4 Estrelas, Parceiro, Resenhas

Resenha: Anjos do Universo – Einar Már Gudmundsson

Primeiramente, a capa deste livro levou-me a pensar que se tratava de algo apocalíptico, mas pra minha surpresa esse livro é um belíssimo drama. 😀

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Sinopse:

O jovem Páll tenta lidar com problemas de identidade e a dificuldade de controlar suas emoções, se deixando levar por surtos de bebedeira e explosões de agressividade. Na segunda metade do romance vemos os muitos anos que Páll passa dentro do hospício Kleppur e os personagens que ele encontra lá. Surge o questionamento: em meio à agonia mental cotidiana, como se pode chegar a um retrato aceitável da sociedade ou mesmo da existência em si?

No fim de sua vida, Páll, o protagonista e narrador de Anjos do universo, relembra um verso de uma canção de uma canção de David Bowie: “Day after day, they take some brain away”. As palavras de Bowie poderiam muito bem servir como mote para todo o romance, no qual Páll, do outro lado da tumba, tenta entender como se afundou no mundo violento e sombrio da esquizofrenia até o seu aprisionamento no Kleppur, o hospital psiquiátrico “semelhante a um enorme palácio situado à beira-mar” em Reiquiavique, e sua decisão (aos quarenta e poucos anos) de trocar a tensão da vida pelo distanciamento da morte.

O uso da letra de Bowie tem bastante significado: Einar Már Gudmundsson (nascido em 1954), talvez o mais célebre escritor islandês de sua geração, é creditado pela liberação da escrita séria no seu país a partir da inspiração de ícones do mundo contemporâneo. Páll é movido por ídolos do rock e do punk, mais do que pelos respeitados heróis das sagas; mais por Beatles, Zappa e Bowie do que Njáll e Egill.

Título: Anjos do Universo
Título original: Angels os the Universe
Autor: Einar Már Gudmundsson
Ano: 2013
Páginas:
202

Editora: Hedra

Livro cedido através da parceria com a editora

4 SABRES

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Resenha:

O livro narra as experiências pessoais de Páll, que por sua vez, nos conta uma vida difícil, uma história pesada, balanceada entre uma infância relativamente normal e uma juventude marcada pelo início do aparecimento dos sintomas da esquizofrenia, porém também narra igualmente a incompreensão e completa exclusão que doentes mentais sofrem tanto da família, quanto da sociedade em geral, que pouco compreendem a situação dessas pessoas, seus sintomas e seu estado de doentes. E é bem do inicio que ele começa a contar a sua vida, no dia do seu nascimento, um dia segundo ele, histórico na Islândia, o dia em que o país sofria com intensas manifestações populares pois, estava sendo decidido se a Islândia deveria ou não entrar para a OTAN. Primeiro filho de um casal, cheio de promessas e sonhos, Páll viveu com uma boa condição de vida, divide conosco uma infância de um menino inteligente e ligado a artes, com poucos amigos e muitas ideias.

Outro assunto também abordado no livro é o estado destes pacientes em hospitais psiquiátricos, na história o Hospital Kleppur é quase como um personagem que rodeia a vida de Páll desde a infância, é como se o local em que o personagem fosse parar depois de detectado sua doença, estivesse lhe rondando desde pequeno. Porém, além da caracterização interessante do hospital na história, a situação dentro dele é descrita, desde pacientes jogados e acumulados dentro deste local como se fossem lixo deixados lá, sem nenhum cuidado, limpeza e muito menos tratamento, isso dito por Páll antes de sua internação, até quando o mesmo encontra-se no local, medicados a ponto de passarem o dia completamente dopados e jogados numa cadeira.

O livro expõe na sua história a decadência e o declínio de uma pessoa que possui uma doença grave, que ainda é visto pela humanidade como “inexistente” ou “frescura”. Em Anjos do Universo, somos colocados frente a frente com uma doença que nos cerca e que muitas vezes a ignoramos por consequência da falta de informações ou pela busca das mesmas.

