5 Estrelas, Resenhas, Sem categoria, Terror

Resenha: O Assombrador das Trevas – H. P. Lovecraft

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Sobre o autor 

Considerado por muitos críticos um dos escritores de terror mais influentes de século XX, Howard Phillips Lovecraft (1890-1937) nasceu na região da Nova Inglaterra, da qual também proveio Edgar Allan Poe, na cidade de Providence, Rhode Island. Foi um jovem solitário, doente e de família abastada – era neto de um proeminente industrial, Whipple Van Buren Phillips –, que cresceu sem a presença do pai. Casou-se com a comerciante judia Sonia Haft Green. Mas, em virtude de problemas financeiros, divorciou-se e passou a morar com duas tias. Nessa época, teve sua fase de maior produtividade, destacando-se por seus contos de horror gótico e tornando-se um dos precursores da ficção científica nos Estados Unidos.

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Sobre o Livro

Criaturas estranhas, seres de outras dimensões, monstros que em tempos passados tiveram seu auge e reinaram em nosso planeta. Agora percorrendo um retorno triunfal, agem à espreita para reconquistar tudo novamente. Vocês meus amigos, já devem ter imaginado algo assim alguma vez na vida, principalmente quando imaginamos as ideias de invasão alienígenas que as ficções científicas hollywoodianas criam em nossas mentes, mentes essas incrivelmente repletas de criatividade. Quem nunca ouviu falar no filme Independence Day ou ouviu se cogitar que as pirâmides do Egito foram construídas por alienígenas nos séculos passados? Pois bem, nessa premissa de poder crer em possíveis especulações distintas Howard Phillips, teve seu auge criativo. Poucos sabem ao certo disso. Artistas, pintores e escritores (almas sensíveis), vislumbram a sua existência em sonhos ou acessos de delírio. Grupos primitivos, por razões ainda não compreendidas, estranhamente os cultuam, mas apenas poucos homens, verdadeiros eruditos, buscam pistas sobre essas criaturas e as estudam. São os únicos que poderiam nos proteger.

Em meio a essa mistura de horror e ficção científica, esse vem a ser o enredo de boa parte da produção meus caros seguidores, do Howard Phillips Lovecraft, escritor norte-americano responsável pela criação do Mito de Cthulhu, que até hoje é uma criatura cultuada por várias seitas diversas.  Os contos de Lovecraft e suas criaturas tiveram enorme repercussão. Neste livro em específico no qual eu recomendo, vocês poderão desfrutar de alguns de seus contos mais importantes, sendo uma grande e excelente escolha da editora MARTIN CLARET, da série A Obra Prima de Cada Autor. Traduzido por Lenita Rimoli Esteves. 

Os contos que nesse livro vocês poderão acompanhar são: O chamado de Cthulhu, O horror de Dunwich, Sussurros na escuridão e O assombrador das trevas.

 

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Resenha

“Não está morto o que pode eternamente jazer

E após estranhos éons mesmo a morte pode morrer”

(H.P.Lovecraft.)

Um autor que podemos considerar como cult, que é prezado pela cultura popular e exerce influência sobre muitos outros artistas, traz consigo em suas obras, muito de sua cultura e percebemos isso na maioria de seus personagens, nascido na região da Nova Inglaterra, essa localização parece sempre ser alvo base para praticamente todos os seus contos, mesmo que muitos sejam inventados, vocês poderão observar como ele sempre usa os recursos geográficos para poder criar as bases de seus enredos, por meio do clima, da cultura, dos pensamentos populares e da estrutura que formam aquela região da Nova Inglaterra. Eu entendo ele, pois quando escrevi meus contos eu estive sempre utilizando os recursos mais próximos para poder ser mais preciso em relação a compreensão do leitor. É como se eu falasse do fogo, mas nunca tive a experiência de me queimar… como eu poderia expressar como é uma cena de queimadura se nunca senti uma? Creio que ficaria um tanto pouco original querer expressar algo para tantos que possivelmente já se queimaram com um cigarro, no fogão de casa, fazendo aquele brigadeiro delicioso caseiro num fim de tarde nublado e de repente encosta o pulso sem querer na borda da panela, causando aquela dorzinha incómoda enquanto colocamos nosso antebraço debaixo de água corrente para não criar uma bolha. Pelo que entendi, as fases difíceis na vida de Lovecraft foram os momentos em que ele mais produziu e alcançou os tantos encantos fictícios de seus monstros e suas mais profundas frustrações, envolvidas naquele clima de sua região que só intensificaram mais ainda a grande imaginação de nosso autor.  Notei que o autor em um dos contos ele usa nomes de cientistas e pessoas reais, em outros não, apenas ficcionais. Contudo entre os quatro contos, um irei tratar e fiz um breve sorteio de bem me quer, mal me quer e o escolhido pela sorte foi o Assombrador das Trevas, sendo esse o último desta coleção. Isso ajudará a não dar spoilers sobre os demais. E há uma curiosidade nesse conto conduzido com personagens fictícios, pelo que pesquisei é que ele é bem do tipo, apenas sinta a sensação, deixe sua imaginação fluir. Isso claro, pois eu poderia descrevê-lo de maneira cômica (risos) sendo assim:

“Um conto detalhista de uma história sem conclusão, sob fatos não esclarecidos, de uma premissa sem garantia de veracidade, baseada em uma lenda, mistificada em um diário que relata uma frenética paranoia de atos sem explicação que existe sem haver registros claros de uma existência maligna, sendo concluído que o autor do certo diário veio a óbito sem sabermos como sua morte ocorrera, por meio de algo que ninguém sabe, acreditando num ser demoníaco que ele não sabe se existe, mas crê fielmente em sua presença, dado pelo laudo dos legistas que sua morte veio a ocorrer por meio de uma eletrocussão, cujo o choque não se dera por eletricidade comum, mas uma morte eletrocutado por um choque de proporções medonhas oriundas de uma descarga de medo assombrador no decorrer de um momento sem energia na pequena cidade de Federal Hill, enquanto ele olhava pela sua janela a janela da torre negra sem janelas de uma igreja que tinha um mistério antigo, mas que era uma nave.”

