Resenha: O Diário De Um Mago, Paulo Coelho

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Olá, pessoal! Voltamos com mais uma resenha para os nossos #nerdbookaholics. Desta vez resolvi trazer uma obra nacional, vale a pena conferir, vamos lá?!

Obs.: Eu resolvi escolher essa obra por perceber que muitos de nossos leitores curtem enredos que se perpassam por narrações mágicas, onde podemos sair um pouco da realidade crua e vagar por caminhos imaginários, acreditando que há sempre um lado espiritual, energético, de encantos entre razão, sentimentos e sentidos. A obra conta com um pouco disso, mas que se conduz em nosso plano natural, buscando atrair a essência do rompimento de certas fronteiras de nossas mentes, bastando apenas crer e executá-las.

Eu tenho algo bem legal para dizer sobre como descobri esse livro antes de começar a resenha-lo, quando eu resolvi ler esse trabalho do Paulo Coelho, já havia lido outras obras como O Alquimista e não nego que não tinha interesse em conhecer essa. Mas certo dia ao sair de casa pela manhã indo para a universidade. Ao chegar em minha calçada lá estava. Um livro aberto jogado ao chão com uma página da contracapa rasgada. O livro era antigo, mas ainda perfeito para seu intuito e finalidade. Suas manchas e pequenas orelhas nas extremidades das folhas levemente amareladas não me fizeram rejeitar sua atração. Afinal era um livro! Ao pegá-lo no chão, olhei em volta, não havia ninguém na rua eu o fechei e lá estava “O Diário De Um Mago”. Eu o coloquei na mochila e o levei comigo. Cuidei dele ao retornar aos meus aposentos. Retirei as orelhas das páginas, limpei, o sequei ainda estava úmido devido a madrugada fria que paira no Planalto da Borborema, guardando-o assim por sete dias embaixo de uma ruma de livros maiores e pesados, para que ele pudesse voltar ao estado adequado para sua possível conservação. Depois eu o li atenciosamente. E foi desta forma que tal obra chegou até mim. Num acaso em que o destino nos cruzou após algum desordenado ser humano o jogá-lo fora, especificamente em minha calçada. Eu o tenho até hoje. A 74ª edição da editora Rocco, fez então parte de minha coleção de livros em minha estante desde então. Isso ocorreu em 2014.

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Sinopse:

“Cheguei à cidade depois de tomar um ônibus da linha entre Pedrafita e Compostela. Em 4 horas fizemos os 150 km que separavam essas duas cidades e me lembrei da minha peregrinação: às vezes precisava de duas semanas para percorrer essa mesma distância a pé. Dentro de pouco tempo pegarei um avião de volta para o Brasil… Tenho muito o que fazer. Passa pela minha cabeça a ideia de escrever um livro sobre o que vivi. Mas esta é ainda uma ideia remota…” – Paulo Coelho

Título: O Diário de um Mago  
Título original: –
Autor: Paulo Coelho
Ano: 1993
Páginas:
246

Editora: Rocco

3 SABRES

Skoob | Goodreads | Adquira

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Sobre o autor

Nasceu em 1947, na cidade do Rio de Janeiro. Antes de dedicar-se inteiramente à literatura, trabalhou como diretor e ator de teatro, compositor e jornalista.

Paulo Coelho escreveu letras de música para alguns dos nomes mais famosos da música brasileira, como Elis Regina e Rita Lee. Seu trabalho mais conhecido, porém, foram as parcerias musicais com Raul Seixas, que resultou em sucessos como Eu nasci há dez mil anos atrás, Gita, Al Capone, entre outras 60 composições com o grande mito do rock no Brasil.

