5 Estrelas, Resenhas, Sem categoria, Terror

Resenha: O Assombrador das Trevas – H. P. Lovecraft

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Sobre o autor 

Considerado por muitos críticos um dos escritores de terror mais influentes de século XX, Howard Phillips Lovecraft (1890-1937) nasceu na região da Nova Inglaterra, da qual também proveio Edgar Allan Poe, na cidade de Providence, Rhode Island. Foi um jovem solitário, doente e de família abastada – era neto de um proeminente industrial, Whipple Van Buren Phillips –, que cresceu sem a presença do pai. Casou-se com a comerciante judia Sonia Haft Green. Mas, em virtude de problemas financeiros, divorciou-se e passou a morar com duas tias. Nessa época, teve sua fase de maior produtividade, destacando-se por seus contos de horror gótico e tornando-se um dos precursores da ficção científica nos Estados Unidos.

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Sobre o Livro

Criaturas estranhas, seres de outras dimensões, monstros que em tempos passados tiveram seu auge e reinaram em nosso planeta. Agora percorrendo um retorno triunfal, agem à espreita para reconquistar tudo novamente. Vocês meus amigos, já devem ter imaginado algo assim alguma vez na vida, principalmente quando imaginamos as ideias de invasão alienígenas que as ficções científicas hollywoodianas criam em nossas mentes, mentes essas incrivelmente repletas de criatividade. Quem nunca ouviu falar no filme Independence Day ou ouviu se cogitar que as pirâmides do Egito foram construídas por alienígenas nos séculos passados? Pois bem, nessa premissa de poder crer em possíveis especulações distintas Howard Phillips, teve seu auge criativo. Poucos sabem ao certo disso. Artistas, pintores e escritores (almas sensíveis), vislumbram a sua existência em sonhos ou acessos de delírio. Grupos primitivos, por razões ainda não compreendidas, estranhamente os cultuam, mas apenas poucos homens, verdadeiros eruditos, buscam pistas sobre essas criaturas e as estudam. São os únicos que poderiam nos proteger.

Em meio a essa mistura de horror e ficção científica, esse vem a ser o enredo de boa parte da produção meus caros seguidores, do Howard Phillips Lovecraft, escritor norte-americano responsável pela criação do Mito de Cthulhu, que até hoje é uma criatura cultuada por várias seitas diversas.  Os contos de Lovecraft e suas criaturas tiveram enorme repercussão. Neste livro em específico no qual eu recomendo, vocês poderão desfrutar de alguns de seus contos mais importantes, sendo uma grande e excelente escolha da editora MARTIN CLARET, da série A Obra Prima de Cada Autor. Traduzido por Lenita Rimoli Esteves. 

Os contos que nesse livro vocês poderão acompanhar são: O chamado de Cthulhu, O horror de Dunwich, Sussurros na escuridão e O assombrador das trevas.

 

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Resenha

“Não está morto o que pode eternamente jazer

E após estranhos éons mesmo a morte pode morrer”

(H.P.Lovecraft.)