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(Risos) entenderam essa confusão?

Bem, meus caros leitores do Nerd Book’s, esse conto soou muito como especulativo para mim. O que quis dizer é mais ou menos assim:

Robert Harrison Blake, morador da Rua East Knapp, número 620, Milwaukee, Wisconsin. É um escritor e pintor, que viaja para a cidade de Providence no inverno de 1934, e procura lá desvendar um certo mistério que paira em uma cidade ao lado conhecida como Federal Hill. Lá a uma lenda que reina entre os moradores de uma certa maldição que permanece por muito tempo e de pessoas que nessa lenda foram dadas como desaparecidas, entre elas um jornalista que foi até a igreja investigar os casos de desaparecimento e nunca mais retornou ou foi visto. Curioso, estudioso nos assuntos místicos e sombrios, toda aquela crença dos moradores lhe chamou a atenção, em sua casa estilo georgiano, até então alugada recentemente e onde residiu até 1935, o dava visão a uma torre negra sem janelas desta tal igreja. O que o fez parar e de sua janela observar o cinismo que havia naquela paisagem. Logo, certo dia ele indo a pequena cidade de Federal Hill, Blake buscou informações sobre aquela igreja, que tanto lhe chamava a atenção, logo percebeu que havia um enorme tabu entre as pessoas que não quiseram mencionar sobre a igreja e isso mexeu com sua ávida curiosidade de escritor. Fazendo-o adentrar na igreja para saber o porquê que as pessoas não se aproximavam ou comentavam nada a respeito do local. Ao entrar no recinto mal dito pelos populares, povo da pequena Federal Hill, dentro da igreja, Blake foi analisando e descobrindo inúmeras coisas que pudessem lhe auxiliar na sua investigação (Não direi o que ele encontrou na nave desta igreja ou na torre negra, terão que ler, já há bastante spoiler rsrsrs) que trouxe por fim uma enorme sensação de pavor e desespero, sendo criativo como qualquer escritor acabou que sua imaginação absorveu os acontecimentos que ocorreram dentro da igreja e retornando para sua residência, ele apenas estudou assiduamente escritas de um determinado livro que trouxera consigo e com os dias uma certa paranoia foi tomando de conta de seus pensamentos, sonambulismo e acontecimentos noturnos o fez em um momento de desespero amarrar-se pelo tornozelo na própria cama a fim de impedir que seu sonambulismo o tirasse da cama. Com o tempo ele passou a dedicar-se ao seu diário, contando o que sentia e o que estava descobrindo, até que passou a crer na existência de uma possível criatura de outro mundo que naquela igreja reinava apenas por detrás das sombras e que só poderia ressurgir na escuridão. Quando quedas no abastecimento de energia ocorriam a noite, muitos moradores de Federal Hill, iam até o entorno da igreja orar até que a luz retornasse e Blake, entrava em pânico nesses momentos sem luz. E uma certa vez em uma dessas quedas de energia, Blake veio a óbito. Como isso ocorreu, é preciso ler para entender. O conto se inicia de traz para frente, primeiramente se dá o desfecho de sua morte, consequentemente é abordado, ressaltando meu caros #NerdBookaholics que a história tem duas versões, mas se é expressado e analisado apenas pelo ponto de vista de Blake, através do que ele deixou escrito em seu diário, que este por fim foi escrito até os últimos instantes de sua vida terrena.

Então é isso aí meus amados leitores, eu sou Rodolfo Rodrigo e essa foi mais uma análise literária em cima de uma figura reconhecidíssma no mundo da ficção científica e sobrenatural. Esperamos que tenham gostado e que tenham se interessado em conhecer as obras de Lovecraft. Vejo vocês na próxima resenha com alguma nova pérola da literatura para encher a mente de vocês com muita cultura e conhecimento. Vale muito a pena conferir!

Um forte abraço, Beijos!

Resenhas

Resenha: Devoradores de Mortos, Michael Crichton

Olá, pessoal. Voltamos com mais uma dica da semana. E essa vai para aqueles que curtem histórias baseadas em relatos reais de povos antigos. O Nerd Book’s de hoje traz para você uma viagem ao mundo congelante, rodeado por fronteiras místicas, de homens desbravadores e suas crenças mitológicas, festejadas a ferro e fogo, em barris de cervejas nas mais intrigantes das orgias peculiares e culturais desse povo, que, aqui, hoje serão lembrados. Para vocês, diretamente do mundo fantástico do Nerd Book’s e pelas mãos do autor Michael Crichton, em uma narrativa nada menos que eletrizante sobre a civilização que vocês já devem ter adivinhado qual seja… Eu lhes apresento:Os Vinkings.

Na resenha de hoje, conduziremos você a uma viagem às lendas desse povo bárbaro através do manuscrito de Ibn Fadlan, que relata suas experiências com os nórdicos em 922 DC. Pelas mãos do autor contemporâneo Michael Crichton, o mesmo autor de Assédio Sexual, surge esta aventurosa obra, chamada “Devoradores de Mortos”, lançada pela editora Rocco em 1998 com o título original: Eaters of the Dead. Alguns anos depois (especificamente 10 anos), em parceria com a editora L&PM Pocket em 2008, o livro foi relançado, sendo o septuagésimo décimo quinto livro da coleção.  Eu sou Rodolfo Rodrigo, resenhista no Nerd Book’s e apresento para vocês esta bela e contagiante leitura. Vamos nessa?!