Em 1986, PAULO COELHO fez a peregrinação pelo Caminho de Santiago, cuja experiência seria descrita em O Diário de um Mago. No ano seguinte (1988), publicou O Alquimista, que – apesar de sua lenta vendagem inicial, o que provocou a desistência do seu primeiro editor – se transformaria no livro brasileiro mais vendido em todos os tempos. Outros títulos incluem Brida (1990), As Valkírias (1992), Na margem do rio Piedra eu sentei e chorei (1994), a coletânea das melhores colunas publicadas na Folha de São Paulo, Maktub (1994), uma compilação de textos seus em Frases (1995), O Monte Cinco (1996), O Manual do Guerreiro da Luz (1997), Veronika decide morrer (1998), O demônio e a Srta. Prym (2000), a coletânea de contos tradicionais em Histórias para pais, filhos e netos (2001), Onze Minutos (2003), O Zahir (2005), A Bruxa de Portobello (2006), O Vencedor está só (2008) e a compilação de textos Ser como o rio que flui (2006).

Fez também a adaptação de O dom supremo (Henry Drummond) e Cartas de Amor de um Profeta (Khalil Gibran).

Sobre a obra

O livro conta a história, ou melhor dizendo, a vivência tida pelo autor em uma jornada em 1986, por um caminho que é percorrido por milhares de turistas de vários cantos do mundo todos os anos. Por três meses, o autor do mesmo, o compositor e jornalista, Paulo Coelho, caminhou a pé os quase setecentos quilômetros entre o sul da França, e que a separam da cidade de Galícia. Isso, feito por muitos na cidade de Santiago de Compostela, ele percorreu tal percurso em busca de mistérios e conhecimentos sagrados sobre magias. Havendo em sua trajetória um grande ser italiano que passou a ser seu guia e nessa peregrinação, eles experimentaram vários momentos místicos e ensinamentos que Paulo Coelho passou a conhecer, como por exemplo As Práticas de RAM, na peregrinação por um dos três caminhos sagrados de uma crença antiga. Esse estranho Caminho de Santiago, diz o autor, mudou sua vida e ele, com todo o seu jeito intenso de expor suas vivências nos repassa nesse livro. É sempre muito complicado tentar manter os intensos e dedicados leitores do Nerd Book’s, preparados para a leitura em uma resenha sem dar pequenos spoilers. Mas sempre tentamos nos esforçar. Vamos sempre tentando construir um caminho que não ultrapassem os limites do interesse pela obra. Muitos já devem conhecer a obra, outros, no entanto ainda pretendem ou acabarão o lendo, de alguma forma ou de outra, como aconteceu comigo em que ele surgiu em meu caminho.

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O livro, que Paulo Coelho dedica com todo entusiasmo à Petrus por toda sua compreensão em não ceder aos abusos dele em querer transformá-lo (típicos de pessoas autoconfiantes), resultou em vários ensinamentos que o autor vai descrevendo no decorrer da história. Ele irá mostrar alguns exercícios que aprendeu, tais como alguns rituais, que são praticados a milênios nesse caminho de Santiago de Compostela e que até os dias de hoje, é realizado por inúmeros turistas e pessoas em busca de espiritualidade, e novos conceitos, que peregrinam por essas trilhas. Paulo Coelho traz para nós esses ensinamentos. Como sei que comecei e seria injusto não falar de algum deles, antecipo meus caros amigos e amigas, quais são eles: O Exercício da Semente, o Exercício da Velocidade, o exercício da Água, o Exercício da Crueldade, o Exercício do Enterrado Vivo, o Exercício das Sombras, o exercício da Audição e o Exercício da Dança. Esses são os exercícios que ele aprendeu e se submeteu a fazê-los em sua peregrinação, tendo ainda alguns outros rituais, mas que deixarei vocês descobrirem por si sós. Logo ele os descreve para que nós possamos alcança-los também. Mas meus amores, preciso ser sincero, eu tentei praticá-los, contudo não tive muito êxito, mentalmente eu não estava preparado para eles, apesar de eu ter tentado realizar todos para melhor compreender o livro, havia um que causava uma grande dor, eu não o executei perfeitamente, pois só aceito bem a dor que seja motivada pelo amor, sou romântico, fazer o quê? Outros tipos de dores para mim são incômodos. Vou citar apenas um dos Exercícios para que possam compreender melhor:

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E desta forma segue as escrituras de Paulo Coelho, contando como foi sua peregrinação e suas descobertas, ele descreve sua luta pelo segredo contido em sua espada (ele adora espadas), mas é preciso ler para saber o que ele descobriu, pois não irei dizer (risos). O Nerd Book’s tem a finalidade de prepará-los para a leitura, deixando assim a opinião sobre o livro ser analisada de acordo com o momento, percepção e estado emocional de cada um de vocês. E aqui me disperso e deixo vocês com mais uma boa leitura. Aguardamos ansiosos pelos seus comentários sobre o livro. Lembrando sempre que quem faz o Nerd Book’s são vocês.

