5 Estrelas, Resenhas

Resenha: 666 O Limiar do Inferno, Jay Anson

Sinopse:

O casal Keith e Jennifer volta pra casa após curtas férias e, atrás de seu quintal percebe uma casa que não estava lá antes: um casarão vitoriano que foi transportado até lá enquanto viajavam. Acontece que a casa não é necessariamente abençoada: ao investigá-la, Keith descobre que o antigo morador assassinou a amante e o cunhado lá dentro. Mas a casa causa certas sensações estranhas nele, justificadas conforme o desenrolar da história. Uma série de acontecimentos estranhos se inicia.

Título: 666 O Limiar do Inferno  
Título original: 666
Autor: Jay Anson
Ano: 1981
Páginas:
252

Editora: Círculo do Livro

5 SABRES

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Sobre o autor

É comum que os romances de Jay Anson conduzam o leitor a um mundo desconhecido, que foge de nosso controle, sempre baseado em forças sobrenaturais, sempre manifestadas por entidades demoníacas. Seu vasto conhecimento em teologia sempre atualizadas nas novas pesquisas realizadas em domínios da parapsicologia o tornou referência nesses tipos de enredo com ligações e fatos com o submundo.

Com a carreira iniciada em 1937, atuando profissionalmente como copy-desk na redação do “Evening Journal” de Nova York, Jay Anson mais tarde ainda atuou na área de publicidade (produção sempre foi seu forte). Pouco mais adiante fez parte da companhia Profissional Films, Inc. e mora em Nova York. Mas para chegar em sua posição, Jay Anson redigiu mais de quinhentos roteiros de documentários para a televisão americana. Entre uma de suas obras mais mencionadas está o “Horror em Amityville”, publicado pelo Círculo, foi baseado em fatos reais (o que o tornou bastante interessante para os leitores), a obra foi amplamente divulgada pela imprensa. Jay Anson nasceu em 4 de novembro 1921 e morreu em 12 de março de 1980, aos 58 anos. O livro “666 No Limiar do Inferno” foi publicada também pela Círculo do Livro S.A. em 1981, um ano após sua morte. Traduzido por Gilberto Domingos do Nascimento e com layout da capa de Tide Hellmeister.

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Sobre a Obra

É muito difícil resenhar uma obra sem deixar que o spoiler tire a magia do inesperado, portanto irei me concentrar em esclarecer que obra vocês meus #Nerdbookaholics, estão a conhecer sem tirar a magia do suspense contida nesta obra. Spoiler de um livro de suspense, horror e terror seria cruel, não acham? Enquanto aperfeiçoo minhas técnicas como resenhista sem dar spoilers, tentarei mantê-los apenas atualizados pelo o que lhes esperam.

O livro conta a história de uma mansão assombrada, cercada de mistérios e crimes. Entendam como ela se passa: No dia 10 de setembro de 1978, uma casa de madeira, branca e amarela, marcada por um duplo assassinato a cinco anos atrás, foi colocada em uma carreta e transportada para Pugget Sound. A casa de dois andares foi guinchada e colocada em numa enorme barcaça e rebocada para o mar. A tal casa em estilo vitoriano, permanecia vazia desde 1973, quando James Beaufort cometeu nela um duplo assassinato. A brutalidade deste crime abalou a pacata área residencial da cidade de Seattle. O advogado de Beaufort negou que seu cliente fosse forte o suficiente para cometer tais assassinatos. Mas olha que surpresa, pessoal: De maneira inesperada, no julgamento Beaufort confessou ambos os crimes aos jurados. Em 1974 após o crime que aparentava ser mais um caso de crime passional, movido pelo ciúme que fez Beaufort assassinar sua esposa e o seu cunhado, Beaufort passou a cumprir uma pena de vinte anos da Penitenciária Federal da Ilha McNeil. Logo já achei estranho pelo fato do crime ter sido movido por ciúmes, o que me deixou pouco crente no poder sobrenatural que eu poderia experimentar no livro, mas segui em frente, mesmo assim. Pouco se sabe ao certo sobre esse crime cometido pelo sr. James. Apenas o que ele dizia e isso podia ser uma forma elementar de provocar os leitores mais atentos, de qualquer forma eu continuei a tentar entender a ideia do cinismo desta história e não muito demorou.