Um autor que podemos considerar como cult, que é prezado pela cultura popular e exerce influência sobre muitos outros artistas, traz consigo em suas obras, muito de sua cultura e percebemos isso na maioria de seus personagens, nascido na região da Nova Inglaterra, essa localização parece sempre ser alvo base para praticamente todos os seus contos, mesmo que muitos sejam inventados, vocês poderão observar como ele sempre usa os recursos geográficos para poder criar as bases de seus enredos, por meio do clima, da cultura, dos pensamentos populares e da estrutura que formam aquela região da Nova Inglaterra. Eu entendo ele, pois quando escrevi meus contos eu estive sempre utilizando os recursos mais próximos para poder ser mais preciso em relação a compreensão do leitor. É como se eu falasse do fogo, mas nunca tive a experiência de me queimar… como eu poderia expressar como é uma cena de queimadura se nunca senti uma? Creio que ficaria um tanto pouco original querer expressar algo para tantos que possivelmente já se queimaram com um cigarro, no fogão de casa, fazendo aquele brigadeiro delicioso caseiro num fim de tarde nublado e de repente encosta o pulso sem querer na borda da panela, causando aquela dorzinha incómoda enquanto colocamos nosso antebraço debaixo de água corrente para não criar uma bolha. Pelo que entendi, as fases difíceis na vida de Lovecraft foram os momentos em que ele mais produziu e alcançou os tantos encantos fictícios de seus monstros e suas mais profundas frustrações, envolvidas naquele clima de sua região que só intensificaram mais ainda a grande imaginação de nosso autor.  Notei que o autor em um dos contos ele usa nomes de cientistas e pessoas reais, em outros não, apenas ficcionais. Contudo entre os quatro contos, um irei tratar e fiz um breve sorteio de bem me quer, mal me quer e o escolhido pela sorte foi o Assombrador das Trevas, sendo esse o último desta coleção. Isso ajudará a não dar spoilers sobre os demais. E há uma curiosidade nesse conto conduzido com personagens fictícios, pelo que pesquisei é que ele é bem do tipo, apenas sinta a sensação, deixe sua imaginação fluir. Isso claro, pois eu poderia descrevê-lo de maneira cômica (risos) sendo assim:

“Um conto detalhista de uma história sem conclusão, sob fatos não esclarecidos, de uma premissa sem garantia de veracidade, baseada em uma lenda, mistificada em um diário que relata uma frenética paranoia de atos sem explicação que existe sem haver registros claros de uma existência maligna, sendo concluído que o autor do certo diário veio a óbito sem sabermos como sua morte ocorrera, por meio de algo que ninguém sabe, acreditando num ser demoníaco que ele não sabe se existe, mas crê fielmente em sua presença, dado pelo laudo dos legistas que sua morte veio a ocorrer por meio de uma eletrocussão, cujo o choque não se dera por eletricidade comum, mas uma morte eletrocutado por um choque de proporções medonhas oriundas de uma descarga de medo assombrador no decorrer de um momento sem energia na pequena cidade de Federal Hill, enquanto ele olhava pela sua janela a janela da torre negra sem janelas de uma igreja que tinha um mistério antigo, mas que era uma nave.”

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(Risos) entenderam essa confusão?

Bem, meus caros leitores do Nerd Book’s, esse conto soou muito como especulativo para mim. O que quis dizer é mais ou menos assim:

Robert Harrison Blake, morador da Rua East Knapp, número 620, Milwaukee, Wisconsin. É um escritor e pintor, que viaja para a cidade de Providence no inverno de 1934, e procura lá desvendar um certo mistério que paira em uma cidade ao lado conhecida como Federal Hill. Lá a uma lenda que reina entre os moradores de uma certa maldição que permanece por muito tempo e de pessoas que nessa lenda foram dadas como desaparecidas, entre elas um jornalista que foi até a igreja investigar os casos de desaparecimento e nunca mais retornou ou foi visto. Curioso, estudioso nos assuntos místicos e sombrios, toda aquela crença dos moradores lhe chamou a atenção, em sua casa estilo georgiano, até então alugada recentemente e onde residiu até 1935, o dava visão a uma torre negra sem janelas desta tal igreja. O que o fez parar e de sua janela observar o cinismo que havia naquela paisagem. Logo, certo dia ele indo a pequena cidade de Federal Hill, Blake buscou informações sobre aquela igreja, que tanto lhe chamava a atenção, logo percebeu que havia um enorme tabu entre as pessoas que não quiseram mencionar sobre a igreja e isso mexeu com sua ávida curiosidade de escritor. Fazendo-o adentrar na igreja para saber o porquê que as pessoas não se aproximavam ou comentavam nada a respeito do local. Ao entrar no recinto mal dito pelos populares, povo da pequena Federal Hill, dentro da igreja, Blake foi analisando e descobrindo inúmeras coisas que pudessem lhe auxiliar na sua investigação (Não direi o que ele encontrou na nave desta igreja ou na torre negra, terão que ler, já há bastante spoiler rsrsrs) que trouxe por fim uma enorme sensação de pavor e desespero, sendo criativo como qualquer escritor acabou que sua imaginação absorveu os acontecimentos que ocorreram dentro da igreja e retornando para sua residência, ele apenas estudou assiduamente escritas de um determinado livro que trouxera consigo e com os dias uma certa paranoia foi tomando de conta de seus pensamentos, sonambulismo e acontecimentos noturnos o fez em um momento de desespero amarrar-se pelo tornozelo na própria cama a fim de impedir que seu sonambulismo o tirasse da cama. Com o tempo ele passou a dedicar-se ao seu diário, contando o que sentia e o que estava descobrindo, até que passou a crer na existência de uma possível criatura de outro mundo que naquela igreja reinava apenas por detrás das sombras e que só poderia ressurgir na escuridão. Quando quedas no abastecimento de energia ocorriam a noite, muitos moradores de Federal Hill, iam até o entorno da igreja orar até que a luz retornasse e Blake, entrava em pânico nesses momentos sem luz. E uma certa vez em uma dessas quedas de energia, Blake veio a óbito. Como isso ocorreu, é preciso ler para entender. O conto se inicia de traz para frente, primeiramente se dá o desfecho de sua morte, consequentemente é abordado, ressaltando meu caros #NerdBookaholics que a história tem duas versões, mas se é expressado e analisado apenas pelo ponto de vista de Blake, através do que ele deixou escrito em seu diário, que este por fim foi escrito até os últimos instantes de sua vida terrena.

