundo.

Com a carreira iniciada em 1937, atuando profissionalmente como copy-desk na redação do “Evening Journal” de Nova York, Jay Anson mais tarde ainda atuou na área de publicidade (produção sempre foi seu forte). Pouco mais adiante fez parte da companhia Profissional Films, Inc. e mora em Nova York. Mas para chegar em sua posição, Jay Anson redigiu mais de quinhentos roteiros de documentários para a televisão americana. Entre uma de suas obras mais mencionadas está o “Horror em Amityville”, publicado pelo Círculo, foi baseado em fatos reais (o que o tornou bastante interessante para os leitores), a obra foi amplamente divulgada pela imprensa. Jay Anson nasceu em 4 de novembro 1921 e morreu em 12 de março de 1980, aos 58 anos. O livro “666 No Limiar do Inferno” foi publicada também pela Círculo do Livro S.A. em 1981, um ano após sua morte. Traduzido por Gilberto Domingos do Nascimento e com layout da capa de Tide Hellmeister.

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Sobre a Obra

É muito difícil resenhar uma obra sem deixar que o spoiler tire a magia do inesperado, portanto irei me concentrar em esclarecer que obra vocês meus #Nerdbookaholics, estão a conhecer sem tirar a magia do suspense contida nesta obra. Spoiler de um livro de suspense, horror e terror seria cruel, não acham? Enquanto aperfeiçoo minhas técnicas como resenhista sem dar spoilers, tentarei mantê-los apenas atualizados pelo o que lhes esperam.

O livro conta a história de uma mansão assombrada, cercada de mistérios e crimes. Entendam como ela se passa: No dia 10 de setembro de 1978, uma casa de madeira, branca e amarela, marcada por um duplo assassinato a cinco anos atrás, foi colocada em uma carreta e transportada para Pugget Sound. A casa de dois andares foi guinchada e colocada em numa enorme barcaça e rebocada para o mar. A tal casa em estilo vitoriano, permanecia vazia desde 1973, quando James Beaufort cometeu nela um duplo assassinato. A brutalidade deste crime abalou a pacata área residencial da cidade de Seattle. O advogado de Beaufort negou que seu cliente fosse forte o suficiente para cometer tais assassinatos. Mas olha que surpresa, pessoal: De maneira inesperada, no julgamento Beaufort confessou ambos os crimes aos jurados. Em 1974 após o crime que aparentava ser mais um caso de crime passional, movido pelo ciúme que fez Beaufort assassinar sua esposa e o seu cunhado, Beaufort passou a cumprir uma pena de vinte anos da Penitenciária Federal da Ilha McNeil. Logo já achei estranho pelo fato do crime ter sido movido por ciúmes, o que me deixou pouco crente no poder sobrenatural que eu poderia experimentar no livro, mas segui em frente, mesmo assim. Pouco se sabe ao certo sobre esse crime cometido pelo sr. James. Apenas o que ele dizia e isso podia ser uma forma elementar de provocar os leitores mais atentos, de qualquer forma eu continuei a tentar entender a ideia do cinismo desta história e não muito demorou.

A casa meus caros amigos e leitores, era um belo exemplo de uma arquitetura de meados do século XIX, que permanecia sob os cuidados da imobiliária Spatz, a mesma imobiliária que alugou a casa para o sr. Beaufort. A casa passava pela cisma e fama dos tais assassinatos, que acabou dificultando seu aluguel para novos inquilinos, enquanto muitos outros diziam que a casa era assombrada. De acordo com a imobiliária várias ofertas foram dadas na casa nos últimos anos, mas a imobiliária necessitou recusar todas, por ordem do proprietário que as rejeitou.

