Resenha: Bela Gratidão, por Corey Ann Haydu

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Sinopse: 

Corey Ann Haydu explora as complexidades da família, os limites do amor e quão duro é crescer em uma cultura que premia a beleza acima de qualquer outra coisa e cobra das mulheres nada menos que a perfeição. Uma leitura atual que dialoga direta e honestamente com a multiplicidade de questões enfrentadas por adolescentes e jovens no mundo todo – a confusão do primeiro amor, os dramas familiares e a construção da própria identidade no meio de toda essa loucura. O livro está cheio de personagens realistas, que tropeçam nos próprios medos e cometem erros com alguns dos quais é impossível não se identificar. Montana e sua irmã Arizona têm um pacto desde que a mãe as deixou: São elas duas contra todo o mundo. Com o pai sempre imerso em relacionamentos tóxicos e uma sucessão de madrastas essa foi a maneira que encontraram de seguir em frente. Mas agora que Arizona foi para a faculdade Montana se sente deixada pra trás e perdida, mergulhando em uma amizade vertiginosa e empolgante com a ousada Karissa. No meio disso tudo, Montana encontra uma distração em Bernardo. Resta saber se Montana têm a confiança necessária no que sentem um pelo outro para encaixar Bernardo na sua vida imperfeita.

Título: Bela Gratidão 
Título original: Making Pretty
Autora: Corey Ann Haydu
Ano: 2017
Páginas: 
432
Editora: Galera Record

Adquira!

Livro cedido através da parceria com a editora

3 SABRES

HISTÓRIA:

Bela Gratidão trata de uma multiplicidade de questões – o primeiro amor, as batalhas dos dramas familiares, a formação de identidade – mas também, está cheio de personagens que tomam decisões realmente irracionais em situações bastante disfuncionais.

Montana e sua irmã, Arizona, são deixadas pela mãe e seu pai terá o dever de cuidar delas. Montana sofre com isso e acaba desenvolvendo um trauma. Com a Arizona envolvida em seu mundo universitário e seu pai distraído por mais um divórcio, Montana acaba mergulhando numa amizade intoxicante com uma garota de sua classe de atuação. Karissa é ousada, imperfeitamente linda e sem medo de ser vulnerável. Ela é tudo que montana gostaria de se tornar. Mas a amizade com a Karissa está fazendo com que a Montana se afaste da sua irmã, por estar com ciúmes do que Arizona tem feito, coisas das quais elas haviam prometido, uma para outra, nunca fazer. E além disso, por Arizona ter contado para todos, menos para a Montana. Só que quanto mais Karissa revela seus segredos, mais Montana tem que se preguntar se Karissa é alguém em que ela realmente pode confiar.

Em meio a sua incerteza, Montana encontra uma distração embriagadora em Bernado. Ele é sério e espontâneo, e ele olha para Montana da maneira que ela quer ser vista. Pela primeira vez, Montana entende como você pode se tornar perdido e encontrado em outra pessoa.

RESENHA:

Esse é o terceiro romance da autora, Corey Ann Haydu, seu primeiro romance foi OCD Love Story (Uma História de Amor e TOC), publicado em 2013 e considerado um dos melhores livros do ano pela Publishers Weekly.

Bela Gratidão tem uma premissa interessante. O livro centra-se na personagem principal, Montana e um verão que muda a família já desordenada. O pai de Montana continua se casando com mulheres e se divorciando depois de alguns anos. Ele teve quatro esposas e inúmeras namoradas. Ele também é um cirurgião plástico cosmético que está focado em “consertar” todos ao seu redor.

Minha principal questão com Bela gratidão foi o ritmo e a repetição. Os primeiros parágrafos mantiveram minha atenção, porque há alguns segredo que em seguida são revelados e parece que depois disso, nada mais acontece e tudo paralisa. Durante a leitura, senti que cada cena era a mesma. Montana, Karissa, Bernardo e às vezes a Arizona. Eles ficam bêbados. Karissa fica emocionada com a família perdida. Montana e Bernardo atuam como adolescentes que pensam que estão apaixonados. Espuma, enxague, repita.

Uma coisa que eu gostei da escrita da Haydu é que ela não se importa de mostrar pessoas bagunçadas. Pessoas que cometem erros, que dizem coisas que não querem dizer, porque estão apaixonadas ou estão bebendo ou estão cansadas de se esconder. Então eu pensei que era para isso que essas cenas estavam construindo, mas nada realmente vem deles, exceto uma revelação no final (o que é bastante fácil de detectar desde o início). Não me importo com livros lentos, contanto que tenham um direcionamento.