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Sobre o autor

O escritor Michael Crichton, é hoje um dos mais conhecidos e famosos escritores da atualidade, muito reconhecido também por seus roteiros (não podemos esquecer). Foi autor de vários livros de ficção científica e inúmeros thrillers já rodados pelas salas de cinema de todo o mundo, entre eles e o que mais nos recordamos com todas graças ovacionadas, Jurassic Park ou Parque dos Dinossauros, levado às telas do cinema por nada menos que Steven Spielberg, mas inúmeras outros roteiros também são bem conhecidos, entre os quais podemos destacar o Sol Nascente e também, o Mundo Perdido. Neste seu livro, que aqui apresentamos aos nossos #nerdbooksaholics como a dica da semana, Crichton demonstra seu estudo sobre o povo nórdico através das escritas e impressões de Ibn Fadlan, que tende a ser o primeiro homem a criar um contato e registrá-lo da vida, cultura, costumes e crenças dos vikings em meados do século X. O autor que é um norte americano nascido em Chicago, investiga, questiona todas as escritas do relato já existente sobre os vinkings e juntando todas as pesquisas ele reescreveu de maneira eletrizante uma das maiores experiências de Fadlan com esse povo nórdico.

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Devoradores de Mortos

Bem, pessoal, muitos já devem ter assistido à série Vikings que tem levado muitos telespectadores à frente da telinha, tal como ter ouvido histórias e lendas sobre esse antigo povo europeu. Relembrados em quadrinhos, desenhos animados como Asterix e Obelix, filmes como Thor da franquia da Marvel, entre todos os meios de comunicação, os vikings sempre foram e são admirados até hoje. O livro Devoradores de Mortos, muito conhecido por sinal, conta de maneira detalhada as conhecidas aventuras da sociedade viking através dos relatos de Ahmad Ibn Fadlan, emissário de um certo califa de Bagdá, teve o primeiro contato registrado com o povo nórdico. Sua narração é inédita e até então desconhecida pelo povo do ocidente. Coisas que vocês, meus nerdbooksaholics, perceberão nesse livro são as incríveis e perigosas viagens marítimas desse povo, adoradores dos mares e desbravadores dos oceanos, o que trouxe para os leitores a vaga impressão que eles não eram bárbaros por assim dizer, mas sim, destemidos exploradores dos mares e conquistadores de terras. Várias de suas conquistas são lembradas pelo nome de suas tribos como herança, tal como a Rússia, que vem na verdade da antiga tribo Rus, isso ocorreu em vários lugares do mundo.

No livro, há muitas menções a crenças desse povo, a adoração a deuses e crenças místicas como a de Wendol, nome antigo que quer dizer: névoa negra, para eles significava noites em que demônios cruéis surgiam. Na narrativa, há lutas desse povo com seus demônios, as quais Fadlan, medrosamente, foi obrigado a presenciar e registrar. O emissário, após encontrar-se com os vikings, teve a sorte de não ter sido morto como seria de costume, em troca de sua vida, ele foi levado junto com vários outros guerreiros vikings a uma de suas aventuras desbravadoras em terras frias e inóspitas, que apenas os vikings ousavam atravessar.

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Um dado interessante é que a forma como Ibn Fadlan descreve os vikings se difere bastante da forma como os europeus os descreveram. Quem assiste a série televisiva deve lembrar bem como o clero via os nórdicos escandinavos, como bárbaros, cruéis e pervertidos sexualmente, na época, os sacerdotes europeus eram os únicos a saberem escrever e eles descreveram os vikings como a maior aberração entre os povos já vistos.

Vamos lá, pessoal, vamos entender um pouco mais: Ibn Fadlan vagou como emissário da corte do califa de Bagdá, em junho de 921 (no século X, Bagdá, a Cidade da Paz, era a cidade mais civilizada da terra, com mais de um milhão de habitantes atrás de suas muralhas), ele foi ao encontro do rei dos búlgaros e essa sua jornada lhe custou três longos anos, mas ele não levou a sério sua missão justamente por, no meio do caminho, encontrar o povo nórdico e, com eles, seguir em várias aventuras. No mais, o livro irá trazer inúmeros relatos históricos da época para embasar os manuscritos de Fadlan (o que é bom para o nosso conhecimento histórico), mas não se iludam, na obra, o histórico entra como elemento enriquecedor de uma bela aventura de ficção que, inclusive, é uma das minhas preferidas (*u*). Quando Ibn foi parar no meio da tribo dos turcos, ele já se chocava com tudo o que via, notou que nem as mulheres, nem os homens se limpavam após defecarem ou após relações sexuais, o que poderia ser visto como inaceitável em sua cultura, no entanto, para os vikings, é o que podemos chamar de tabus não existentes. Lembro de vários momentos em que eu me diverti bastante com o livro, pois eu não aguentava a forma como o pobre Ibn Fadlan se chocava com os costumes deles. Principalmente quando as mulheres se mostravam peladas em total naturalidade e ele relutava em não ver ou quando atos como o do mercador que foi seduzido por um jovem rapaz e, após não resistir à tentação, deitou-se com o mesmo, recebendo como pena a morte cruel que consistia em ser preso a dois galhos opostos, que esticados, dilaceravam um corpo ao meio. Mas por sorte o mercador conseguiu pagar com 400 carneiros e se livrou da pena por sua pederastia. Em muitos outros momentos, o mais divertido é, sombra sem sombra de dúvidas, toda a agonia, sofrimento e dilemas pelos quais nosso medroso emissário passa. Apesar de ter curtido bastante os vários momentos de conflitos, não dá para fugir de uma certa melancolia, bem pungente mesmo, quando a morte ou sacrifício dos guerreiros bárbaros são retratados. Eu super recomendo essa leitura para vocês, pessoal. Não poderei mais continuar ou não resistirei e acabarei contando as aventuras que vocês devem ter o prazer de conhecer por si sós. Vocês já devem ter sentido o que vem pela frente. Eu fico por aqui e aguardo seus comentários sobre o livro.

