5 Estrelas, Resenhas

Resenha: 666 O Limiar do Inferno, Jay Anson

Sinopse:

O casal Keith e Jennifer volta pra casa após curtas férias e, atrás de seu quintal percebe uma casa que não estava lá antes: um casarão vitoriano que foi transportado até lá enquanto viajavam. Acontece que a casa não é necessariamente abençoada: ao investigá-la, Keith descobre que o antigo morador assassinou a amante e o cunhado lá dentro. Mas a casa causa certas sensações estranhas nele, justificadas conforme o desenrolar da história. Uma série de acontecimentos estranhos se inicia.

Título: 666 O Limiar do Inferno  
Título original: 666
Autor: Jay Anson
Ano: 1981
Páginas:
252

Editora: Círculo do Livro

5 SABRES

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Sobre o autor

É comum que os romances de Jay Anson conduzam o leitor a um mundo desconhecido, que foge de nosso controle, sempre baseado em forças sobrenaturais, sempre manifestadas por entidades demoníacas. Seu vasto conhecimento em teologia sempre atualizadas nas novas pesquisas realizadas em domínios da parapsicologia o tornou referência nesses tipos de enredo com ligações e fatos com o submundo.

Com a carreira iniciada em 1937, atuando profissionalmente como copy-desk na redação do “Evening Journal” de Nova York, Jay Anson mais tarde ainda atuou na área de publicidade (produção sempre foi seu forte). Pouco mais adiante fez parte da companhia Profissional Films, Inc. e mora em Nova York. Mas para chegar em sua posição, Jay Anson redigiu mais de quinhentos roteiros de documentários para a televisão americana. Entre uma de suas obras mais mencionadas está o “Horror em Amityville”, publicado pelo Círculo, foi baseado em fatos reais (o que o tornou bastante interessante para os leitores), a obra foi amplamente divulgada pela imprensa. Jay Anson nasceu em 4 de novembro 1921 e morreu em 12 de março de 1980, aos 58 anos. O livro “666 No Limiar do Inferno” foi publicada também pela Círculo do Livro S.A. em 1981, um ano após sua morte. Traduzido por Gilberto Domingos do Nascimento e com layout da capa de Tide Hellmeister.

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Sobre a Obra

É muito difícil resenhar uma obra sem deixar que o spoiler tire a magia do inesperado, portanto irei me concentrar em esclarecer que obra vocês meus #Nerdbookaholics, estão a conhecer sem tirar a magia do suspense contida nesta obra. Spoiler de um livro de suspense, horror e terror seria cruel, não acham? Enquanto aperfeiçoo minhas técnicas como resenhista sem dar spoilers, tentarei mantê-los apenas atualizados pelo o que lhes esperam.

O livro conta a história de uma mansão assombrada, cercada de mistérios e crimes. Entendam como ela se passa: No dia 10 de setembro de 1978, uma casa de madeira, branca e amarela, marcada por um duplo assassinato a cinco anos atrás, foi colocada em uma carreta e transportada para Pugget Sound. A casa de dois andares foi guinchada e colocada em numa enorme barcaça e rebocada para o mar. A tal casa em estilo vitoriano, permanecia vazia desde 1973, quando James Beaufort cometeu nela um duplo assassinato. A brutalidade deste crime abalou a pacata área residencial da cidade de Seattle. O advogado de Beaufort negou que seu cliente fosse forte o suficiente para cometer tais assassinatos. Mas olha que surpresa, pessoal: De maneira inesperada, no julgamento Beaufort confessou ambos os crimes aos jurados. Em 1974 após o crime que aparentava ser mais um caso de crime passional, movido pelo ciúme que fez Beaufort assassinar sua esposa e o seu cunhado, Beaufort passou a cumprir uma pena de vinte anos da Penitenciária Federal da Ilha McNeil. Logo já achei estranho pelo fato do crime ter sido movido por ciúmes, o que me deixou pouco crente no poder sobrenatural que eu poderia experimentar no livro, mas segui em frente, mesmo assim. Pouco se sabe ao certo sobre esse crime cometido pelo sr. James. Apenas o que ele dizia e isso podia ser uma forma elementar de provocar os leitores mais atentos, de qualquer forma eu continuei a tentar entender a ideia do cinismo desta história e não muito demorou.

A casa meus caros amigos e leitores, era um belo exemplo de uma arquitetura de meados do século XIX, que permanecia sob os cuidados da imobiliária Spatz, a mesma imobiliária que alugou a casa para o sr. Beaufort. A casa passava pela cisma e fama dos tais assassinatos, que acabou dificultando seu aluguel para novos inquilinos, enquanto muitos outros diziam que a casa era assombrada. De acordo com a imobiliária várias ofertas foram dadas na casa nos últimos anos, mas a imobiliária necessitou recusar todas, por ordem do proprietário que as rejeitou.

