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Resenha: Quando Eu Parti, Gayle Forman

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Sinopse:

Quando um coração falha, não é apenas o corpo que trai. Mas sonhos desfeitos, amores não vividos, destinos cruzados. Maribeth Klein tem a própria cota de problemas: do marido omisso até a chefe e “ex-amiga” Elizabeth, passando pelos gêmeos superativos. Ela está sempre tão ocupada que mal percebe um ataque cardíaco.

Depois de uma complicação inesperada no procedimento cirúrgico, Maribeth começa a questionar os rumos que sua vida tomou e faz o impensável: vai embora de casa.

Longe das exigências do marido, filhos e carreira, e com a ajuda de novos amigos, ela finalmente é capaz de enfrentar o passado e os segredos que guarda até de si mesma

Título: Quando Eu Parti
Título original: Leave Me
Autor: Gayle Forman
Ano: 2016
Páginas:
308

Editora: Record

Livro cedido através da parceria com a editora

2 SABRES

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Resenha:

Maribeth Klein acaba de experimentar o que provavelmente é o episódio mais assustador de sua vida. Aos quarenta anos, ela sofreu um ataque cardíaco que alterou a vida, o que mudou a maneira como ela vê seu casamento, sua família e seu trabalho. Maribeth começa a questionar o que é realmente importante em sua vida cheia de estresse. Seus dilemas tornam-se ainda mais complexos quando ela se encontra em casa se recuperando depois de voltar do hospital, e percebe com choque que ela é vista como um fardo por seu marido, Jason e seus filhos gêmeos.

Maribeth, não sendo capaz de suportar a sua situação e o desrespeito mostrado a ela, toma uma decisão. Ela decide empacotar um saco e sair sem dizer a seu marido ou crianças onde está indo em uma tentativa extrema para tentar descobrir-se outra vez e decidir de uma vez por todas, o que quer verdadeiramente.
As intenções iniciais de Forman com o abandono de Maribeth de sua família convidam a reflexão. Mas as soluções de Maribeth para seus problemas começam a parecer longe de introspectivo e ao invés disso, descuidado. Uma herança a ajuda a chegar a Pittsburg, onde ela aluga um lugar sob um nome falso e começa um tratamento cardiovascular devido a sua condição.

No entanto, é aqui que o enredo de Forman parece mergulhar em algo um pouco mais superficial, e reúne uma qualidade inegavelmente remanescente de sua experiência de literatura YA. Maribeth decide se entregar a um beijo e a um relacionamento estranho com seu novo cardiologista, que naturalmente não sabe nada sobre seu casamento, seus filhos e sua deserção de sua vida anterior.

Ela nega todo o contato com a família, e é só até chegarmos ao ponto intermediário do romance que ela finalmente decide fazer contato com o marido usando um telefone, assumimos que ele não pode alcançá-la ou descobrir onde ela está. Seu único esforço de auto-busca resulta em descobrir quem era sua mãe. No entanto, isso parece perdido em vista de sua absurda tentativa de um caso com Stephen, o cardiologista e sua absurda fraternidade com seus novos vizinhos. Maribeth encontra-se interrogativamente numa família substituta em sua vida falsa, com seus dois vizinhos novos e Stephen que adota o papel do marido.

Para o crédito de Forman, Maribeth abruptamente retorna ao seu juízo e começa a se comunicar com seu marido Jason e exibir todas as queixas, que é o que talvez deveria ter sido o ponto de partida de sua introspecção recém-encontrada. Não é que Maribeth seja condenável, porque deixou seu marido e seus filhos na poeira, mas porque falha na promessa da busca de Maribeth, por algo mais proposital. O interlúdio romântico com Stephen parece completamente desnecessário e não acrescenta nada à história, exceto para revelar sua própria narrativa triste que Forman poderia ter feito sem envolvê-los.

O grande final também é uma grande decepção, dando a impressão de que todo um capítulo deve ter sido deixado de fora do livro por engano. Termina com um telefonema que não traz nenhuma resolução, e ficamos imaginando o que toda a viagem da suposta auto-descoberta de Maribeth estava realmente acontecendo e se realmente aconteceu.

