Artigos, Dicas

Autores para você se apaixonar

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São inúmeros os livros e autores que temos espalhados pelo mundo e com certeza os amantes da literatura conhecem diversos deles, como: Stephen King, John Green e J. K. Rowling. São incríveis escritores que te fazem viajar e se apaixonar por cada historia e personagem. Pensando nesses grandes escritores, separei pra você três autores brasileiros atuais que vale a pena conhecer. Confira:

Paula Pimenta

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A escritora escreve romances para o público jovem, mas conquistou o coração de todos. Ela ganhou espaço com a saga “Fazendo meu filme”, as histórias contam a vida de Fani Castelino Beluz, uma adolescente mineira que passa por diversos problemas amorosos na sua adolescência e vive um grande dilema entre conhecer o mundo ou viver um grande amor. Leitura leve que te faz voar longe.

Entre os romances da autora temos: Fazendo meu filme, Minha vida fora de série e O livro das princesas.

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Pedro Grabriel

Foto: Leo Aversa - Crédito obrigatório.
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Pedro apresenta histórias vividas por seu alter ego, desde a cuidadosa aproximação da pessoa desejada, o encantamento e a paixão, até o sofrimento provocado pela ausência e a dor da perda. Em, Eu me chamo Antônio, Antônio o personagem do romance que está sendo escrito e vivido. Frequentador assíduo de bares, ele despeja comentários sobre a vida — suas alegrias e tristezas — em desenhos e frases escritas em guardanapos, com grandes doses de irreverência e pitadas de poesia. Antônio é perito nas artes do amor, está sempre atento aos detalhes dos encontros e desencontros do coração. Quando está apaixonado, se sente nas nuvens e nada parece ter maior importância, e, quando as coisas não saem como esperado, é capaz de enxergar nas decepções um aprendizado para seguir adiante. Do balcão do bar, onde Antônio se apoia para escrever e desenhar, ele vê tudo acontecer, observa os passantes, aceita conversas despretensiosas por aí e atrai olhares de curiosos. Caso falte alguém especial a seu lado (situação bastante comum), Antônio sempre se acomoda na companhia dos muitos chopes pela madrugada.

Confira outra obra do autor: Segundo – Eu me chamo Antônio.

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Renata Ventura

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Ao estilo Harry Potter e Senhor dos anéis, a autora escreve grandes histórias envolventes. “A Arma Escarlate” conta a história de Hugo Escarlate, um garoto de 13 anos que, em 1997, no meio de um tiroteio no Rio de Janeiro, descobre que é um bruxo. Jurado de morte, ele foge da cidade para aprender magia e enfrentar quem está te perseguindo, mas nada sai como o planejado…

Outra historia famosa da autora é A Comissão Chapeleira.

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4 Estrelas, Parceiro, Resenhas

Resenha: Anjos do Universo – Einar Már Gudmundsson

Primeiramente, a capa deste livro levou-me a pensar que se tratava de algo apocalíptico, mas pra minha surpresa esse livro é um belíssimo drama. 😀

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Sinopse:

O jovem Páll tenta lidar com problemas de identidade e a dificuldade de controlar suas emoções, se deixando levar por surtos de bebedeira e explosões de agressividade. Na segunda metade do romance vemos os muitos anos que Páll passa dentro do hospício Kleppur e os personagens que ele encontra lá. Surge o questionamento: em meio à agonia mental cotidiana, como se pode chegar a um retrato aceitável da sociedade ou mesmo da existência em si?

No fim de sua vida, Páll, o protagonista e narrador de Anjos do universo, relembra um verso de uma canção de uma canção de David Bowie: “Day after day, they take some brain away”. As palavras de Bowie poderiam muito bem servir como mote para todo o romance, no qual Páll, do outro lado da tumba, tenta entender como se afundou no mundo violento e sombrio da esquizofrenia até o seu aprisionamento no Kleppur, o hospital psiquiátrico “semelhante a um enorme palácio situado à beira-mar” em Reiquiavique, e sua decisão (aos quarenta e poucos anos) de trocar a tensão da vida pelo distanciamento da morte.