“É evidente que entendo a realidade tão pouco quanto ela me entende. Quanto a isto, estamos quites. Porém, ela não me deve explicação alguma a respeito de qualquer coisa, ao passo que eu continuo tendo de responder perante ela.
Claro que seria bom poder dizer o que disse o filósofo alemão Hegel quando alguém afirmou que as suas teorias não correspondiam a realidade:
– Pobre realidade, não deve ser nada fácil para ela.
Escritores podem escrever isto.
Filósofos podem dizer isto.
Já nós, que estamos internados em sanatórios e instituições, não temos qualquer defesa quando nossas ideias não correspondem à realidade, pois, em nosso mundo, os outros é que tem razão e conhecem a diferença entre o certo e o errado.
A nuvem de medicamentos paira no ar, como se os dias tivessem deixado de se mover.” (página 10)

COMENTEM, CURTAM, SIGAM!! ❤

 

Resenhas, Sem categoria

Crítica – Filme: Mais Estranho Que a Ficção

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Certo dia, um amigo e eu estávamos conversando e ele me indicou dois filmes para assistir, entre eles o filme, Mais Estranho Que a Ficção. E, deixou claro que todo leitor deveria assisti-lo. No momento em que me indicou eu não poderia assistir por que já era tarde e eu tinha que ir dormir. Mas, hoje me lembrei e resolvi procurar para ver e comprovar se realmente todos nós, leitores, devemos assistir.  

Leiam, assistam e me digam!! ❤

Mais Estranho Que a Ficção narra, literalmente, a vida do Harold Crick (Will Ferrell) que é um funcionário da Receita Federal que trabalha verificando contabilidades de pessoas que caem na malha fina. Ele (e seu relógio) tem uma rotina bem calculada e padronizada. É tudo bem comum na vida de Harold Crick até que um dia ele escuta uma voz que parece estar narrando sua vida e de repente comenta algo relacionado à sua morte que está se aproximando.

Essa voz é a de Karen Eiffel (Emma Thompson) que na verdade está escrevendo um livro sobre Harold Crick, sem saber que ele é uma pessoa de verdade. Karen é uma escritora muito bem sucedida e famosa, mas seu último livro foi lançado há mais de 10 anos. Ela está com bloqueio criativo e não sabe como matar Harold Crick, então sua editora contrata uma assistente (Queen Latifah) para ajudá-la.

Bom, até aqui tudo bem. Se você tiver problemas com S P O I L E R S, não siga…

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Harold Crick está desesperado por causa da voz que disse que ele iria morrer. Ele procura uma psiquiatra que diz que ele está com sintomas de esquizofrenia. Mas Harold não concorda, porque a voz está narrando o que ele faz, e não mandando ele fazer alguma coisa. Ele então procura um doutor em Literatura (Dustin Hoffman) que decide ajudá-lo a descobrir quem é a voz em questão. Para poder ajudar, ele precisa de informações, então ele pede pro Harold fazer uma análise de sua vida e relacionamento com pessoas para descobrir se a história é uma tragédia ou uma comédia.

Harold analisa seu relacionamento com a mulher que está auditando no momento, Ana Pascal (Maggie Gyllenhaal). Ana é dona de uma confeitaria e meio que revolucionária, completamente contra a ideia de O Homem e a receita federal. Harold, naturalmente, é apaixonado nela.

É uma verdade universalmente conhecida que pessoas viciadas em livros (ou quadrinhos ou filmes ou seriados) estão fadadas a ouvir o famoso “é só uma história” ao menos uma vez na vida.

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O filme já destrói com isso. A história de Harold Crick é real, ponto final. Temos até um símbolo muito legal do contraste de pessoas que veem ficção apenas como ficção e pessoas que veem ficção como algo que é vivo e orgânico e que respira. Quando Harold foi procurar especialistas sobre a voz que narrava sua vida, a primeira pessoa que ele procurou, a psiquiatra (uma pessoa da ciência) focou imediatamente no fator doença, como se fosse a única opção, porque é impossível que haja uma voz narrando sua vida. Agora quando ele procurou o professor de Literatura, o cara aceitou quase que imediatamente o que o Harold estava contando, porque ele tem uma mente mais aberta para esse tipo de coisa.

O que nos remete a pensar que, sem generalizar, as pessoas da ciência são “tapadas” e as pessoas da literatura são “iluminadas”. É mais uma colocação simbólica dos tipos de mentes que existem na sociedade.

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No filme, há um momento em que Harold finalmente encontra Karen e eles se conhecem e a Karen já sabe como vai matar o Harold e fica aquela situação chata, então ela dá o manuscrito para ele ler. Enquanto isso, ela tem uma super crise de “quantas pessoas eu matei?”. A lição de moral nem é “devemos matar menos pessoas em livros”, porque morte acontece… é a vida. O ponto principal é que a morte dessas pessoas afeta uma realidade da mesma forma que uma morte nossa, aqui no “mundo real” afeta as pessoas a sua volta.

O filme aborda outros temas, além de como enfrentar a morte, como aproveitar a vida, não viver totalmente solitário, romance. Mas, para finalizar, eu vou deixar para vocês as últimas falas do filme, que aponta para a importância das pequenas coisas:

5 Estrelas, Desafio Literário 2016, Editora Intrínseca, Resenhas, Sem categoria

Resenha: A Menina que Roubava Livros + Desafio Literário | Abril

Olá meus Nerd’s! Como estão?