IMPRESSÃO FINAL:

Bela Gratidão não é um livro ruim. Haydu tem uma maneira de chegar ao centro com a sua prosa, e houve momentos em que eu li algo e na minha cabeça foi: “Sim, isso é exatamente o que uma garota de dezessete anos falaria”. Ela é boa em escrever sobre adolescentes de uma maneira que sente ambos autêntico e maravilhoso. A escrita foi realmente o que me impediu de largar o resto o livro, mesmo quando estava aborrecido.

Eu aprecio a vontade de Haydu de levar personagens para lugares confusos, deixá-los fazer escolhas ruins, realmente explorar o mundo através de seus personagens. Mas há muita configuração e potencial, com muito pouco retorno. Por isso dei apenas 3 sabres de luz.

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Conheçam o Canal Nerd Book’s

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Olá Nerdbookaholics, hoje trago uma novidade para vocês. Finalmente criei uma canal no Youtube para estender os assuntos aqui do blog, sim, vamos continuar falando sobre livros, mas não vou priorizar apenas esse assunto. 

No canal vamos trazer novidades sobre filmes, séries, músicas, games… Também faremos desafios, responderemos TAG’s e quem sabe faremos até DIY rs. O diferencial do nosso canal está na forma da produção, pois utilizamos o The Sims 4 para gravar os vídeos. Esse procedimento é chamado de Machinima e se quiserem, posso mais mais sobre isso em outro post. 

Já temos dois vídeos publicados no canal e seria muito legal se vocês nos acompanhassem lá também!

Se você ainda não sabia da novidade, eu vou deixar aqui o link para o Canal, assim você poderá assistir o que já foi produzido. E desde já, muito obrigado pelo apoio, pelo carinho e pela confiança. Amo cada um de vocês! ❤

Inscreva-se: youtube.com/nerdbooksoficial 

Resenha: A Procura de Um Fim por Rodolfo Rodrigo

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Sinopse:

O livro conta a história do Darley, filho único do senhor Michael, e de seu amigo de infância o Yuri, que buscam através de trilhas intrigantes a procura pelo fim de alguns acontecimentos que passaram a assombrar seus dias. A busca por respostas acabou revelando os sentimentos mais elementares na vida desses jovens, enquanto experimentam novas sensações com uma planta pouco conhecida que trouxe momentos de distopia em meio aos confusos acontecimentos. No decorrer dessa jornada surge Robertino, um jovem com capacidades anormais de unir fatos e encontrar através deles visões de possíveis acontecimentos, um tipo de premonição que ajudou bastante Darley a fugir da perseguição frenética e eletrizante do oficial Díron, um homem amargurado e solitário, que o persegue após ser pressionado pelo governador para culpá-lo de um crime que ele não cometeu. Essa aventura os levam ao casarão do finado Barão Calixto, no qual eles têm a chance de acabar com todo aquele pesadelo e maldição, que sobre eles pairavam. Uma história que se perpassa na contemporaneidade e que está rodeado de mistérios, surpresas, emoções, aventuras, perseguição envolvida em dramas juvenis, em um romance de suspense com toques de terror e horror.

Título: A Procura de Um Fim 
Título original: 
Autor: Rodolfo Rodrigo
Ano: 2017
Páginas:
136

Editora: Amazon

5 SABRES

COMPRE

Resenha:

A Procura de Um Fim é um livro muito cativante. Quando eu li, senti um pouco referências como Os Goonies, não sei se foi intenção do autor. O livro tem um ponto forte que tem sido inserido pelos nossos autores nacionais, ainda é pouco, mais eu vejo que está sendo usado com mais frequência, que é o cenário regional. A Procura de Um Fim se passa no nordeste, em Campina Grande que fica na Paraíba, então tem muitas referências de lojas, Universidades e paisagens que nos permite viajar sem sair do lugar.

A leitura é bem fluida, a escrita é muito precisa e acessível. O autor se preocupa com as sensações que seus personagens tendem a nos passar, para nos inserir na história de forma mais dinâmica. A história é intrigante e diferente.

A Procura de Um Fim conta a história de Darley e seu amigo Yuri, que adoram fazer trilhas e em uma dessas aventuras acabam descobrindo alguns segredos dos quais ninguém gostaria de descobrir, isso começa a os perseguir e importuná-los. A história possui personagens marcantes como o próprio Darley, que é amigo, inteligente e se preocupa com o próximo. Ainda há personagens que vão ganhando força na narrativa como o Díron, policial que tenta descobrir os mistérios que rondam o universo de A Procura de Um Fim.

