5 Estrelas, Resenhas, Sem categoria, Terror

Resenha: O Assombrador das Trevas – H. P. Lovecraft

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Sobre o autor 

Considerado por muitos críticos um dos escritores de terror mais influentes de século XX, Howard Phillips Lovecraft (1890-1937) nasceu na região da Nova Inglaterra, da qual também proveio Edgar Allan Poe, na cidade de Providence, Rhode Island. Foi um jovem solitário, doente e de família abastada – era neto de um proeminente industrial, Whipple Van Buren Phillips –, que cresceu sem a presença do pai. Casou-se com a comerciante judia Sonia Haft Green. Mas, em virtude de problemas financeiros, divorciou-se e passou a morar com duas tias. Nessa época, teve sua fase de maior produtividade, destacando-se por seus contos de horror gótico e tornando-se um dos precursores da ficção científica nos Estados Unidos.

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Sobre o Livro

Criaturas estranhas, seres de outras dimensões, monstros que em tempos passados tiveram seu auge e reinaram em nosso planeta. Agora percorrendo um retorno triunfal, agem à espreita para reconquistar tudo novamente. Vocês meus amigos, já devem ter imaginado algo assim alguma vez na vida, principalmente quando imaginamos as ideias de invasão alienígenas que as ficções científicas hollywoodianas criam em nossas mentes, mentes essas incrivelmente repletas de criatividade. Quem nunca ouviu falar no filme Independence Day ou ouviu se cogitar que as pirâmides do Egito foram construídas por alienígenas nos séculos passados? Pois bem, nessa premissa de poder crer em possíveis especulações distintas Howard Phillips, teve seu auge criativo. Poucos sabem ao certo disso. Artistas, pintores e escritores (almas sensíveis), vislumbram a sua existência em sonhos ou acessos de delírio. Grupos primitivos, por razões ainda não compreendidas, estranhamente os cultuam, mas apenas poucos homens, verdadeiros eruditos, buscam pistas sobre essas criaturas e as estudam. São os únicos que poderiam nos proteger.

Em meio a essa mistura de horror e ficção científica, esse vem a ser o enredo de boa parte da produção meus caros seguidores, do Howard Phillips Lovecraft, escritor norte-americano responsável pela criação do Mito de Cthulhu, que até hoje é uma criatura cultuada por várias seitas diversas.  Os contos de Lovecraft e suas criaturas tiveram enorme repercussão. Neste livro em específico no qual eu recomendo, vocês poderão desfrutar de alguns de seus contos mais importantes, sendo uma grande e excelente escolha da editora MARTIN CLARET, da série A Obra Prima de Cada Autor. Traduzido por Lenita Rimoli Esteves. 

Os contos que nesse livro vocês poderão acompanhar são: O chamado de Cthulhu, O horror de Dunwich, Sussurros na escuridão e O assombrador das trevas.

 

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Resenha

“Não está morto o que pode eternamente jazer

E após estranhos éons mesmo a morte pode morrer”

(H.P.Lovecraft.)