Vejam que estranho meus caros seguidores do Nerd Books, a imobiliária Spatz, diz nunca conhecer pessoalmente o proprietário, nem mesmo conhecem alguém que já o tenha visto em alguma ocasião. Ela não tem nem ao menos o endereço do tal proprietário que era conhecido apenas pelo registro no cadastro imobiliário como um tal sr. Coste. Todas as negociações eram feitas pelos correios e por telefone, pelo tal proprietário e que recentemente havia entrado em contato com a imobiliária para informar que o lote número 666, da Bremerton Road não estava mais disponível para aluguéis, mas apenas para venda. Desde então lembro que vários fatos estranhos ocorreram dentro da mansão e que os moradores afirmavam terem visto uma luz vermelha intensa que vinha de dentro da casa. Já o sr. Coste não informou onde seria o local para onde a casa iria ser levada após a venda e também a imobiliária Spatz não conseguiu dados ou informações sobre a companhia carregada de transportar a estrutura para maiores esclarecimentos. Pois bem, já com esses fatos misteriosos, eu já me senti atraído pelo suspense que poderia me levar ao horror e terror desta obra belíssima do Jay Anson. Eu achei que a leitura dos trabalhos de Anson são bem interessantes por ele ser meticuloso, ao mesmo tempo que ele não se prende muito, deixando logo a história seguir seu curso (o que torna tudo menos cansativo e não tira o foco dos últimos acontecimentos), prendendo você a cada momento como se algo o aguardasse para um momento intenso de acontecimentos sobrenaturais ou meramente mundanos. E gostei de verdade disso. Agora se deseja saber o que acontece com a mansão, para aonde a casa foi levada, quem a comprou e o que aconteceu com os novos moradores e todo o seu cruel enredo, apenas lendo para saber, pois aqui encerro minhas palavras para deixar o melhor desta obra a critério de suas mentes brilhantes e criativas.

Resumindo, ao lerem “666 No Limiar do Inferno” meus caros, vocês perceberão que a obra traz um universo maléfico e aterrorizante que se esconde numa casa, uma sólida mansão vitoriana, que se situa na Bremerton Road, nº 666. Em uma atmosfera densa, rodeada de surpresas sombrias, o que para os fãs do gênero nada mais é do que irresistível em seu enredo meticuloso e sobrenatural. Os amantes do estilo deram boas críticas a obra que caiu como encanto para os leitores e todos aqueles que acreditam haver mais coisas entre o céu e a terra do que supõe a nossa vã filosofia. Eu espero que gostem da leitura e comentem conosco o que acharam da experiência com o livro, estaremos ansiosos pelo SEU comentário. Boa leitura.

Até a próxima.

~Rodolfo Rodrigo

Editora Illuminare

Oportunidade: Seleção para Novas Antologias

Olá meus nerds!

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Estreias, Filmes

Desafio “Charlie, Charlie” na verdade foi uma ação para divulgar um filme!

Certamente você deve ter percebido que essa semana vários gringos, a galera do Viner e Facebook, estavam postando vídeos em que falavam “Charlie, are you here?“. Pois é, você acredita que isso foi uma ação criada para divulgar um filme?

A internet caiu direitinho e todo mundo brincou do desafio “Charlie, Charlie”! O trailer do filme, intitulado A Forca, acaba de ganhar um trailer.

O marketing certeiro e poderoso é uma criação da equipe do filme, que tem a mesma produtora responsável pelos sucessos de “Sobrenatural” e “Atividade Paranormal”. Dá logo play e tente não ter medo:

Pra quem ainda não sabe, o desafio “Charlie Charlie” na internet consistia em pegar uma folha de papel, escrever “sim” e “não” em quatro cantos e colocar dois lápis cruzados em cima da folha. Daí, o jogador começava a perguntar coisas para o Charlie, em inglês, esperando para ver se ele mexia com o lápis.

O Charlie do jogo é inspirado no Charlie do filme. Ele era um garoto que morreu enquanto encenava uma peça de teatro no colégio. Mas aí, um tempo depois, quatro amigos resolvem montar a tal peça macabra e notam que a alma de Charlie ainda está presente no meio deles.

Logo, o nome dele não pode ser citado pelos personagens, que sofrerão consequências se fizeram tal coisa. O filme “A Forca” tem estreia prevista para o dia 30 de julho.

Fonte: Papel Pop

Séries, VEDA 2015

VEDA #28: 5 Séries, Pouco Conhecidas, que Merecem ser Vistas!

VEDA 2015

Todos nós gostamos de séries, certo? Por isso preparei para vocês uma lista com 5 séries, pouco conhecidas, que vocês NECESSITAM de assistir!

Continue lendo “VEDA #28: 5 Séries, Pouco Conhecidas, que Merecem ser Vistas!”

Filmes

Filme: Jamie Marks Está Morto (Jamie Marks Is Dead)

Quão longe você iria para ser lembrado?

A trama é diferente de tudo o que se pode esperar, desenvolvendo-se de uma forma bastante particular, onde o roteiro acaba se afastando dos clichês típicos de histórias de fantasmas. Não se enganem, este não é um filme de terror. Caso estejam esperando por sustos, sangue e mortes, este não é um filme recomendado para vocês. De fato, este é um drama sobrenatural com um ritmo bastante lento, que tem como objetivo desenvolver uma melancólica história de amizade.

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