O uso da letra de Bowie tem bastante significado: Einar Már Gudmundsson (nascido em 1954), talvez o mais célebre escritor islandês de sua geração, é creditado pela liberação da escrita séria no seu país a partir da inspiração de ícones do mundo contemporâneo. Páll é movido por ídolos do rock e do punk, mais do que pelos respeitados heróis das sagas; mais por Beatles, Zappa e Bowie do que Njáll e Egill.

Título: Anjos do Universo
Título original: Angels os the Universe
Autor: Einar Már Gudmundsson
Ano: 2013
Páginas:
202

Editora: Hedra

Livro cedido através da parceria com a editora

4 SABRES

Skoob | Goodreads | Compre

Resenha:

O livro narra as experiências pessoais de Páll, que por sua vez, nos conta uma vida difícil, uma história pesada, balanceada entre uma infância relativamente normal e uma juventude marcada pelo início do aparecimento dos sintomas da esquizofrenia, porém também narra igualmente a incompreensão e completa exclusão que doentes mentais sofrem tanto da família, quanto da sociedade em geral, que pouco compreendem a situação dessas pessoas, seus sintomas e seu estado de doentes. E é bem do inicio que ele começa a contar a sua vida, no dia do seu nascimento, um dia segundo ele, histórico na Islândia, o dia em que o país sofria com intensas manifestações populares pois, estava sendo decidido se a Islândia deveria ou não entrar para a OTAN. Primeiro filho de um casal, cheio de promessas e sonhos, Páll viveu com uma boa condição de vida, divide conosco uma infância de um menino inteligente e ligado a artes, com poucos amigos e muitas ideias.

Outro assunto também abordado no livro é o estado destes pacientes em hospitais psiquiátricos, na história o Hospital Kleppur é quase como um personagem que rodeia a vida de Páll desde a infância, é como se o local em que o personagem fosse parar depois de detectado sua doença, estivesse lhe rondando desde pequeno. Porém, além da caracterização interessante do hospital na história, a situação dentro dele é descrita, desde pacientes jogados e acumulados dentro deste local como se fossem lixo deixados lá, sem nenhum cuidado, limpeza e muito menos tratamento, isso dito por Páll antes de sua internação, até quando o mesmo encontra-se no local, medicados a ponto de passarem o dia completamente dopados e jogados numa cadeira.

O livro expõe na sua história a decadência e o declínio de uma pessoa que possui uma doença grave, que ainda é visto pela humanidade como “inexistente” ou “frescura”. Em Anjos do Universo, somos colocados frente a frente com uma doença que nos cerca e que muitas vezes a ignoramos por consequência da falta de informações ou pela busca das mesmas.

“É evidente que entendo a realidade tão pouco quanto ela me entende. Quanto a isto, estamos quites. Porém, ela não me deve explicação alguma a respeito de qualquer coisa, ao passo que eu continuo tendo de responder perante ela.
Claro que seria bom poder dizer o que disse o filósofo alemão Hegel quando alguém afirmou que as suas teorias não correspondiam a realidade:
– Pobre realidade, não deve ser nada fácil para ela.
Escritores podem escrever isto.
Filósofos podem dizer isto.
Já nós, que estamos internados em sanatórios e instituições, não temos qualquer defesa quando nossas ideias não correspondem à realidade, pois, em nosso mundo, os outros é que tem razão e conhecem a diferença entre o certo e o errado.
A nuvem de medicamentos paira no ar, como se os dias tivessem deixado de se mover.” (página 10)

COMENTEM, CURTAM, SIGAM!! ❤

 

Cassandra Clare, Editora Galera, Editora Galera Record

Quem é vivo sempre aparece!

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E aí, saudade de vocês! Finalmente estou de férias do trabalho e agora sim, terei tempo de publicar todas as resenhas que estão pendentes dos meus parceiros. Então, vem muita coisa nova pela frente… falando em coisa nova, eu junto com três amigos decidimos criar um blog para espalhar para o mundo (tem que pensar grande), nossa “opinião gay” sobre as coisas que vem acontecendo na mídia. Depois poderiam fazer uma visitinha e seguir, obrigado. Ah, sim! O nome e o link do blog: Close Certo.

Para voltar ao meu posto de blogueiro literário, vou falar sobre alguns livros que recebi nesses meses e que estou completamente apaixonado. ❤

E, para começar apresento a vocês o mais novo livro da Cassandra Clare, Dama da Meia-Noite, com capa holográfica e um capítulo extra.