A casa meus caros amigos e leitores, era um belo exemplo de uma arquitetura de meados do século XIX, que permanecia sob os cuidados da imobiliária Spatz, a mesma imobiliária que alugou a casa para o sr. Beaufort. A casa passava pela cisma e fama dos tais assassinatos, que acabou dificultando seu aluguel para novos inquilinos, enquanto muitos outros diziam que a casa era assombrada. De acordo com a imobiliária várias ofertas foram dadas na casa nos últimos anos, mas a imobiliária necessitou recusar todas, por ordem do proprietário que as rejeitou.

Vejam que estranho meus caros seguidores do Nerd Books, a imobiliária Spatz, diz nunca conhecer pessoalmente o proprietário, nem mesmo conhecem alguém que já o tenha visto em alguma ocasião. Ela não tem nem ao menos o endereço do tal proprietário que era conhecido apenas pelo registro no cadastro imobiliário como um tal sr. Coste. Todas as negociações eram feitas pelos correios e por telefone, pelo tal proprietário e que recentemente havia entrado em contato com a imobiliária para informar que o lote número 666, da Bremerton Road não estava mais disponível para aluguéis, mas apenas para venda. Desde então lembro que vários fatos estranhos ocorreram dentro da mansão e que os moradores afirmavam terem visto uma luz vermelha intensa que vinha de dentro da casa. Já o sr. Coste não informou onde seria o local para onde a casa iria ser levada após a venda e também a imobiliária Spatz não conseguiu dados ou informações sobre a companhia carregada de transportar a estrutura para maiores esclarecimentos. Pois bem, já com esses fatos misteriosos, eu já me senti atraído pelo suspense que poderia me levar ao horror e terror desta obra belíssima do Jay Anson. Eu achei que a leitura dos trabalhos de Anson são bem interessantes por ele ser meticuloso, ao mesmo tempo que ele não se prende muito, deixando logo a história seguir seu curso (o que torna tudo menos cansativo e não tira o foco dos últimos acontecimentos), prendendo você a cada momento como se algo o aguardasse para um momento intenso de acontecimentos sobrenaturais ou meramente mundanos. E gostei de verdade disso. Agora se deseja saber o que acontece com a mansão, para aonde a casa foi levada, quem a comprou e o que aconteceu com os novos moradores e todo o seu cruel enredo, apenas lendo para saber, pois aqui encerro minhas palavras para deixar o melhor desta obra a critério de suas mentes brilhantes e criativas.

Resumindo, ao lerem “666 No Limiar do Inferno” meus caros, vocês perceberão que a obra traz um universo maléfico e aterrorizante que se esconde numa casa, uma sólida mansão vitoriana, que se situa na Bremerton Road, nº 666. Em uma atmosfera densa, rodeada de surpresas sombrias, o que para os fãs do gênero nada mais é do que irresistível em seu enredo meticuloso e sobrenatural. Os amantes do estilo deram boas críticas a obra que caiu como encanto para os leitores e todos aqueles que acreditam haver mais coisas entre o céu e a terra do que supõe a nossa vã filosofia. Eu espero que gostem da leitura e comentem conosco o que acharam da experiência com o livro, estaremos ansiosos pelo SEU comentário. Boa leitura.

Até a próxima.

~Rodolfo Rodrigo

2 Estrelas, Editora Record, Resenhas, Sem categoria

Resenha: Quando Eu Parti, Gayle Forman

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Sinopse:

Quando um coração falha, não é apenas o corpo que trai. Mas sonhos desfeitos, amores não vividos, destinos cruzados. Maribeth Klein tem a própria cota de problemas: do marido omisso até a chefe e “ex-amiga” Elizabeth, passando pelos gêmeos superativos. Ela está sempre tão ocupada que mal percebe um ataque cardíaco.

Depois de uma complicação inesperada no procedimento cirúrgico, Maribeth começa a questionar os rumos que sua vida tomou e faz o impensável: vai embora de casa.