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A Procura de Um Fim é um livro que nos cerca de emoções e sentimentos, que nos mantém acordados para devorar cada capítulo da obra. O autor consegue descrever e detalhar cada acontecimento, como se tivesse vivido aquele momento, fazendo assim, que nós também tenhamos a mesma sensação. Nasce o novo Stephen King! 

O livro possui ainda uma história única de criação, pois o autor o escreveu quando era adolescente, foi roubado e levaram a primeira versão, após uma década, o autor voltou a escrevê-lo, tentando recuperar a essência que lhe foi roubado. Então, com certeza vale cada centavo que gastei com o e-book.

Portanto, se você busca uma leitura acessível, uma aventura com terror e suspense, um livro para te tirar daquela ressaca brava. Não pense duas vezes, A Procura de Um Fim com certeza vai te surpreender e você vai querer muito mais que 136 páginas!

Resenha: 365 Noites em Paris por Miriã Veloso

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Olá, meus queridos. Voltamos aos romances literários. Hoje apresento um profundo romance clássico contemporâneo. Como chamas que ardem sem se ver, lhes entrego a mais uma bela obra nacional.

Eu sou Rodolfo Rodrigo e apresento: 365 Noites Em Paris, da Miriã Veloso.

A Autora

Miriã Veloso, sonhadora, nascida nos anos 90 e nas Minas Gerais, crescida em meio às flores do cerrado. Esposa apaixonada. De mente viajante e espírito livre, apaixonada pelas histórias das avenidas centenárias da Cidade Luz, imersa em uma cultura feita sua por adoção. 365 Noites em Paris é o seu segundo romance, que já conquistou muitos leitores desde a existência do Orkut, no Wattpad e agora no Amazon.

Sobre o Livro

Charlotte é uma jovem cozinheira que vive em Paris. Por dez anos trabalhou e aprendeu tudo na cozinha do modesto restaurante de seu avô paterno, que por problemas financeiros foi fechado. 

Precisando de dinheiro consegue um trabalho de garçonete no Le Procope, um dos restaurantes mais antigos e nobres da Cidade Luz, lugar onde conhece Benjamin Hastings, um homem culto e despreocupado com a vida. Ben se sente a cada vez mais apaixonado pela jovem, enquanto ela está sempre procurando desculpas para não aceitar o convite de um passeio à margem do Rio Sena. 

Em um dia, ela aceita o convite do charmoso homem e então se vê dentro de uma nova atmosfera amorosa e descobre que o seu admirador é também um amante da gastronomia. Alguém com quem poderia contar para realizar o sonho de reaver o restaurante de seu avô e se tornar uma grande chef.

Resenha

Hoje trazemos algo interessante sobre a vida desta jovem que se apresenta para nós: “Eu sou Charlotte Dupont, nasci em Lyon e vivo em Paris há mais de vinte anos, desde o falecimento de minha mãe, Claire.” Essa jovem de tamanha graça trouxe de volta o clássico antigo de garotas graciosas dos contos amorosos. Eu me identifiquei com a personagem (que só entre nós… acho que tem muito a ver com a escritora, apesar de não conhecê-la pessoalmente rsrsrs). Uma francesa que continua solteira. E como ela diz: “por escolha própria. Já passei da idade que acredita nas ilusões que as pessoas criam sobre o amor, ainda mais, em Paris. ”.  Desta forma iniciei minha leitura já sabendo que teria que ver um novo romance surgir, não era um romance de paixões em alguma aventura ou de crises dramáticas, haveria de ser a história de Charlotte, até que entrou quem eu esperava, aquela segunda pessoa que acabaria com as desilusões da Charlotte Dupont. Seu nome: Benjamin. Um franco canadense que visitava Paris pela primeira vez, para alguns concursos e eventos de gastronomia. Ele tinha um restaurante, ela trabalhava na área também. E de acordo com o destino que lhes foram traçados eles se conheceram, diante do enredo é preciso abordar que eles estavam em Paris, “na cidade perfeita. A Cidade Luz. A capital da Moda. A dona da belíssima Torre Eiffel. E o terceiro motivo que faz com que os parisienses se orgulhem, a capital da Gastronomia. ”