12801412_1225665160794729_5867993215707028976_n-278x400Em Dama da Meia-Noite, Cassandra retoma o universo de fantasia urbana da série Os Instrumentos Mortais, que já ganhou a tela de cinema e agora é série de TV exibida pelo canal Netflix. Cinco anos após os acontecimentos de Cidade do Fogo Celestial, acompanhamos os Caçadores de Sombras do Instituto de Los Angeles enquanto tentam descobrir os responsáveis por uma série de assassinatos que vitimam tanto humanos quanto fadas. Agora Emma Carstairs é uma jovem em busca dos assassinos de seus pais, com a ajuda de seu parabatai, Julian Blackthorn. As crianças cresceram e podem se tornar os melhores Caçadores de sua época.

Editora: Galera Record
Idioma: Português
ISBN-10: 8501401080
ISBN-13: 978-8501401083
Dimensões do produto: 23 x 16 x 3,3 cm
Peso do produto: 721 g

A Cassandra Clare postou um vídeo listando 10 coisas que devemos saber antes de ler Dama da Meia-Noite. Veja:

Legendado pelo www.Idris.com.br


E eu quero saber de vocês: Já conhecem o livro? Querem ler? Quais livros já leu da nossa diva, Cassandra? Comente, curta e compartilhe!!

 

5 Estrelas, Desafio Literário 2016, Editora Intrínseca, Resenhas, Sem categoria

Resenha: A Menina que Roubava Livros + Desafio Literário | Abril

Olá meus Nerd’s! Como estão?

Como eu havia conversado com vocês, no desafio de março eu iria ler, A Menina que Roubava Livros, mas só tive tempo de publicar a resenha hoje.. Então, aproveitando o momento já vou deixar pra vocês o desafio do mês de abril.  😀

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 Sinopse:

Ao perceber que a pequena Liesel Meminger, uma ladra de livros, lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. A mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade. A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História.

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Título: A Menina que Roubava Livros
Título original: The Goonies
Autor: Markus Zusak
Ano: 2011
Páginas:
480

Editora: Intrínseca

5 SABRES

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Resenha:

O livro é uma narrativa da Morte, seu foco é a vida de Liesel e o que a ela for relacionado. Organiza-se em dez partes, cada qual com cerca de quarenta páginas.

“A menina que roubava livros” conta a história de uma menina de nome Liesel Meminger que, durante uma viagem de trem com destino a cidade alemã de Molching, ao despertar encontra o seu irmão que viajava a seu lado, morto. No trajeto é feita uma parada para inumar o menino, e, é no cemitério onde nossa protagonista faz o primeiro de seus roubos: um dos coveiros, descuidado, deixa cair à neve um livro intitulado “Manual do Coveiro”. Chegando a cidade de destino, Liesel descobre que seria entregue a uma família adotiva; reluta muito em partir dos braços da mãe, mas acaba cedendo. Nossa protagonista passa a viver com Hans e Rosa Hubermann, sua nova família. A partir de então, Liesel ao decorrer da história, começa a estudar, faz amizades e, passa a roubar livros da biblioteca da mulher do prefeito, Ilsa Hermann (com certo consentimento da proprietária). Ao lado de seu amigo Rudy, ela constrói uma amizade solidária e uma cumplicidade nos furtos, além de um amor castiço e terno…

A ideia de Markus Zusak ao grafar um romance cujo cenário é a Alemanha nazista, retratando os horrores desse período, é de fato interessante. Uma jovem menina que vê (assim qual uma minoria de outras pessoas alemãs) um absurdo nos ideais de Hitler, mas, por coação, mantém a aparência de nazista, muito embora, durante parte da história os Hubermann e Liesel abriguem secretamente um judeu em seu porão.