Um autor que podemos considerar como cult, que é prezado pela cultura popular e exerce influência sobre muitos outros artistas, traz consigo em suas obras, muito de sua cultura e percebemos isso na maioria de seus personagens, nascido na região da Nova Inglaterra, essa localização parece sempre ser alvo base para praticamente todos os seus contos, mesmo que muitos sejam inventados, vocês poderão observar como ele sempre usa os recursos geográficos para poder criar as bases de seus enredos, por meio do clima, da cultura, dos pensamentos populares e da estrutura que formam aquela região da Nova Inglaterra. Eu entendo ele, pois quando escrevi meus contos eu estive sempre utilizando os recursos mais próximos para poder ser mais preciso em relação a compreensão do leitor. É como se eu falasse do fogo, mas nunca tive a experiência de me queimar… como eu poderia expressar como é uma cena de queimadura se nunca senti uma? Creio que ficaria um tanto pouco original querer expressar algo para tantos que possivelmente já se queimaram com um cigarro, no fogão de casa, fazendo aquele brigadeiro delicioso caseiro num fim de tarde nublado e de repente encosta o pulso sem querer na borda da panela, causando aquela dorzinha incómoda enquanto colocamos nosso antebraço debaixo de água corrente para não criar uma bolha. Pelo que entendi, as fases difíceis na vida de Lovecraft foram os momentos em que ele mais produziu e alcançou os tantos encantos fictícios de seus monstros e suas mais profundas frustrações, envolvidas naquele clima de sua região que só intensificaram mais ainda a grande imaginação de nosso autor.  Notei que o autor em um dos contos ele usa nomes de cientistas e pessoas reais, em outros não, apenas ficcionais. Contudo entre os quatro contos, um irei tratar e fiz um breve sorteio de bem me quer, mal me quer e o escolhido pela sorte foi o Assombrador das Trevas, sendo esse o último desta coleção. Isso ajudará a não dar spoilers sobre os demais. E há uma curiosidade nesse conto conduzido com personagens fictícios, pelo que pesquisei é que ele é bem do tipo, apenas sinta a sensação, deixe sua imaginação fluir. Isso claro, pois eu poderia descrevê-lo de maneira cômica (risos) sendo assim:

“Um conto detalhista de uma história sem conclusão, sob fatos não esclarecidos, de uma premissa sem garantia de veracidade, baseada em uma lenda, mistificada em um diário que relata uma frenética paranoia de atos sem explicação que existe sem haver registros claros de uma existência maligna, sendo concluído que o autor do certo diário veio a óbito sem sabermos como sua morte ocorrera, por meio de algo que ninguém sabe, acreditando num ser demoníaco que ele não sabe se existe, mas crê fielmente em sua presença, dado pelo laudo dos legistas que sua morte veio a ocorrer por meio de uma eletrocussão, cujo o choque não se dera por eletricidade comum, mas uma morte eletrocutado por um choque de proporções medonhas oriundas de uma descarga de medo assombrador no decorrer de um momento sem energia na pequena cidade de Federal Hill, enquanto ele olhava pela sua janela a janela da torre negra sem janelas de uma igreja que tinha um mistério antigo, mas que era uma nave.”

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(Risos) entenderam essa confusão?

Bem, meus caros leitores do Nerd Book’s, esse conto soou muito como especulativo para mim. O que quis dizer é mais ou menos assim:

Robert Harrison Blake, morador da Rua East Knapp, número 620, Milwaukee, Wisconsin. É um escritor e pintor, que viaja para a cidade de Providence no inverno de 1934, e procura lá desvendar um certo mistério que paira em uma cidade ao lado conhecida como Federal Hill. Lá a uma lenda que reina entre os moradores de uma certa maldição que permanece por muito tempo e de pessoas que nessa lenda foram dadas como desaparecidas, entre elas um jornalista que foi até a igreja investigar os casos de desaparecimento e nunca mais retornou ou foi visto. Curioso, estudioso nos assuntos místicos e sombrios, toda aquela crença dos moradores lhe chamou a atenção, em sua casa estilo georgiano, até então alugada recentemente e onde residiu até 1935, o dava visão a uma torre negra sem janelas desta tal igreja. O que o fez parar e de sua janela observar o cinismo que havia naquela paisagem. Logo, certo dia ele indo a pequena cidade de Federal Hill, Blake buscou informações sobre aquela igreja, que tanto lhe chamava a atenção, logo percebeu que havia um enorme tabu entre as pessoas que não quiseram mencionar sobre a igreja e isso mexeu com sua ávida curiosidade de escritor. Fazendo-o adentrar na igreja para saber o porquê que as pessoas não se aproximavam ou comentavam nada a respeito do local. Ao entrar no recinto mal dito pelos populares, povo da pequena Federal Hill, dentro da igreja, Blake foi analisando e descobrindo inúmeras coisas que pudessem lhe auxiliar na sua investigação (Não direi o que ele encontrou na nave desta igreja ou na torre negra, terão que ler, já há bastante spoiler rsrsrs) que trouxe por fim uma enorme sensação de pavor e desespero, sendo criativo como qualquer escritor acabou que sua imaginação absorveu os acontecimentos que ocorreram dentro da igreja e retornando para sua residência, ele apenas estudou assiduamente escritas de um determinado livro que trouxera consigo e com os dias uma certa paranoia foi tomando de conta de seus pensamentos, sonambulismo e acontecimentos noturnos o fez em um momento de desespero amarrar-se pelo tornozelo na própria cama a fim de impedir que seu sonambulismo o tirasse da cama. Com o tempo ele passou a dedicar-se ao seu diário, contando o que sentia e o que estava descobrindo, até que passou a crer na existência de uma possível criatura de outro mundo que naquela igreja reinava apenas por detrás das sombras e que só poderia ressurgir na escuridão. Quando quedas no abastecimento de energia ocorriam a noite, muitos moradores de Federal Hill, iam até o entorno da igreja orar até que a luz retornasse e Blake, entrava em pânico nesses momentos sem luz. E uma certa vez em uma dessas quedas de energia, Blake veio a óbito. Como isso ocorreu, é preciso ler para entender. O conto se inicia de traz para frente, primeiramente se dá o desfecho de sua morte, consequentemente é abordado, ressaltando meu caros #NerdBookaholics que a história tem duas versões, mas se é expressado e analisado apenas pelo ponto de vista de Blake, através do que ele deixou escrito em seu diário, que este por fim foi escrito até os últimos instantes de sua vida terrena.