Então é isso aí meus amados leitores, eu sou Rodolfo Rodrigo e essa foi mais uma análise literária em cima de uma figura reconhecidíssma no mundo da ficção científica e sobrenatural. Esperamos que tenham gostado e que tenham se interessado em conhecer as obras de Lovecraft. Vejo vocês na próxima resenha com alguma nova pérola da literatura para encher a mente de vocês com muita cultura e conhecimento. Vale muito a pena conferir!

Um forte abraço, Beijos!

5 Estrelas, Editora Record, Especial: Halloween, Resenhas

Resenha: A Profecia, por David Seltzer

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Sinopse:

Em 1975, o anticristo nasceu. Uma criança protegida pelas forças do mal. Nascido de um chacal no dia seis de junho as 6:00 da manhã, o pequeno Damien foi adotado por uma família, que teria sua vida mudada pela criança que possuía o número 666 marcado em sua cabeça.

Título: A Profecia
Título original: The Omen
Autor: David Seltzer
Ano: 1976
Páginas:
204
Editora: Record

5 SABRES

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Resenha:

Numa noite em Roma, o diplomata americano Robert Thorn troca seu filho morto por um órfão recém-nascido. Ninguém, nem mesmo sua esposa, sabe da troca. Como o menino, Damien, cresce, eventos estranhos começam a acontecer. Em primeiro lugar, a babá morre em circunstâncias estranhas, e, em seguida, uma nova babá e um cão preto feroz parecem tomar conta dele. Kathy, esposa de Robert tem um acidente grave e um padre velho estranho persegue Thorn para lhe dizer que o seu filho é a semente do diabo. Como as mortes começam a aumentar, Thorn deve correr em toda Roma, Jerusalém e Londres para tentar desvendar a verdade. Com um final cheio de momentos angustiantes, você vai querer pegar o próximo romance imediatamente para descobrir o que acontece a seguir!

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Fonte: Google

A trama em si demora um pouco para se desenrolar, mas uma vez que a primeira morte ocorreu, o ritmo pega dramaticamente e os acontecimentos estranhos tornam-se cada vez mais frequentes. Até o momento eu estava a meio caminho andado folheando as páginas do romance, eu não poderia colocá-lo para baixo até que eu tivesse terminado. A trama rapidamente se move de uma forma completamente assustadora com o avanço da leitura. Eu fiquei muito impressionado com o fato de que a história conseguiu me deixar nervoso – muito poucos romances conseguem isso com sucesso e ser classificado como assustador, assim Seltzer lidou com isso muito bem.