O livro mostra o caos que foi a Alemanha nesse período: moradores alemães passando fome com o racionamento de alimentos, o temor de ser considerado um traidor ou mesmo de ser alvo de desconfianças por parte dos membros do partido nazista, a repressão para que todos se alistassem a essa facção e, a perseguição aos que se negavam. O fanatismo de maioria dos alemães, o nacionalismo exagerado, a arrogância… A perseguição aos judeus e a quem não fosse etnicamente alemão. O sofrimento das famílias – não só judias, mas inclusive alemãs como também russas e outras tantas – que perdiam seus parentes nas batalhas; das mães que perderam seus filhos ainda pequenos por conta dos bombardeios; pessoas que foram mutiladas pelo conflito… Atrocidades tamanhas que expõem o lado mãos sombrio, perverso e dantesco da natureza humana, capaz de apavorar até mesmo a singular narradora (“os seres humanos me assombram”).

A estruturação desse livro é um pouco diferente do que as dos títulos que já li. A principio foi curioso, até mesmo um pouco “estranho”, mas ao decorrer do livro torna-se conveniente e agradável.

Esta obra possui sem dúvida valor pedagógico; como sempre indicando o mérito da Literatura qual instrumento de cultivar conhecimentos variados. Trata-se de um texto mais indicado, talvez, a alunos a partir do segundo ano do Ensino Médio, dada a qualidade da escrita.

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Desafio Literário 2016 – Abril

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Para o desafio desse mês de abril, temos como obrigatório um livro de autor brasileiro e como opcional um livro de até 100 páginas.

Então, para o obrigatório eu escolhi o livro, Espíritos de Gelo por Raphael Draccon que ficou conhecido pela trilogia Dragões de Éter. 

Mais uma vez não vou ler o livro opcional, por causa do tempo! :\

Editora DarkSide, Lançamentos, Sem categoria

Darkside: Lançamento – Donnie Darko por Richard Kelly

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Título | Donnie Darko

Autor | Richard Kelly

Tradutor | Antônio Tibau

Editora | DarkSide®

Edição | 1a

Idioma | Português

Especificações | 254 páginas (estimadas), Limited Edition (capa dura)

Dimensões | 14 x 21 cm

A visão original de uma obra-prima

Você ainda não viu esse filme. Mesmo que seja fã de carteirinha, e já tenha assistido a Donnie Darko mais de uma vez – ou dez, ou quinze, quem está contando? Pois a versão que a DarkSide Books está lançando na Páscoa de 2016 é inédita. Pela primeira vez no Brasil, você poderá entrar de cabeça no universo paralelo de Frank, Donnie e seu criador.

Não se trata de uma adaptação do longa-metragem de 2001, e muito menos de um romance que poderia ter inspirado o cineasta Richard Kelly. Donnie Darko, o livro, apresenta na íntegra o roteiro original. A primeira materialização da história, sua chance de conhecer a visão original dessa intrigante obra-prima.

Kelly escreveu Donnie Darko muito antes de conseguir ordenar luzes, câmera, ação. E mesmo sem atores, figurinos e efeitos especiais, Donnie já estava lá, angustiado com o fim do mundo anunciado por um arauto vestido de coelho.

Um detalhe interessante: boa parte da trilha sonora já estava lá, no roteiro. As canções escolhidas pelo cineasta – de bandas como Tears For Fears, Echo and the Bunnymen e INXS – ajudam a costurar a narrativa, como numa ópera pop do final dos anos 1980, período em que se passa a história.

Outra curiosidade: assim como em Os Goonies (outro sucesso do cinema que virou livro pela DarkSide Books), a trama de Donnie Darko se passa às vésperas do Dia das Bruxas, data do aniversário da editora. Quem mais poderia lançar livros assim?

A história de Donnie Darko é fácil de resumir – e talvez por isso mesmo ele tenha se transformado no filme preferido de tanta gente mundo afora: um adolescente problemático, com sintomas de esquizofrenia e sonambulismo, escapa da morte quando uma turbina de avião cai no seu quarto. Ele passa a ter visões com Frank, o humano numa estúpida roupa de coelho, ou seria o contrário?

Enquanto espera pelo fim do mundo (contagem regressiva em 28:06:42:12), e pelo Dia das Bruxas, Donnie enfrenta conflitos que todos nós já experimentamos em algum momento da vida: professores autoritários, a descoberta de uma paixão, hormônios à flor da pele, diálogos reticentes entre pais e filhos, a eterna busca pelo sentido da vida –- se é que ele pode mesmo ser encontrado.