Então é isso aí meus amados leitores, eu sou Rodolfo Rodrigo e essa foi mais uma análise literária em cima de uma figura reconhecidíssma no mundo da ficção científica e sobrenatural. Esperamos que tenham gostado e que tenham se interessado em conhecer as obras de Lovecraft. Vejo vocês na próxima resenha com alguma nova pérola da literatura para encher a mente de vocês com muita cultura e conhecimento. Vale muito a pena conferir!

Um forte abraço, Beijos!

5 Estrelas, Resenhas

Resenha: 666 O Limiar do Inferno, Jay Anson

Sinopse:

O casal Keith e Jennifer volta pra casa após curtas férias e, atrás de seu quintal percebe uma casa que não estava lá antes: um casarão vitoriano que foi transportado até lá enquanto viajavam. Acontece que a casa não é necessariamente abençoada: ao investigá-la, Keith descobre que o antigo morador assassinou a amante e o cunhado lá dentro. Mas a casa causa certas sensações estranhas nele, justificadas conforme o desenrolar da história. Uma série de acontecimentos estranhos se inicia.

Título: 666 O Limiar do Inferno  
Título original: 666
Autor: Jay Anson
Ano: 1981
Páginas:
252

Editora: Círculo do Livro

5 SABRES

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Sobre o autor

É comum que os romances de Jay Anson conduzam o leitor a um mundo desconhecido, que foge de nosso controle, sempre baseado em forças sobrenaturais, sempre manifestadas por entidades demoníacas. Seu vasto conhecimento em teologia sempre atualizadas nas novas pesquisas realizadas em domínios da parapsicologia o tornou referência nesses tipos de enredo com ligações e fatos com o submundo.

Com a carreira iniciada em 1937, atuando profissionalmente como copy-desk na redação do “Evening Journal” de Nova York, Jay Anson mais tarde ainda atuou na área de publicidade (produção sempre foi seu forte). Pouco mais adiante fez parte da companhia Profissional Films, Inc. e mora em Nova York. Mas para chegar em sua posição, Jay Anson redigiu mais de quinhentos roteiros de documentários para a televisão americana. Entre uma de suas obras mais mencionadas está o “Horror em Amityville”, publicado pelo Círculo, foi baseado em fatos reais (o que o tornou bastante interessante para os leitores), a obra foi amplamente divulgada pela imprensa. Jay Anson nasceu em 4 de novembro 1921 e morreu em 12 de março de 1980, aos 58 anos. O livro “666 No Limiar do Inferno” foi publicada também pela Círculo do Livro S.A. em 1981, um ano após sua morte. Traduzido por Gilberto Domingos do Nascimento e com layout da capa de Tide Hellmeister.