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Eu não vi o filme ‘A Profecia’, então eu não posso comparar o livro com o filme; No entanto, tal como foram ambos escritos pelo mesmo homem, é provável que eles serão semelhantes. Eu acredito que alguns nomes alternativos foram usados no livro, e Seltzer foi capaz de desenvolver as histórias de personagens mais plenamente. Confesso que amo história de terror, principalmente as que envolvem demônios, me julgue. E agora que terminei o livro, eu estou agendando um dia para assistir o filme, porque se eu achei o livro assustador, o filme vai assustar a vida fora de mim! E claro, quero ler os outros quatro livros da série.

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4 Estrelas, Especial: Halloween, Resenhas

Resenha: Eu Sou a Lenda, por Richard Matheson

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Fonte: Google

Sinopse:

Uma impiedosa praga assola o mundo, transformando cada homem, mulher e criança do planeta em algo digno dos pesadelos mais sombrios. Nesse cenário pós-apocalíptico, tomado por criaturas da noite sedentas de sangue, Robert Neville pode ser o último homem na Terra. Ele passa seus dias em busca de comida e suprimentos, lutando para manter-se vivo (e são). Mas os infectados espreitam pelas sombras, observando até o menor de seus movimentos, à espera de qualquer passo em falso… Eu sou a lenda, é considerado um dos maiores clássicos do horror e da ficção científica, tendo sido adaptado para o cinema três vezes.

Título: Eu Sou a Lenda
Título original: I Am Legend
Autor: Richard Matheson
Ano: 2015
Páginas:
384
Editora: Aleph

4 SABRES

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Resenha:

Robert Neville é o último homem na Terra, mas ele está longe de ser o último ser vivo.
Tem sido assim há vários anos desde que uma praga desconhecida cobriu a Terra e aparentemente exterminou cada ser humano, exceto Robert. Mas aqueles seres humanos que morreram não permaneceram mortos, e agora voltaram à vida como vampiros, sedentos de sangue humano. O sangue de Robert. Por dia, Robert passa por uma rotina rigorosa para fortificar sua casa com espelhos, alho e tábuas pregadas nas postas e janelas. Além disso, ele faz várias estacas em quantidades infinitas necessárias para a sua outra rotina diária – matar vampiros. À noite, Robert fica em sua casa, ouvindo música clássica e bebendo para dormir, enquanto vampiros ficam ao redor e pedindo-lhe para sair de casa.

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Fonte: Google

Alimentado por não saber o que causou a peste, e ainda assombrado pela morte de sua família, Robert finalmente decide começar a pesquisar o que pode ter sido a origem. Embora Robert não seja um homem da ciência, ele tem todo o tempo do mundo para se tornar um. Ele acrescenta uma viagem para a biblioteca para a sua rotina diária, onde encontra livros sobre vírus, bactérias e teoria científica básica. Através deste novo processo de teorização e estudo, Robert encontra uma renovação em sua vida, e quando ele chega perto de uma teoria que pode se aproximar de algo, ele se depara com a maior descoberta de todas – ele pode não ser o último humano vivo da Terra!

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Fonte: Google

Escrito por Richard Matheson em 1954, Eu Sou a Lenda se tornou uma lenda ao sofrer uma forte influência na literatura e no cinema ao longo dos últimos cinquenta anos. A história de Matheson foi trazida para a tela em 1964 como o último homem na Terra (que por sua vez influenciou a noite original do Living Dead), em 1971 como The Omega Man, e agora em 2007, como Eu Sou a Lenda.

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Fonte: Google

Eu Sou a Lenda é talvez um dos maiores romances sobre vampiros. Talvez a história de Bram Stoker seja a única que mereça mais elogios. O que a princípio pode parecer uma história de horror para ser lido sob as cobertas, em seguida, esquecido é nada menos que uma análise surpreendente de não apenas as questões então vigentes, mas um exame que pode ser re-interpretado e usado como uma classe de ampliação para qualquer conflito político ou social. Eu Sou a Lenda continua sendo uma peça clássica e essencial da literatura moderna por uma razão, e não é nada menos do que uma obra-prima.