Vejam que estranho meus caros seguidores do Nerd Books, a imobiliária Spatz, diz nunca conhecer pessoalmente o proprietário, nem mesmo conhecem alguém que já o tenha visto em alguma ocasião. Ela não tem nem ao menos o endereço do tal proprietário que era conhecido apenas pelo registro no cadastro imobiliário como um tal sr. Coste. Todas as negociações eram feitas pelos correios e por telefone, pelo tal proprietário e que recentemente havia entrado em contato com a imobiliária para informar que o lote número 666, da Bremerton Road não estava mais disponível para aluguéis, mas apenas para venda. Desde então lembro que vários fatos estranhos ocorreram dentro da mansão e que os moradores afirmavam terem visto uma luz vermelha intensa que vinha de dentro da casa. Já o sr. Coste não informou onde seria o local para onde a casa iria ser levada após a venda e também a imobiliária Spatz não conseguiu dados ou informações sobre a companhia carregada de transportar a estrutura para maiores esclarecimentos. Pois bem, já com esses fatos misteriosos, eu já me senti atraído pelo suspense que poderia me levar ao horror e terror desta obra belíssima do Jay Anson. Eu achei que a leitura dos trabalhos de Anson são bem interessantes por ele ser meticuloso, ao mesmo tempo que ele não se prende muito, deixando logo a história seguir seu curso (o que torna tudo menos cansativo e não tira o foco dos últimos acontecimentos), prendendo você a cada momento como se algo o aguardasse para um momento intenso de acontecimentos sobrenaturais ou meramente mundanos. E gostei de verdade disso. Agora se deseja saber o que acontece com a mansão, para aonde a casa foi levada, quem a comprou e o que aconteceu com os novos moradores e todo o seu cruel enredo, apenas lendo para saber, pois aqui encerro minhas palavras para deixar o melhor desta obra a critério de suas mentes brilhantes e criativas.

Resumindo, ao lerem “666 No Limiar do Inferno” meus caros, vocês perceberão que a obra traz um universo maléfico e aterrorizante que se esconde numa casa, uma sólida mansão vitoriana, que se situa na Bremerton Road, nº 666. Em uma atmosfera densa, rodeada de surpresas sombrias, o que para os fãs do gênero nada mais é do que irresistível em seu enredo meticuloso e sobrenatural. Os amantes do estilo deram boas críticas a obra que caiu como encanto para os leitores e todos aqueles que acreditam haver mais coisas entre o céu e a terra do que supõe a nossa vã filosofia. Eu espero que gostem da leitura e comentem conosco o que acharam da experiência com o livro, estaremos ansiosos pelo SEU comentário. Boa leitura.

Até a próxima.

~Rodolfo Rodrigo

Resenha: Warcraft, Christie Golden

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Sinopse:

Há muito Azeroth está em paz. Após expulsar os trolls, com a ajuda de Medivh, Guardião do reino, humanos vivem em paz com os vizinhos elfos e anões. Mas um novo mal desponta no horizonte, e a guerra ameaça engolfar mais uma vez os domínios do justo rei Llane.

Uma raça temerária de invasores, os guerreiros orcs, insuflados pelo feiticeiro Guldan e liderados pelo monstruoso Mão Negra, fogem de seu mundo agonizante em busca de caça e oportunidades. Com a ajuda da vileza, a mais cruel das magias, Guldan criou um portal capaz de transportar sua Horda até Azeroth.

A maré verde, de orcs dominados por esse mal, toma de assalto as terras humanas. Morte e destruição ameaçam destruir a tudo e a todos. Então, de lados opostos, dois heróis surgem, em uma rota de colisão que decidirá o destino de sua família, seu povo e seu lar.

Durotan, o líder honrado do clã Lobo do Gelo, quer apenas uma chance para seu filho recém-nascido. Lothar, o Leão de Azeroth, busca redenção. E assim começa uma espetacular saga sobre poder e sacrifício, na qual a guerra tem muitas facetas e todos lutam por algo.

Título: Warcraft  
Título original: Warcraft
Autor: Christie Golden
Ano: 2016
Páginas:
266

Editora: Galera Record

Livro cedido através da parceria com a editora

5 SABRES

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Resenha:

No início da minha análise, devo ser honesto: eu nunca joguei World of Warcraft e até agora não vi a versão do filme do Warcraft. Minha primeira e única introdução neste mundo mágico e complexo tem sido este livro, Warcraft por Christie Golden. Como um admirador da fantasia e de J.R.R. Tolkien e claro, a J. K. Rowling, tenho vergonha de dizer que perdi uma saga maravilhosa.

À medida que o livro se desenrola, o que aconteceu com o mundo de Azeroth já aconteceu. É um evento fixo, que não pode ser desfeito. E é assim, com uma sensação de medo iminente, e ainda excitação tranquila, que o leitor vê o passado se tornar o presente.

Orcs, fugindo de um mundo moribundo que não pode mais apoiar a sua Horda, encontrar um portal e por meio da magia negra um novo mundo para conquistar e colonizar. Elfos, anões, gnomos e homens, descobrem que sua paz e tranquilidade duramente conquistadas está sendo ameaçada por um inimigo que ninguém jamais viu ou ouviu falar antes.