Um bom café, um forte abraço e uma ótima leitura!

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SHADOWHUNTERS: Assistir ou não?

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Em primeiro lugar, você pode estar se perguntando o que é Shadowhunters? Ou o que são Instrumentos Mortais? A série de TV Shadowhunters é uma adaptação de uma série de livros do gênero YA (jovens adultos), popularmente conhecida como The Mortal Instruments (Instrumentos Mortais). A série literária possui 6 livros. Há uma trilogia chamada The Infernal Devices (As Peças Infernais), dois livros de histórias canônicas, contadas e chamadas The Bane Chronicles (As Crônicas de Bane, sobre o bruxo bissexual imortal Magnus Bane) e Tales From Shadowhunter Academy. Há também mais duas séries de sequências planejadas (3 livros cada): The Dark Artifices (Os Artifícios das Trevas, o primeiro livro, Dama da Meia-noite, foi publicado pela Galera Record em 2016) e The Last Hours (sem data prevista de lançamento no Brasil). Hum. Há também um Shadowhunter Codex, que é um guia de acompanhamento de terminologia, história e assim por diante. Em suma, este é um mundo enorme. Esta série é para as pessoas que amam a fantasia urbana, lotes e lotes de construção do mundo, árvores genealógicas complicadas que cobrem séculos (saber quem está relacionado com quem e o que aconteceu entre seus antepassados há 200 anos é muitas vezes crucialmente importante nesta série).

Em poucas palavras, Shadowhunters são pessoas descendentes de anjos que protegem o mundo de Downworlders (fadas, vampiros, lobisomens, demônios e qualquer outra coisa não humana ou um caçador de sombras). Há um mundo inteiro que os seres humanos não têm ideia sequer existe. É um mundo perigoso que se equilibra precariamente à beira da guerra entre facções em grande parte políticas de seres sobrenaturais, nenhum dos quais gosta ou particularmente confiam uns nos outros e onde muito poucas coisas são como parecem (incluindo quem são os caras “bons” e “maus”).

A série de TV é baseada na série principal e começa na trama do primeiro livro, A Cidade dos Ossos. No primeiro livro, uma adolescente comum descobre que ela é qualquer coisa menos comum quando sua mãe é sequestrada por causa de algo chamado A Taça Imortal que as pessoas muito ruins querem. Clary Fray, a antiga garota comum, tem muito com que lidar. Sua mãe mentiu sobre quem é toda a sua vida. Após o sequestro descobre ser uma shadowhunter, assim ela tem que aprender rapidamente sobre todo este mundo que ela nunca soube que existia e não possui nenhum conhecimento para lidar com essa novidade, há desconfiança por toda parte (especialmente quando todos sabem quem é seu pai e por que ela e sua mãe estavam disfarçadas como Mundanos).

Primeiro de tudo, você deve assistir? Se você é um fã dos livros e filmes, eu diria que sim. Não é perfeito e eu tenho alguns problemas que vem sendo aceitável até o momento. Eu sou um grande fã de longa data dos livros e estou emocionado ao ver esses personagens na TV. Eu gostei partes do filme, honestamente, mas o grande problema que eu poderia ver é que esta não é uma série que um filme ou um conjunto de filmes poderia fazer justiça. O tipo de coisa que você não pode fazer em 2 horas. Esta série é melhor na TV, onde há o tempo para explorar o mundo e realmente cavar os personagens. Se você não está familiarizado com os livros, há uma curva de aprendizagem definitiva. Os primeiros episódios se sentem um pouco apressados e recheados com vários personagens tentando trazer Clary, até a velocidade em um valor de vocabulário totalmente novo de coisas muito importantes que ela / você precisa saber (se você assistir e está desesperadamente perguntando a si mesmo, o que é The Clave, The Accords, Runas, The Silent Brothers, The Mortal Cup, e assim por diante, tudo bem. Você acabará por entender tudo).

