5 Estrelas, Editora Galera Record, Resenhas

Resenha: Dama da Meia-Noite – Os Artifícios Das Trevas – #1, Cassandra Clare

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Sinopse: 

Em um mundo secreto onde guerreiros meio-anjo juraram lutar contra demônios, parabatai é uma palavra sagrada.

O parabatai é o seu parceiro na batalha. O parabatai é seu melhor amigo. Parabatai pode ser tudo para o outro mas eles nunca podem se apaixonar.

Emma Carstairs é uma Caçadora de Sombras, uma em uma longa linhagem de Caçadores de Sombras encarregados de protegerem o mundo de demônios. Com seu parabatai Julian Blackthorn, ela patrulha as ruas de uma Los Angeles escondida onde os vampiros fazem festa na Sunset Strip, e fadas estão à beira de uma guerra aberta com os Caçadores de Sombras. Quando corpos de seres humanos e fadas começam a aparecer mortos da mesma forma que os pais de Emma foram assassinados anos atrás, uma aliança é formada. Esta é a chance de Emma de vingança e a possibilidade de Julian ter de volta seu meio-irmão fada, Mark, que foi sequestrado há cinco anos. Tudo que Emma, Mark e Julian tem a fazer é resolver os assassinatos dentro de duas semanas antes que o assassino coloque eles na mira.

Suas buscas levam Emma de cavernas no mar cheias de magia para uma loteria sombria onde a morte é dispensada. Enquanto ela vai descobrindo seu passado, ela começa a confrontar os segredos do presente: O que Julian vem escondendo dela todos esses anos? Por que a Lei Shadowhunter proíbe parabatais de se apaixonarem? Quem realmente matou seus pais e ela pode suportar saber a verdade?

A magia e aventura das Crônicas dos Caçadores de Sombras tem capturado a imaginação de milhões de leitores em todo o mundo. Apaixone-se com Emma e seus amigos neste emocionante e de cortar o coração no volume que pretende deliciar tantos novos leitores como os fãs de longa data.

Título: Dama da Meia-Noite  
Título original: Lady Midnight
Autor: Cassandra Clare
Ano: 2016
Páginas:
574

Editora: Galera Record

Livro cedido através da parceria com a editora

5 SABRES

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Resenha:

Levei muito tempo para começar este romance, em parte porque eu tinha outras prioridades e porque o tamanho do romance me assustou. 574 páginas! Eu li somente alguns outros livros perto desse tamanho ou mais… Stephen King hahahaha. Uma vez que comecei a ler, entretanto, eu estava chutando-me por esperar tanto tempo. Cassandra Clare continua a me surpreender toda vez que ela lança um romance, Dama da Meia-Noite sendo seu 9º romance.

A história realmente chamou minha atenção e me atraiu. A família Blackthorn é convidada a investigar os misteriosos assassinatos que estão acontecendo em Los Angeles. Algumas das vítimas são Fae, o que significa que após a Guerra das Trevas, é ilegal que os caçadores de sombras trabalhem com Faeries. A única coisa que os convence a aceitar o trabalho é a promessa de Mark Blackthorn, o rapaz mais velho, sendo devolvido a eles. As fadas deixam Mark com eles como um incentivo para que eles resolvam a investigação. Eles recebem três semanas. Se eles tiverem resolvido o assassinato no final de três semanas, Mark será capaz de escolher se quer ou não quer voltar para a Caçada Selvagem ou ficar com sua família.

A história de amor entre Emma e Julian estava me matando.

Eu me encontro amando cada personagem que ela escreve. Enquanto eu sentia falta de nossos heróis da TMI (Os Instrumentos Mortais), eu estava feliz por ter um romance focado em Julian e Emma. Eu me apaixonei por eles desde o momento em que eles apareceram pela primeira vez na CoHF (Cidade do Fogo Celestial).

Julian constantemente quebrou meu coração durante todo o romance. Ele é um garoto tão doce que teve que crescer muito rápido após o assassinato de seus pais, o exílio de sua irmã mais velha, e sequestro pela Caçada Selvagem de seu irmão mais velho. Agora, em cima de tudo isso, sua luta com o sentimento proibido para sua parabati. Emma, ,no entanto, me surpreendeu. Ela é forte e apaixonada e teimosa. Ela sabe que ela não é completamente parte da família Blackthorn, mas ela pertence a eles, com Julian. Quando ela começa a sentir algo por sua parabati, ela está certa de que Julian não pode sentir a mesma coisa.