Longe das exigências do marido, filhos e carreira, e com a ajuda de novos amigos, ela finalmente é capaz de enfrentar o passado e os segredos que guarda até de si mesma

Título: Quando Eu Parti
Título original: Leave Me
Autor: Gayle Forman
Ano: 2016
Páginas:
308

Editora: Record

Livro cedido através da parceria com a editora

2 SABRES

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Resenha:

Maribeth Klein acaba de experimentar o que provavelmente é o episódio mais assustador de sua vida. Aos quarenta anos, ela sofreu um ataque cardíaco que alterou a vida, o que mudou a maneira como ela vê seu casamento, sua família e seu trabalho. Maribeth começa a questionar o que é realmente importante em sua vida cheia de estresse. Seus dilemas tornam-se ainda mais complexos quando ela se encontra em casa se recuperando depois de voltar do hospital, e percebe com choque que ela é vista como um fardo por seu marido, Jason e seus filhos gêmeos.

Maribeth, não sendo capaz de suportar a sua situação e o desrespeito mostrado a ela, toma uma decisão. Ela decide empacotar um saco e sair sem dizer a seu marido ou crianças onde está indo em uma tentativa extrema para tentar descobrir-se outra vez e decidir de uma vez por todas, o que quer verdadeiramente.
As intenções iniciais de Forman com o abandono de Maribeth de sua família convidam a reflexão. Mas as soluções de Maribeth para seus problemas começam a parecer longe de introspectivo e ao invés disso, descuidado. Uma herança a ajuda a chegar a Pittsburg, onde ela aluga um lugar sob um nome falso e começa um tratamento cardiovascular devido a sua condição.

No entanto, é aqui que o enredo de Forman parece mergulhar em algo um pouco mais superficial, e reúne uma qualidade inegavelmente remanescente de sua experiência de literatura YA. Maribeth decide se entregar a um beijo e a um relacionamento estranho com seu novo cardiologista, que naturalmente não sabe nada sobre seu casamento, seus filhos e sua deserção de sua vida anterior.

Ela nega todo o contato com a família, e é só até chegarmos ao ponto intermediário do romance que ela finalmente decide fazer contato com o marido usando um telefone, assumimos que ele não pode alcançá-la ou descobrir onde ela está. Seu único esforço de auto-busca resulta em descobrir quem era sua mãe. No entanto, isso parece perdido em vista de sua absurda tentativa de um caso com Stephen, o cardiologista e sua absurda fraternidade com seus novos vizinhos. Maribeth encontra-se interrogativamente numa família substituta em sua vida falsa, com seus dois vizinhos novos e Stephen que adota o papel do marido.

Para o crédito de Forman, Maribeth abruptamente retorna ao seu juízo e começa a se comunicar com seu marido Jason e exibir todas as queixas, que é o que talvez deveria ter sido o ponto de partida de sua introspecção recém-encontrada. Não é que Maribeth seja condenável, porque deixou seu marido e seus filhos na poeira, mas porque falha na promessa da busca de Maribeth, por algo mais proposital. O interlúdio romântico com Stephen parece completamente desnecessário e não acrescenta nada à história, exceto para revelar sua própria narrativa triste que Forman poderia ter feito sem envolvê-los.

O grande final também é uma grande decepção, dando a impressão de que todo um capítulo deve ter sido deixado de fora do livro por engano. Termina com um telefonema que não traz nenhuma resolução, e ficamos imaginando o que toda a viagem da suposta auto-descoberta de Maribeth estava realmente acontecendo e se realmente aconteceu.

Quando Eu Parti consegue realizar uma coisa: faz-nos sentir confusos e insatisfeitos, à espera de uma história formidável que nunca a encontraremos.