Em minha opinião, a melhor coisa até agora é o elenco. No filme, o elenco não me agradou muito. O elenco de TV é muito, muito, muito bonito e eu sou honesto o suficiente para admitir que esteja apreciando cada minuto que assisto.

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Fime – Instrumentos Mortais – Cidade dos Ossos (2013)

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Série – Shadowhunters (2016)

Os personagens são envelhecidos. No primeiro livro, Clary tem 15 anos. No piloto, ela completa 18 anos. Fazê-la uma jovem adulta em vez de uma adolescente tem vantagens para onde eu acho que eles querem tomar. Principalmente, ele libera algumas restrições para os personagens dos livros em termos de serem menores (nos livros, apenas Alec é um adulto. Como tal, ele pode fazer coisas que os outros personagens não podem em relação à lei da Clave).

Uma coisa que eu estou preocupado é com a rapidez com que a série parece estar passando pela trama. Eu gostaria de vê-los abrandar e realmente explicar e mostrar o mundo rico que os personagens habitam. Há SEIS livros apenas (na série principal). Parece que eles estão indo para uma abordagem de despejo de informação para obter rapidamente os telespectadores pelo mundo, mas eu acho que eles devem abrandar, para que não percam as pessoas com muita informação, muito cedo.

Eu acho que esta é uma série que vale a pena experimentar, se você é novo para o mundo Shadowhunter ou se você já é fã, acho que vai gostar ainda mais. Acredito que a série só vai melhorar com o andamento das temporadas.

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Resenha: 666 O Limiar do Inferno, Jay Anson

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Sinopse:

O casal Keith e Jennifer volta pra casa após curtas férias e, atrás de seu quintal percebe uma casa que não estava lá antes: um casarão vitoriano que foi transportado até lá enquanto viajavam. Acontece que a casa não é necessariamente abençoada: ao investigá-la, Keith descobre que o antigo morador assassinou a amante e o cunhado lá dentro. Mas a casa causa certas sensações estranhas nele, justificadas conforme o desenrolar da história. Uma série de acontecimentos estranhos se inicia.

Título: 666 O Limiar do Inferno  
Título original: 666
Autor: Jay Anson
Ano: 1981
Páginas:
252

Editora: Círculo do Livro

5 SABRES

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Sobre o autor

É comum que os romances de Jay Anson conduzam o leitor a um mundo desconhecido, que foge de nosso controle, sempre baseado em forças sobrenaturais, sempre manifestadas por entidades demoníacas. Seu vasto conhecimento em teologia sempre atualizadas nas novas pesquisas realizadas em domínios da parapsicologia o tornou referência nesses tipos de enredo com ligações e fatos com o submundo.

Com a carreira iniciada em 1937, atuando profissionalmente como copy-desk na redação do “Evening Journal” de Nova York, Jay Anson mais tarde ainda atuou na área de publicidade (produção sempre foi seu forte). Pouco mais adiante fez parte da companhia Profissional Films, Inc. e mora em Nova York. Mas para chegar em sua posição, Jay Anson redigiu mais de quinhentos roteiros de documentários para a televisão americana. Entre uma de suas obras mais mencionadas está o “Horror em Amityville”, publicado pelo Círculo, foi baseado em fatos reais (o que o tornou bastante interessante para os leitores), a obra foi amplamente divulgada pela imprensa. Jay Anson nasceu em 4 de novembro 1921 e morreu em 12 de março de 1980, aos 58 anos. O livro “666 No Limiar do Inferno” foi publicada também pela Círculo do Livro S.A. em 1981, um ano após sua morte. Traduzido por Gilberto Domingos do Nascimento e com layout da capa de Tide Hellmeister.