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No decorrer desse processo em que uma linha havia sido traçada entre eles fui conhecendo o Benjamin. E preciso dizer… eu me identifiquei demais com ele. Nossa era como se eu pudesse me imaginar no lugar dele. E isso eu gostei bastante, um personagem que lembrava a mim mesmo. Ele tinha 1,80m, magro, alto e bem nerd, de acordo com Charlotte: “Ele tinha um modo tão tranquilo de se portar, uma voz grave e sedutora, e como já diziam os poetas: ‘sua voz era como música aos meus ouvidos’. Ele tinha o jeito de um homem preguiçoso e calmo, porém, tinha a lábia de um poeta. É como se a mistura das qualidades e dos defeitos, estivessem em harmonia. ”  Bem, a parte dos defeitos é bem eu mesmo (risos). Mas havia uma grande semelhança com o personagem e fui dando continuidade ao romance que uniu eles. No decorrer da história, vocês irão conhecer pessoas divertidíssimas como a Alice, irmã da Charlotte, Megan sua amiga, Will o amigo de infância do Benjamin.  Haverá vários momentos divertidos e encantadores. Fazia muito tempo que não lia um romance tão gostoso, por sua simplicidade, por uma realidade que no fundo todos nós sonhamos. A cada momento eu fui tentando me identificar, até que já estava começando a sentir falta do que me toca (sou muito dramático, admito), foi quando a pior das fraternidades vem trazendo o incrível e medonho sentimento, que compreendemos entre a vida e morte em seu destino. E por mais que eu esteja louco para contar a aventura que me deixou sensibilizado, haveria eu de me conter, de evitar o melhor dos spoilers, pois finais como esse devem ser lidos pessoalmente e de preferência em um local bem confortável. Pois, é nele que você vai ficar por severos minutos após ler o final desta obra riquíssima em amor. É uma realidade tão próxima, tão possível, mas que talvez nós precisaríamos realmente ser leitores para entender e saber lidar com a realidade desses romances. Mas como eu fiquei muito encantado, irei me sobrepor aos meus princípios e destacar algumas palavras finais que darão a vocês, meus caros nerdbookaholics, o que imaginar para que pensem e não hesitem em conhecer essa bela e adorável obra:

“29 de Maio de 2015

Jornal Local

(…)

…E agora uma notícia que chocou o comércio gastronômico da capital francesa (…), Benjamin havia ganhado um novo coração, este que era da também chef, Charlotte Dupont, neta de Louis Allan Dupont. (…)”

Se vocês entenderam vão estar surpresos quando ler o livro. E notarão como pequenas e sucintas palavras dizem tanto em cada momento desses trinta e seis capítulos. Vocês vão gostar das frases, versos de inúmeros pensadores e artistas que são apresentados no início de cada capítulo, já o amei de cara desde o primeiro capítulo. Então vamos lá meus queridos, deixem seus comentários, conheçam a autora, leiam nossas indicações e sigam nosso universo. Um bom café e boa leitura.

Eu sou Rodolfo Rodrigo, amante do universo Nerd Book’s e lhes apresentei:

365 Noites Em Paris.

ADQUIRA O EBOOK

Resenha: Robopocalipse por Daniel H. Wilson

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Sinopse:

Um romance de ficção científica que aborda o futuro sombrio da tecnologia. Ela está na sua casa. Ela está no seu carro. Ela está no céu. Ela está no seu bolso. E agora a tecnologia quer acabar com você. Uma inteligência artificial é criada: Archos. Em segundos de análise de dados, ela conclui que a humanidade é descartável. A partir disso, ela toma conta de toda forma de tecnologia on-line do mundo. Primeiro, pequenos bugs em equipamentos e programas são percebidos, sem que ninguém se dê conta de nenhuma conexão entre os acontecimentos. Então, no que ficou conhecido como a hora H, Archos lança um ataque total contra a raça humana. Por isso, para detê-la, a humanidade deverá fazer algo que jamais foi tentado antes: unir-se por um objetivo comum.

Título: Robopocalipse 
Título original: Robopocalypse
Autor: Daniel H. Wilson
Ano: 2017
Páginas: 
406

Editora: Record

Amazon

Livro cedido através da parceria com a editora

3 SABRES

Resenha:

Quando eu recebi o livro da Editora Record, pensei imediatamente em Eu, Robô de Isaac Asimov, mas o que realmente chamou minha atenção e me convenceu a ler naquele mesmo dia o romance de Daniel H. Wilson foi saber que Steven Spielberg – um dos cineastas mais fodas de todos os tempos – estava dirigindo a adaptação do filme.