Como eu havia conversado com vocês, no desafio de março eu iria ler, A Menina que Roubava Livros, mas só tive tempo de publicar a resenha hoje.. Então, aproveitando o momento já vou deixar pra vocês o desafio do mês de abril.  😀

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 Sinopse:

Ao perceber que a pequena Liesel Meminger, uma ladra de livros, lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. A mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade. A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História.

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Título: A Menina que Roubava Livros
Título original: The Goonies
Autor: Markus Zusak
Ano: 2011
Páginas:
480

Editora: Intrínseca

5 SABRES

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Resenha:

O livro é uma narrativa da Morte, seu foco é a vida de Liesel e o que a ela for relacionado. Organiza-se em dez partes, cada qual com cerca de quarenta páginas.

“A menina que roubava livros” conta a história de uma menina de nome Liesel Meminger que, durante uma viagem de trem com destino a cidade alemã de Molching, ao despertar encontra o seu irmão que viajava a seu lado, morto. No trajeto é feita uma parada para inumar o menino, e, é no cemitério onde nossa protagonista faz o primeiro de seus roubos: um dos coveiros, descuidado, deixa cair à neve um livro intitulado “Manual do Coveiro”. Chegando a cidade de destino, Liesel descobre que seria entregue a uma família adotiva; reluta muito em partir dos braços da mãe, mas acaba cedendo. Nossa protagonista passa a viver com Hans e Rosa Hubermann, sua nova família. A partir de então, Liesel ao decorrer da história, começa a estudar, faz amizades e, passa a roubar livros da biblioteca da mulher do prefeito, Ilsa Hermann (com certo consentimento da proprietária). Ao lado de seu amigo Rudy, ela constrói uma amizade solidária e uma cumplicidade nos furtos, além de um amor castiço e terno…

A ideia de Markus Zusak ao grafar um romance cujo cenário é a Alemanha nazista, retratando os horrores desse período, é de fato interessante. Uma jovem menina que vê (assim qual uma minoria de outras pessoas alemãs) um absurdo nos ideais de Hitler, mas, por coação, mantém a aparência de nazista, muito embora, durante parte da história os Hubermann e Liesel abriguem secretamente um judeu em seu porão.

O livro mostra o caos que foi a Alemanha nesse período: moradores alemães passando fome com o racionamento de alimentos, o temor de ser considerado um traidor ou mesmo de ser alvo de desconfianças por parte dos membros do partido nazista, a repressão para que todos se alistassem a essa facção e, a perseguição aos que se negavam. O fanatismo de maioria dos alemães, o nacionalismo exagerado, a arrogância… A perseguição aos judeus e a quem não fosse etnicamente alemão. O sofrimento das famílias – não só judias, mas inclusive alemãs como também russas e outras tantas – que perdiam seus parentes nas batalhas; das mães que perderam seus filhos ainda pequenos por conta dos bombardeios; pessoas que foram mutiladas pelo conflito… Atrocidades tamanhas que expõem o lado mãos sombrio, perverso e dantesco da natureza humana, capaz de apavorar até mesmo a singular narradora (“os seres humanos me assombram”).

A estruturação desse livro é um pouco diferente do que as dos títulos que já li. A principio foi curioso, até mesmo um pouco “estranho”, mas ao decorrer do livro torna-se conveniente e agradável.

Esta obra possui sem dúvida valor pedagógico; como sempre indicando o mérito da Literatura qual instrumento de cultivar conhecimentos variados. Trata-se de um texto mais indicado, talvez, a alunos a partir do segundo ano do Ensino Médio, dada a qualidade da escrita.

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Desafio Literário 2016 – Abril

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Para o desafio desse mês de abril, temos como obrigatório um livro de autor brasileiro e como opcional um livro de até 100 páginas.

Então, para o obrigatório eu escolhi o livro, Espíritos de Gelo por Raphael Draccon que ficou conhecido pela trilogia Dragões de Éter. 

Mais uma vez não vou ler o livro opcional, por causa do tempo! :\

5 Estrelas, Adaptações, Editora DarkSide, Resenhas

Resenha: Os Goonies – James Kahn

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Sinopse:

O clássico filme criado por Steven Spielberg, <b, volta direto dos anos 1980 em um livro inesquecível, criado durante o processo de produção e filmagens do longa-metragem.
Descubra ou redescubra o universo mágico dos meninos e das meninas das docas Goon.
O livro nos leva além do filme nos dando detalhes dos personagens e contando o que aconteceu depois do final antológico.