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4 Estrelas, Especial: Halloween, Resenhas, Sem categoria

Resenha: Anna Vestida de Sangue, por Kendare Blake

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Fonte: Google

Sinopse:

Cas Lowood herdou uma vocação incomum: ele caça e mata os mortos. Seu pai fazia o mesmo antes dele, até ser barbaramente assassinado por um dos fantasmas que perseguia. Agora, armado com o misterioso punhal de seu pai, Cas viaja pelo país com sua mãe bruxa e seu gato farejador de espíritos. Juntos eles vão atrás de lendas e folclores locais, tentando rastrear os sanguinários fantasmas e afastar distrações, como amigos e o futuro.
Quando eles chegam a uma nova cidade em busca do fantasma que os habitantes locais chamam de Anna Vestida de Sangue, Cas espera o de sempre: perseguir, caçar, matar. Mas o que ele encontra é uma garota envolta em maldições e fúria, um espírito fascinante, como ele nunca viu. Ela ainda usa o vestido com que estava no dia em que foi brutalmente assassinada, em 1958: branco, manchado de vermelho e pingando sangue. Desde então, Anna matou todas as pessoas que ousaram entrar na casa vitoriana que ela habita. Mas, por alguma razão, ela poupou a vida de Cas.
Agora ele precisa desvendar diversos mistérios, entre eles: Por que Anna é tão diferente de todos os outros fantasmas que Cas já perseguiu? E o que o faz arriscar a própria vida para tentar falar com ela novamente?

Título: Anna Vestida de Sangue 
Título original: Anna Dressed in Blood 
Autor: Kendare Blake
Ano: 2016
Páginas:
252

Editora: Verus

Livro cedido através da parceria com a editora

4 SABRES

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Resenha:

Eu simplesmente amei Anna Vestida de Sangue, embora eu tinha de ter um outro livro na mão para ler à noite, porque – acredite em mim – você não quer ler este livro à noite! Foi emocionante, imprevisível e assustador; habilmente e misteriosamente pensado e escrito. Eu realmente gostei das relações que Cas formou ao longo do caminho, o seu desenvolvimento como pessoa.

Cas caça e mata fantasmas. Depois que seu pai foi morto anos atrás, Cas assume as rédeas. Cas viaja ao redor do mundo com sua mãe Wiccan, seu gato de detecção de fantasma, e sua faca trusty para livrar o mundo de fantasmas perigosos, espectros, e o paranormal que causam danos aos seres humanos. Toda a sua formação e estudos o levaram a este momento, o seu trabalho mais difícil de todos – Anna Kolov. Anna é uma menina assassinada, eternamente congelada aos dezesseis anos que agora assombra a pensão em que vivia. Ela mata cada pessoa que se atreve a pisar na casa. Isto é, até Cas.

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Fonte: Google

O livro é pura diversão, quase peculiar. As descrições das casas antigas, as cenas terríveis, e dicas de vodu e feitiçaria realmente fez este livro vir à vida. Estava escuro e bonito. Eu quase podia sentir o cheiro de fumo; sentir as tábuas podres, úmidas; Este livro foi tão bem escrito.

Desde as primeiras linhas do livro, eu sabia que ia gostar de estar dentro da cabeça de Cas. Sua voz era distinta e uma rajada de ar fresco. Comecei a ler e imediatamente foi, “Bam! Ok, eu sei quem ele é. “Ele tem essa, escuridão, senso de humor seco e um desejo inflexível para vingar a morte de seu pai. Ele é solitário e prefere trabalhar sozinho. Eu amei que, quando ele se mudou para Ontário seus planos de usar as pessoas como se faz normalmente sai pela culatra e ele relutantemente começa a fazer amigos.

Anna também foi um personagem interessante e única. As lendas urbanas sobre ela são verdades, ela assassinou pessoas por cinquenta anos. Mas ela é verdadeiramente mal? Eu gostei da própria luta interna entre ser a menina que ela era antes de morrer e sucumbir a essa escuridão desconhecida que agora vive dentro dela.

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Fonte: Google (Kendare Blake)

O que não funcionou para mim foi o romance que a autora tentou colocar na história. Eu acho que poderia ter trabalhado mais para que nos fosse dado mais desenvolvimento e mais tempo com Anna e Cas. Eu realmente não senti a profundidade do amor que eu acho que eu deveria sentir.

Honestamente recomendo todo adolescente, independentemente de se você é uma menina ou um menino. Leia esta história!

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4 Estrelas, Editora Arqueiro, Especial: Halloween, Resenhas

Resenha: Os três, por Sarah Lotz

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Sinopse:

Quinta-Feira Negra. O dia que nunca será esquecido. O dia em que quatro aviões caem, quase no mesmo instante, em quatro pontos diferentes do mundo.