Robopocalipse começa com um grupo de combatentes da resistência humana – sobreviventes da Nova Guerra – descobrindo um cubo preto contendo uma história meticulosa da revolta do robô: como e por que começou, como os robôs atacaram a humanidade e como a humanidade sofreu e lutou. A informação contida neste é traduzida e comprometida com o texto de Cormac Wallace, líder da equipe da Brightboy.

O que se segue é uma série de pontos de vista na veia da Guerra Mundial de Max Brooks, descrevendo eventos do despertar dos Archos e da hora H até o fim da Nova Guerra. Ao contrário da Guerra Mundial Z, os pontos de vista em Robopocalipse seguem principalmente um núcleo de personagens que inclui a deputada Laura Pérez e seus filhos, Mathilda e Nolan; Oficial Lonnie Wayne Blanton e seu filho Paul; Takeo Nomura; Um hacker chamado Lurker; Marcus Johnson e sua esposa Dawn; Um robô livre que se chama Nine Oh Two; E o próprio Cormac Wallace. Principalmente, esses pontos de vista que estão relacionadas na primeira ou terceira pessoa, mas ocasionalmente o autor fica criativo e usa um método diferente, como transcrever uma conversa entre dois controladores de tráfego aéreo, descrevendo imagens captadas através de webcams e câmeras CCTV e um diário de áudio.

CAPAPARARESENHA

Estilisticamente, esses pontos de vista são uma ótima maneira de cobrir uma grande quantidade de história em um curto período de tempo, o que é exatamente o que o Robocalipse realiza. Infelizmente, o autor faz uma série de decisões questionáveis ​​ao longo do caminho, como limitar o alcance da história (Japão, Londres, Afeganistão, Alasca, Boston, Nova York, Oklahoma, Brasil) e o elenco de personagens a uma escala tão estreita, quando o mundo é tão grande e as pessoas tão diversas. Pessoalmente, eu adoraria ter visto mais como diferentes pessoas em todo o mundo estavam lidando com a revolta e lutando. Então, o autor deveria ter sido mais ambicioso e escrever uma história, consequentemente, mais ambiciosa. Mesmo com o livro concentrando-se em um núcleo de personagens, é quase impossível conectar-se com alguém ou se preocupar com o que acontece com alguém por causa da falta de profundidade e personalidades suaves. Nine Oh Two é uma exceção, mas o robô freeborn não aparece até o romance terminar, enquanto Archos é indiscutivelmente o personagem mais interessante do Robopocalipse, exceto que o AI quase não aparece no livro. Além disso, há inúmeras inconsistências no na história, como Mathilda, que se torna uma “pessoa cega” – supostamente só vê as pessoas como assinaturas de calor e músculos -, mas ainda pode dizer se alguém é preto ou bonito.

Por fim, queria que Daniel H. Wilson tivesse sido mais criativo com o livro. Enquanto chegamos a ver brinquedos, carros, aviões, elevadores, robôs domésticos e robôs militares contra a humanidade, o autor poderia ter feito muito mais, especialmente considerando o papel importante que a tecnologia desempenha em nossas vidas. Além disso, enquanto alguns dos robôs que Daniel H. Wilson vem inventando são inventivos como a unidade de segurança e pacificação (SAP) usada no Afeganistão, hexápodes explosivos (robôs), robôs que podem animar cadáveres e pluggers, a maioria das ideias – e os temas – encontrados no Robopocalipse são “emprestados” de outras fontes. Por exemplo, Matrix, 9, Philip K. Dick e vários outros filmes e livros apocalípticos/pós-apocalípticos também vieram à mente.

Do lado positivo, o Robopocalipse é um passeio de emoção muito acelerado, cheio de momentos divertidos que são fáceis de visualizar e que se traduzem perfeitamente na tela grande. Os capítulos “Phreak” e “Demolição”, em particular, são duas cenas de muitas que mal posso aguardar para ver trazidas à vida.