Uma noite calma, um bom café expresso e uma ótima leitura, pessoal.

Por:

Rodolfo R. A. Meneses

Editora Alicanto, Parceiro

Parceria 2017: Editora Alicanto

É com enorme satisfação que vos apresento a mais nova parceira do Nerd Book’s, a Editora Alicanto!

O Alicanto é uma ave mítica do deserto do Atacama que se alimenta de ouro. Com esse conceito, a Editora não poderia ser outro nome, já que o alimento da Editora Alicanto também é um tesouro precioso: a boa literatura.  E assim são seus livros, tesouros literários que enriquecem a mente e alimentam a alma.

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Apesar de novos, chegaram ao mercado com fome dos maiores tesouros que puderam encontrar, intrínseco a um antigo ideal: publicar bons livros. Não vêem o livro meramente como um produto, mas como uma peça de arte, uma pequena revolução que pode encantar, transformar mentes e corações. Sob um modelo de publicação tradicional, investem em obras que merecem e que valem a pena ser levadas ao público leitor, recebendo  de mente aberta  toda e qualquer forma de originalidade editorial, tesouros literários que enriquecem a mente e alimentam a alma.

Portanto, sejam bem vindos! Espero que sejam bem acolhidos pelos meus #Nerd’s ou #Nerdbookaholics! Aguardaremos as novidades, resenhas, sorteios e surpresas para este ano que já chegou com tudo!!!

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3 Estrelas, Resenhas

Resenha: O Diário De Um Mago, Paulo Coelho

Olá, pessoal! Voltamos com mais uma resenha para os nossos #nerdbookaholics. Desta vez resolvi trazer uma obra nacional, vale a pena conferir, vamos lá?!

Obs.: Eu resolvi escolher essa obra por perceber que muitos de nossos leitores curtem enredos que se perpassam por narrações mágicas, onde podemos sair um pouco da realidade crua e vagar por caminhos imaginários, acreditando que há sempre um lado espiritual, energético, de encantos entre razão, sentimentos e sentidos. A obra conta com um pouco disso, mas que se conduz em nosso plano natural, buscando atrair a essência do rompimento de certas fronteiras de nossas mentes, bastando apenas crer e executá-las.

Eu tenho algo bem legal para dizer sobre como descobri esse livro antes de começar a resenha-lo, quando eu resolvi ler esse trabalho do Paulo Coelho, já havia lido outras obras como O Alquimista e não nego que não tinha interesse em conhecer essa. Mas certo dia ao sair de casa pela manhã indo para a universidade. Ao chegar em minha calçada lá estava. Um livro aberto jogado ao chão com uma página da contracapa rasgada. O livro era antigo, mas ainda perfeito para seu intuito e finalidade. Suas manchas e pequenas orelhas nas extremidades das folhas levemente amareladas não me fizeram rejeitar sua atração. Afinal era um livro! Ao pegá-lo no chão, olhei em volta, não havia ninguém na rua eu o fechei e lá estava “O Diário De Um Mago”. Eu o coloquei na mochila e o levei comigo. Cuidei dele ao retornar aos meus aposentos. Retirei as orelhas das páginas, limpei, o sequei ainda estava úmido devido a madrugada fria que paira no Planalto da Borborema, guardando-o assim por sete dias embaixo de uma ruma de livros maiores e pesados, para que ele pudesse voltar ao estado adequado para sua possível conservação. Depois eu o li atenciosamente. E foi desta forma que tal obra chegou até mim. Num acaso em que o destino nos cruzou após algum desordenado ser humano o jogá-lo fora, especificamente em minha calçada. Eu o tenho até hoje. A 74ª edição da editora Rocco, fez então parte de minha coleção de livros em minha estante desde então. Isso ocorreu em 2014.

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Sinopse:

“Cheguei à cidade depois de tomar um ônibus da linha entre Pedrafita e Compostela. Em 4 horas fizemos os 150 km que separavam essas duas cidades e me lembrei da minha peregrinação: às vezes precisava de duas semanas para percorrer essa mesma distância a pé. Dentro de pouco tempo pegarei um avião de volta para o Brasil… Tenho muito o que fazer. Passa pela minha cabeça a ideia de escrever um livro sobre o que vivi. Mas esta é ainda uma ideia remota…” – Paulo Coelho

Título: O Diário de um Mago  
Título original: –
Autor: Paulo Coelho
Ano: 1993
Páginas:
246

Editora: Rocco

3 SABRES

Skoob | Goodreads | Adquira

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Sobre o autor

Nasceu em 1947, na cidade do Rio de Janeiro. Antes de dedicar-se inteiramente à literatura, trabalhou como diretor e ator de teatro, compositor e jornalista.