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Sobre a Obra

É muito difícil resenhar uma obra sem deixar que o spoiler tire a magia do inesperado, portanto irei me concentrar em esclarecer que obra vocês meus #Nerdbookaholics, estão a conhecer sem tirar a magia do suspense contida nesta obra. Spoiler de um livro de suspense, horror e terror seria cruel, não acham? Enquanto aperfeiçoo minhas técnicas como resenhista sem dar spoilers, tentarei mantê-los apenas atualizados pelo o que lhes esperam.

O livro conta a história de uma mansão assombrada, cercada de mistérios e crimes. Entendam como ela se passa: No dia 10 de setembro de 1978, uma casa de madeira, branca e amarela, marcada por um duplo assassinato a cinco anos atrás, foi colocada em uma carreta e transportada para Pugget Sound. A casa de dois andares foi guinchada e colocada em numa enorme barcaça e rebocada para o mar. A tal casa em estilo vitoriano, permanecia vazia desde 1973, quando James Beaufort cometeu nela um duplo assassinato. A brutalidade deste crime abalou a pacata área residencial da cidade de Seattle. O advogado de Beaufort negou que seu cliente fosse forte o suficiente para cometer tais assassinatos. Mas olha que surpresa, pessoal: De maneira inesperada, no julgamento Beaufort confessou ambos os crimes aos jurados. Em 1974 após o crime que aparentava ser mais um caso de crime passional, movido pelo ciúme que fez Beaufort assassinar sua esposa e o seu cunhado, Beaufort passou a cumprir uma pena de vinte anos da Penitenciária Federal da Ilha McNeil. Logo já achei estranho pelo fato do crime ter sido movido por ciúmes, o que me deixou pouco crente no poder sobrenatural que eu poderia experimentar no livro, mas segui em frente, mesmo assim. Pouco se sabe ao certo sobre esse crime cometido pelo sr. James. Apenas o que ele dizia e isso podia ser uma forma elementar de provocar os leitores mais atentos, de qualquer forma eu continuei a tentar entender a ideia do cinismo desta história e não muito demorou.

A casa meus caros amigos e leitores, era um belo exemplo de uma arquitetura de meados do século XIX, que permanecia sob os cuidados da imobiliária Spatz, a mesma imobiliária que alugou a casa para o sr. Beaufort. A casa passava pela cisma e fama dos tais assassinatos, que acabou dificultando seu aluguel para novos inquilinos, enquanto muitos outros diziam que a casa era assombrada. De acordo com a imobiliária várias ofertas foram dadas na casa nos últimos anos, mas a imobiliária necessitou recusar todas, por ordem do proprietário que as rejeitou.

Vejam que estranho meus caros seguidores do Nerd Books, a imobiliária Spatz, diz nunca conhecer pessoalmente o proprietário, nem mesmo conhecem alguém que já o tenha visto em alguma ocasião. Ela não tem nem ao menos o endereço do tal proprietário que era conhecido apenas pelo registro no cadastro imobiliário como um tal sr. Coste. Todas as negociações eram feitas pelos correios e por telefone, pelo tal proprietário e que recentemente havia entrado em contato com a imobiliária para informar que o lote número 666, da Bremerton Road não estava mais disponível para aluguéis, mas apenas para venda. Desde então lembro que vários fatos estranhos ocorreram dentro da mansão e que os moradores afirmavam terem visto uma luz vermelha intensa que vinha de dentro da casa. Já o sr. Coste não informou onde seria o local para onde a casa iria ser levada após a venda e também a imobiliária Spatz não conseguiu dados ou informações sobre a companhia carregada de transportar a estrutura para maiores esclarecimentos. Pois bem, já com esses fatos misteriosos, eu já me senti atraído pelo suspense que poderia me levar ao horror e terror desta obra belíssima do Jay Anson. Eu achei que a leitura dos trabalhos de Anson são bem interessantes por ele ser meticuloso, ao mesmo tempo que ele não se prende muito, deixando logo a história seguir seu curso (o que torna tudo menos cansativo e não tira o foco dos últimos acontecimentos), prendendo você a cada momento como se algo o aguardasse para um momento intenso de acontecimentos sobrenaturais ou meramente mundanos. E gostei de verdade disso. Agora se deseja saber o que acontece com a mansão, para aonde a casa foi levada, quem a comprou e o que aconteceu com os novos moradores e todo o seu cruel enredo, apenas lendo para saber, pois aqui encerro minhas palavras para deixar o melhor desta obra a critério de suas mentes brilhantes e criativas.