O que se desenrola é um choque de culturas, de guerreiros, de mágicas e de famílias que lutam pela sobrevivência. Os orcs só conhecem guerra… guerra uns contra os outros, contra bestas e contra a magia negra conhecida apenas como o Fel. Os seres humanos e as raças que estão com eles conhecem uma paz que foi forjada ao longo de séculos após um conflito, e é protegida por um Guardião único, um detentor e praticante de incontável poder mágico.

A princípio, parece que os orcs, enormes, brutais e incomparáveis, sugarão as forças insignificantes da humanidade em uma única e vasta maré. Mas antes que a força total da Horda possa ser desencadeada em cima de Azeroth, um portal deve ser construído e um grande sacrifício humano ao Fel deve ser executado em um ritual escuro. É nesta estreita janela de tempo que a Garona meio-orc escapa de seu cativeiro e ganha a confiança dos seres humanos, em particular o jovem comandante Lothar. Juntamente com o chefe orc Durotan, eles elaboram um plano pelo qual o mal Fel pode ser derrotado, juntamente com os orcs que a adoram, dando a Horda e humanidade uma chance de paz antes do derramamento de sangue seja causado sobre os inocentes que residem em Azeroth.

A guerra final se desenrola e os segredos são revelados, mas eu deixo para os leitores descobrirem por si só, como eu fiz, talvez pela primeira vez. Descobri que Warcraft foi excepcionalmente bem escrito e explicou o mundo de Warcraft suficientemente para um noob completo para entender e apreciar o conflito que pendurou na balança. Fui sugado pela história desde a primeira página até o final, e aproveitei cada momento, o bom, o horrível e o espantoso. No final, eu fiquei querendo mais.

Como resultado da leitura deste excelente livro, vou tentar, farei o possível para assistir a versão cinematográfica do Warcraft.

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Clube Virtual de Leitura

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Depois de um longo tempo me programando e pensando, arquitetando e colocando cada coisa no seu devido lugar, eis que vos apresento o Clube Virtual de Leitura! O Clube é uma projeto literário criado por mim e mais 3 blogueiros, detalhe: todos nordestinos! Muito amor, né non?! ❤
A nossa principal ideia é inspirar a leitura livre, sem restrições ou obrigatoriedades nas escolhas dos livros. Basicamente todos mês há um tema e durante esse mês você vai ler um livro, durante a leitura vamos nos interagir através de joguinhos ou desafios, ao final de cada semestre um sorteio ou melhor um ‘KIT suspresa’ para sortear entre aqueles que mais interagirem conosco no Clube.

Gostaram né? Eu sei, também amei a ideia! Então, tá fazendo o que aí parado? Kkkk corre, solicita a sua entrada no Clube e vem fazer parte desse projeto que é um amorzinhooo… ❤

Ah sim! Já ia esquecendo, nesse primeiro mês vamos de Distopia. Chegou a hora de ler aquele livro que você estava sem estímulo de lê-lo. Vem e nos conta como está a leitura. 😊

Libertina #1 (Contos Eróticos)

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E aíiiiiii, gente que me ama!! Tudo bem com vocês?

Serei breve, pois não estou me aguentando de tanta ansiedade. Fechei mais uma parceria, dessa vez, minha parceira é sedutora, sexy e poderosa! A Libertina, vai enlouquecer vocês e ela estará presente aqui no blog por pelo menos uma vez no mês, contando suas experiências e fantasias, sem pudor ou tabus. Espero que gostem dela ou melhor, espero que se divirtam!! 

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Resenha: Dama da Meia-Noite – Os Artifícios Das Trevas – #1, Cassandra Clare

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Sinopse: 

Em um mundo secreto onde guerreiros meio-anjo juraram lutar contra demônios, parabatai é uma palavra sagrada.

O parabatai é o seu parceiro na batalha. O parabatai é seu melhor amigo. Parabatai pode ser tudo para o outro mas eles nunca podem se apaixonar.