Quando Eu Parti consegue realizar uma coisa: faz-nos sentir confusos e insatisfeitos, à espera de uma história formidável que nunca a encontraremos.

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4 Estrelas, Editora Novo Conceito, Resenhas

Resenhas: Apenas um Dia/ Apenas um Ano – Gayle Forman

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Sinopse – Apenas um Dia: A vida de Allyson Healey é exatamente igual a sua mala de viagem: organizada, planejada, sistematizada. Então, no último dia do seu curso de extensão na Europa, depois de três semanas de dedicação integral, ela conhece Willem. De espírito livre, o ator sem destino certo é tudo o que Allyson não é. Willem a convida para adiar seus próximos compromissos e ir com ele para Paris. E Allyson aceita.

 Essa decisão inesperada a impulsiona para um dia de riscos, de romance, de liberdade, de intimidade: 24 horas que irão transformar a sua vida. Apenas um Dia fala de amor, mágoa, viagem, identidade e sobre os acidentes provocados pelo destino, mostrando que, às vezes, para nos encontrarmos, precisamos nos perder primeiro… Muito do que procuramos está bem mais perto do que pensamos.

Título: Apenas um Dia 
Título original: Just one Day
Autor: Gayle Forman
Ano: 2014
Páginas
: 384

Editora: Novo Conceito

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Resenha: O livro nos conduz a uma viagem junto com Allyson, ela procura por respostas e teorias, história pra contar. E encontramos as respostas junto com ela. O modo como foi escrito nos faz devorar esse livro, é como um vício. Continue lendo “Resenhas: Apenas um Dia/ Apenas um Ano – Gayle Forman”

4 Estrelas, Adaptações, Editora Novo Conceito, Resenhas

Resenha: If I Stay ( Se Eu Ficar) – Gayle Forman

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“Às vezes você faz escolhas na vida e às vezes as escolhas fazem você”

 

Mia tem uma família e tem orgulho disso. Um namorado e uma amiga leal. Não é nenhuma garota popular da escola e não entende até hoje como Adam, que faz parte de uma banda de Rock, pôde se interessar por ela. Certo dia ela e sua família decidem viajar e acontece algo trágico, um acidente. Ela se torna a expectadora da própria vida no leito do hospital. Invisível a todos, mas vendo tudo que acontecia ao seu redor. Cabia a ela a decisão de ficar ou não.

A história é meio triste e você fica com uma sensação de algo apertando o seu peito. Queria muito que terminasse tudo bem, de uma forma boa, mas é tudo tão confuso. Com flashbacks do passado de Mia, e ao mesmo tempo sua vida atual no hospital. Passagens durante sua vida com a família, o Adam, a amiga Kim, sua paixão por violoncelo… Algo como uma te torturar aos poucos.

Pensar que o livro terá momentos felizes do tipo de gargalhadas está fora de cogitação. No máximo você vai dar aquele sorriso bobo, com os momentos alegres da Mia com seu namorado, você se relaciona mais com o drama que ela passa. O livro é ótimo para quem quiser ter uma experiência diferente, do tipo que faz você pensar no que você está fazendo.

Enfim, muita coisa ficou sem explicação. Não “sem explicação”, mas deveria ter um pouco mais de história. Porque vivemos apenas o drama dela o tempo todo e no final quando ela toma a decisão… Acontece. E não vemos no que isso resultou.

Os personagens não são apegáveis e a Mia é só a Mia. Na verdade você se envolve a história em si, não a personagens ou situações.

O livro foi adaptado para o cinema pela Summit Entertainment . A atriz que estava cotada para interpretar a Mia era a Dakota Fanning. Mas ela recusou por querer terminar o segundo-grau e aproveitar, então a atriz que fará a personagem será a Chloe Moretz. Estou apostando bastante nessa adaptação, pois acredito que a história é legal e é um drama que pode dar um bom filme. O mesmo terá sua estreia muito em breve no dia 04/09/14.

 

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