Resumindo, ao lerem “666 No Limiar do Inferno” meus caros, vocês perceberão que a obra traz um universo maléfico e aterrorizante que se esconde numa casa, uma sólida mansão vitoriana, que se situa na Bremerton Road, nº 666. Em uma atmosfera densa, rodeada de surpresas sombrias, o que para os fãs do gênero nada mais é do que irresistível em seu enredo meticuloso e sobrenatural. Os amantes do estilo deram boas críticas a obra que caiu como encanto para os leitores e todos aqueles que acreditam haver mais coisas entre o céu e a terra do que supõe a nossa vã filosofia. Eu espero que gostem da leitura e comentem conosco o que acharam da experiência com o livro, estaremos ansiosos pelo SEU comentário. Boa leitura.

Até a próxima.

~Rodolfo Rodrigo

Resenha: Warcraft, Christie Golden

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Sinopse:

Há muito Azeroth está em paz. Após expulsar os trolls, com a ajuda de Medivh, Guardião do reino, humanos vivem em paz com os vizinhos elfos e anões. Mas um novo mal desponta no horizonte, e a guerra ameaça engolfar mais uma vez os domínios do justo rei Llane.

Uma raça temerária de invasores, os guerreiros orcs, insuflados pelo feiticeiro Guldan e liderados pelo monstruoso Mão Negra, fogem de seu mundo agonizante em busca de caça e oportunidades. Com a ajuda da vileza, a mais cruel das magias, Guldan criou um portal capaz de transportar sua Horda até Azeroth.

A maré verde, de orcs dominados por esse mal, toma de assalto as terras humanas. Morte e destruição ameaçam destruir a tudo e a todos. Então, de lados opostos, dois heróis surgem, em uma rota de colisão que decidirá o destino de sua família, seu povo e seu lar.

Durotan, o líder honrado do clã Lobo do Gelo, quer apenas uma chance para seu filho recém-nascido. Lothar, o Leão de Azeroth, busca redenção. E assim começa uma espetacular saga sobre poder e sacrifício, na qual a guerra tem muitas facetas e todos lutam por algo.

Título: Warcraft  
Título original: Warcraft
Autor: Christie Golden
Ano: 2016
Páginas:
266

Editora: Galera Record

Livro cedido através da parceria com a editora

5 SABRES

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Resenha:

No início da minha análise, devo ser honesto: eu nunca joguei World of Warcraft e até agora não vi a versão do filme do Warcraft. Minha primeira e única introdução neste mundo mágico e complexo tem sido este livro, Warcraft por Christie Golden. Como um admirador da fantasia e de J.R.R. Tolkien e claro, a J. K. Rowling, tenho vergonha de dizer que perdi uma saga maravilhosa.

À medida que o livro se desenrola, o que aconteceu com o mundo de Azeroth já aconteceu. É um evento fixo, que não pode ser desfeito. E é assim, com uma sensação de medo iminente, e ainda excitação tranquila, que o leitor vê o passado se tornar o presente.

Orcs, fugindo de um mundo moribundo que não pode mais apoiar a sua Horda, encontrar um portal e por meio da magia negra um novo mundo para conquistar e colonizar. Elfos, anões, gnomos e homens, descobrem que sua paz e tranquilidade duramente conquistadas está sendo ameaçada por um inimigo que ninguém jamais viu ou ouviu falar antes.

O que se desenrola é um choque de culturas, de guerreiros, de mágicas e de famílias que lutam pela sobrevivência. Os orcs só conhecem guerra… guerra uns contra os outros, contra bestas e contra a magia negra conhecida apenas como o Fel. Os seres humanos e as raças que estão com eles conhecem uma paz que foi forjada ao longo de séculos após um conflito, e é protegida por um Guardião único, um detentor e praticante de incontável poder mágico.