Esta é uma história do tipo “Não seria incrível se… A magia de Os Goonies está sobretudo naquilo em que esses amigos se tornam uns para os outros” – Steven Spielberg

Título: Os Goonies
Título original: The Goonies
Autor: James Kahn
Ano: 2012
Páginas:
240
Editora: DarkSide

5 SABRES

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Resenha:

Os Goonies foi um filme da década de oitenta que fez bastante sucesso com a fantástica história do tesouro de Willy Caolho.

O livro publicado pela DarkSide não é muito diferente, já que é baseado na história criada por Steven Spielberg para o filme. O tipo de situação que te deixa na dúvida, quem veio primeiro, o filme ou o livro?

Antes de serem despejados das Docas Goons, Mikey, de 13 anos, e seus amigos, Bocão, Dado e Gordo, juntos com o irmão mais velho Brand, encontram um mapa do tesouro e vêm a partir daí uma forma de salvar suas casas da hipoteca do Country Club Hillside, que querem transformar suas casas num grande campo de golfe. Indo em busca do tesouro, seus caminhos se cruzam com a terrível Família Fratelli, uma gangue perigosa e procurada pela região, logo entramos nessa fantástica e divertida história!

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Narrada em primeira pessoa pelo tímido Mikey, que visivelmente cresce através das páginas, aliás cada personagem tem suas características marcantes, como Dado e suas engenhocas ou o Gordo, que só pensa em comida. kkkk

No melhor estilo Sessão da Tarde, Os Goonies é uma verdadeira aventura em busca de um tesouro perdido, a leitura é muito gostosa e deve ser apreciada por todos os fãs do filme.

Bom, como sempre a DarkSide fez um belíssimo trabalho, pois a edição publicada pela editora é uma das mais lindas ao meu ver, a capa com seus tons alaranjados, a caveira dourada reluzente e o título do livro são envernizados, cheios de detalhes do mapa do tesouro. ❤ #SimplesmenteAmo #SemMedoDeLer 

3 Estrelas, Editora Novo Conceito, Resenhas

Resenha: O Bangalô – Sarah Jio

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Sinopse: 

Verão de 1942. Anne tem tudo o que uma garota de sua idade almeja: família e noivo bem-sucedidos.

No entanto, ela não se sente feliz com o rumo que sua vida está tomando. Recém-formada em enfermagem e vivendo em um mundo devastado pelos horrores da Segunda Guerra Mundial, Anne, juntamente com sua melhor amiga, decide se alistar para servir seu país como enfermeira em Bora Bora.

Lá ela se depara com outra realidade, uma vida simples e responsabilidades que não estava acostumada. Mas, também, conhece o verdadeiro amor nos braços de Westry, um soldado sensível e carinhoso.

O esconderijo de amor de Anne e Westry é um bangalô abandonado, e eles vivem os melhores momentos de suas vidas… Até testemunharem um assassinato brutal nos arredores do bangalô que mudará o rumo desta história.

A ilha, de alguma forma, transforma a vida das pessoas, e este livro certamente transformará você.

Título: O Bangalô
Título original: The Bungalow
Autor: Sarah Jio
Ano: 2015
Páginas
: 316

Editora: Novo Conceito

Livro cedido através da parceria com a editora

3 SABRES

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Resenha:

Anne, formada em enfermagem está prestes a casar-se com um homem bem-sucedido. Kitty, também formada em engermagem é sua grande e melhor amiga. Unidas. Fieis. Kitty, após a festa do noivado de Anne, reflete que está na hora de seguir seu caminho.

Então, resolve se alistar no exército para cuidar dos soldados feridos. Anne por sua vez, não fica satisfeita com a vida amorosa e decide seguir sua amiga e juntas servir ao exercito em Bora-Bora.

QUOTE 1

Ambientada na Segunda Guerra Mundial, somos encantados por uma linda história de amor que em meio a tanto caos e acontecimentos lamentáveis, vemos que a vida nos prepara coisas das quais não estamos esperando.

Anne sabe muito bem o que é ser surpreendida, envolve-se com um soldado muito carinhoso que encontram um refúgio num velho bangalô na praia. Ali, viveram momentos inesquecíveis.

Após vários anos, Anne recebe uma carta, um convite de um remetente desconhecido para recordar o que foi vivido no bangalô, o que você faria? Quer saber a reação de Anne, leia O Bangalô. 😉 😛

QUOTE 2

Sarah Jio sabe te prender na sua narrativa, colocando acontecimentos que tornam a história mais interessante e intensa.