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Sobre a Obra

É muito difícil resenhar uma obra sem deixar que o spoiler tire a magia do inesperado, portanto irei me concentrar em esclarecer que obra vocês meus #Nerdbookaholics, estão a conhecer sem tirar a magia do suspense contida nesta obra. Spoiler de um livro de suspense, horror e terror seria cruel, não acham? Enquanto aperfeiçoo minhas técnicas como resenhista sem dar spoilers, tentarei mantê-los apenas atualizados pelo o que lhes esperam.

O livro conta a história de uma mansão assombrada, cercada de mistérios e crimes. Entendam como ela se passa: No dia 10 de setembro de 1978, uma casa de madeira, branca e amarela, marcada por um duplo assassinato a cinco anos atrás, foi colocada em uma carreta e transportada para Pugget Sound. A casa de dois andares foi guinchada e colocada em numa enorme barcaça e rebocada para o mar. A tal casa em estilo vitoriano, permanecia vazia desde 1973, quando James Beaufort cometeu nela um duplo assassinato. A brutalidade deste crime abalou a pacata área residencial da cidade de Seattle. O advogado de Beaufort negou que seu cliente fosse forte o suficiente para cometer tais assassinatos. Mas olha que surpresa, pessoal: De maneira inesperada, no julgamento Beaufort confessou ambos os crimes aos jurados. Em 1974 após o crime que aparentava ser mais um caso de crime passional, movido pelo ciúme que fez Beaufort assassinar sua esposa e o seu cunhado, Beaufort passou a cumprir uma pena de vinte anos da Penitenciária Federal da Ilha McNeil. Logo já achei estranho pelo fato do crime ter sido movido por ciúmes, o que me deixou pouco crente no poder sobrenatural que eu poderia experimentar no livro, mas segui em frente, mesmo assim. Pouco se sabe ao certo sobre esse crime cometido pelo sr. James. Apenas o que ele dizia e isso podia ser uma forma elementar de provocar os leitores mais atentos, de qualquer forma eu continuei a tentar entender a ideia do cinismo desta história e não muito demorou.

A casa meus caros amigos e leitores, era um belo exemplo de uma arquitetura de meados do século XIX, que permanecia sob os cuidados da imobiliária Spatz, a mesma imobiliária que alugou a casa para o sr. Beaufort. A casa passava pela cisma e fama dos tais assassinatos, que acabou dificultando seu aluguel para novos inquilinos, enquanto muitos outros diziam que a casa era assombrada. De acordo com a imobiliária várias ofertas foram dadas na casa nos últimos anos, mas a imobiliária necessitou recusar todas, por ordem do proprietário que as rejeitou.

Vejam que estranho meus caros seguidores do Nerd Books, a imobiliária Spatz, diz nunca conhecer pessoalmente o proprietário, nem mesmo conhecem alguém que já o tenha visto em alguma ocasião. Ela não tem nem ao menos o endereço do tal proprietário que era conhecido apenas pelo registro no cadastro imobiliário como um tal sr. Coste. Todas as negociações eram feitas pelos correios e por telefone, pelo tal proprietário e que recentemente havia entrado em contato com a imobiliária para informar que o lote número 666, da Bremerton Road não estava mais disponível para aluguéis, mas apenas para venda. Desde então lembro que vários fatos estranhos ocorreram dentro da mansão e que os moradores afirmavam terem visto uma luz vermelha intensa que vinha de dentro da casa. Já o sr. Coste não informou onde seria o local para onde a casa iria ser levada após a venda e também a imobiliária Spatz não conseguiu dados ou informações sobre a companhia carregada de transportar a estrutura para maiores esclarecimentos. Pois bem, já com esses fatos misteriosos, eu já me senti atraído pelo suspense que poderia me levar ao horror e terror desta obra belíssima do Jay Anson. Eu achei que a leitura dos trabalhos de Anson são bem interessantes por ele ser meticuloso, ao mesmo tempo que ele não se prende muito, deixando logo a história seguir seu curso (o que torna tudo menos cansativo e não tira o foco dos últimos acontecimentos), prendendo você a cada momento como se algo o aguardasse para um momento intenso de acontecimentos sobrenaturais ou meramente mundanos. E gostei de verdade disso. Agora se deseja saber o que acontece com a mansão, para aonde a casa foi levada, quem a comprou e o que aconteceu com os novos moradores e todo o seu cruel enredo, apenas lendo para saber, pois aqui encerro minhas palavras para deixar o melhor desta obra a critério de suas mentes brilhantes e criativas.