A princípio, parece que os orcs, enormes, brutais e incomparáveis, sugarão as forças insignificantes da humanidade em uma única e vasta maré. Mas antes que a força total da Horda possa ser desencadeada em cima de Azeroth, um portal deve ser construído e um grande sacrifício humano ao Fel deve ser executado em um ritual escuro. É nesta estreita janela de tempo que a Garona meio-orc escapa de seu cativeiro e ganha a confiança dos seres humanos, em particular o jovem comandante Lothar. Juntamente com o chefe orc Durotan, eles elaboram um plano pelo qual o mal Fel pode ser derrotado, juntamente com os orcs que a adoram, dando a Horda e humanidade uma chance de paz antes do derramamento de sangue seja causado sobre os inocentes que residem em Azeroth.

A guerra final se desenrola e os segredos são revelados, mas eu deixo para os leitores descobrirem por si só, como eu fiz, talvez pela primeira vez. Descobri que Warcraft foi excepcionalmente bem escrito e explicou o mundo de Warcraft suficientemente para um noob completo para entender e apreciar o conflito que pendurou na balança. Fui sugado pela história desde a primeira página até o final, e aproveitei cada momento, o bom, o horrível e o espantoso. No final, eu fiquei querendo mais.

Como resultado da leitura deste excelente livro, vou tentar, farei o possível para assistir a versão cinematográfica do Warcraft.

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Clube Virtual de Leitura

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Depois de um longo tempo me programando e pensando, arquitetando e colocando cada coisa no seu devido lugar, eis que vos apresento o Clube Virtual de Leitura! O Clube é uma projeto literário criado por mim e mais 3 blogueiros, detalhe: todos nordestinos! Muito amor, né non?! ❤
A nossa principal ideia é inspirar a leitura livre, sem restrições ou obrigatoriedades nas escolhas dos livros. Basicamente todos mês há um tema e durante esse mês você vai ler um livro, durante a leitura vamos nos interagir através de joguinhos ou desafios, ao final de cada semestre um sorteio ou melhor um ‘KIT suspresa’ para sortear entre aqueles que mais interagirem conosco no Clube.

Gostaram né? Eu sei, também amei a ideia! Então, tá fazendo o que aí parado? Kkkk corre, solicita a sua entrada no Clube e vem fazer parte desse projeto que é um amorzinhooo… ❤

Ah sim! Já ia esquecendo, nesse primeiro mês vamos de Distopia. Chegou a hora de ler aquele livro que você estava sem estímulo de lê-lo. Vem e nos conta como está a leitura. 😊

Libertina #1 (Contos Eróticos)

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E aíiiiiii, gente que me ama!! Tudo bem com vocês?

Serei breve, pois não estou me aguentando de tanta ansiedade. Fechei mais uma parceria, dessa vez, minha parceira é sedutora, sexy e poderosa! A Libertina, vai enlouquecer vocês e ela estará presente aqui no blog por pelo menos uma vez no mês, contando suas experiências e fantasias, sem pudor ou tabus. Espero que gostem dela ou melhor, espero que se divirtam!! 

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Resenha: Dama da Meia-Noite – Os Artifícios Das Trevas – #1, Cassandra Clare

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Sinopse: 

Em um mundo secreto onde guerreiros meio-anjo juraram lutar contra demônios, parabatai é uma palavra sagrada.

O parabatai é o seu parceiro na batalha. O parabatai é seu melhor amigo. Parabatai pode ser tudo para o outro mas eles nunca podem se apaixonar.

Emma Carstairs é uma Caçadora de Sombras, uma em uma longa linhagem de Caçadores de Sombras encarregados de protegerem o mundo de demônios. Com seu parabatai Julian Blackthorn, ela patrulha as ruas de uma Los Angeles escondida onde os vampiros fazem festa na Sunset Strip, e fadas estão à beira de uma guerra aberta com os Caçadores de Sombras. Quando corpos de seres humanos e fadas começam a aparecer mortos da mesma forma que os pais de Emma foram assassinados anos atrás, uma aliança é formada. Esta é a chance de Emma de vingança e a possibilidade de Julian ter de volta seu meio-irmão fada, Mark, que foi sequestrado há cinco anos. Tudo que Emma, Mark e Julian tem a fazer é resolver os assassinatos dentro de duas semanas antes que o assassino coloque eles na mira.