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Editora DarkSide, Resenhas, Terror

Resenha: Menina Má, por William March

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Fonte: Darkside Books

Sinopse:

Publicado originalmente em 1954, MENINA MÁ se transformou quase imediatamente em um estrondoso sucesso. Polêmico, violento, assustador eram alguns adjetivos comuns para descrever o último e mais conhecido romance de William March. Os críticos britânicos consideraram o livro apavorantemente bom. Ernest Hemingway se declarou um fã. Em menos de um ano, MENINA MÁ ganharia uma montagem nos palcos da Broadway e, em 1956, uma adaptação ao cinema indicada a quatro prêmios Oscar, incluindo o de melhor atriz para a menina Patty McComarck, que interpretou Rhoda Penmark.

Rhoda, a pequena malvada do título, é uma linda garotinha de 8 anos de idade. Mas quem vê a carinha de anjo, não suspeita do que ela é capaz. Seria ela a responsável pela morte de um coleguinha da escola? A indiferença da menina faz com que sua mãe, Christine, comece a investigar sobre crimes e psicopatas. Aos poucos, Christine consegue desvendar segredos terríveis sobre sua filha, e sobre o seu próprio passado também.

MENINA MÁ é um romance que influenciou não só a literatura como o cinema e a cultura pop. A crueldade escondida na inocência da pequena Rhoda Penmark serviria de inspiração para personagens clássicos do terror, como Damien, Chucky, Annabelle, Samara, de O Chamado, e o serial killer Dexter.

Título: Menina Má
Título original: The Bad Seed 
Autor: William March
Ano: 2016
Páginas:
272
Editora: Darkside Books

 

5 SABRES

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Resenha:

O mais fascinante em Menina Má é que, apesar de todas as passagens de percepção sobre o comportamento de Rhoda, não é mencionado no livro a palavra ‘sociopata’. Mas, March tem uma extrema facilidade de descrever todas as condições em que menina se encontra. Ele detalha cada irregularidade, o comportamento de suas vítimas e o dom aparentemente inato de manipular todos ao seu redor, crianças ou adultos. Eu não sei quando essa palavra, ‘sociopata’, entrou no nosso léxico. Eu só estou supondo que ele não estava em uso na década de 1950. Basicamente, esta é Rhoda Penmark: um caso a ser estudado.

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Fonte: Google

Na verdade, o horror presente na história não é nos crimes de Rhoda, mas no processo em que sua mãe, Christine, leva a entender sobre a vida do jovem Rhoda – mortes acidentais de animais de estimação, colegas de escola, um vizinho. Não importa como Christine tenta racionalizar a sua vida, os crimes de Rhoda, o próprio dever de sua filha, a verdade é mais prejudicial do que ela tinha imaginado. Christine começa pesquisando casos de crianças assassinas e aprende algo sobre ela mesma, sobre seu passado e o fato de ter acobertado sua filha para protegê-la.

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Fonte: Google

Leroy Jessup é o bruto, irritante, ressentido que trabalha no apartamento que as Penmarks vivem. Ele acaba observando as maquinações de Rhoda, e cria uma suspeita da morte de Claude Daigle, um colega que morreu afogado durante um piquenique de verão. Leroy constantemente faz “Zzzzz! Zzzz!” sons para ela – imitando a “pequena cadeira elétrica rosa”, onde as meninas más são enviadas. Brilhantemente, March acrescenta que Leroy “teria sido surpreendido ao saber que, em certo sentido, ele estava apaixonado pela menina, e que a sua perseguição por ela, sua preocupação persistente, fazia parte de um perverso e assustador amor.” Isso é muito f#da!