Paulo Coelho escreveu letras de música para alguns dos nomes mais famosos da música brasileira, como Elis Regina e Rita Lee. Seu trabalho mais conhecido, porém, foram as parcerias musicais com Raul Seixas, que resultou em sucessos como Eu nasci há dez mil anos atrás, Gita, Al Capone, entre outras 60 composições com o grande mito do rock no Brasil.

Em 1986, PAULO COELHO fez a peregrinação pelo Caminho de Santiago, cuja experiência seria descrita em O Diário de um Mago. No ano seguinte (1988), publicou O Alquimista, que – apesar de sua lenta vendagem inicial, o que provocou a desistência do seu primeiro editor – se transformaria no livro brasileiro mais vendido em todos os tempos. Outros títulos incluem Brida (1990), As Valkírias (1992), Na margem do rio Piedra eu sentei e chorei (1994), a coletânea das melhores colunas publicadas na Folha de São Paulo, Maktub (1994), uma compilação de textos seus em Frases (1995), O Monte Cinco (1996), O Manual do Guerreiro da Luz (1997), Veronika decide morrer (1998), O demônio e a Srta. Prym (2000), a coletânea de contos tradicionais em Histórias para pais, filhos e netos (2001), Onze Minutos (2003), O Zahir (2005), A Bruxa de Portobello (2006), O Vencedor está só (2008) e a compilação de textos Ser como o rio que flui (2006).

Fez também a adaptação de O dom supremo (Henry Drummond) e Cartas de Amor de um Profeta (Khalil Gibran).

Sobre a obra

O livro conta a história, ou melhor dizendo, a vivência tida pelo autor em uma jornada em 1986, por um caminho que é percorrido por milhares de turistas de vários cantos do mundo todos os anos. Por três meses, o autor do mesmo, o compositor e jornalista, Paulo Coelho, caminhou a pé os quase setecentos quilômetros entre o sul da França, e que a separam da cidade de Galícia. Isso, feito por muitos na cidade de Santiago de Compostela, ele percorreu tal percurso em busca de mistérios e conhecimentos sagrados sobre magias. Havendo em sua trajetória um grande ser italiano que passou a ser seu guia e nessa peregrinação, eles experimentaram vários momentos místicos e ensinamentos que Paulo Coelho passou a conhecer, como por exemplo As Práticas de RAM, na peregrinação por um dos três caminhos sagrados de uma crença antiga. Esse estranho Caminho de Santiago, diz o autor, mudou sua vida e ele, com todo o seu jeito intenso de expor suas vivências nos repassa nesse livro. É sempre muito complicado tentar manter os intensos e dedicados leitores do Nerd Book’s, preparados para a leitura em uma resenha sem dar pequenos spoilers. Mas sempre tentamos nos esforçar. Vamos sempre tentando construir um caminho que não ultrapassem os limites do interesse pela obra. Muitos já devem conhecer a obra, outros, no entanto ainda pretendem ou acabarão o lendo, de alguma forma ou de outra, como aconteceu comigo em que ele surgiu em meu caminho.

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O livro, que Paulo Coelho dedica com todo entusiasmo à Petrus por toda sua compreensão em não ceder aos abusos dele em querer transformá-lo (típicos de pessoas autoconfiantes), resultou em vários ensinamentos que o autor vai descrevendo no decorrer da história. Ele irá mostrar alguns exercícios que aprendeu, tais como alguns rituais, que são praticados a milênios nesse caminho de Santiago de Compostela e que até os dias de hoje, é realizado por inúmeros turistas e pessoas em busca de espiritualidade, e novos conceitos, que peregrinam por essas trilhas. Paulo Coelho traz para nós esses ensinamentos. Como sei que comecei e seria injusto não falar de algum deles, antecipo meus caros amigos e amigas, quais são eles: O Exercício da Semente, o Exercício da Velocidade, o exercício da Água, o Exercício da Crueldade, o Exercício do Enterrado Vivo, o Exercício das Sombras, o exercício da Audição e o Exercício da Dança. Esses são os exercícios que ele aprendeu e se submeteu a fazê-los em sua peregrinação, tendo ainda alguns outros rituais, mas que deixarei vocês descobrirem por si sós. Logo ele os descreve para que nós possamos alcança-los também. Mas meus amores, preciso ser sincero, eu tentei praticá-los, contudo não tive muito êxito, mentalmente eu não estava preparado para eles, apesar de eu ter tentado realizar todos para melhor compreender o livro, havia um que causava uma grande dor, eu não o executei perfeitamente, pois só aceito bem a dor que seja motivada pelo amor, sou romântico, fazer o quê? Outros tipos de dores para mim são incômodos. Vou citar apenas um dos Exercícios para que possam compreender melhor:

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E desta forma segue as escrituras de Paulo Coelho, contando como foi sua peregrinação e suas descobertas, ele descreve sua luta pelo segredo contido em sua espada (ele adora espadas), mas é preciso ler para saber o que ele descobriu, pois não irei dizer (risos). O Nerd Book’s tem a finalidade de prepará-los para a leitura, deixando assim a opinião sobre o livro ser analisada de acordo com o momento, percepção e estado emocional de cada um de vocês. E aqui me disperso e deixo vocês com mais uma boa leitura. Aguardamos ansiosos pelos seus comentários sobre o livro. Lembrando sempre que quem faz o Nerd Book’s são vocês.

Um bom café, um forte abraço e uma ótima leitura!

5 Estrelas, Resenhas

Resenha: 666 O Limiar do Inferno, Jay Anson

Sinopse:

O casal Keith e Jennifer volta pra casa após curtas férias e, atrás de seu quintal percebe uma casa que não estava lá antes: um casarão vitoriano que foi transportado até lá enquanto viajavam. Acontece que a casa não é necessariamente abençoada: ao investigá-la, Keith descobre que o antigo morador assassinou a amante e o cunhado lá dentro. Mas a casa causa certas sensações estranhas nele, justificadas conforme o desenrolar da história. Uma série de acontecimentos estranhos se inicia.