Resumindo, ao lerem “666 No Limiar do Inferno” meus caros, vocês perceberão que a obra traz um universo maléfico e aterrorizante que se esconde numa casa, uma sólida mansão vitoriana, que se situa na Bremerton Road, nº 666. Em uma atmosfera densa, rodeada de surpresas sombrias, o que para os fãs do gênero nada mais é do que irresistível em seu enredo meticuloso e sobrenatural. Os amantes do estilo deram boas críticas a obra que caiu como encanto para os leitores e todos aqueles que acreditam haver mais coisas entre o céu e a terra do que supõe a nossa vã filosofia. Eu espero que gostem da leitura e comentem conosco o que acharam da experiência com o livro, estaremos ansiosos pelo SEU comentário. Boa leitura.

Até a próxima.

~Rodolfo Rodrigo

Editora DarkSide, Lançamentos, Sem categoria, Terror

Essa menina não é brinquedo | #DarkSide2016‏

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Nascemos inocentes e somos corrompidos ou a semente da maldade já está dentro de nós?

 

É tiro atrás de tiro, mais um lançamento da DarkSide Books para nos deixar boquiabertos!

Há 62 anos, um livro de suspense psicológico faria com que milhões de leitores discutissem apaixonadamente essa questão. Que livro era esse? Menina Má, mais um clássico que a DarkSide Books desenterra para os fãs do que há de melhor, e mais sombrio, na literatura mundial.

Publicado originalmente em 1954, Menina Má se transformou quase imediatamente em um estrondoso sucesso. Polêmico, violento, assustador eram alguns adjetivos comuns para descrever o último e mais conhecido romance de William March. Os críticos britânicos consideraram o livro “apavorantemente bom”. Ernest Hemingway se declarou um fã. Em menos de um ano, Menina Má ganharia uma montagem nos palcos da Broadway e, em 1956, uma adaptação ao cinema indicada a quatro prêmios Oscar, incluindo o de melhor atriz para a menina Patty McComarck, que interpretou Rhoda Penmark.

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Rhoda, a pequena malvada do título, é uma linda garotinha de 8 anos de idade. Mas quem vê a carinha de anjo, não suspeita do que ela é capaz. Seria ela a responsável pela morte de um coleguinha da escola? A indiferença da menina faz com que sua mãe, Christine, comece a investigar sobre crimes e psicopatas. Aos poucos, Christine consegue desvendar segredos terríveis sobre sua filha, e sobre o seu próprio passado também.

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Menina Má é um romance que influenciou não só a literatura como o cinema e a cultura pop. A crueldade escondida na inocência da pequena Rhoda Penmark serviria de inspiração para personagens clássicos do terror, como Damien, Chucky, Annabelle, Samara, de O Chamado, e o serial killer Dexter.

O romance de William March, que chega as livrarias em 2016, é ainda uma excelente dica de leitura para os fãs da coleção Crime Scene, da DarkSide Books, que investiga casos reais de psicopatas. A ficção nunca antes foi tão assustadoramente real como em Menina Má.

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William March nasceu em uma família pobre no Alabama, em 1893. Alistou-se na Marinha e combateu na Primeira Guerra Mundial, tendo recebido condecorações dos governos norte-americano e francês. Largou a farda logo após o conflito, e os horrores do confronto lhe inspiraram a escrever seu primeiro romance, Company K. Publicou seis romances e quatro compilações de contos. Morreu em 1954, um mês após o lançamento do seu livro mais celebrado, Menina Má.