Há apenas quatro sobreviventes. Três são crianças. Elas emergem dos destroços aparentemente ilesas, mas sofreram uma transformação.

A quarta pessoa é Pamela May Donald, que só vive tempo suficiente para deixar um alerta em seu celular:

Eles estão aqui.

O menino. O menino, vigiem o menino, vigiem as pessoas mortas, ah, meu Deus, elas são tantas… Estão vindo me pegar agora. Vamos todos embora logo. Todos nós. Pastor Len, avise a eles que o menino, não é para ele…

Essa mensagem irá mudar completamente o mundo.

Título: Os Três 
Título original: The Three
Autor: Sarah Lotz
Ano: 2014
Páginas:
400

Editora: Arqueiro

4 SABRES

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Resenha:

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Os Três por Sarah Lotz é um thriller pré-apocalíptico envolvente que gira em torno de quatro acidentes de avião, onde três crianças milagrosamente sobrevivem. O livro é escrito a partir de relatos de testemunhas após os acontecimentos. O livro tem um prazo a partir do momento em que o avião cai a eventos que vão desde final dos cultos mundo, para os teóricos da conspiração e abduções alienígenas sem esquecer as famílias e comunidades que mantêm o livro juntos.

Os relatos de testemunhas e entrevistas são intercaladas por Elspeth Martins que recolhe informações de pessoas envolvidas com os três de todo o mundo. Os três são Bobby Smalls, um americano que depois do acidente vai ficar com a avó Lillian Pequeno, Jessica Craddock, que é cuidada por seu tio Paul Craddock na Inglaterra e Hiro Yanagida, um rapaz japonês que vai viver com seu primo Chiyoko Kamamoto e sua família.

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O tom de Os Três é escuro e possui um mistério assombroso que você vai lentamente sendo puxado para dentro. O livro é criado em capítulos entre conspiração e sobreviventes. Os capítulos de conspiração focam o Pastor Len Vorhees, que é um pregador que acredita que Pamela Maio Donald, que estava no vôo japonesa, deixou uma mensagem de telefone antes dos acidentes de avião acontecerem. Isso o leva por um caminho extremo que liga uma série de capítulos em conjunto, anunciando um futuro muito distópico. Os capítulos sobreviventes foca em ‘os três’, as suas famílias e o que eles têm de lidar com os acidentes.

Achei o livro muito interessante, uma vez que não é focado em um único local no mundo. Em vez disso temos de ver como diferentes culturas reagem aos acidentes de avião e os próprios sobreviventes. Quer se trate de uma invasão ou lidar com um acidente de avião definida tão perto de 9/11. O livro pode ser visto como uma conspiração teórica de sonhos; nos é dada sugestões desde o início que muitas coisas ruins estão para acontecer na história no desenrolar da leitura. Este é um livro inteligente, que vai deixar você saber o que é verdadeiro e o que não é.

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5 Estrelas, Especial: Halloween

Resenha: Flores Partidas – Karin Slaughter

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Sinopse:

Irmãs. Estranhas. Sobreviventes.
Quando Lydia contou para a irmã que o cunhado havia tentado estuprá-la, Claire não acreditou. Dezoito anos depois, porém, tudo o que Claire achava saber sobre o marido se provou uma mentira. Quando vídeos escondidos no computador de Paul mostram uma face terrível do homem que ela julgava conhecer, Lydia percebe que o drama de sua família tem muitas camadas que precisarão ser descobertas antes que a assustadora verdade por fim venha à tona.
Mais de vinte anos atrás, a família Delgado sofreu um grande trauma: a caçula, Julia, desapareceu sem deixar rastros. Depois desse golpe, a família se deteriorou de tal forma que as irmãs mais velhas, Claire e Lydia, pararam de se falar, e suas vidas seguiram caminhos muito diferentes. Claire tem uma vida glamorosa, casada com um milionário de Atlanta. Lydia é mãe solteira, namora um ex-presidiário e luta para se reerguer de um passado de drogas e sem direção. A ferida destruidora, no entanto, continua aberta e volta a sangrar quando o marido de Claire é assassinado.
O desaparecimento de uma adolescente e a morte de um homem de meia-idade, com quase um quarto de século de separação… Qual seria a conexão? As irmãs se unem em uma trégua relutante para, vasculhando o passado, buscar respostas. Mas essa jornada vai trazer à tona segredos que destruíram a família décadas antes, junto com uma chance inesperada de redenção… e vingança.
Poderoso, tocante e muito tenso, com personagens inesquecíveis e reviravoltas surpreendentes, Flores Partidas é um thriller sem igual, escrito por uma das melhores e mais bem-sucedidas autoras de suspense da atualidade.