 

Resenha: Entre as Estrelas por Katie Khan

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Sinopse: 

Nada na Terra poderá separá-los. Um romance futurista surpreendente sobre o impacto do primeiro amor e como nossas escolhas podem mudar o destino de todos ao nosso redor Num futuro não muito distante, após a aniquilação dos Estados Unidos e do Oriente Médio, a Europa nada mais é que uma utopia na qual, a cada três anos, a população se muda para uma nova comunidade multicultural. Em um desses paraísos, Max conhece Carys, e é amor à primeira vista. Ele logo percebe que Carys é a pessoa com quem deseja passar o resto da vida — uma decisão impossível nesse novo mundo. Conforme o relacionamento dos dois se desenvolve, a conexão entre o tempo deles na Terra e o dilema atual no espaço vai sendo revelado. À deriva entre as estrelas, com apenas noventa minutos de oxigênio, eles concluem que só um deles tem a chance de sobreviver. Mas quem?

Título: Entre as Estrelas 
Título original: Hold Back the Stars: A Novel
Autora: Katie Khan
Ano: 2017
Páginas:
280

Editora: Bertrand Brasil

Amazon

Livro cedido através da parceria com a editora

4 SABRES

Resenha:

Acredito que a maioria dos jovens hoje, que tem em média mais de 20 anos, sonhavam em ser astronauta. Lembro que sempre pensava numa aventura fantástica e ao mesmo tempo tinha medo da descoberta de coisas das quais ainda não temos conhecimento, de fato. Nunca assisti 2001 – Uma Odisseia no Espaço, mas conheço o Tintin e lembrei-me um pouco do personagem, um passageiro clandestino em um foguete, se sacrifica saindo do espaço quando fica claro que não há oxigênio para todos os outros. Nada. Nem bruxas, nem monstros sob a cama ou Voldemort. Me assustaram tanto quanto o pensamento de morrer sozinho em uma escuridão infinita, flutuando a milhares de quilômetros da Terra e sufocando lentamente.

Entre as Estrelas é sobre isso. À medida que o livro vai tomando um rumo, Carys e Max estão caindo livremente pelo espaço. Sua nave gravemente danificada, o Laertes, está atrás deles e recuando a cada minuto. E cada minuto conta: eles têm noventa restantes em seus tanques de oxigênio. Depois disso, se eles não conseguirem voltar para a nave ou conseguirem que a Al dirija um drone via satélite, eles vão sufocar.

A maior parte da história é contada em flashbacks, mostrando-nos como a Carys e Max se conheceram e se apaixonaram. Katie Khan criou um mundo quase familiar, que sofre de uma invasão nuclear como resultado de uma guerra entre os EUA e “Oriente Médio”. A Europa tornou-se a Europia, uma coleção de regiões conhecidas como Voivodes através das quais os cidadãos são embaralhados a cada três anos em um programa chamado Rotation. Pretende-se desencorajar os indivíduos de se tornarem excessivamente ligados a um lugar. Qual a melhor forma de combater a xenofobia e os vários perigos do orgulho nacionalista do que garantir que todos sejam de todos os lugares, ou de nenhum lugar?

A captura é a Regra de Casais, que estipula que ninguém pode entrar em um casamento ou uma parceria civil, de preferência, nem mesmo um relacionamento sério, antes dos trinta e cinco anos. Carys e Max têm vinte e poucos anos quando se encontram. Não é o mais suave dos romances: Max é de uma das famílias fundadoras da Europia, pessoas que acreditam firmemente na correção das regras, e Carys quer uma demonstração de compromisso que ele achou difícil de dar. Eventualmente, no entanto, querendo provar seu amor por ela, ele não apenas a apresenta aos pais, mas pede ao governo da Europânia uma isenção à Regra de Casais. A legislatura concorda em dar ao casal uma corrida de julgamento como um casal, mas não dentro da Europia. Em vez disso, eles são “voluntários” para uma missão espacial para tentar encontrar uma rota navegável através do campo de asteroides que inexplicavelmente cercou a Terra desde o tempo da guerra nuclear.

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Entre as Estrelas é uma espécie de ficção científica. Todas as armadilhas estão lá: catástrofe política global, nova ordem mundial, mudanças ambientais, nomes alterados para objetos ou fenômenos familiares, níveis aumentados de tecnologia doméstica, governo grande e impessoal. É, pelo menos, uma distopia real. Eu fico com tédio quando as pessoas lançam a palavra em torno imprecisamente, mas no caso deste livro é quase tão apto: a população da Europia acredita estar vivendo no melhor de todos os sistemas possíveis na Terra ignorada (eles até incorporaram a palavra “utopia” em seu novo nome), mas não funciona para todos e não é tão imparcial. No entanto, se você já leu mais do que o mais minimo golpe de ficção suavemente especulativa, ou viu mais de três episódios de Doctor Who, você provavelmente encontrará a atmosfera do livro um pouco chata.