3 Estrelas, Adaptações, Editora DarkSide, Resenhas, Sem categoria, Terror

Resenha: O Demonologista – Andrew Pyper

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Sinopse:

O personagem que dá título ao best-seller internacional é David Ullman, renomado professor da Universidade de Columbia, especializado na figura literária do Diabo – principalmente na obra-prima de John Milton, Paraíso Perdido. Para David, o Anjo Caído é apenas um ser mitológico. Ao aceitar um convite para testemunhar um suposto fenômeno sobrenatural em Veneza, David começa a ter motivos pessoais para mudar de opinião. O que seria apenas um boa desculpa para tirar férias na Itália com sua filha de 12 anos se transforma em uma jornada assustadora aos recantos mais sombrios da alma.

Enquanto corre contra o tempo, David precisa decifrar pistas escondidas no clássico Paraíso Perdido, e usar tudo o que aprendeu para enfrentar O Inominável e salvar sua filha do Inferno.

Este é um daqueles livros que você não consegue largar até acabar a última página, ainda que vá precisar de muita coragem para seguir em frente. O Demonologista ganhou o Prêmio de Melhor Romance do International Thriller Writers Award (2014), concorrendo com autores como Stephen King. Entrou em diversas listas de melhores livros de 2013, foi finalista do Shirley Jackson Award (2013) e do Sunburst Award (2014), chegou ao topo da lista dos mais vendidos do jornal canadense Globe and Mail e foi publicado em mais de uma dezena de países.

Título: O Demonologista 
Título original: The Demonologist 
Autor: Andrew Pyper
Ano: 2015
Páginas
: 320

Editora: DarkSide Books

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3 ESTRELAS
PODERIA SER MELHOR!

Resenha:

O livro de certa forma chama bastante atenção, daqueles que você compra pela capa ou pela diagramação, que venhamos e convenhamos a DarkSide nunca deixa a desejar. Mas, o que realmente importa é seu conteúdo e confesso que me frustrei um pouco, pois eu tive muito expectativa sobre o livro e nem li resenhas para ter minha própria opinião e lê-lo sob minha perspectiva. 

David Ullman é um professor universitário, tem um casamento conturbado e uma filha de onze anos. É ateu, mas apaixonado por estudos que envolvam religiões, e certo dia foi convidado para ir a Veneza, Itália, para presenciar algo sobrenatural.

Devido seu casamento conturbado, sua esposa acaba o deixando com a filha e vai morar com seus pais. Sendo assim, David não tem outra escolha a não ser levar consigo para Veneza sua filha, Tess. 

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A história começa a se desenvolver, quando em Veneza o serviço que David foi convidado a presenciar dar errado, envolvendo sua filha. A partir daí, contando com a ajuda de sua amiga, Elaine O’Brian, David sai numa jornada, onde tem que decifrar enigmas e enfrentar situações nada a ver.

O autor escreve muito bem, mas a história não é boa. É meio cansativa, repetitiva e não te prende como deveria te prender, já que o tema do livro nos faz ter curiosidade e até medo de lê-lo. 

Mas, por outro lado, o livro até que deixa a estante mais bonita… Ah, sim! Já ia esquecendo, O Demonologista, será adaptado para o cinema, veremos se o filme superará o livro ou será o mesmo fiasco. 

 

5 Estrelas, Editora Novo Conceito, Resenhas

Resenha: 172 Horas na Lua – Johan Harstad

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Sinopse: 

O ano é 2018. Quase cinco décadas desde que o homem pisou na Lua pela primeira vez.Três adolescentes comuns vencem um sorteio mundial promovido pela NASA. Eles vão passar uma semana na base lunar DARLAH 2 – um lugar que, até então, só era conhecido pelos altos funcionários do governo americano.
Mia, Midore e Antoine se consideram os jovens mais sortudos do mundo. Mal sabem eles que a NASA tinha motivos para não ter enviando mais ninguém à Lua.
Eventos inexplicáveis e experiências fora do comum começam a acontecer…
Prepara-se para a contagem regressiva.