Adorei aprender sobre todas as crianças que Julian está cuidando. Cada um deles traz algo para a história. Adorei especialmente ler sobre o personagem de Mark Blackthorn. Ele não sabe mais quem ele é. Ele não sabe se ele pertence à Caçada Selvagem ou se ele é um caçador de sombras, parte da família Blackthorn. Ele é torturado e perdido. Ele está fazendo seu melhor para descobrir onde ele está.

O final da história praticamente me matou. Entre a pessoa que trai todos, a escolha que Emma faz e as lutas de Mark, eu não passei pelo fim sem muitas mágoas. Eu não posso esperar até maio de 2017 para o Senhor das Sombras (lançamento do 2º livro da trilogia). Aqui no Brasil ainda não tem data definida.

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2 Estrelas, Editora Record, Resenhas, Sem categoria

Resenha: Quando Eu Parti, Gayle Forman

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Sinopse:

Quando um coração falha, não é apenas o corpo que trai. Mas sonhos desfeitos, amores não vividos, destinos cruzados. Maribeth Klein tem a própria cota de problemas: do marido omisso até a chefe e “ex-amiga” Elizabeth, passando pelos gêmeos superativos. Ela está sempre tão ocupada que mal percebe um ataque cardíaco.

Depois de uma complicação inesperada no procedimento cirúrgico, Maribeth começa a questionar os rumos que sua vida tomou e faz o impensável: vai embora de casa.

Longe das exigências do marido, filhos e carreira, e com a ajuda de novos amigos, ela finalmente é capaz de enfrentar o passado e os segredos que guarda até de si mesma

Título: Quando Eu Parti
Título original: Leave Me
Autor: Gayle Forman
Ano: 2016
Páginas:
308

Editora: Record

Livro cedido através da parceria com a editora

2 SABRES

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Resenha:

Maribeth Klein acaba de experimentar o que provavelmente é o episódio mais assustador de sua vida. Aos quarenta anos, ela sofreu um ataque cardíaco que alterou a vida, o que mudou a maneira como ela vê seu casamento, sua família e seu trabalho. Maribeth começa a questionar o que é realmente importante em sua vida cheia de estresse. Seus dilemas tornam-se ainda mais complexos quando ela se encontra em casa se recuperando depois de voltar do hospital, e percebe com choque que ela é vista como um fardo por seu marido, Jason e seus filhos gêmeos.

Maribeth, não sendo capaz de suportar a sua situação e o desrespeito mostrado a ela, toma uma decisão. Ela decide empacotar um saco e sair sem dizer a seu marido ou crianças onde está indo em uma tentativa extrema para tentar descobrir-se outra vez e decidir de uma vez por todas, o que quer verdadeiramente.
As intenções iniciais de Forman com o abandono de Maribeth de sua família convidam a reflexão. Mas as soluções de Maribeth para seus problemas começam a parecer longe de introspectivo e ao invés disso, descuidado. Uma herança a ajuda a chegar a Pittsburg, onde ela aluga um lugar sob um nome falso e começa um tratamento cardiovascular devido a sua condição.

No entanto, é aqui que o enredo de Forman parece mergulhar em algo um pouco mais superficial, e reúne uma qualidade inegavelmente remanescente de sua experiência de literatura YA. Maribeth decide se entregar a um beijo e a um relacionamento estranho com seu novo cardiologista, que naturalmente não sabe nada sobre seu casamento, seus filhos e sua deserção de sua vida anterior.

Ela nega todo o contato com a família, e é só até chegarmos ao ponto intermediário do romance que ela finalmente decide fazer contato com o marido usando um telefone, assumimos que ele não pode alcançá-la ou descobrir onde ela está. Seu único esforço de auto-busca resulta em descobrir quem era sua mãe. No entanto, isso parece perdido em vista de sua absurda tentativa de um caso com Stephen, o cardiologista e sua absurda fraternidade com seus novos vizinhos. Maribeth encontra-se interrogativamente numa família substituta em sua vida falsa, com seus dois vizinhos novos e Stephen que adota o papel do marido.