Suas buscas levam Emma de cavernas no mar cheias de magia para uma loteria sombria onde a morte é dispensada. Enquanto ela vai descobrindo seu passado, ela começa a confrontar os segredos do presente: O que Julian vem escondendo dela todos esses anos? Por que a Lei Shadowhunter proíbe parabatais de se apaixonarem? Quem realmente matou seus pais e ela pode suportar saber a verdade?

A magia e aventura das Crônicas dos Caçadores de Sombras tem capturado a imaginação de milhões de leitores em todo o mundo. Apaixone-se com Emma e seus amigos neste emocionante e de cortar o coração no volume que pretende deliciar tantos novos leitores como os fãs de longa data.

Título: Dama da Meia-Noite  
Título original: Lady Midnight
Autor: Cassandra Clare
Ano: 2016
Páginas:
574

Editora: Galera Record

Livro cedido através da parceria com a editora

5 SABRES

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Resenha:

Levei muito tempo para começar este romance, em parte porque eu tinha outras prioridades e porque o tamanho do romance me assustou. 574 páginas! Eu li somente alguns outros livros perto desse tamanho ou mais… Stephen King hahahaha. Uma vez que comecei a ler, entretanto, eu estava chutando-me por esperar tanto tempo. Cassandra Clare continua a me surpreender toda vez que ela lança um romance, Dama da Meia-Noite sendo seu 9º romance.

A história realmente chamou minha atenção e me atraiu. A família Blackthorn é convidada a investigar os misteriosos assassinatos que estão acontecendo em Los Angeles. Algumas das vítimas são Fae, o que significa que após a Guerra das Trevas, é ilegal que os caçadores de sombras trabalhem com Faeries. A única coisa que os convence a aceitar o trabalho é a promessa de Mark Blackthorn, o rapaz mais velho, sendo devolvido a eles. As fadas deixam Mark com eles como um incentivo para que eles resolvam a investigação. Eles recebem três semanas. Se eles tiverem resolvido o assassinato no final de três semanas, Mark será capaz de escolher se quer ou não quer voltar para a Caçada Selvagem ou ficar com sua família.

A história de amor entre Emma e Julian estava me matando.

Eu me encontro amando cada personagem que ela escreve. Enquanto eu sentia falta de nossos heróis da TMI (Os Instrumentos Mortais), eu estava feliz por ter um romance focado em Julian e Emma. Eu me apaixonei por eles desde o momento em que eles apareceram pela primeira vez na CoHF (Cidade do Fogo Celestial).

Julian constantemente quebrou meu coração durante todo o romance. Ele é um garoto tão doce que teve que crescer muito rápido após o assassinato de seus pais, o exílio de sua irmã mais velha, e sequestro pela Caçada Selvagem de seu irmão mais velho. Agora, em cima de tudo isso, sua luta com o sentimento proibido para sua parabati. Emma, ,no entanto, me surpreendeu. Ela é forte e apaixonada e teimosa. Ela sabe que ela não é completamente parte da família Blackthorn, mas ela pertence a eles, com Julian. Quando ela começa a sentir algo por sua parabati, ela está certa de que Julian não pode sentir a mesma coisa.

Adorei aprender sobre todas as crianças que Julian está cuidando. Cada um deles traz algo para a história. Adorei especialmente ler sobre o personagem de Mark Blackthorn. Ele não sabe mais quem ele é. Ele não sabe se ele pertence à Caçada Selvagem ou se ele é um caçador de sombras, parte da família Blackthorn. Ele é torturado e perdido. Ele está fazendo seu melhor para descobrir onde ele está.

O final da história praticamente me matou. Entre a pessoa que trai todos, a escolha que Emma faz e as lutas de Mark, eu não passei pelo fim sem muitas mágoas. Eu não posso esperar até maio de 2017 para o Senhor das Sombras (lançamento do 2º livro da trilogia). Aqui no Brasil ainda não tem data definida.

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