Título: Flores Partidas 
Título original: Pretty Girls
Autor: Karin Slaughter
Ano: 2016
Páginas:
464

Editora: HarperCollins

5 SABRES

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Resenha:

Flores Partidas é muito mais do que um thriller. É um thriller, mas em seu coração encontra-se a família Carroll, que após o desaparecimento de sua filha mais velha, Julia, desmorona. As irmãs Claire e Lydia não têm se falado por mais de duas décadas, e cada mulher tem sua própria vida. Claire é a esposa troféu de Paul Scott, e Lydia é uma mãe solteira e viciada em recuperação. Jogadas juntas após outra tragédia lança a vida de Claire no caos, elas percebem que há segredos obscuros que estão enterrados, à espera de serem descobertos.

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Fonte: Google

Como quase todos os livros, algumas partes não me aradou tanto… mas amei algumas partes dele. Eu amo um romance com personagens verdadeiros que eu posso me relacionar, e são simpáticos, mas este livro se sobressaiu – era como se os personagens sangrassem à direita da página, tão real como você e eu. É o tipo de medo tão surreal… é um dos pontos positivos da autora que ainda não conhecia. Eu amei o ritmo – Fui sugado para o romance assim que começou, e eu não poderia colocá-lo para baixo. Eu estava pensando sobre isso constantemente. Eu amei Lydia, mas honestamente, para a primeira parte do romance, eu não gostava Claire – levou tempo para ela crescer em mim. Muitos dos personagens deste livro causou uma profunda impressão em mim, embora não todos eles são simpáticos, por isso Slaughter fez seu trabalho direito.

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Fonte: Google

Thrillers são geralmente difíceis de vender na minha opinião, mas este livro literalmente tem tantos segredos, torções, voltas, e escuridão que eu fiquei constantemente ofegante, ou no final do meu assento, praticamente roendo as unhas enquanto eu continuava. Gostei muito desta leitura, um verdadeiro passeio assustador e escuro – era um mistério fantástico que constantemente me manteve curioso, mas eu não era louco sobre a violência gráfica constante. Na verdade, eu tive que me forçar literalmente para acabar com o livro e me lembrar que era apenas um romance. Estava tão escuro e corajoso e infinitamente doloroso – se eu não estava pirando, eu estava à beira das lágrimas. Este livro pisou em meu coração, e me deixou a sangrar. O suspense deliciosamente assustador, o hardcore de terror e suspense. Os fãs do gênero vão adorar Flores Partidas de Karin Slaughter! Eu nunca vou esquecer este livro!

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4 Estrelas, Editora Record, Especial: Halloween, Resenhas

Resenha: O Silêncio dos Inocentes, por Thomas Harris

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Sinopse:

Cinco mulheres são brutalmente assassinadas em diferentes localidades dos Estados Unidos. Para chegar até o sanguinário assassino, uma jovem treinada pelo FBI entrevista o Dr. Hannibal Lecter, um brilhante psiquiatra, cuja mente está perigosamente voltada para o crime. Ao seguir as pistas apontadas por Lecter, a jovem se vê envolvida numa teia mortífera e surpreendente. Uma novela policial arrepiante, escrita pelo célebre autor de Domingo Negro.