Título: 172 Horas na Lua 
Título original: Darlah – 172 Timer På Månen
Autor: Johan Harstad
Ano: 2015
Páginas
: 288

Editora: Novo Conceito

Livro cedido através da parceria com a editora

MUITO BOM!
MUITO BOM!

Skoob | Goodreads | Submarino

Resenha:

O livro me ganhou da sinopse a capa, mas eu não sabia que ia gostar tanto!

Imagine se você ganhasse um sorteio da NASA para a próxima viajem à Lua. Pois bem, em 172 Horas na Lua, acompanhamos três jovens que ganharam esse sorteio no ano de 2018. Mas, nem tudo são flores, o que esse jovens não sabiam, é que nas viagens anteriores coisas misteriosas aconteceram, logo mantidas em segredo.

O livro possui muito suspense e te deixa tenso por não saber o que realmente está acontecendo. O autor não perdeu tempo com enrolação, por isso o livro é curto com apenas 288 páginas, algumas ilustradas que facilitam e afloram nossa imaginação. 

“Não conseguia se livrar do pensamento incômodo de que a visão da noite anterior fora um sinal. Um sinal de que ele deveria ficar longe dos céus. Um sinal de que lá em cima era perigoso.”

Nossos protagonistas são apresentados logo no começo, cada um com suas histórias e medos. Mia tem uma banda e a última coisa que queria era ir para a Lua, mas sua mãe a inscreve sem seu consentimento, que aos poucos vê do momento uma oportunidade, divulgar sua banda para o mundo. Midori quer sair do Japão e do conservadorismo do país. Já Antoine se inscreve para ficar longe da sua ex-namorada que partiu seu coração. Contudo percebemos uma única coisa em comum entre os personagens: nenhum se inscreveu com a verdadeira intenção de visitar a Lua, mas como uma oportunidade seja para crescimento pessoal ou para fugir das suas frustrações. 

O livro é muito bom! Sem palavras para o final. O autor conseguiu desenvolver cada parte da história que é dividade em três partes: antes, durante e após a viagem, sendo misterioso e assustador. Por ser curto, isso complica um pouco de falar o porquê que gostei tanto do livro, já que não quero dar spoilers. 

“No espaço, ninguém pode ouvir você gritar.”

Vou deixar claro uma coisa, não vão achando que o livro é ficção-científica, porque é apenas um livro de suspense que se passa no espaço. Okay? Okay.

4 Estrelas, Editora DarkSide, Resenhas

Resenha: A Noite dos Mortos Vivos – John Russo

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Sinopse:

A DarkSide® desenterra mais um clássico do terror e vai direto na fonte: A Noite dos Mortos-Vivos, considerado uma das maiores obras-primas do gênero e um livro obrigatório para os fãs de The Walking Dead, Resident Evil, Orgulho e Preconceito Zumbi e tudo aquilo que englobe os carismáticos comedores de cérebros.

Se hoje os zumbis estão em alta é porque, em 1968, George Romero e John Russo se reuniram para escrever o roteiro de A Noite dos Mortos-Vivos e mudar a história do cinema. O filme revolucionou o mito sobre as criaturas que voltavam do além: as superstições vodus das velhas produções B deram lugar à epidemia de fome canibal nas ruas norte-americanas. Criaturas similares já haviam aparecido antes nas telonas, mas foi em A Noite dos Mortos-Vivos a primeira vez em que foram retratados como uma praga devoradora de carne humana.

O próprio John Russo (que também atua no clássico de 1968 como um zumbi) adaptou a história do filme neste romance que a DarkSide® traz para o Brasil. A Noite dos Mortos-Vivos inclui ainda uma surpresa para os leitores: o texto integral da sequência do clássico, que nunca chegou a ser filmada, chamada de A Volta dos Mortos-Vivos (não vai confundir com a comédia trash de 1985, que também contou com Russo no time de roteiristas). Depois de 45 anos, finalmente é publicado no Brasil o romance do filme que marcou gerações.