A trama tem um grande reviravolta. Personagens e fatos impactantes. Romance, drama e mistério… Tudo isso em apenas um livro! 😀

4 Estrelas, Companhia Editora Nacional, Parceiro, Resenhas, Sorteios

Resenha: Operação Harém – Tony Chastinet + Sorteio

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Sinopse:

Depois de ter o sonho de fazer dinheiro no exterior destruído, Ariane volta ao Brasil disposta a denunciar uma grande rede de prostituição de luxo e tráfico internacional de mulheres. É assim que começa Operação Harém, livro-reportagem do jornalista Tony Chastinet, que, instigado pelo anonimato da operação à época, foi buscar informações para encaixar as peças dessa brilhante investigação conduzida pela Polícia Federal e por agências de segurança internacionais. O leitor terá à mão os detalhes do esquema milionário e saberá um pouco mais da vida das mulheres que fazem o famoso book rosa. Mergulhará na grande rede da prostituição de luxo, onde não há limites para o poder e a ganância.

Book Trailer:

Título: Operação Harém – O mundo secreto da prostituição de luxo
Título original:  –
Autor: Tony Chastinet
Ano: 2015
Páginas
: 344

Editora: Companhia Editora Nacional (IBEP)

Livro cedido através da parceria com a editora

4 ESTRELAS
BOM!

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Resenha:

Livro que chamou bastante minha atenção, por ser diferente do que normalmente eu leio. Em Operação Harém, acompanhamos um detalhado esquema milionário, onde modelos e celebridades se prostituíam por milhares e milhares de reais, cujos clientes eram políticos, empresários, mafiosos estrangeiros.

Escrito por Tony Chastinet, que passou cinco anos pesquisando, conduzido pela Polícia Federal e por Agências de Seguranças Internacionais, junto  a Companhia Editora Nacional lançam mais um sucesso para encerrar o ano de 2015, o livro-reportagem, Operação Harém.

O livro é fictício, logo os nomes usados também são, para assim manter a integridade das pessoas reais envolvidas.

Ariane, uma prostituta de luxo internacional, volta ao Brasil e decide denunciar o esquema e todos os envolvidos, após um incidente que ocorreu durante uma viagem com alguns empresários árabes.

O livro por ser de certa forma uma reportagem, não nos poupa dos detalhes, o que nos deixa bastante curiosos e intrigados, estou no chão até agora, difícil acreditar em tudo que li…

Tony Chastinet, ousou e escreveu um dos livros mais polêmicos que eu já li, é surpreendente.

E para começar o ano com LUXO (hahahaha), vamos sortear um exemplar de Operação Harém para quem melhor responder com criatividade a pergunta abaixo:

O que você faria se te convidassem para fazer o famoso “book rosa“, levando em consideração, os milhares de dólares e a vida de ryca que você teria?

 

Regras:

  • Residir em território nacional;
  • Não copiar a resposta do outro;
  • Convidar amigos para participar;
  • Deixar a resposta nos comentários com o e-mail;
  • Curtir Fanpage do blog.
Desafio Literário 2016

Desafio Literário 2016

Olá meus Nerd’s, como estão?

Eu e mais 19 leitores montamos um Desafio Literário para o ano de 2016.

Selecionamos 24 desafios, sendo 12 obrigatórios e 12 opcionais.

O intuito é estimular a leitura, e fazer com que pelo menos um livro por mês seja lido pelas pessoas e disseminar algo tão bom pelo mundo! ❤

Esperamos que vocês gostem e enfrentem esse Desafio!

O prêmio é cultura! ❤ (mentira! o blog tá preparando algum prêmio para o final do ano para sortear entre quem cumprir os 12 obrigatórios)

Escreva nos comentários seu nome, seu Blog/Face/Tumblr/Twitter, enfim, o lugar que você irá postar suas resenhas. É obrigatória a inscrição para participar do sorteio final que ainda vai ser divulgado o que é!

Quem quiser participar do nosso grupo no Facebook, é só clicar aqui e se inscrever.

desafio literario

Regras para participar do desafio:

– Amar a leitura
– Tentar cumprir ao máximo todos os desafios
– Ter espírito aventureiro
– Caso for postar em algum lugar, colocar link para cá
– Comentar aqui seu nome junto com o Blog/Twitter/Tumblr/Facebook/Canal Youtube… que vai fazer a postagem.

 

 F O R M U L Á R I O   D E   I N S C R I Ç Ã O  

Banner que deverá ficar na sidebar dos blogs:

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ESPERO QUE GOSTEM E PARTICIPEM!!

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