Emma Carstairs é uma Caçadora de Sombras, uma em uma longa linhagem de Caçadores de Sombras encarregados de protegerem o mundo de demônios. Com seu parabatai Julian Blackthorn, ela patrulha as ruas de uma Los Angeles escondida onde os vampiros fazem festa na Sunset Strip, e fadas estão à beira de uma guerra aberta com os Caçadores de Sombras. Quando corpos de seres humanos e fadas começam a aparecer mortos da mesma forma que os pais de Emma foram assassinados anos atrás, uma aliança é formada. Esta é a chance de Emma de vingança e a possibilidade de Julian ter de volta seu meio-irmão fada, Mark, que foi sequestrado há cinco anos. Tudo que Emma, Mark e Julian tem a fazer é resolver os assassinatos dentro de duas semanas antes que o assassino coloque eles na mira.

Suas buscas levam Emma de cavernas no mar cheias de magia para uma loteria sombria onde a morte é dispensada. Enquanto ela vai descobrindo seu passado, ela começa a confrontar os segredos do presente: O que Julian vem escondendo dela todos esses anos? Por que a Lei Shadowhunter proíbe parabatais de se apaixonarem? Quem realmente matou seus pais e ela pode suportar saber a verdade?

A magia e aventura das Crônicas dos Caçadores de Sombras tem capturado a imaginação de milhões de leitores em todo o mundo. Apaixone-se com Emma e seus amigos neste emocionante e de cortar o coração no volume que pretende deliciar tantos novos leitores como os fãs de longa data.

Título: Dama da Meia-Noite  
Título original: Lady Midnight
Autor: Cassandra Clare
Ano: 2016
Páginas:
574

Editora: Galera Record

Livro cedido através da parceria com a editora

5 SABRES

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Resenha:

Levei muito tempo para começar este romance, em parte porque eu tinha outras prioridades e porque o tamanho do romance me assustou. 574 páginas! Eu li somente alguns outros livros perto desse tamanho ou mais… Stephen King hahahaha. Uma vez que comecei a ler, entretanto, eu estava chutando-me por esperar tanto tempo. Cassandra Clare continua a me surpreender toda vez que ela lança um romance, Dama da Meia-Noite sendo seu 9º romance.

A história realmente chamou minha atenção e me atraiu. A família Blackthorn é convidada a investigar os misteriosos assassinatos que estão acontecendo em Los Angeles. Algumas das vítimas são Fae, o que significa que após a Guerra das Trevas, é ilegal que os caçadores de sombras trabalhem com Faeries. A única coisa que os convence a aceitar o trabalho é a promessa de Mark Blackthorn, o rapaz mais velho, sendo devolvido a eles. As fadas deixam Mark com eles como um incentivo para que eles resolvam a investigação. Eles recebem três semanas. Se eles tiverem resolvido o assassinato no final de três semanas, Mark será capaz de escolher se quer ou não quer voltar para a Caçada Selvagem ou ficar com sua família.

A história de amor entre Emma e Julian estava me matando.

Eu me encontro amando cada personagem que ela escreve. Enquanto eu sentia falta de nossos heróis da TMI (Os Instrumentos Mortais), eu estava feliz por ter um romance focado em Julian e Emma. Eu me apaixonei por eles desde o momento em que eles apareceram pela primeira vez na CoHF (Cidade do Fogo Celestial).

Julian constantemente quebrou meu coração durante todo o romance. Ele é um garoto tão doce que teve que crescer muito rápido após o assassinato de seus pais, o exílio de sua irmã mais velha, e sequestro pela Caçada Selvagem de seu irmão mais velho. Agora, em cima de tudo isso, sua luta com o sentimento proibido para sua parabati. Emma, ,no entanto, me surpreendeu. Ela é forte e apaixonada e teimosa. Ela sabe que ela não é completamente parte da família Blackthorn, mas ela pertence a eles, com Julian. Quando ela começa a sentir algo por sua parabati, ela está certa de que Julian não pode sentir a mesma coisa.

Adorei aprender sobre todas as crianças que Julian está cuidando. Cada um deles traz algo para a história. Adorei especialmente ler sobre o personagem de Mark Blackthorn. Ele não sabe mais quem ele é. Ele não sabe se ele pertence à Caçada Selvagem ou se ele é um caçador de sombras, parte da família Blackthorn. Ele é torturado e perdido. Ele está fazendo seu melhor para descobrir onde ele está.

O final da história praticamente me matou. Entre a pessoa que trai todos, a escolha que Emma faz e as lutas de Mark, eu não passei pelo fim sem muitas mágoas. Eu não posso esperar até maio de 2017 para o Senhor das Sombras (lançamento do 2º livro da trilogia). Aqui no Brasil ainda não tem data definida.