De qualquer forma, a ficção científica é leve porque Entre as Estrelas não está interessado em suas próprias implicações teóricas. Está muito mais interessado em ser uma história de amor, e nisso, é bem sucedido. E enquanto Khan carrega sua história, vemos o valor disso, por causa da natureza do giro da trama.

Entre as Estrelas é uma história de amor evocativa, solidamente escrita, pendurada em um quadro futurista. As páginas de abertura absolutamente te convidam a um desafio para ler, e é fácil se investir no que acontece depois. Provavelmente não vou lê-lo novamente. Eu não sou seu leitor ideal. Mas se você está procurando uma história de amor absorvente, acelerada e bastante encantadora, tá esperando o que para adquirir o livro?!

Primeiras Impressões: Dança Perigosa, Isabelle Reis

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Olá, meus queridos Nerdbookaholics, estamos de volta essa semana com mais uma boa indicação ao conteúdo bibliográfico da lista de livros que a cada dia vem surgindo para nossa alegria. Antecipo desde já que o que faço nessa postagem não será uma resenha completa por assim dizer, pois venho para indicar uma nova obra recém lançada da Isabelle Reis, intitulada: Dança Perigosa. E nós do Nerd Book’s, apoiamos toda e qualquer iniciativa, que componha arte e literatura, em todo o seu entretenimento, é claro. E com isso tive a oportunidade de poder ler os cinco primeiros capítulos de um romance contemporâneo e bem comum para a realidade dos brasileiros, principalmente daqueles que acompanham sempre alguns noticiários sobre a atuação do setor de segurança pública em TVs e jornais.

Eu sou Rodolfo Rodrigo e antecipo para todos vocês o romance envolvente, realístico e em vários momentos bem excitantes do recém trabalho desenvolvido pela autora Isabelle Reis: Dança Perigosa.

Vamos nessa?!

Sobre a autora

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Isabelle Reis é jornalista e escritora. Começou a escrever na quarta série e desde essa época é apaixonada pelo meio literário. É redatora na revista Publiquei e observadora profissional. Tem uma grande paixão por gatos e histórias de terror. Iniciou sua carreira como autora na web em 2008 enquanto ainda escrevia fanfics no Orkut. Hoje, publica suas crônicas, contos e romances no Wattpad e de forma independente no mercado editorial.

 

Sobre o Livro

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Vamos entender um pouco da obra meus caros nerdbookaholics.

Eliana e Matheus se conheceram em meio à guerra que a Rocinha enfrenta todos os dias. Entre tiros e uma grande ajuda em um momento difícil, o desejo de estarem juntos se torna inevitável para a bailarina e o policial do BOPE.

Quando se descobre apaixonado pela moça, Matheus percebe que seu maior desafio começa ao conhecer Leonardo Maroni, o pai de Eli. Entrar para a família de um dos juízes mais corruptos do país era a escolha certa? Sua amada precisa saber de toda a verdade escondida pelos Maroni?

Depois de uma década separados, seus sonhos e planos deixados para trás, o amor dos dois continua vivo. Matheus e Eliana vão conviver com a impunidade, revolta e falta de recursos que os   brasileiros têm de encarar todos os dias. Além de, é claro, lutar com unhas e dentes para ficarem juntos.

Título: Dança Perigosa
Título original: –
Autora:  Isabelle Reis
Ano: 2017
Páginas: 
256

Editora: Publicado de forma independente 

Skoob

>>> Adquira seu exemplar <<<

Primeiras Impressões:

O que lhes apresentamos em primeira mão através da plataforma literária do Nerd Book’s, traz consigo a história de um romance marcante e envolvente, principalmente para aqueles leitores que gostam de um bom romance que se perpasse por caminhos que se aproximem cada vez mais de fatos reais, que possam ser sentidos em tramas não ficcionais, mas tão meramente próxima de nossa imaginação. Essa obra da Isabelle Reis, recém lançada e divulgada de maneira autoral em outra plataforma literária, conhecida por muitos para autores independentes (Wattpad), traz consigo a história e realidade desses dois jovens apaixonados. Por meio de uma breve leitura dos cinco primeiros capítulos disponibilizados para contextualização da obra, pude perceber como se dera todo o processo que levou Eliana e Matheus a se conhecerem, um momento de extremo risco.