Título: 666 O Limiar do Inferno  
Título original: 666
Autor: Jay Anson
Ano: 1981
Páginas:
252

Editora: Círculo do Livro

5 SABRES

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Sobre o autor

É comum que os romances de Jay Anson conduzam o leitor a um mundo desconhecido, que foge de nosso controle, sempre baseado em forças sobrenaturais, sempre manifestadas por entidades demoníacas. Seu vasto conhecimento em teologia sempre atualizadas nas novas pesquisas realizadas em domínios da parapsicologia o tornou referência nesses tipos de enredo com ligações e fatos com o submundo.

Com a carreira iniciada em 1937, atuando profissionalmente como copy-desk na redação do “Evening Journal” de Nova York, Jay Anson mais tarde ainda atuou na área de publicidade (produção sempre foi seu forte). Pouco mais adiante fez parte da companhia Profissional Films, Inc. e mora em Nova York. Mas para chegar em sua posição, Jay Anson redigiu mais de quinhentos roteiros de documentários para a televisão americana. Entre uma de suas obras mais mencionadas está o “Horror em Amityville”, publicado pelo Círculo, foi baseado em fatos reais (o que o tornou bastante interessante para os leitores), a obra foi amplamente divulgada pela imprensa. Jay Anson nasceu em 4 de novembro 1921 e morreu em 12 de março de 1980, aos 58 anos. O livro “666 No Limiar do Inferno” foi publicada também pela Círculo do Livro S.A. em 1981, um ano após sua morte. Traduzido por Gilberto Domingos do Nascimento e com layout da capa de Tide Hellmeister.

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Sobre a Obra

É muito difícil resenhar uma obra sem deixar que o spoiler tire a magia do inesperado, portanto irei me concentrar em esclarecer que obra vocês meus #Nerdbookaholics, estão a conhecer sem tirar a magia do suspense contida nesta obra. Spoiler de um livro de suspense, horror e terror seria cruel, não acham? Enquanto aperfeiçoo minhas técnicas como resenhista sem dar spoilers, tentarei mantê-los apenas atualizados pelo o que lhes esperam.

O livro conta a história de uma mansão assombrada, cercada de mistérios e crimes. Entendam como ela se passa: No dia 10 de setembro de 1978, uma casa de madeira, branca e amarela, marcada por um duplo assassinato a cinco anos atrás, foi colocada em uma carreta e transportada para Pugget Sound. A casa de dois andares foi guinchada e colocada em numa enorme barcaça e rebocada para o mar. A tal casa em estilo vitoriano, permanecia vazia desde 1973, quando James Beaufort cometeu nela um duplo assassinato. A brutalidade deste crime abalou a pacata área residencial da cidade de Seattle. O advogado de Beaufort negou que seu cliente fosse forte o suficiente para cometer tais assassinatos. Mas olha que surpresa, pessoal: De maneira inesperada, no julgamento Beaufort confessou ambos os crimes aos jurados. Em 1974 após o crime que aparentava ser mais um caso de crime passional, movido pelo ciúme que fez Beaufort assassinar sua esposa e o seu cunhado, Beaufort passou a cumprir uma pena de vinte anos da Penitenciária Federal da Ilha McNeil. Logo já achei estranho pelo fato do crime ter sido movido por ciúmes, o que me deixou pouco crente no poder sobrenatural que eu poderia experimentar no livro, mas segui em frente, mesmo assim. Pouco se sabe ao certo sobre esse crime cometido pelo sr. James. Apenas o que ele dizia e isso podia ser uma forma elementar de provocar os leitores mais atentos, de qualquer forma eu continuei a tentar entender a ideia do cinismo desta história e não muito demorou.

A casa meus caros amigos e leitores, era um belo exemplo de uma arquitetura de meados do século XIX, que permanecia sob os cuidados da imobiliária Spatz, a mesma imobiliária que alugou a casa para o sr. Beaufort. A casa passava pela cisma e fama dos tais assassinatos, que acabou dificultando seu aluguel para novos inquilinos, enquanto muitos outros diziam que a casa era assombrada. De acordo com a imobiliária várias ofertas foram dadas na casa nos últimos anos, mas a imobiliária necessitou recusar todas, por ordem do proprietário que as rejeitou.

Vejam que estranho meus caros seguidores do Nerd Books, a imobiliária Spatz, diz nunca conhecer pessoalmente o proprietário, nem mesmo conhecem alguém que já o tenha visto em alguma ocasião. Ela não tem nem ao menos o endereço do tal proprietário que era conhecido apenas pelo registro no cadastro imobiliário como um tal sr. Coste. Todas as negociações eram feitas pelos correios e por telefone, pelo tal proprietário e que recentemente havia entrado em contato com a imobiliária para informar que o lote número 666, da Bremerton Road não estava mais disponível para aluguéis, mas apenas para venda. Desde então lembro que vários fatos estranhos ocorreram dentro da mansão e que os moradores afirmavam terem visto uma luz vermelha intensa que vinha de dentro da casa. Já o sr. Coste não informou onde seria o local para onde a casa iria ser levada após a venda e também a imobiliária Spatz não conseguiu dados ou informações sobre a companhia carregada de transportar a estrutura para maiores esclarecimentos. Pois bem, já com esses fatos misteriosos, eu já me senti atraído pelo suspense que poderia me levar ao horror e terror desta obra belíssima do Jay Anson. Eu achei que a leitura dos trabalhos de Anson são bem interessantes por ele ser meticuloso, ao mesmo tempo que ele não se prende muito, deixando logo a história seguir seu curso (o que torna tudo menos cansativo e não tira o foco dos últimos acontecimentos), prendendo você a cada momento como se algo o aguardasse para um momento intenso de acontecimentos sobrenaturais ou meramente mundanos. E gostei de verdade disso. Agora se deseja saber o que acontece com a mansão, para aonde a casa foi levada, quem a comprou e o que aconteceu com os novos moradores e todo o seu cruel enredo, apenas lendo para saber, pois aqui encerro minhas palavras para deixar o melhor desta obra a critério de suas mentes brilhantes e criativas.