Título: A Noite dos Mortos Vivos 
Título original: Night of the Living Dead
Autor: John Russo
Ano: 2014
Páginas
: 320

Editora: DarkSide Books

BOM!
BOM!

Skoob | Goodreads | Submarino

Resenha:

Como sempre a DarkSide se destaca entre as demais por agradar os fãs da literatura e cinema. Acho que já falei por aqui, que amo muito a Editora e vejo que a cada livro publicado esse amor aumenta.. kkkkkkkkkkkkkkk ❤

A Noite dos Mortos Vivos, é um clássico cinematográfico, um filme trash de 1968 que aborda um tema que hoje é meio “repetitivo”, mas naquela época era algo inovador, ZUMBIS! Eu amos zumbis, séries, filmes, livros, tudo me encanta. John Russo, é um gênio e um grande escritor.

O livro é baseado no filme e diferentemente de algumas publicações da DarkSide, esse não aborda os bastidores do filme.

O livro é composto por duas histórias paralelas. A primeira delas vai contar o alastramento da doença que causou a volta dos mortos, os primeiros meses e a trama abordada. A Segunda história vai dar foco aos tempos futuros, em que a doença volta a castigar a população, entretanto, o autor irá de uma maneira bem subjetiva nos mostrar que o real perigo não são os zumbis, mas o que eles causaram na população!

A narrativa do autor é bem impactante, todos os momentos do enredo são descritos de forma atrevida, principalmente nos momentos de ação. A abordagem geral do livro vai retratar unicamente o modo de vida da população da cidade pós espalhamento da doença. Como um bom livro de zumbis, o romance não é o foco principal, mas ainda assim de forma suave ele aparecerá nas entrelinhas.

E como não poderia ser diferente, a explicação geral de como se deu o surgimento e como a mesma se apoderou da maioria dos mortos não foi completamente sanada, mas o suficiente para nos dar a chance de usarmos a nossa imaginação.

A Noite dos Mortos Vivos é um livro pra quem é fã de zumbis e gosta de ser impactado, já que o enredo é cheio de emoção e descobertas. E aí vai ficar esperando ser atacado ou vai sair correndo?… kkkkkkkkk

“Os rostos dos agressores eram rostos de defuntos. A carne estava putrefata e gotejava pus em alguns pontos. Os olhos inchados projetavam-se para fora das órbitas profundas. Tinham a pele pálida, branca como gesso. Moviam-se com dificuldade, como se a força misteriosa que os ressuscitara não tivesse feito um trabalho completo. […]” (p.37)

Filmes

Filmes: Como Sobrevier a Um Ataque Zumbi

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Olá meus nerd’s!

Andei meio sumido, mas já voltei e trazendo uma novidade pra vocês, o filme “Como Sobrevier a Um Ataque Zumbi” para aqueles que gostam de diversão e “besteirol”

Ri litros com o trailer. “Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi” tem tudo para ser o filme mais sangrento, trash e hilário do ano.

O longa segue um trio de escoteiros, liderados pelo do Tye Sheridan, que vai ser o Ciclope de “X-Men: Apocalipse”, que resolve visitar um stripclub, bem no dia de um apocalipse zumbi! Hahaha!

Com a ajuda da garçonete do lugar, que não foi atingida pelos morto-vivos, os três vão enfrentar toda a população zumbi da cidade, incluindo um exército de gatinhos famintos.

Confira o trailer abaixo se for maior de 18 anos (não tem nada demais, só uns peitos e muito sangue):

“Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi” tem direção de Christopher Landon (“Atividade Paranormal: Marcados pelo Mal”) e ainda tem no elenco nomes como Patrick Schwarzennegger, Halston Sage e Cloris Leachman.

O filme chega aos EUA no fim de outubro e tem data de estreia marcada para 14 de janeiro no Brasil.

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