O livro se antecipa voltando a uma década anterior, para nos mostrar como tudo começou e segue dez anos depois ao que se parece ser maior parte de todo o enredo do livro. E nestes cinco capítulos eu pude observar que ele já começa com uma grande aventura, cenas de ação que se propagam em uma intervenção militar na subida do morro da Rocinha, aonde em meio a esses conflitos as características e personalidade do Matheus, vão sendo apresentadas, tal como da Eliana que o conheceu enquanto ajudavam um soldado ferido (muito dramático que sofria e lamentava pelo tiro de raspão que recebera e parecia ser o fim do mundo).

Há sempre esses momentos de ação, romance e descontração, envolvidos neste livro. O que me pareceu se tornar uma leitura bem curiosa. Mas não poderia ter deixado de surpreender com os momentos picantes e envolventes, de uma cena que li do primeiro contato íntimo deles. O que achei bem interessante e bem original, fazendo a leitura ser muito atrativa por não lhe permitir ser monótona. Um outro momento que considerei bem elementar foi a transformação de personalidade do Matheus quando foi libertado de um breve sequestro por parte de alguns meliantes do morro.

A forma como a autora inspirou o transtorno de personalidade que ocorrera no Matheus foi algo bem intenso, que creio que me fez mudar a forma como eu poderia estar imaginando o jovem Matheus. Claro e como de costume, não lhes contarei o que aconteceu nesse momento. Até pelo fato do decorrer dessa história ainda ser interessante para mim. Há muito o que se trilhar e estou ansioso para ver o que nos espera.

Nós estamos muito felizes pela indicação de sua obra para ser divulgada em nossa plataforma e gostaria de poder compartilhar com todos vocês esse excelente trabalho da Isabelle e sua tão bem produzida obra, que contém uma bela capa majestosa, com páginas e capítulos figurativos, que eu sinceramente gosto bastante em um enredo maravilhoso que ela traz em seu romance, sem contar que ela ama gatos como eu ❤ (Bem… isso não tem muito nada a ver com o assunto, por assim dizer, mas como amo gatos não perco a oportunidade de demonstrar minha admiração).

Pois bem, pessoal. Eu sou Rodolfo Rodrigo, amante do universo Nerd Book’s e lhes apresentei minha primeira impressão com a obra Dança Perigosa, da incrível escritora e jornalista, Isabelle Reis. Espero que tenham gostado e não deixem de conferir o que vai acontecer nesse romance proibido e aparentemente tão envolvente.

Até a próxima, meus amores ❤

Parceria: Erich Noronha (Autor)

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Olá Nerdbookaholics!

Como eu disse a vocês no post anterior, fiz alguns parceiros para trazer mais novidades do mundo literário para vocês e dessa vez apresento o Erich Noronha. 

Erich de Noronha Rodrigues, mais conhecido como Noronha. Nasceu em 1988 na cidade mineira de Juiz de Fora. Em 2005, aos dezessete anos, conheceu o boxe e enquanto mestrava um RPG para seus amigos, começou a escrever os primeiros traços do mundo de Gredon. Nove anos depois a história foi terminada. Sempre gostou de ler e criar pequenas histórias, mas foi depois de conhecer o RPG e as obras de J. R. R. Tolkien que seu início a escrita do livro começou. Além de escritor e leitor, também luta e é treinador de boxe. É formado em montagem e manutenção de computadores e tecnologia da informação.

O livro do Erich Noronha chama-se, As Crônicas de Gredon, e foi publicado pelo Clube de Autores.

SINOPSE:

cover_front_big.jpgAnos atrás o maléfico senhor das trevas Dontosh enviou um demônio para dominar e destruir um continente do mundo de Gredon. Assim Righto foi conquistada. Siashaag invadiu e espalhou tragédias, fome e doenças. Quem não morreu foi escravizado ou vivia um verdadeiro inferno. Um mago é incumbido pelo Deus Grenoli a combater o mal. Ele sai em busca de um guerreiro hábil que possa ajuda-lo a recuperar uma espada sagrada e manuseá-la. O mago encontra Auron Merk e ambos partem em uma jornada para tentar destruir o mal causado pelo demônio ditador. Acompanhe a trajetória deste jovem guerreiro contra as forças do mal.

LIVRO e-book AMAZON: https://goo.gl/yUNtM5
LIVRO FÍSICO Clube de Autores: https://goo.gl/qdqAmb
BLOG: As Crônicas de Gredon

Em breve teremos a resenha deste livro que estou curioso para ler e vocês? Ainda há algumas novidades, mas está acabando… rs

Um forte abraço e até a próxima!!! ❤