Resumindo, ao lerem “666 No Limiar do Inferno” meus caros, vocês perceberão que a obra traz um universo maléfico e aterrorizante que se esconde numa casa, uma sólida mansão vitoriana, que se situa na Bremerton Road, nº 666. Em uma atmosfera densa, rodeada de surpresas sombrias, o que para os fãs do gênero nada mais é do que irresistível em seu enredo meticuloso e sobrenatural. Os amantes do estilo deram boas críticas a obra que caiu como encanto para os leitores e todos aqueles que acreditam haver mais coisas entre o céu e a terra do que supõe a nossa vã filosofia. Eu espero que gostem da leitura e comentem conosco o que acharam da experiência com o livro, estaremos ansiosos pelo SEU comentário. Boa leitura.

Até a próxima.

~Rodolfo Rodrigo

5 Estrelas, Resenhas

Resenha: Warcraft, Christie Golden

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Sinopse:

Há muito Azeroth está em paz. Após expulsar os trolls, com a ajuda de Medivh, Guardião do reino, humanos vivem em paz com os vizinhos elfos e anões. Mas um novo mal desponta no horizonte, e a guerra ameaça engolfar mais uma vez os domínios do justo rei Llane.

Uma raça temerária de invasores, os guerreiros orcs, insuflados pelo feiticeiro Guldan e liderados pelo monstruoso Mão Negra, fogem de seu mundo agonizante em busca de caça e oportunidades. Com a ajuda da vileza, a mais cruel das magias, Guldan criou um portal capaz de transportar sua Horda até Azeroth.

A maré verde, de orcs dominados por esse mal, toma de assalto as terras humanas. Morte e destruição ameaçam destruir a tudo e a todos. Então, de lados opostos, dois heróis surgem, em uma rota de colisão que decidirá o destino de sua família, seu povo e seu lar.

Durotan, o líder honrado do clã Lobo do Gelo, quer apenas uma chance para seu filho recém-nascido. Lothar, o Leão de Azeroth, busca redenção. E assim começa uma espetacular saga sobre poder e sacrifício, na qual a guerra tem muitas facetas e todos lutam por algo.

Título: Warcraft  
Título original: Warcraft
Autor: Christie Golden
Ano: 2016
Páginas:
266

Editora: Galera Record

Livro cedido através da parceria com a editora

5 SABRES

Skoob | Goodreads | Adquira 

Resenha:

No início da minha análise, devo ser honesto: eu nunca joguei World of Warcraft e até agora não vi a versão do filme do Warcraft. Minha primeira e única introdução neste mundo mágico e complexo tem sido este livro, Warcraft por Christie Golden. Como um admirador da fantasia e de J.R.R. Tolkien e claro, a J. K. Rowling, tenho vergonha de dizer que perdi uma saga maravilhosa.

À medida que o livro se desenrola, o que aconteceu com o mundo de Azeroth já aconteceu. É um evento fixo, que não pode ser desfeito. E é assim, com uma sensação de medo iminente, e ainda excitação tranquila, que o leitor vê o passado se tornar o presente.

Orcs, fugindo de um mundo moribundo que não pode mais apoiar a sua Horda, encontrar um portal e por meio da magia negra um novo mundo para conquistar e colonizar. Elfos, anões, gnomos e homens, descobrem que sua paz e tranquilidade duramente conquistadas está sendo ameaçada por um inimigo que ninguém jamais viu ou ouviu falar antes.

O que se desenrola é um choque de culturas, de guerreiros, de mágicas e de famílias que lutam pela sobrevivência. Os orcs só conhecem guerra… guerra uns contra os outros, contra bestas e contra a magia negra conhecida apenas como o Fel. Os seres humanos e as raças que estão com eles conhecem uma paz que foi forjada ao longo de séculos após um conflito, e é protegida por um Guardião único, um detentor e praticante de incontável poder mágico.

A princípio, parece que os orcs, enormes, brutais e incomparáveis, sugarão as forças insignificantes da humanidade em uma única e vasta maré. Mas antes que a força total da Horda possa ser desencadeada em cima de Azeroth, um portal deve ser construído e um grande sacrifício humano ao Fel deve ser executado em um ritual escuro. É nesta estreita janela de tempo que a Garona meio-orc escapa de seu cativeiro e ganha a confiança dos seres humanos, em particular o jovem comandante Lothar. Juntamente com o chefe orc Durotan, eles elaboram um plano pelo qual o mal Fel pode ser derrotado, juntamente com os orcs que a adoram, dando a Horda e humanidade uma chance de paz antes do derramamento de sangue seja causado sobre os inocentes que residem em Azeroth.

A guerra final se desenrola e os segredos são revelados, mas eu deixo para os leitores descobrirem por si só, como eu fiz, talvez pela primeira vez. Descobri que Warcraft foi excepcionalmente bem escrito e explicou o mundo de Warcraft suficientemente para um noob completo para entender e apreciar o conflito que pendurou na balança. Fui sugado pela história desde a primeira página até o final, e aproveitei cada momento, o bom, o horrível e o espantoso. No final, eu fiquei querendo mais.