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Fonte: Google

Ler Menina Má é divertido, perfeito para um frio em uma tarde quente de verão. Personagens como Monica Breedlove, a dona da casa e melhor amiga de Christine, são totalmente convincente; Depois, há Reginald, um escritor, a quem Christine confidencia sobre seu interesse em muitos jovens assassinos.

Nenhuma dúvida sobre isso: Menina Má é um thriller psicológico de primeira linha, um pouco ainda maravilhoso, despretensioso, com material pouco relacionado a assassinatos em si, escrito com habilidade, uma pequena obra-prima de horror que apresento lhes a conhecer de uma só vez!

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Playlist da Semana

Playlist da Semana: Especial – Halloween

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Olá meus nerds!

Estamos no mês do terror e hoje eu trouxe pra vocês algumas músicas para curtir o #halloween que não temos, HAHAHAHA mas que não te impede de curtir uma social party com os amigos. 

Porém para não cair na mesmice e fazer um post com uma playlist clichê recheada de videoclipes de horror, resolvi incluir como tema: terror com sensualidade.

Quem nunca assistiu a um show de horrores com uma pitada de sensualidade? Pois é… Todos nós já assistimos, mas se você ainda não assistiu pode fazer diferente e vê-los pela primeira vez aqui 😀 Dentre os muitos clipes que existem, eu escolhi os 5 melhores, que seguem logo abaixo.

#5 Rihanna – Disturbia

#4 Katy Perry – E.T

#3 Miley Cyrus – Can’t Be Tamed

#2 Lady Gaga – Born This Way

#1 Backstreet Boys – Everybody

Gostaram? Substituiriam ou incluiriam algum? Comenta!

Séries

Séries: Netfilx Vai Lançar sua Primeira Série Brasileira Original

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Olá meus nerd’s!

Depois de fazer várias séries incríveis ao redor do mundo, chegou a vez da Netflix lançar a sua primeira série inteiramente brasileira.

“3%” será um thriller futurístico estrelado pelos atores João Miguel (Estômago) e Bianca Comparato (Avenida Brasil), com direção do uruguaio César Charlone, indicado ao Oscar pela cinematografia de “Cidade de Deus”.

Sinopse oficial: “3%” é um thriller que retrata um mundo dividido entre progresso e devastação. A única chance de passar para “o lado melhor” é por meio de um processo cruel – e nem sempre justo – onde somente três por cento dos candidatos são aprovados.

Tenso, né?

Segundo Charlone, “em última instância, a série traz à tona questões sobre a dinâmica da sociedade que impõe constantes processos de seleção pelos quais todos nós temos que passar, gostemos ou não”.

E sabe o que é mais legal nisso tudo? A série vai ser distribuída internacionalmente na Netflix. Sim, estará no catálogo do mundo inteiro, não só do Brasil!

A série está sendo escrita por Pedro Aguilera e vai começar a ser filmada no começo de 2016 com tecnologia Ultra HD 4K.

Dá play e veja o recado da Bianca:

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Curiosidade: A série possui um piloto no YouTube que foi publicado alguns anos atrás, no entanto, por falta de patrocínio não houve a gravação de outros episódios.

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4 Estrelas, Editora Intrínseca, Resenhas

Resenha: Caixa de Pássaros – Josh Malerman

Sinopse: 

Romance de estreia de Josh Malerman, Caixa de Pássaros é um thriller psicológico tenso e aterrorizante, que explora a essência do medo. Uma história que vai deixar o leitor completamente sem fôlego mesmo depois de terminar de ler. Basta uma olhadela para desencadear um impulso violento e incontrolável que acabará em suicídio. Ninguém é imune e ninguém sabe o que provoca essa reação nas pessoas. Cinco anos depois do surto ter começado, restaram poucos sobreviventes, entre eles Malorie e dois filhos pequenos. Ela sonha em fugir para um local onde a família possa ficar em segurança, mas a viagem que tem pela frente é assustadora: uma decisão errada e eles morrerão.

Título: Caixa de Pássaros
Título original: Bird Box
Autor: Josh Malerman
Ano: 2015
Páginas
: 272
Editora: Editora Intrínseca

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