Título: O Silêncio dos Inocentes 
Título original: The Silence Of The Lambs
Autor: Thomas Harris
Ano: 2000
Páginas:
318
Editora: Record

 

4 SABRES

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Resenha:

O livro começa muito bem. Clarice Starling, uma estagiária na seção de ciência comportamental do FBI é atribuída uma tarefa de falar com o Dr. Hannibal Lecter em conexão com o caso de “Buffalo Bill”. Dr. Lecter está trancado em um hospício. As regras estabelecidas para todos aqueles que se encontram com o Dr. Lecter são tão estranhas e rigorosas que o leitor é deixado remoendo sobre esse personagem sombrio. Por exemplo. A pessoa que o conhece não pode tocá-lo, não pode emprestar-lhe caneta esferográfica e assim por diante. Pensei: “o autor está tentando criar um personagem artificial, definindo tais regras.” Mas as páginas seguintes sobre o mal do Dr. Hannibal Lecter fez claro por que tantas regras. Fiquei boquiaberto com o terror. A conversa do Dr. Lecter e Sterling são intrigantes. Os diálogos são meticulosamente escritos e instigantes. Thomas Harris apresenta a imagem do mal do Dr. Hannibal Lecter em algumas páginas iniciais, em seguida, esta comunicação comprova sua ingenuidade. Ele é louco, mas ele é astuto e ele é canibal. Ele é o Dr. Hannibal Lecter.

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Fonte: Google

Depois de ler “O Silêncio dos Inocentes”, devo dizer que Thomas Harris realmente tem uma escrita impecável. Ele enfiou o suspense no livro desde a primeira página. Gosto de romances de ficção de crime que têm ricos detalhados, tais como “O Colecionador de Ossos”. O Silêncio dos Inocentes se destacapor ser uma ficção de crime clássico inesquecível e por conter diálogos magníficos e um suspense incessante. Thomas Harris deixa os eventos ocorrerem de tal maneira que é difícil de largar o livro. Dr. Hannibal Lecter dá pistas que podem levar ao criminoso, mas eles são tão complexos que o FBI demora a adivinhar.

A melhor parte do livro é o título. Thomas Harris é gênio. Os diálogos entre Sterling e Dr. Lecter são magnificamente escrito. Em uma de suas conversas, Thomas Harris justifica o título do livro. Descobri que é a parte do romance mais encantadora. Foi talvez a coisa mais divertida neste livro.

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Fonte: Google

Em “O Silêncio dos Inocentes” o criminoso não é assustador. Ele é esquisito, mas não assustador. Mas isso não afeta a qualidade do livro. Ele ainda distrai o leitor. Eu também senti que, apesar de Thomas Harris elevar o nível de suspense, o mesmo caiu no final. Os eventos que conduzem o FBI para o criminoso pareceu incompleto. O suspense enormemente trabalhado enfraqueceu no final do livro.

Eu recomendo este romance por ele ter esplêndidos diálogos, o personagem esperto do Dr. Lecter e a justificação título.

Especial: Halloween, Sem categoria

Especial: Halloween | 2016

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Fonte: Google

Entramos no mês mais sombrio do ano… e o que vem na sua cabecinha ao pensar em Halloween? Bom, na minha, várias coisas relacionadas à literatura como maratonas, resenhas, book haul, indicações… eu tbm pensei em fazer uma semana do halloween e aproveitar que estou de férias da universidade.

E, nada melhor que começar com a editora que vem ganhando nossos corações, vocês já sabem que eu amo essa editora, fazer o que né? Isso mesmo, a Darkside Books! Gzuis, posso nem ouvir falar que já quero!

Esse ano a editora publicou, muitos e muitos e muitos livros para nós que amamos o terror, o suspense e óbvio, a aventura. Posso dizer também que além de livros a editora nos trouxe bastante emoção, ao publicar livros que já eram desejados por nós como Donnie Darko.

Enfim, vou explicar como vai funcionar essa semana, ok? É o seguinte, todo dia, durante uma semana (7 dias), eu vou publicar uma resenha literária de um livro de terror ao qual já li, mas de editoras diferentes e vou tentar também resenhar de autores diferentes. Escolhi a Darkside para dar o ponta pé inicial nessa nossa aventura horripilante! HAHAHAHAHAHA (risadinha malévola u.u) Ah sim, já ia me esquecendo, o livro escolhido da editora é o Menina Má, por William March.