Como resultado da leitura deste excelente livro, vou tentar, farei o possível para assistir a versão cinematográfica do Warcraft.

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5 Estrelas, Editora Galera Record, Resenhas

Resenha: Dama da Meia-Noite – Os Artifícios Das Trevas – #1, Cassandra Clare

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Sinopse: 

Em um mundo secreto onde guerreiros meio-anjo juraram lutar contra demônios, parabatai é uma palavra sagrada.

O parabatai é o seu parceiro na batalha. O parabatai é seu melhor amigo. Parabatai pode ser tudo para o outro mas eles nunca podem se apaixonar.

Emma Carstairs é uma Caçadora de Sombras, uma em uma longa linhagem de Caçadores de Sombras encarregados de protegerem o mundo de demônios. Com seu parabatai Julian Blackthorn, ela patrulha as ruas de uma Los Angeles escondida onde os vampiros fazem festa na Sunset Strip, e fadas estão à beira de uma guerra aberta com os Caçadores de Sombras. Quando corpos de seres humanos e fadas começam a aparecer mortos da mesma forma que os pais de Emma foram assassinados anos atrás, uma aliança é formada. Esta é a chance de Emma de vingança e a possibilidade de Julian ter de volta seu meio-irmão fada, Mark, que foi sequestrado há cinco anos. Tudo que Emma, Mark e Julian tem a fazer é resolver os assassinatos dentro de duas semanas antes que o assassino coloque eles na mira.

Suas buscas levam Emma de cavernas no mar cheias de magia para uma loteria sombria onde a morte é dispensada. Enquanto ela vai descobrindo seu passado, ela começa a confrontar os segredos do presente: O que Julian vem escondendo dela todos esses anos? Por que a Lei Shadowhunter proíbe parabatais de se apaixonarem? Quem realmente matou seus pais e ela pode suportar saber a verdade?

A magia e aventura das Crônicas dos Caçadores de Sombras tem capturado a imaginação de milhões de leitores em todo o mundo. Apaixone-se com Emma e seus amigos neste emocionante e de cortar o coração no volume que pretende deliciar tantos novos leitores como os fãs de longa data.

Título: Dama da Meia-Noite  
Título original: Lady Midnight
Autor: Cassandra Clare
Ano: 2016
Páginas:
574

Editora: Galera Record

Livro cedido através da parceria com a editora

5 SABRES

Skoob | Goodreads | Adquira 

 

Resenha:

Levei muito tempo para começar este romance, em parte porque eu tinha outras prioridades e porque o tamanho do romance me assustou. 574 páginas! Eu li somente alguns outros livros perto desse tamanho ou mais… Stephen King hahahaha. Uma vez que comecei a ler, entretanto, eu estava chutando-me por esperar tanto tempo. Cassandra Clare continua a me surpreender toda vez que ela lança um romance, Dama da Meia-Noite sendo seu 9º romance.

A história realmente chamou minha atenção e me atraiu. A família Blackthorn é convidada a investigar os misteriosos assassinatos que estão acontecendo em Los Angeles. Algumas das vítimas são Fae, o que significa que após a Guerra das Trevas, é ilegal que os caçadores de sombras trabalhem com Faeries. A única coisa que os convence a aceitar o trabalho é a promessa de Mark Blackthorn, o rapaz mais velho, sendo devolvido a eles. As fadas deixam Mark com eles como um incentivo para que eles resolvam a investigação. Eles recebem três semanas. Se eles tiverem resolvido o assassinato no final de três semanas, Mark será capaz de escolher se quer ou não quer voltar para a Caçada Selvagem ou ficar com sua família.

A história de amor entre Emma e Julian estava me matando.

Eu me encontro amando cada personagem que ela escreve. Enquanto eu sentia falta de nossos heróis da TMI (Os Instrumentos Mortais), eu estava feliz por ter um romance focado em Julian e Emma. Eu me apaixonei por eles desde o momento em que eles apareceram pela primeira vez na CoHF (Cidade do Fogo Celestial).

Julian constantemente quebrou meu coração durante todo o romance. Ele é um garoto tão doce que teve que crescer muito rápido após o assassinato de seus pais, o exílio de sua irmã mais velha, e sequestro pela Caçada Selvagem de seu irmão mais velho. Agora, em cima de tudo isso, sua luta com o sentimento proibido para sua parabati. Emma, ,no entanto, me surpreendeu. Ela é forte e apaixonada e teimosa. Ela sabe que ela não é completamente parte da família Blackthorn, mas ela pertence a eles, com Julian. Quando ela começa a sentir algo por sua parabati, ela está certa de que Julian não pode sentir a mesma coisa.

Adorei aprender sobre todas as crianças que Julian está cuidando. Cada um deles traz algo para a história. Adorei especialmente ler sobre o personagem de Mark Blackthorn. Ele não sabe mais quem ele é. Ele não sabe se ele pertence à Caçada Selvagem ou se ele é um caçador de sombras, parte da família Blackthorn. Ele é torturado e perdido. Ele está fazendo seu melhor para descobrir onde ele está.

O final da história praticamente me matou. Entre a pessoa que trai todos, a escolha que Emma faz e as lutas de Mark, eu não passei pelo fim sem muitas mágoas. Eu não posso esperar até maio de 2017 para o Senhor das Sombras (lançamento do 2º livro da trilogia). Aqui no Brasil ainda não tem data definida.

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