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Resenha: Quando Eu Parti, Gayle Forman

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Sinopse:

Quando um coração falha, não é apenas o corpo que trai. Mas sonhos desfeitos, amores não vividos, destinos cruzados. Maribeth Klein tem a própria cota de problemas: do marido omisso até a chefe e “ex-amiga” Elizabeth, passando pelos gêmeos superativos. Ela está sempre tão ocupada que mal percebe um ataque cardíaco.

Depois de uma complicação inesperada no procedimento cirúrgico, Maribeth começa a questionar os rumos que sua vida tomou e faz o impensável: vai embora de casa.

Longe das exigências do marido, filhos e carreira, e com a ajuda de novos amigos, ela finalmente é capaz de enfrentar o passado e os segredos que guarda até de si mesma

Título: Quando Eu Parti
Título original: Leave Me
Autor: Gayle Forman
Ano: 2016
Páginas:
308

Editora: Record

Livro cedido através da parceria com a editora

2 SABRES

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Resenha:

Maribeth Klein acaba de experimentar o que provavelmente é o episódio mais assustador de sua vida. Aos quarenta anos, ela sofreu um ataque cardíaco que alterou a vida, o que mudou a maneira como ela vê seu casamento, sua família e seu trabalho. Maribeth começa a questionar o que é realmente importante em sua vida cheia de estresse. Seus dilemas tornam-se ainda mais complexos quando ela se encontra em casa se recuperando depois de voltar do hospital, e percebe com choque que ela é vista como um fardo por seu marido, Jason e seus filhos gêmeos.

Maribeth, não sendo capaz de suportar a sua situação e o desrespeito mostrado a ela, toma uma decisão. Ela decide empacotar um saco e sair sem dizer a seu marido ou crianças onde está indo em uma tentativa extrema para tentar descobrir-se outra vez e decidir de uma vez por todas, o que quer verdadeiramente.
As intenções iniciais de Forman com o abandono de Maribeth de sua família convidam a reflexão. Mas as soluções de Maribeth para seus problemas começam a parecer longe de introspectivo e ao invés disso, descuidado. Uma herança a ajuda a chegar a Pittsburg, onde ela aluga um lugar sob um nome falso e começa um tratamento cardiovascular devido a sua condição.

No entanto, é aqui que o enredo de Forman parece mergulhar em algo um pouco mais superficial, e reúne uma qualidade inegavelmente remanescente de sua experiência de literatura YA. Maribeth decide se entregar a um beijo e a um relacionamento estranho com seu novo cardiologista, que naturalmente não sabe nada sobre seu casamento, seus filhos e sua deserção de sua vida anterior.

Ela nega todo o contato com a família, e é só até chegarmos ao ponto intermediário do romance que ela finalmente decide fazer contato com o marido usando um telefone, assumimos que ele não pode alcançá-la ou descobrir onde ela está. Seu único esforço de auto-busca resulta em descobrir quem era sua mãe. No entanto, isso parece perdido em vista de sua absurda tentativa de um caso com Stephen, o cardiologista e sua absurda fraternidade com seus novos vizinhos. Maribeth encontra-se interrogativamente numa família substituta em sua vida falsa, com seus dois vizinhos novos e Stephen que adota o papel do marido.

Para o crédito de Forman, Maribeth abruptamente retorna ao seu juízo e começa a se comunicar com seu marido Jason e exibir todas as queixas, que é o que talvez deveria ter sido o ponto de partida de sua introspecção recém-encontrada. Não é que Maribeth seja condenável, porque deixou seu marido e seus filhos na poeira, mas porque falha na promessa da busca de Maribeth, por algo mais proposital. O interlúdio romântico com Stephen parece completamente desnecessário e não acrescenta nada à história, exceto para revelar sua própria narrativa triste que Forman poderia ter feito sem envolvê-los.

O grande final também é uma grande decepção, dando a impressão de que todo um capítulo deve ter sido deixado de fora do livro por engano. Termina com um telefonema que não traz nenhuma resolução, e ficamos imaginando o que toda a viagem da suposta auto-descoberta de Maribeth estava realmente acontecendo e se realmente aconteceu.

Quando Eu Parti consegue realizar uma coisa: faz-nos sentir confusos e insatisfeitos, à espera de uma história formidável que nunca a encontraremos.