Além do roteiro original, Donnie Darko, o livro surpreende pelo conteúdo extra. A começar pelo prefácio exclusivo, assinado por Jake Gyllenhaal. O astro de sucessos como Zodíaco, Soldado Anônimo, Príncipe da Pérsia e O Segredo de Brokeback Mountain, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar, até hoje é parado nas ruas por admiradores que querem saber sua opinião sobre o que realmente Richard Kelly quis contar em seu filme de estreia.

E se você também está curioso, por que não ler o que o próprio diretor e roteirista tem a dizer sobre Donnie Darko, Gretchen, Frank e companhia? Kelly concede uma robusta entrevista sobre todo seu processo de criação. Uma verdadeira aula sobre o amor ao cinema e as armadilhas da indústria do entretenimento.

Para ficar ainda mais completa, a Limited Edition da DarkSide Books – em capa dura, marcador exclusivo e aquela qualidade que qualquer leitor exigente sente gosto de exibir na estante de casa – traz uma surpresinha a mais: A Filosofia da Viagem no Tempo. Isso mesmo, uma reprodução de trechos do livro escrito por Roberta Sparrow, a Vovó Morte do filme. É o livro que Donnie lê para tentar desvendar o que está acontecendo no mundo ao seu redor. Agora você tem a mesma oportunidade. Quem sabe não encontre finalmente as respostas que tanto procurava?

Tempo e espaço são relativos. Prepare-se para saltar de volta à uma época mágica. Antigos fãs e novas gerações podem se conectar mais uma vez com Donnie Darko, dessa vez nas páginas da DarkSide Books. Boa viagem.

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Richard Kelly é filho de um físico da nasa e de uma professora de língua inglesa. Estimulado pelos pais, estudou literatura e artes plásticas desde cedo, e ganhou uma bolsa na faculdade de cinema da usc, na Califórnia. Aos 25 anos, dirigiu seu primeiro longa-metragem, o fenômeno Donnie Darko, considerado pela revista Empire o segundo melhor filme independente de todos os tempos, perdendo apenas para Cães de Aluguel, de Quentin Tarantino. Em 2009, dirigiu Cameron Diaz em A Caixa (2009), longa inspirado num episódio clássico de Além da Imaginação.

Desafio Literário 2016, Sem categoria

Desafio Literário 2016: Março

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Como estão meus Nerd’s?

Como disse estou um pouco sem tempo, mas quando tivesse a chance de publicar algo, publicaria… Então, já estamos quase na metade do mês e eu ainda não apresentei pra vocês o desafio desse mês. Segue abaixo:

Nesse mês de março o nosso desafio obrigatório é: UM LIVRO QUE VIROU FILME e o desafio opcional é: UM LIVRO BASEADO EM FATOS REAIS.

Para o obrigatório eu escolhi o livro, A Menina que Roubava Livros.O opcional não terei tempo de ler 😦 

E vocês, já começaram o desafio? Deixem nos comentários!

Sem categoria

Crítica: Formation – Beyoncé

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Olá meus Nerd’s, como estão?

Eu esperei a poeira abaixar para dar minha opinião sobre a música politizada da minha DIVA SUPREMA, Beyoncé.

E daí, você me pergunta. Por que, politizada? Bom, até onde eu entendo, essa palavra refere-se a algo que tem caráter político, uma pessoa consciente.

Formation, chamou atenção do público por se tratar de negros e da história que carregam, mas não foi só isso… Beyoncé, assim como qualquer outra “pessoa pública”  usou da cultura social para vender e fez bem feito,. muito bem feito.

É muito mais prático e eficiente, sim, eficiente, usar a nossa cultura  como “produto”, pois a manipulação é mascarada por nossos sentimentos e pela necessidade de cada um.

Não só Beyoncé usa esta tática, o mundo empresarial, visa o lucro, sendo assim, mais fácil usar algo que já existe na sociedade. É duro pensar assim, mas é a realidade!

Todo esse processo, chama-se, Industria Cultural, esse termo foi criado por dois filósofos e sociólogos, Adorno e Horkheimer

A mídia tem um poder enorme sobre nós! Mesmo quando achamos que não fazemos parte disso.

Mas enfim, a crítica é bem curta, algo que queria falar de boa, mesmo. Obrigado pela atenção todos. ❤