Para o crédito de Forman, Maribeth abruptamente retorna ao seu juízo e começa a se comunicar com seu marido Jason e exibir todas as queixas, que é o que talvez deveria ter sido o ponto de partida de sua introspecção recém-encontrada. Não é que Maribeth seja condenável, porque deixou seu marido e seus filhos na poeira, mas porque falha na promessa da busca de Maribeth, por algo mais proposital. O interlúdio romântico com Stephen parece completamente desnecessário e não acrescenta nada à história, exceto para revelar sua própria narrativa triste que Forman poderia ter feito sem envolvê-los.

O grande final também é uma grande decepção, dando a impressão de que todo um capítulo deve ter sido deixado de fora do livro por engano. Termina com um telefonema que não traz nenhuma resolução, e ficamos imaginando o que toda a viagem da suposta auto-descoberta de Maribeth estava realmente acontecendo e se realmente aconteceu.

Quando Eu Parti consegue realizar uma coisa: faz-nos sentir confusos e insatisfeitos, à espera de uma história formidável que nunca a encontraremos.

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3 Estrelas, Adaptações, Editora DarkSide, Resenhas, Sem categoria, Terror

Resenha: O Demonologista – Andrew Pyper

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Sinopse:

O personagem que dá título ao best-seller internacional é David Ullman, renomado professor da Universidade de Columbia, especializado na figura literária do Diabo – principalmente na obra-prima de John Milton, Paraíso Perdido. Para David, o Anjo Caído é apenas um ser mitológico. Ao aceitar um convite para testemunhar um suposto fenômeno sobrenatural em Veneza, David começa a ter motivos pessoais para mudar de opinião. O que seria apenas um boa desculpa para tirar férias na Itália com sua filha de 12 anos se transforma em uma jornada assustadora aos recantos mais sombrios da alma.

Enquanto corre contra o tempo, David precisa decifrar pistas escondidas no clássico Paraíso Perdido, e usar tudo o que aprendeu para enfrentar O Inominável e salvar sua filha do Inferno.

Este é um daqueles livros que você não consegue largar até acabar a última página, ainda que vá precisar de muita coragem para seguir em frente. O Demonologista ganhou o Prêmio de Melhor Romance do International Thriller Writers Award (2014), concorrendo com autores como Stephen King. Entrou em diversas listas de melhores livros de 2013, foi finalista do Shirley Jackson Award (2013) e do Sunburst Award (2014), chegou ao topo da lista dos mais vendidos do jornal canadense Globe and Mail e foi publicado em mais de uma dezena de países.

Título: O Demonologista 
Título original: The Demonologist 
Autor: Andrew Pyper
Ano: 2015
Páginas
: 320

Editora: DarkSide Books

Skoob | Goodreads | Submarino

3 ESTRELAS
PODERIA SER MELHOR!

Resenha:

O livro de certa forma chama bastante atenção, daqueles que você compra pela capa ou pela diagramação, que venhamos e convenhamos a DarkSide nunca deixa a desejar. Mas, o que realmente importa é seu conteúdo e confesso que me frustrei um pouco, pois eu tive muito expectativa sobre o livro e nem li resenhas para ter minha própria opinião e lê-lo sob minha perspectiva. 

David Ullman é um professor universitário, tem um casamento conturbado e uma filha de onze anos. É ateu, mas apaixonado por estudos que envolvam religiões, e certo dia foi convidado para ir a Veneza, Itália, para presenciar algo sobrenatural.

Devido seu casamento conturbado, sua esposa acaba o deixando com a filha e vai morar com seus pais. Sendo assim, David não tem outra escolha a não ser levar consigo para Veneza sua filha, Tess. 

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A história começa a se desenvolver, quando em Veneza o serviço que David foi convidado a presenciar dar errado, envolvendo sua filha. A partir daí, contando com a ajuda de sua amiga, Elaine O’Brian, David sai numa jornada, onde tem que decifrar enigmas e enfrentar situações nada a ver.

O autor escreve muito bem, mas a história não é boa. É meio cansativa, repetitiva e não te prende como deveria te prender, já que o tema do livro nos faz ter curiosidade e até medo de lê-lo. 

Mas, por outro lado, o livro até que deixa a estante mais bonita… Ah, sim! Já ia esquecendo, O Demonologista, será adaptado para o cinema, veremos se o filme superará o livro ou será o mesmo fiasco.