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Resenha: O Primeiro Último Beijo, Ali Harris

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Fonte: Amazon

Sinopse:

“O primeiro último beijo” conta a história de amor de Ryan e Molly, de como eles se encontraram e se perderam diversas vezes ao longo do caminho. Na primeira vez em que eles se beijaram, Molly soube que ficariam juntos para sempre. Seis anos e muitos beijos depois, ela está casada com o homem que ama. Mas hoje Molly percebe quantos beijos desperdiçou, porque o futuro lhes reserva algo que nenhum dos dois poderiam prever…
Esta história comovente, bem-humorada e profundamente tocante mostra que o amor pode ser enlouquecedor e frustrante, mas também sublime. Na mesma tradição de P.S. Eu Te amo e Um Dia, O Primeiro Último Beijo vai fazer você suspirar e derramar lágrimas com a mesma intensidade.

Título: O Primeiro Último Beijo
Título original: The First Last Kiss
Autor: Ali Harris
Ano: 2016
Páginas:
448

Editora: Verus

Livro cedido através da parceria com a editora

5 SABRES

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Resenha:

Depois de ler a sinopse, eu pensei que seria uma história de amor muito complicada entre duas pessoas, eles inevitavelmente terminaram o relacionamento até o ponto de partirem o coração. Em seguida, eles se uniram novamente e se apaixonaram um pelo outro mais uma vez. Não, isso é apenas uma ilusão. O primeiro último beijo é mais do que isso, muito mais. Foca no término do amor com a pessoa que você ama, mantendo esse amor que sentem um pelo outro ou quando você passa por tempos difíceis e nunca quebra o vínculo lindo entre você e seu parceiro chamado amor. Amor… amor… amor. Você realmente sabe o que significa?

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Fonte: Google

Um beijo. O que é um beijo? Antes de ler O primeiro último beijo, pensei que beijos eram apenas gestos simples para mostrar o amor ou afeto. Mas depois de seguir Molly e Ryan numa montanha-russa nessa história de amor, eu sei. Um beijo pode significar tantas coisas; um sinal de celebração, uma confissão de um amor eterno, um simples gesto para mostrar que você ama alguém.

A história é sobre Molly e Ryan. Namorados desde a infância, encontram o amor em todo o lugar, mas não percebem que eles são feitos um para o outro em primeiro lugar. Como o livro é escrito a partir da perspectiva de Molly, você vai saber por que ela não aceitou as tentativas de Ryan para ganhar seu coração. Eu amei como eles são confortáveis um com o outro. Eu realmente gostei de ler sobre como eles se apaixonaram. Absolutamente romântico! Era como assistir a um deliciosamente embora romântico filme brega de comédia, mas com pedaços inesperados que faz você se encolher em seu assento. O primeiro último beijo pode parecer uma comédia romântica cafona, mas não, é muito mais do que isso. É uma celebração do amor, amizade, perda e seguir em frente. Eu amei cada pedacinho dele.

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Fonte: Google

Os capítulos do livro são divididos em uma série de flashbacks, desde o primeiro momento que se conheceram quando eles compartilham seu primeiro beijo, as partes pegajosas e as partes quentes onde eles dizem um aos outro que se amam. É uma história de amor para mim. Pense Romeu e Julieta, menos os horríveis sogros, adicionem os grandes gestos românticos e o herói bonitão. Tenho de felicitar Ali por entrelaçar com sucesso os trechos de histórias com beijos do casal. Foi inteligente, gênio e criativo. O primeiro último beijo é definitivamente um dos meus favoritos, como eu amei todas as páginas deste belo romance.

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Fonte: Google – Ali Harris

Eu amei como Ali pôde pensar em escrever todos os doces momentos, animadores de seu romance. Meu coração disparou tão alto quanto o céu por seu amor incondicional um pelo o outro, meus olhos se encheram de lágrimas quando eles tiveram que ir através dos mais difíceis momentos e mais tristes de sua relação (não é atoa que junto ao livro a Verus mandou lencinhos de papel); com cada história por trás de cada beijo, eu me tornei mais absorvido no livro. Eu não poderia ajudar, mas sinto que o que Cecelia Ahern escreveu em PS. Eu Te Amo, não poderia comparar a história de amor muito bem escrito de Ali, embora de cortar o coração. Eu só espero que este livro seja transformado em filme, eu realmente quero. Dedos cruzados que ele vai!

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